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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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16 Jul 2021 | 21:15 |
Após as acusações de Eduardo Cabrita (LER MAIS AQUI), o Sporting refuta as declarações do ministro da Administração Interna. Em comunicado, os leões consideram “lamentável o profundo desconhecimento que o ministro revela dos factos sucedidos que resultaram na transmissão à esfera publica de informações que, em nada, correspondem ao realmente sucedido”.
https://twitter.com/Sporting_CP/status/1416122946809118722
Confira, na íntegra, o comunicado dos leões:
O Sporting Clube de Portugal considera que as declarações assumidas hoje pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, relativamente às comemorações do 23.º título de Campeão Nacional de Futebol, no passado mês de Maio, são de extrema gravidade. Não concebendo o Sporting Clube de Portugal qualquer possibilidade alternativa de tentativa de desvio de atenção ou responsabilidade sobre este, ou qualquer outro, tema da atualidade, é lamentável o profundo desconhecimento que o ministro revela dos factos sucedidos que resultaram na transmissão à esfera publica de informações que, em nada, correspondem ao realmente sucedido.Que não exista nenhuma dúvida, o plano executado na celebração do título, foi resultado de uma proposta discutida, aceite e planeada por todas as partes, sendo que inclusive a proposta original não surge por parte do Sporting CP.
Esclarece assim o Sporting CP, em defesa da veracidade dos factos, e de todas as instituições envolvidas o seguinte:
- Atempadamente e de forma proactiva o Sporting CP contactou numa primeira fase o Ministério da Saúde. Logo depois, por sugestão do primeiro, o Ministério da Administração Interna. Durante três semanas, o Sporting CP tentou sensibilizar o governo para a eventualidade da conquista e consequente comemoração espontânea popular.
- Assim que foi possível por parte do Ministério da Administração da Interna, o Sporting CP prontificou-se a estar presente em reunião com as autoridades competentes. Em reunião presencial no Ministério da Administração, onde estiveram os chefes de gabinete do próprio ministro da Administração Interna, do secretário de estado adjunto da Administração Interna, da ministra da Saúde, representantes do COMETLIS/PSP, da DN/PSP, da DGS e da CML, foi desenhado, em plena colaboração e acordo entre todas as partes, o plano executado.
- Foram abordados vários cenários com as autoridades. Destes a possibilidade de comemoração exclusivamente do interior do estádio foi debatida em reunião no MAI a 07 de Maio e nenhuma das entidades acabou por aceitar a sugestão. Desde logo porque a mesma à data era contrária à posição e indicações, quer governamentais quer das autoridades sanitárias, relativamente à presença de público nas bancadas e ao estrito cumprimento das obrigações inerentes em vigor. E também porque foi considerada que ela oferecia condições de segurança, das pessoas envolvidas e da capacidade de controle, de maior dificuldade e com risco de provocação de desordem.
- Acresce que esta opção foi ainda descartada por dois motivos adicionais, e bem racionais e lógicos. O primeiro resultante do facto de que, sabida a dimensão da massa associativa do Clube e o contexto específico da conquista, a celebração jamais se concentraria em apenas um local da cidade. Ao que acumulava o conhecimento comum da inevitável preferência de local de deslocação dos adeptos ao Marquês de Pombal, local reconhecido publicamente e historicamente como referência das celebrações Leoninas. Facto aliás mencionado pelas próprias autoridades policiais presentes.
Segundo, porque o objectivo final constituía num esforço de dispersar a multidão e não a concentrar num único lugar.
- Os presentes na reunião concordaram que a presença de público no estádio não era uma solução para a questão de fundo. Por isso, importa também relembrar que no final dessa mesma reunião de 3 horas e meia, e dado o impasse verificado quanto à autorização ou não de festejos oficiais no exterior, o Sporting CP reforçou a todos os presentes que o Clube iniciou as diligências no sentido de receber indicações sobre possíveis festejos três semanas antes daquela data. E relembramos que foi apenas ao início da tarde de sábado (dia 08 de Maio), que o Sporting CP recebeu autorização “oficiosa” do MAI para preparação dos festejos, ou seja, do cortejo dos autocarros com os jogadores, iniciando-se aí os contactos entre o Sporting CP, a PSP e a CML para a operacionalização dos mesmos.
- Em virtude de tudo o referido anteriormente é proposto por outra entidade, que não o Sporting CP, a alternativa de criar um circuito pela cidade que fosse de encontro a este propósito, e não ao da concentração. Circuito que foi unanimemente aceite por todos os envolvidos.
- Esclarece ainda o Sporting CP que a iniciativa de realização de manifestação junto ao estádio do Sporting CP não teve qualquer participação do Clube, a qualquer nível.
- Reforçamos que o Sporting CP participou nas reuniões de forma colaborativa. Não é o Sporting CP que impõe regras à DGS, PSP, Ministério da Administração de Interna ou ao Governo. É por isso também lamentável que o ministro Eduardo Cabrita afirme que o Sporting CP não respondeu a qualquer pedido de esclarecimento feito pela IGAI. É lamentável e não corresponde à verdade.
- O Sporting CP recebeu um ofício do IGAI a 21 de Maio, sem indicação de prazo de resposta. A resposta do Sporting CP a este ofício data de 9 de Julho. No dia 1 de Junho de 2021, o IGAI contactou o Oficial de Ligação aos Adeptos (OLA) do Sporting CP. No dia 14 de Junho, o IGAI insistiu por uma resposta e a mesma foi enviada nesse dia por parte do nosso OLA.
- No dia 17 de Junho o Director de Segurança do Sporting CP prestou declarações durante 2 horas perante 3 inspetores, após convocatória do MAI no âmbito do dito inquérito.
- O relatório da IGAI deu entrada no MAI no dia 12 de Julho, que era a data apontada na própria comunicação social, para o encerramento do inquérito, não fazendo nota destas respostas do Clube. Ou seja, não só o Sporting CP prestou informação directamente, como o fez através do seu Director de Segurança e do seu OLA.
O Sporting CP está na posse de toda a informação e testemunhas que podem atestar cabalmente o supra referido, não aceitando de forma alguma que, mesmo não existindo intenção, a falta de conhecimento possa sobrepor-se à verdade dos factos, muito menos tendo em conta a responsabilidade inerente ao cargo de quem as profere, e em quem todos os cidadãos portugueses depositam a maior confiança e rigor.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".