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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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07 Ago 2020 | 17:33 |
Sporting CP indica, em comunicado oficial no site do Clube, que o jornal desportivo diário A Bola, está a denegrir a imagem e gestão do clube e dá vários exemplos.
Entre eles, o comunicado refere a capa do jornal do dia 30 de dezembro de 2019 que referia “saldo identificado”, assumindo que alguns jogadores do Sporting CP estariam a ser vendidos abaixo do seu valor potencial.
Outro exemplo é a página de hoje, onde o clube verde e branco aponta que o jornal diário omitiu a posição do Clube:
“O jornal A Bola decide então hoje fazer capa, omitindo a posição do Clube, de uma notícia de há 3 meses, cujo conteúdo foi alvo de comunicado do Sporting CP nessa data, sobre o processo que decorre com Siniša Mihajlović.”
Leia o comunicado na íntegra:
Persiste, subindo de tom, a campanha que o jornal A Bola tem vindo continuadamente a fazer contra o Sporting Clube de Portugal e em desrespeito por todos os Sportinguistas. Em nome de quê, só os próprios saberão. Porque em nome da boa reputação do Jornalismo, da imparcialidade e do Código Deontológico que deveriam respeitar certamente não é.Num momento em que se assiste a uma tentativa de desintoxicação que está a ser, e bem, promovida por alguns órgãos de comunicação social, uma ovelha negra insiste em jogar uma “Bola Quadrada” que quando rola sai sempre a mesma face.
Na capa d’ A Bola de dia 30 de Dezembro do ano passado, o plantel do Sporting surgia em Saldos, retratado pelos jogadores Coates, Acuña e Wendel, com uma etiqueta em tons de vermelho com o respectivo preço “de saldo identificado”. No mercado de inverno nenhum desses jogadores foi vendido e o Sporting CP fez a segunda maior venda de sempre do futebol português. Para saldos, não está mau.
É um exemplo de vários, passando pelo voluntarismo “forçado” do Presidente do Clube em pleno estado de emergência (no mesmo dia onde, curiosamente, a CMVM colocou em causa uma OPA no mundo do futebol nacional), culminando com uma capa tendenciosa em pleno mês de Agosto, onde é omitida a posição do Sporting CP e a “história” por trás da história.
O jornal A Bola decide então hoje fazer capa, omitindo a posição do Clube, de uma notícia de há 3 meses, cujo conteúdo foi alvo de comunicado do Sporting CP nessa data, sobre o processo que decorre com Siniša Mihajlović.
Será conveniente recordar que, a 30 de Abril, o Sporting CP emitiu um comunicado, no qual refere “com esse fundamento, Siniša Mihajlović manteve a execução instaurada contra a Sporting CP - Futebol, SAD e na qual havia já procedido à penhora das receitas que à Sporting CP - Futebol, SAD eram devidas pela participação nas provas europeias, na qual a Sporting CP - Futebol, SAD juntará os comprovativos de pagamento e requererá o levantamento da penhora. A Sporting CP - Futebol, SAD continua a considerar que efetuou o pagamento a que estava obrigada nos estritos termos da decisão do CAS e da lei, nada mais sendo devido a Siniša Mihajlović”.
Este caso, já várias vezes noticiado e agora esclarecido pelo Sporting CP no Editorial do Jornal Sporting de ontem, em mais um esforço de clarificação e transparência sobre o universo leonino, ganha hoje um destaque curioso. Num contexto em que no nosso universo desportivo existiu uma demissão num clube que parece não acolher o mesmo critério de destaque que a do vogal do Conselho Fiscal do Sporting CP teve pelo jornal. Não está em causa o sucedido, que diz respeito apenas e somente ao clube em causa, mas a dualidade de critérios e importância relativa utilizada pelo mesmo Jornal.
Hoje, passados 3 meses da notícia original, o jornal A Bola dá destaque de capa a uma notícia requentada. Os Sportinguistas saberão, como sempre souberam, perceber que não se trata de uma mera coincidência.
A liberdade de expressão e de opinião é um valor intocável para o Sporting CP, mas o processo enviesado, a desinformação e dualidade de critérios reiteradamente promovida pelo jornal A Bola não homenageia a História do Jornal, o bom Jornalismo, nem o Desporto. É demasiado desrespeitoso para com um Clube com 114 anos e para com todos os Sportinguistas e, como tal, não o deixaremos passar incólume.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".