“PONTO MAIS ALTO DA CARREIRA COMO TREINADOR”
Em declarações ao Jornal A Bola, Paulo Freitas recordou conquista da Liga Europeia e não tem dúvidas de que foi “o ponto mais alta da carreira como treinador”
Redação Leonino
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12 de Maio 2020, 13:41

Foi há precisamente um ano que o Sporting CP conquistou a Liga Europeia de hóquei em patins. Corria o dia 12 de maio de 2019 e, num Pavilhão João Rocha completamente cheio, o conjunto de Paulo Freitas venceu categoricamente o FC Porto, por 5-2, com golos de Ferran Font (2), Gonzalo Romero, Toni Pérez e Vítor Hugo. Estava assim terminado o jejum de 42 anos desde a última vez em que o hóquei verde e branca havia conquistado a prova maior do panorama europeu.

Em declarações ao jornal A Bola, Paulo Freitas recordou a conquista e não tem dúvidas em afirmar que foi o “ponto mais alto da carreira como treinador, após já ter tido o privilégio de conquistar a competição como jogador”. O treinador português disse ainda que é “muito ratificante ficar na história do Sporting CP como um dos treinadores que se sagrou campeão europeu”.

Paulo Freitas fez questão de destacar que a final não foi mais do que o culminar de uma temporada de muito trabalho e dedicação por parte dos jogadores: “A final culminou um objetivo alcançado com total mérito e competência. O grupo merecia essa conquista pelo empenho demonstrado e conseguida com distinção. Foram momentos únicos que ficam na nossa memória e engrandecem o já vasto palmarés do Clube que representamos”.

O comandante do hóquei em patins leonino recordou também o jogo da meia final diante do eterno rival e a importância de que o mesmo se revestiu: “A meia-final revela-se sempre o jogo mais importante neste tipo de competição, pois é aí que se define a possibilidade de estar na final para conquistar o troféu. Falhando nesse momento, nada mais acontece. Ainda por cima, contra uma grande equipa e considerada o eterno rival do Sporting CP”.

Paulo Freitas considerou também que “o apoio incansável de todos os Sportinguistas acabou também por ser determinante para podermos ganhar. Independentemente do local, estávamos perfeitamente motivados e responsabilizados, mas era oportunidade única. Ganhar a Liga Europeia é algo fantástico e derrotarmos dois grandes rivais ainda abrilhanta mais essa conquista, não esquecendo a presença de outro grande opositor, o Barcelona”.

Por fim, e apesar de reconhecer que a eliminação prematura na edição deste ano da Liga Europeia “não pode voltar a acontecer”, Paulo Freitas abordou o cancelamento da prova devido à COVID-19: “Entendemos que o mérito desportivo tem de prevalecer. Contudo, trata-se de uma situação de perfeita exceção e percetível por todos, pois estamos a falar da saúde pública. Teremos nova oportunidade para lutar pela sua conquista, apesar de as dificuldades serem cada vez maiores. Tal como ainda teremos a Taça Intercontinental para vencer”.

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