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Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
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07 Ago 2020 | 18:33 |
Sporting CP indica, em comunicado oficial no site do Clube, que o jornal desportivo diário A Bola, está a denegrir a imagem e gestão do clube e dá vários exemplos.
Entre eles, o comunicado refere a capa do jornal do dia 30 de dezembro de 2019 que referia “saldo identificado”, assumindo que alguns jogadores do Sporting CP estariam a ser vendidos abaixo do seu valor potencial.
Outro exemplo é a página de hoje, onde o clube verde e branco aponta que o jornal diário omitiu a posição do Clube:
“O jornal A Bola decide então hoje fazer capa, omitindo a posição do Clube, de uma notícia de há 3 meses, cujo conteúdo foi alvo de comunicado do Sporting CP nessa data, sobre o processo que decorre com Siniša Mihajlović.”
Leia o comunicado na íntegra:
Persiste, subindo de tom, a campanha que o jornal A Bola tem vindo continuadamente a fazer contra o Sporting Clube de Portugal e em desrespeito por todos os Sportinguistas. Em nome de quê, só os próprios saberão. Porque em nome da boa reputação do Jornalismo, da imparcialidade e do Código Deontológico que deveriam respeitar certamente não é.Num momento em que se assiste a uma tentativa de desintoxicação que está a ser, e bem, promovida por alguns órgãos de comunicação social, uma ovelha negra insiste em jogar uma “Bola Quadrada” que quando rola sai sempre a mesma face.
Na capa d’ A Bola de dia 30 de Dezembro do ano passado, o plantel do Sporting surgia em Saldos, retratado pelos jogadores Coates, Acuña e Wendel, com uma etiqueta em tons de vermelho com o respectivo preço “de saldo identificado”. No mercado de inverno nenhum desses jogadores foi vendido e o Sporting CP fez a segunda maior venda de sempre do futebol português. Para saldos, não está mau.
É um exemplo de vários, passando pelo voluntarismo “forçado” do Presidente do Clube em pleno estado de emergência (no mesmo dia onde, curiosamente, a CMVM colocou em causa uma OPA no mundo do futebol nacional), culminando com uma capa tendenciosa em pleno mês de Agosto, onde é omitida a posição do Sporting CP e a “história” por trás da história.
O jornal A Bola decide então hoje fazer capa, omitindo a posição do Clube, de uma notícia de há 3 meses, cujo conteúdo foi alvo de comunicado do Sporting CP nessa data, sobre o processo que decorre com Siniša Mihajlović.
Será conveniente recordar que, a 30 de Abril, o Sporting CP emitiu um comunicado, no qual refere “com esse fundamento, Siniša Mihajlović manteve a execução instaurada contra a Sporting CP - Futebol, SAD e na qual havia já procedido à penhora das receitas que à Sporting CP - Futebol, SAD eram devidas pela participação nas provas europeias, na qual a Sporting CP - Futebol, SAD juntará os comprovativos de pagamento e requererá o levantamento da penhora. A Sporting CP - Futebol, SAD continua a considerar que efetuou o pagamento a que estava obrigada nos estritos termos da decisão do CAS e da lei, nada mais sendo devido a Siniša Mihajlović”.
Este caso, já várias vezes noticiado e agora esclarecido pelo Sporting CP no Editorial do Jornal Sporting de ontem, em mais um esforço de clarificação e transparência sobre o universo leonino, ganha hoje um destaque curioso. Num contexto em que no nosso universo desportivo existiu uma demissão num clube que parece não acolher o mesmo critério de destaque que a do vogal do Conselho Fiscal do Sporting CP teve pelo jornal. Não está em causa o sucedido, que diz respeito apenas e somente ao clube em causa, mas a dualidade de critérios e importância relativa utilizada pelo mesmo Jornal.
Hoje, passados 3 meses da notícia original, o jornal A Bola dá destaque de capa a uma notícia requentada. Os Sportinguistas saberão, como sempre souberam, perceber que não se trata de uma mera coincidência.
A liberdade de expressão e de opinião é um valor intocável para o Sporting CP, mas o processo enviesado, a desinformação e dualidade de critérios reiteradamente promovida pelo jornal A Bola não homenageia a História do Jornal, o bom Jornalismo, nem o Desporto. É demasiado desrespeitoso para com um Clube com 114 anos e para com todos os Sportinguistas e, como tal, não o deixaremos passar incólume.
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 |
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 |
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Durante debate no Parlamento, chefe do Governo utilizou uma metáfora com Clube de Alvalade para visar críticos do seu mandato
10 Out 2026 | 09:47 |
Frederico Varandas respondeu à provocação de Luís Montenegro sobre o passado do Sporting e aproveitou para deixar uma indireta ao Porto. No final da vitória dos leões por 3-1 frente ao Braga, o Presidente leonino comentou as palavras do primeiro-ministro durante o debate do Orçamento do Estado.
Montenegro, adepto dos dragões, tinha recorrido à história do Sporting para ilustrar a ideia de que as previsões de défice feitas pela oposição poderiam não se concretizar no imediato. O chefe do Governo aludiu à expressão "para o ano é que vai ser", numa referência ao longo período que os leões passaram sem conquistar o título nacional.
Varandas revelou que recebeu várias mensagens sobre o episódio e explicou que só tomou conhecimento exato das declarações durante a deslocação para o jogo com o Braga. "Realmente recebi muitas mensagens sobre o debate quinzenal. Tanto que, na viagem para cá, tive de ver o que realmente tinha sido dito. Não houve nada. Foi uma graçola. Eu não a teria feito, tendo em conta que há milhões de eleitores Sportinguistas", afirmou.
F. Varandas: "Preferia estar mais 19 anos sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros"
O líder do Sporting não ficou, porém, por aí e aproveitou a ocasião para lançar uma farpa ao rival portista, recorrendo à polémica das escutas relacionadas com o Apito Dourado. "Mas essa do clube que ganhava quase, quase... Só queria dizer que estivemos 18 ou 19 anos sem vencer. Mas posso dizer que preferia estar mais 19 sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros", declarou.
Quanto ao jogo, o Sporting venceu o Braga por 3-1 na 8.ª jornada da Liga, depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, graças a um autogolo de Rui Silva, aos 41 minutos. Na segunda parte, Luis Suárez restabeleceu a igualdade aos 66’, de cabeça, e um autogolo de Bernardo Fontes, aos 70’, consumou a reviravolta leonina. Rodrigo Zalazar fechou o resultado aos 81 minutos, com um remate de fora da área.
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09 Out 2026 | 16:05
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09 Out 2026 | 13:31
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09 Out 2026 | 13:04