Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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21 Set 2020 | 12:57 |
Por decisão do Director Regional de Saúde da área que abrange Barcelos, o Gil Vicente, com 15 elementos infetados com o COVID-19, foi impedido de treinar nos dias imediatamente anteriores ao jogo de abertura da Liga 20/21, e depois acabou mesmo proibido de viajar para Lisboa, onde defrontaria o Sporting. A Liga Portugal, que tudo tentou até à passada sexta-feira, para evitar este desfecho, foi derrotada pelas ‘razões de saúde pública’ aduzidas, as quais, compreensivelmente, se sobrepõem a tudo nestes tempos de pandemia. O Sporting também tinha (tem) um lote alargado de elementos infetados, mas em momento algum a entrada na Liga esteve em causa por esse facto. O motivo da decisão centrou-se sempre no Gil Vicente embora o clube e seus jogadores nenhuma culpa tivessem disso.
Repito: a decisão do Diretor Regional de Saúde é/foi compreensível. E desejando que nenhuma outra equipa seja ‘vítima’ deste problema, tal juízo obriga a que fiquemos atentos. Porque para casos idênticos o Sporting só pode esperar decisões semelhantes. Fazendo-se ouvir, se for caso disso. Já chega de silêncios sobre matérias que nos dizem respeito, de forma direta ou indireta. Porque os últimos meses (anos?) mostraram, sem qualquer dúvida, que não falta por aí gente que se mexe em qualquer círculo para sacar vantagens. Pela minha parte, não me passaria pela cabeça que um simples escrivão de um qualquer tribunal pudesse ter valor estratégico ao ponto de ser convencido a fazer uns favores. E no entanto…
O adiamento do Sporting-Gil Vicente não é caso irrelevante. Não neste quadro estrangulado de competições o qual, por exemplo, define os participantes na Taça da Liga pela classificação obtida até final de novembro (8ª jornada). Isso significa que Sporting e Gil têm de realizar o jogo no período das chamadas datas FIFA (quando jogam as seleções A e sub-21). Tendo isto em vista, a Liga decidiu que o desafio agora em atraso será agendado para um dia entre 12 e 16 de outubro. E é este intervalo de dias que não compreendo. Explico: dia 4 de outubro disputam-se os últimos encontros da 3ª jornada da Liga (o Sporting vai a Portimão) e no dia 7, em Alvalade, há o Portugal-Espanha (de carácter particular). Ora, não vejo o que impediria o Sporting-Gil Vicente de disputar-se entre os dias 9 e 16, em Alvalade, ou a partir do dia 8 caso optasse por realizar o jogo num outro campo (pedir à FPF que altere o local dos jogos não me parece inteligente, até pelo cachet envolvido). É que entre os dias 12 e 16 acontece isto: Portugal recebe a Suécia dia 14 em Alvalade, para jogo oficial da Liga das Nações. A FPF aceita que o relvado seja pisado em competição 48 horas antes? Desconfio que o regulamento nem o permite. Por outro lado, o FC Porto estreia-se na Liga dos Campeões a 20 ou 21 de outubro, depois de jogar com o Sporting em Alvalade. Ora, terá de defrontar os leões a 17 ou 18. O Sporting aceita jogar a 15 ou 16, ou seja, a 72 horas do clássico? Não me parece uma boa ideia.
Uma decisão que serviria melhor os interesses de todos passava por não estabelecer desde já as datas para este desafio. Porquê? Porque o Sporting (todos esperamos que não) até pode não se apurar para a Liga Europa e nesse caso ficaria com datas de sobra para receber o Gil Vicente. Bem sei que a UEFA não aceita a realização de jogos dos principais campeonatos dos países que superintende em dias de Liga dos Campeões ou Liga Europa. Mas para momentos de exceção, medidas de exceção. E a federação inglesa já ignorou noutras épocas tal indicação. Não seria inédito. Por outro lado, e entrando o Sporting na Liga Europa como todos desejamos, existe sempre a possibilidade de fazer o jogo em falta a 18 ou 19 de novembro, entre uma data FIFA e primeira eliminatória da Taça de Portugal para as equipas da Liga.
Espero que o Sporting tenha uma palavra a dizer junto da Liga Portugal sobre esta matéria. E que saiba defender os seus interesses em relação à realização deste confronto com o Gil Vicente. Porque, afinal de contas, foram os leões os maiores prejudicados com este adiamento.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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08 Jan 2026 | 16:13
Carlos Barbosa da Cruz aponta medo do VAR em decisão que prejudicou o Sporting
08 Jan 2026 | 15:26
Rui Borges vê-se obrigado a fazer a 15.ª alteração no Sporting esta época
08 Jan 2026 | 14:55