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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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09 Out 2024 | 11:11 |
O consultor e jornalista do jornal Record, André Pinotes Batista, publicou uma crónica contundente intitulada "Bom e Barato", na qual aborda a recente controvérsia em torno de um bónus anual de 180 mil euros atribuído ao Presidente do Sporting, Frederico Varandas, descrevendo a discussão em torno do valor como "trapalhona" e "desproporcional".
Pinotes destaca que, no contexto do futebol moderno, onde milhões são movimentados, a indignação gerada por um valor relativamente modesto é despropositada. Segundo o jornalista, esse montante equivale a cerca de 7.500 euros líquidos por mês, comparável ao salário de um jogador da formação do Clube, está vinculado a metas financeiras e desportivas previamente estabelecidas pela Comissão de Remuneração da SAD: "um mísero bónus", atira.
Desde a eleição do atual Presidente do Sporting, a gestão, liderada por Francisco Salgado Zenha, conseguiu uma série de feitos que, na opinião de Pinotes Batista, justificam plenamente qualquer premiação: "Aumentaram as receitas correntes, reduziram passivo, adquiriram uma maior percentagem da SAD por parte do Clube, aumentaram os capitais próprios positivos, valorizaram extraordinariamente os ativos, incrementaram o investimento – tudo isto enquanto logravam colocar o Sporting num patamar competitivo como há século não se via em Alvalade", pode ler-se.
Para André Pinotes, a polêmica é uma tentativa de desestabilizar uma gestão bem-sucedida, algo que considera "mal-intencionado". Ao defender a recompensa por competência e sucesso, o jornalista conclui que os adeptos leoninos devem se concentrar em manter os melhores líderes no leme, pois "o barato sai caro": "A todos os populistas e demagogos, que rasgam vestes com os prémios mais comedidos entre os três grandes portugueses, aos Sportinguistas pretende declarar o óbvio: caros, mas mesmo caríssimos, saíram os presidentes que se dizem de borla", atirou ainda.
Lembrando que em 2023/24, Frederico Varandas bateu todos os objetivos, e por consequência recebeu a totalidade das variáveis. Assim sendo, o presidente do Sporting arrecadou 240 mil euros, aos quais acrescentou mais 180 mil. Caso a nova proposta seja aceite, o líder máximo do Clube de Alvalade poderá passar dos 420 mil euros totais para os 600 mil.
Por sua vez, André Bernardo e Salgado Zenha, administradores da SAD dos verdes e brancos poderão ver o salário disparar dos 332,5 mil euros (190 fixos + 142,5 variáveis) para os 450 mil euros por ano, ambos igualmente divididos em parcelas de 225 mil.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".