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Futebol
26 Set 2024 | 11:14 |
Viktor Gyokeres tem registado um fortíssimo arranque de época no Sporting. Se na temporada transata o avançado sueco definiu os 40 golos como o seu objetivo, acabando por concretizar 43, a parada subiu para 2024/2025. Embora o craque dos leões não especifique nenhum número, os 50 poderão a meta a alcançar.
A verdade é que, quando questionado acerca deste tema, Gyokeres respondeu: “Quero fazer mais do que fiz na época passada. É esse o meu objetivo”. Modéstia à parte, os números revelam que os 50 poderão ser muito mais que uma marca a alcançar e uma verdade realizada, visto que na passada época o jogador leonino contou com uma média de 0,86 golos marcados por jogo.
Além de ter atingido os 43 golos em apenas 50 jogos, 29 fizeram-se no campeonato, onde conseguiu arrecadar a Bola de Prata de melhor marcador. Cinco remates certeiros somaram-se na Liga Europa, seis na Taça de Portugal e três na Taça da Liga. Assim, somados os números e feitas as contas, o quinquagésimo golo poderá ser visto entre o 36/37.º jogo da época.
Vikor Gyokeres já é um dos destaques da época e faz mira em recordes históricos. Na época atual, o Sporting já se destaca com 27 golos, 11 celebrados por Gyokeres a juntar a três assistências, seguindo-se Pedro Gonçalves com cinco golos e Francisco Trincão, com três.
Esta temporada, ao serviço do Sporting, Viktor Gyokeres – avaliado em 65 milhões de euros – foi utilizado em sete encontros (750 minutos), apontou 11 golos e fez três assistências. O avançado tem contrato com os leões até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
Depois da saída do sueco para o Arsenal, o avançado colombiano não tem desiludido em Alvalade, apontando um registo avassalador após 17 jornadas
12 Jan 2026 | 11:00 |
O Sporting entrou na temporada 2025/26 com uma baixa de peso no ataque, após a saída de Viktor Gyökeres para o Arsenal, no passado mercado de verão. O sueco foi uma das figuras principais do título anterior, mas os leões responderam com eficácia, encontrando em Luis Suárez, ex-Almería, o homem certo para ocupar o lugar deixado vago e manter o nível ofensivo da equipa.
Os números não deixam margem para dúvidas. Após 17 jornadas, o Sporting soma 47 golos, destacando-se como o melhor ataque da prova. Trata-se do segundo melhor registo do Clube em meio século nesta fase da época, apenas superado pelos 48 golos da temporada passada, e coloca a equipa como o terceiro melhor ataque de sempre em campeonatos a 18 clubes.
Luis Suárez chegou a Alvalade no arranque da época e rapidamente se afirmou. O colombiano é o segundo melhor marcador do campeonato, com 15 golos, apenas atrás de Pavlidis (17), do Benfica. A sua influência vai além dos números, dando profundidade, presença na área e continuidade ao modelo ofensivo que vinha de Ruben Amorim e agora é utilizado por Rui Borges.
O coletivo também tem sido determinante neste rendimento. O Sporting marcou em todas as 17 jornadas, algo que não tinha conseguido em 2024/25, quando ficou em branco por duas vezes sob o comando de João Pereira. Pedro Gonçalves, com nove golos, Francisco Trincão e Maxi Araújo, ambos com quatro, reforçam a ideia de um ataque repartido e difícil de travar.
Apesar do excelente registo, os atuais números ainda estão longe dos melhores da história do campeonato, dominados pelos próprios leões nas décadas de 40 e 50. Ainda assim, a perda de Gyökeres não travou o poderio ofensivo do Sporting, que voltou a provar que sabe reinventar-se sem perder identidade nem ambição.
Cronista afeto ao Clube de Alvalade abordou a partida que resultou na eliminação dos leões da Taça da Liga, nas meias-finais da prova
12 Jan 2026 | 10:51 |
Manuel Moura dos Santos considera que a eliminação do Sporting na meia-final da Taça da Liga frente ao Vitória de Guimarães ficou decisivamente marcada pela saída forçada de Eduardo Quaresma. Num artigo de opinião publicado no jornal O Jogo, o cronista sustenta que, não fosse a lesão traumática do jovem defesa-central, o desfecho da partida teria sido diferente, apontando ainda o dedo a Rômulo.
"O Sporting criou jogo ofensivo mais do que suficiente para ganhar o jogo"
Na análise ao encontro, Manuel Moura dos Santos admite que o início de 2026 foi “± mal” para os leões, apontando como ponto negativo a derrota, mas sublinhando as circunstâncias adversas em que a equipa se apresentou. “O Sporting, sem ter feito uma exibição brilhante, criou jogo ofensivo mais do que suficiente para ganhar o jogo”, escreve, destacando a quantidade de oportunidades criadas e a exibição do guarda-redes vimaranense.
"Rômulo não esteve à altura da responsabilidade"
Para o conhecido adepto dos leões, a ineficácia ofensiva explica apenas parte do resultado. O fator decisivo terá sido a saída de Eduardo Quaresma, vítima de uma lesão na face. “Esta saída foi fatal para as pretensões do meu clube”, afirma, criticando a resposta encontrada no banco: “O jogador que entrou, Rômulo, não esteve à altura da responsabilidade atribuída”.
“Não entendo porque é que Rui Borges não recuou Hjulmand"
Manuel Moura dos Santos vai mais longe e questiona as opções do treinador para colmatar a ausência do defesa: “Não entendo porque é que Rui Borges não recuou Hjulmand para defesa-central, porque fazer pior do que Rômulo fez, seria difícil”, escreve, considerando que o jovem médio ainda não tem condições para integrar o onze principal.
"Com Eduardo Quaresma em campo, teríamos chegado à final"
A convicção do adepto leonino é clara quanto ao impacto da lesão de Quaresma no resultado final: “Estou convencido que com Eduardo Quaresma em campo, teríamos chegado à final da Taça da Liga”, afirma, numa das passagens mais perentórias do texto.
Apesar da eliminação, Manuel Moura dos Santos rejeita colocar no mesmo plano as exibições de Sporting e Benfica na prova, sublinhando diferenças claras na atitude e no rendimento das equipas. “Achei curioso que a análise aos dois jogos dos clubes de Lisboa tenha sido posta no mesmo prato da balança”, escreve, acrescentando que, se o Sporting tivesse jogado como o Benfica frente ao Braga, teria sido muito mais crítico.
O cronista reconhece que a exibição leonina ficou aquém do exigido: “Gostei da exibição? Não. Penso que o Sporting tinha a obrigação de ganhar aquele jogo”, admite, elogiando ainda assim a postura do treinador no pós-jogo. “Não vi o Rui Borges na conferência de imprensa a arrasar a exibição da equipa, sacudindo a água do capote”.
Extremo brasileiro foi o primeiro reforço apresentado pelos verdes e brancos neste mercado de transferências e já dá que falar em Alvalade
12 Jan 2026 | 10:20 |
Luís Guilherme teve pouco tempo para respirar desde que aterrou em Lisboa, a 3 de janeiro, para reforçar o Sporting, proveniente do West Ham, num negócio de 14 milhões de euros. O extremo brasileiro, de apenas 19 anos, foi apresentado de imediato e, poucos dias depois, já somava os primeiros minutos com a camisola leonina, ao entrar nos descontos da meia-final da Allianz Cup frente ao V. Guimarães, em Leiria.
Apesar da exigência do contexto e da avalanche de informação típica de uma mudança tão rápida, o jovem esquerdino tem dado sinais claros de ambição. Segundo o jornal Record, os primeiros dias em Alcochete ficaram marcados pela “fome” de ajudar e aprender, atitude que não passou despercebida aos colegas nem à equipa técnica liderada por Rui Borges, numa fase delicada da época, marcada por resultados irregulares e várias lesões.
Ainda com limitações físicas naturais, fruto de ter somado apenas 121 minutos nos últimos cinco meses, Luís Guilherme está focado em melhorar a condição atlética para ganhar espaço no plantel. Podendo o extremo ser útil já esta temporada, mesmo tendo sido contratado sobretudo como aposta de médio prazo da SAD leonina.
Fora das quatro linhas, o impacto do Sporting supera as expectativas do jogador. Desde as condições da Academia ao cuidado da estrutura com os atletas, passando pela forte ligação dos adeptos, tudo contribui para uma surpresa positiva. A integração tem sido facilitada pelos capitães e jogadores mais experientes, como Matheus Reis e Morten Hjulmand.
Com contrato até 2030 e uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros, Luís Guilherme surge apontado internamente como o sucessor de Geovany Quenda, também compensando a ausência de Pote, que se encontra lesionado desde dezembro.
Bruno Fernandes foi hackeado e publicações obrigam Manchester United a...
12 Jan 2026 | 09:19