Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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12 Abr 2025 | 21:54 |
Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio de São Miguel, onde analisou a vitória do Sporting no terreno do Santa Clara (1-0). Entre vários temas abordados, o técnico não escondeu a felicidade por ver Pedro Gonçalves regressar aos relvados depois de cinco meses de ausência.
"Estou feliz por ele, merece, trabalhou muito e esperou imenso por este regresso"
"Estou feliz por ele, merece, trabalhou muito e esperou imenso por este regresso. É um regresso importantíssimo, por ser um jogador diferenciado, mas também para o grupo pelo peso que tem para os colegas. Numa equipa jovem é importante ter jogadores competitivos, que exigem dos colegas a toda a hora. É um jogador que quer mais e mais. Fico feliz por vê-lo voltar aos relvados e o nosso futebol também merece que ele esteja de volta às quatro linhas".
"O Sporting foi a única equipa que tentou ganhar"
Antes disso, o técnico fez uma análise ao encontro e disse que a vitória foi inteiramente justa: "O Sporting foi a única equipa que tentou ganhar. Uma primeira parte difícil, frente a uma equipa com bloco baixo. Não senti que estivessem à procura da vitória e sim do nosso erro. Tivemos de provocar a profundidade, as variações e podíamos ter rematado mais vezes. Na segunda parte entrámos muito bem, depois de ajustarmos alguns comportamentos. Entrámos muito mais dinâmicos e ativos, à procura do golo, e chegámos a ele com mérito e naturalidade. Podíamos ter feito mais um golo, acho que merecíamos".
Sobre as mudanças ao intervalo, o treinador explicou o que pretendia: "Jogamos com dois médios, um adaptado, mais defensivo, e o Morten Hjulmand, que acaba a ser um 6. Ao intervalo pedi ao Zeno Debast, que não é um jogador ofensivo, para andar em espaços mais altos e assim criámos mais anti-zona entre linhas, empurrámos o Geny para espaços interiores e foi assim que chegámos ao golo. Tomámos decisões mais à frente, mais limpas e com menos pressão, e fomos mais eficazes".
Sobre uma eventual exibição menos conseguida na primeira parte, Rui Borges negou tal cenário: "A exibição foi boa, num campo difícil, competitivo e frente a uma equipa a fazer um grande campeonato. O Santa Clara foi a única equipa que ganhou no Estádio José Alvalade, e a que menos remates enquadrados permite na Liga. Sabíamos que íamos ter poucas oportunidades e que as poucas que tivéssemos tínhamos de concretizar. Contra blocos baixos temos de ser competentes, não fazer grandes exibições. Estivemos cientes do que pede o jogo, mantivemos a baliza a zeros, ganhámos 1-0 e vitória é mais do que merecida", finalizou.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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