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Antes do Sporting - Tondela, Rui Borges esclarece decisões no empate com o AVS: "Não estavam..."
28 Abr 2026 | 12:10
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21 Mai 2025 | 08:59 |
Pedro Gonçalves não viveu uma época fácil no Sporting. Apesar da conquista do bicampeonato nacional, o médio português esteve afastado dos relvados durante muito tempo, devido a lesão. Recentemente, concedeu uma entrevista ao Canal 11, onde abordou, entre outros temas, as alterações feitas por Rui Borges a meio da temporada.
O treinador tentou, inicialmente, aplicar o seu 4x4x2, solução que não funcionou, e obrigou ao reimplementar do 3x4x3 de Amorim. Pedro Gonçalves explicou: "Não senti [a equipa desconfortável]... Mas senti que o grupo já estava muito formatado para a base do 3x4x3. Falámos todos entre nós e o míster teve o mérito de ceder. Acabou por correr bem", começou por dizer.
Sobre a possibilidade de jogar nesse 4x4x2, ou até num 4x3x3, com Rui Borges, na próxima temporada, Pedro Gonçalves disse o seguinte: "Pode correr bem, mas não sei se tão bem como na posição que estou agora", explicou o médio português.
Falou, ainda, sobre alguns ajustes a meio do ano, depois de confessar o ligeiro "receio" no arranque da época, devido à boa equipa do Benfica e a algumas saídas no plantel: "A meio sentimos que nos estava a faltar alguma liderança. A equipa uniu-se e correu bem. Toda a gente tentou liderar, e o Morten começou a aparecer. Já disse que ele me surpreendeu muito. Tem o discurso certo no momento certo. Antes dos jogos fala sempre em inglês, mas no dia a dia fala em português", partilhou.
Por último, falou dos festejos no Marquês: "Não estava assim tão mal. Foi o soltar de uma época complicada, mas o ano passado não tive de soltar nada e estava igual. Um bocado mais bêbado falo ainda mais e solto umas piadas. Disse alguns palavrões, peço desculpa aos pais que levaram os filhos, mas foi na brincadeira", rematou Pedro Gonçalves, jogador do Sporting, bicampeão nacional.
Treinador do emblema verde e branco marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao duelo em atraso da 26.ª jornada da Liga
28 Abr 2026 | 12:53 |
Na conferência de antevisão ao jogo com o Tondela, em atraso da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic, Rui Borges abordou o adeus "explícito" ao título, a onda de lesões que tem assolado o plantel do Sporting esta temporada, o mercado de inverno e ainda a renovação. Confira tudo o que disse.
Como estará a equipa emocionalmente
"Essa é a parte mais importante. Ligar toda a gente para aquilo que é o jogo, frente a uma equipa que precisa de pontos. Com o novo treinador tem sido bastante mais audaz, que pressiona mais e se expõe mais, o que também é de relevar essa audácia. Por isso cada um com os seus objetivos, também precisamos dos pontos. Tondela vai dar a vida pelos pontos, mas nós também vamos porque precisamos. Penso que a malta está preparada para tentar levar este jogo de vencido".
Decisões frente ao AVS
"Eu gosto de falar sobre tudo o que é o jogo. Hoje o adepto diz para meter o Manel, eu meto o Manel e o adepto diz que que devia ter posto o António. O adepto é o adepto: em casa, com uma cervejinha e uma sandes mista, está tudo bem... O que posso dizer é que era impossível outras opções. Houve jogadores que não estavam capazes de dar o seu contributo por mais de 60 ou 70 minutos. As opções tinham de ser essas. Mas não foi por isso que ganhámos o jogo, não ganhámos porque não fizemos golos. A equipa está muito desgastada e já não conseguia dar mais, mas ainda assim podíamos ter ganho o jogo, porque fizemos mais do que suficiente para isso".
Desgaste mental
"O desgaste mental piora o físico. Claro que quando podíamos ter feito ainda mais história mexeu um pouco connosco. Depois o jogo com o Benfica em que marcámos é anulado e sofremos logo a seguir. São várias sensações mentais que nos atingiram e que mexem sempre connosco. A exigência do jogo, em termos mentais, foi um absurdo. Por muito que digamos que não tudo isso mexe connosco. Depois o jogo com o FC Porto logo a seguir... Foi uma sequência de quatro jogos sem intevalo no meio. Foi uma sequência com uma exigência e um desgaste tremendo".
Melhor timing para renovação
"Não sei, porque não ligo nada a isso. Estou feliz, estou num grande clube. Infelizmente, nestas últimas semanas tiraram-nos da luta pelo tricampeonato. É explícito isso... O FC Porto esteve lá em cima o tempo todo e está a uma vitória. Mas andámos sempre na luta e sinto muita confiança. Jamais deixarei cair sobre os jogadores a culpas do que quer que seja e eles merecem todo o meu apoio".
Lesões
"Normal, não é, lógico. Mas há coisas que não controlamos. Se houvesse muitas lesões musculares, aí tínhamos de repensar o que andamos a fazer. Mas há coisas que não podemos controlar e é normal que se pague a fatura de tantas lesões, por não conseguir os jogadores. Houve alguns momentos, com Taça da Liga e Taça em que foi possível, mas em momentos decisivos não foi possível. Ficámos sem o Fotis, o Pote também ficou de fora. Normal, não é, mas não conseguimos gerir lesões traumáticas. [Também houve musculares] Sim, mas isso há em todas e se calhar até menos do que em outros clubes. Quanto às traumáticas tivemos muitas e condicionou-nos muito. Não vou estar aqui armado em maluquinho e a dizer que sou o maior e que não aconteceu. Mas o que posso dizer é que os rapazes deram tudo".
Mercado de inverno falhou
"Sobre o manto verde não vou falar. Sobre a outra parte, eu não podia adivinhar que ia haver tantas lesões em 29 jogadores. Fomos buscar o Luís Guilherme e lesionou-se logo. O Faye demorou um pouco a adaptar-se. Entretanto voltou o Quenda também... Só se quiserem que tenhamos um plantel de 50 jogadores e se calhar vai ser preciso porque há cada vez mais lesões e a sobrecarga a que os jogadores estão sujeitos é surreal. Compete-nos esperar que não tenhamos mais lesões que não conseguimos controlar, sendo que as únicas que conseguimos são as musculares".
Boletim clínico
"Em dúvidas está o Vagiannidis, o Bragança e o Diomande. O Nuno Santos voltou a trabalhar na equipa no último treino antes do AVS e optamos por não o colocar. Está convocado para amanhã".
Reforços de inverno
"Já tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições. Sabíamos que podíamos perder o Alisson, perdemos um e acrescentámos dois, mas mais numa perspetiva de futuro. O Matheus Reis teve direito a escolher o seu futuro. Depois tivemos azar com tantas lesões traumáticas. Eles sabem que estão num clube exigente e falo muito com eles, mas eles sabem que há o risco das lesões. A equipa precisa deles. Até vou dar o exemplo do Dani: no Dragão, ele nem sequer devia ter entrado. Mas é de enaltecer porque disse queria estar com a equipa. A mim ganhou-me em 5 segundos por aquilo que era o sentimento perante a equipa. Agora sabe que se volta a lesionar não joga mais esta época. Tem de haver honestidade e saber dizer quando dá ou não. O melhor médico são eles próprios. Eles devem dizer se podem estar com a equipa e espero esse respeito da parte deles".
Mensagem que passa à equipa
"Otimista e de muita confiança. Sou sempre muito otimista. Eles sabem bem aquilo que representam. A responsabilidade que é representar o Sporting, mas eles sabem que não vão ganhar. Dentro disso temos de mostrar a vontade de continuar a ganhar. Embora seja normal que bate tudo o que aconteceu. Mas não é por aquilo que aconteceu que deixam de ser um grande grupo. Eu quero ganhar sempre, mas nem sempre é possível. Agora resta dar tudo e esperar para ver o que dá no fim".
Restantes lesionados
"Fresneda, Ioannidis, Inácio e Hjulmand continuam de fora".
Técnico leonino foi confrontado com as escolhas do Club e de Alvalade no último defeso e a forma como tal impactou a fase final da época
28 Abr 2026 | 12:37 |
Em antevisão ao Sporting - Tondela, realizada nesta terça-feira, dia 28 de abril, Rui Borges foi confrontado com o mercado de inverno dos leões a forma como tal possa ter influenciado a reta final da temporada dos verdes e brancos.
Rui Borges: "Janeiro? Já tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições"
"Já tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições. Sabíamos que podíamos perder o Alisson, perdemos um e acrescentámos dois, mas mais numa perspetiva de futuro. O Matheus Reis teve direito a escolher o seu futuro", vincou o técnico.
"Não podia adivinhar que ia haver tantas lesões em 29 jogadores. Fomos buscar o Luís Guilherme e lesionou-se logo. O Faye demorou um pouco a adaptar-se. Entretanto voltou o Quenda também... Só se quiserem que tenhamos um plantel de 50 jogadores e se calhar vai ser preciso porque há cada vez mais lesões e a sobrecarga a que os jogadores estão sujeitos é surreal", atirou Rui Borges, antes de fazer uma revelação sobre Daniel Bragança.
"Depois tivemos azar com tantas lesões traumáticas. Eles sabem que estão num clube exigente e falo muito com eles, mas eles sabem que há o risco das lesões. A equipa precisa deles. Até vou dar o exemplo do Dani: no Dragão, ele nem sequer devia ter entrado. Mas é de enaltecer porque disse queria estar com a equipa. A mim ganhou-me em 5 segundos por aquilo que era o sentimento perante a equipa. Agora sabe que se volta a lesionar não joga mais esta época. Tem de haver honestidade e saber dizer quando dá ou não. O melhor médico são eles próprios. Eles devem dizer se podem estar com a equipa e espero esse respeito da parte deles", contou ainda.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, dia 29 de abril, frente ao Tondela. O encontro, a contar para a jornada 26 (em atraso) da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Gonçalo Feio, jogar-se-á às 20h15, no Estádio José Alvalade.
Treinador dos verdes e brancos esclareceu que não sabe se poderá contar com este trio no encontro da próxima quarta-feira, 29 de abril
28 Abr 2026 | 12:24 |
Ousmane Diomande, Daniel Bragança e Georgios Vagiannidis estão em dúvida para o Sporting - Tondela. A revelação foi feita por Rui Borges nesta terça-feira, em conferência de imprensa de antevisão ao encontro em atraso da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
Rui Borges: "Nuno Santos está convocado para amanhã"
"Em dúvida está o Vagiannidis, o Bragança e o Diomande. O Nuno Santos voltou a trabalhar na equipa no último treino antes do AVS e optamos por não o colocar. Está convocado para amanhã", esclareceu o técnico verde e branco.
Quando questionado sobre onda de lesões que tem assolado a equipa leonina esta temporada, Rui Borges foi claro: "Normal, não é, lógico. Mas há coisas que não controlamos. Se houvesse muitas lesões musculares, aí tínhamos de repensar o que andamos a fazer. Mas há coisas que não podemos controlar e é normal que se pague a fatura de tantas lesões, por não conseguir os jogadores. Houve alguns momentos, com Taça da Liga e Taça em que foi possível, mas em momentos decisivos não foi possível. Ficámos sem o Fotis, o Pote também ficou de fora. Normal, não é, mas não conseguimos gerir lesões traumáticas. [Também houve musculares] Sim, mas isso há em todas e se calhar até menos do que em outros clubes. Quanto às traumáticas tivemos muitas e condicionou-nos muito. Não vou estar aqui armado em maluquinho e a dizer que sou o maior e que não aconteceu. Mas o que posso dizer é que os rapazes deram tudo".
Por esta altura, os comandados de Rui Borges têm 72 pontos e continuam no terceiro lugar da tabela classificativa. O Porto (82) está no primeiro posto (mais um jogo). Já o Benfica é segundo com 75 e também mais um duelo disputado.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, dia 29 de abril, frente ao Tondela. O encontro, a contar para a jornada 26 (em atraso) da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Gonçalo Feio, jogar-se-á às 20h15, no Estádio José Alvalade.
Antes do Sporting - Tondela, Rui Borges esclarece decisões no empate com o AVS: "Não estavam..."
28 Abr 2026 | 12:10