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Futebol

2 CENTÍMETROS = 2 PONTOS

Deixar de ganhar um jogo por um tão pequeno detalhe custa, mas regras são regras, por mais que eu duvide deste tipo de linhas VAR

Leonino - Onde o Sporting é notícia
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Lembro-me de na 1ª volta o FC Porto ter um golo anulado por fora-de-jogo de 8 centímetros, mas sinceramente não tenho agora presente se nesse desafio os portistas perderam ou não pontos. Sei que o Sporting perdeu 2 pontos em Moreira de Cónegos por... dois centímetros. Custa deixar pontos para trás por tão pequeno detalhe, mas regras são regras, por mais que eu duvide deste tipo de linhas VAR.


Há uns bons anos o International Board da FIFA deu uma indicação muito específica aos árbitros assistentes: na dúvida, beneficiem quem ataca, ou seja, assinalem o fora-de-jogo apenas quando tiverem a certeza. Era uma forma de defender aquilo que se quer deste jogo: o golo. Depois disso, vi esta indicação ser seguida de forma muito esporádica. E na atualidade a mesma já nem faz muito sentido dado que a jogada segue e entra em ação a linha VAR caso exista o golo. Isto para dizer o quê? O árbitro assistente que ontem assinalou o fora-de-jogo a Pedro Gonçalves, na segunda parte, não teve dúvidas. Por isso levantou a bandeira. E então permitam-me a questão: é possível ao olho humano não ter a mais pequena dúvida quando em causa está uma irregularidade de dois centímetros? Pelos visto isto é possível e neste caso até compreendo, porque o corpo de Abdu está bem distante do de Pedro Gonçalves, talvez uns bons 30 a 40 centímetros. O problema é que tem a perna esquerda bem para trás e de certeza que o árbitro assistente não reparou nisso. E é a partir do pé do jogador do Moreirense que se mede a distância de dois centímetros para o pé de Pote. Pergunto: a linha VAR foi colocada na sola da bota ou no final dos pitões? É que estes medem cerca de um centímetro. Levo a questão mais longe: quem pode garantir que a imagem foi parada no exato momento em que devia ter sido? É que basta um pequeno milésimo de segundo antes ou depois para fazer aumentar ou diminuir a distância entre os jogadores. Portanto, dois centímetros... desculpem, aceito porque em princípio é igual para todos, mas não acredito. Tenha o VAR assistente o nome que tiver.


Os dois pontos que o Sporting perdeu não me causam qualquer apreensão. Oito de avanço sobre um adversário com o qual já nem vamos jogar neste campeonato parecem-me almofada muito confortável. Por outro lado, é verdade que o jogo leonino foi sobre o fraquinho, mas isso é mais ou menos normal sempre que as equipas grandes voltam ao campeonato após as pausas para as seleções. Nas paragens de outubro e novembro isto não se nota tanto porque o regresso à competição em Portugal faz-se com as primeiras eliminatórias na Taça de Portugal, frente a equipas de escalões inferiores. Mas em março é sempre diferente. É nesta lógica que enquadro o jogo pouco conseguido por parte dos leões. A confirmar dentro de poucos dias frente ao Famalicão.


Numas jornadas (várias) ganhámos pontos nos últimos minutos, nesta calhou ao nosso mais direto adversário ter essa estrelinha, ficando para o Sporting o amargo de boca pelo empate cedido aos 90 minutos. Faz parte. Siga, rumo ao título.

 


P.S. Franco não ter visto cartão amarelo no lance em que atirou com Nuno Mendes para fora do jogo é incompreensível.


Futebol

ATLÉTICO DE MADRID DE DIEGO SIMEONE DESVIA ATENÇÕES DE ESTRELA DO SPORTING

Emblema espanhol estaria muito interessado em craque da turma de Rúben Amorim

Atlético Madrid, orientado por Diego Simeone, desviou atenções de jogador do Sporting
Atlético Madrid, orientado por Diego Simeone, desviou atenções de jogador do Sporting

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O Atlético Madrid, de Diego Simeone, estará perto de garantir a contratação de Artem Dovbyk, desviando atenções da estrela do Sporting, Viktor Gyokeres, que voltou aos treinos muito recentemente. Segundo Nicolò Schira, o clube espanhol pode fechar negócio pelo ucraniano nas próximas semanas.


“Artem Dovbyk está um passo mais perto do Atlético de Madrid. O jogador já chegou a acordo para um contrato até 2029. O Atleti está agora a trabalhar para chegar a um acordo com o Girona, que pede 40 milhões de euros”, revela Nicolò Schira, numa publicação no X.


Todavia, o Atlético de Madrid não é o único emblema interessado em Viktor Gyokeres. O Chelsea e o PSG são outros dos clubes que seguem o internacional sueco. Porém, Frederico Varandas já deixou bem claro que só aceita vender pela cláusula de rescisão (100 milhões de euros).


Esta temporada, ao serviço do Sporting, Viktor Gyokeres – avaliado em 65 milhões de euros – leva 48 encontros realizados (3.957 minutos), 41 golos e 14 assistências, sendo uma das grandes figuras da turma de Rúben Amorim. O avançado tem contrato com os leões até junho de 2028 e a maior cláusula de rescisão do plantel, fixada na ordem dos 100 milhões de euros.

Inicialmente, Sporting pagou 20 milhões, mais 4 por objetivos e custos de intermediação, por Viktor Gyokeres. Contas feitas, ao dia de hoje, o ponta de lança já custou 24,8 milhões aos cofres leoninos, sendo que existem, ainda, 3 milhões em objetivos por alcançar, o que pode atirar o investimento no internacional pela seleção da Suécia para bem perto dos 30 milhões de euros (27,8).



Futebol

"PAULINHO AINDA MARCAVA GOLOS NO BENFICA OU NO PORTO. NO SPORTING? SE CALHAR NÃO"

Antigo avançado dos verdes e brancos tem estado em grande desde que assinou pelo Toluca

Paulinho deixou o Sporting neste mercado e há quem diga que o avançado seria bastante útil a Benfica e Porto
Paulinho deixou o Sporting neste mercado e há quem diga que o avançado seria bastante útil a Benfica e Porto

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Paulinho saiu do Sporting neste mercado de transferências para rumar ao Toluca, onde está a ser orientado por Renato Paiva. Ora, no entender do técnico, o antigo internacional português ainda era bem capaz de fazer o gosto ao pé no Benfica e no Porto, mas, na opinião do mesmo, nos leões a história não seria a mesma.


"Paulinho ainda fazia golos no Benfica ou no Porto… No Sporting se calhar não por causa do Gyökeres. Acho que o Paulinho vai marcar uma era aqui no Toluca, é um jogador multifacetado na forma como define", afirma Renato Paiva, deixando elogios ao português, que continua em grande.


"Fui felicíssimo nos anos em que estive no clube do meu coração a trabalhar [Benfica]. O dia em que saí foi uma dor de alma e acho que foi dos dias que mais chorei na minha vida", refere Renato Paiva.


"Foi o único país [Brasil] em que senti xenofobia. É o único país em que chamam burro ao treinador. A minha filha chegou a receber ameaças nas redes sociais dela. Não posso aceitar que no Flamengo tenham tratado o Vítor Pereira como um zé-ninguém”, finaliza o ex Benfica .

Vale a pena recordar que a transferência de Paulinho - atualmente com um valor de mercado de 7 milhões de euros - para o Toluca ficou fechada em 7,75 milhões de euros fixos, mais 250 mil euros mediante objetivos. De resto, o Sporting ainda vai acertar contas com o Braga – que detém cerca de 30% do passe do internacional português.


Chegado ao Sporting, oriundo do Braga a troco de 16 milhões de euros por 70% dos direitos económicos, em janeiro de 2021, Paulinho fez, com a Listada verde e branca, 146 encontros, 53 finalizações certeiras, 21 assistências e quatro títulos conquistados: dois Campeonatos Nacionais (2020/21 e 2023/24), uma Taça da Liga (2021/22) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021), ficando na história dos leões e no coração dos adeptos.


Modalidades

BICAMPEÕES

Sporting é a primeira equipa portuguesa de hóquei em patins a vencer a Liga Europeia pela terceira vez

Leonino - Onde o Sporting é notícia
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No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.


Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.


Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.


Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.

Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.


Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.

Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.

As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.


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