Futebol
Rui Borges confirma baixa do Sporting para a final da Taça: "Não estará para o jogo"
23 Mai 2026 | 13:17
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Futebol
28 Abr 2021 | 11:13 |
Portugal é, em muitos aspetos, um país de ‘virgens ofendidas’ ou ‘beatas de sacristia’, se preferirem. Gente que passa a vida a cometer ou a beneficiar de erros ou ilegalidades, mas nunca deixa de apontar o dedo aos outros; que faz julgamentos sumários sem ouvir as partes, mas acha-se injustiçado mesmo se apanhado em flagrante com o produto do roubo.
No futebol, por toda a exposição pública de que goza, tudo isto se torna ainda mais evidente. E os erros dos árbitros surgem como a grande força motriz que possibilita o movimento desta máquina extremamente pesada. A permanente ‘guerra de propaganda’ que se instalou no futebol português de forma mais evidente desde 2015 vive sobretudo disso e até foi (tem sido) muito fácil tirar proveito dessas emoções negativas dos adeptos porque, uns mais outros menos, todos fomos formatados a aceitar como verdade absoluta que os árbitros erram de propósito para prejudicar as nossas equipas (falando aqui principalmente nos três grandes, como é evidente). Quem pensa e diz que este clima é prejudicial ao negócio futebol, certamente desconhece que é precisamente o extremar de posições que eleva as emoções dos adeptos ao ponto de se disponibilizarem mais no apoio às suas cores. Basta analisar os números de bilhética e merchandising conseguidos pelos três grandes entre 15/16 e 18/19 para perceberem que assim é.
Como devem calcular, estes métodos são perversos e acabam por fazer vítimas. As primeiras são os árbitros, óbvio, mas volta não volta acabam por acontecer alguns danos colaterais. Ao longo dos anos (décadas, até), as pessoas ligadas à Comunicação Social foram quem mais se tornou no ‘dano colateral’. Fosse à mão de agentes diretos do futebol, fosse à mão de adeptos. A frustração do resultado de um jogo e a culpabilização do árbitro passam para o lado de fora dos estádios. E quem está ali mais à mão é... o jornalista ou o operador de câmara. Esta semana sucedeu em Moreira de Cónegos e só teve honras de abertura de noticiários porque houve imagem e som a testemunhar. E porque envolveu, ainda que de forma indireta, um clube grande, claro. Noutras ocasiões acontece sem esse testemunho direto e em clubes de menor expressão, logo o impacto fica perto do zero. Uma nota de repúdio por parte do Sindicato de Jornalistas, à qual quase ninguém presta atenção, e está feito. Nem a PGR abre inquéritos.
Antes de mais é bom que deixemos de ser hipócritas ao atirar pedras aos outros, quando todos os intervenientes neste ‘jogo’ têm telhados de vidro, instalados há várias décadas. Só que nos últimos anos passou tudo a ser mais ‘público’, logo com maior impacto.
Na génese desta questão está o clima de ódio aos árbitros, algo transversal aos adeptos de futebol (e os dirigentes antes de o serem já seguiam o jogo como adeptos), independentemente do emblema que defendam, independentemente do nível de escolaridade que possuam ou do êxito profissional e social de que gozem. Só que uns estão mais expostos na linha da frente, nas bancadas, enquanto outros estão resguardados nos camarotes (onde por vezes fazem figuras muito tristes) ou no aconchego do sofá onde as críticas ao árbitro acontecem em privado.
Aos que defendem uma regeneração no quadro de dirigentes do futebol, como forma de alterar este estado de permanente tensão, um conhecido benfiquista, Vasco Mendonça (ou Azar do Kralj, alcunha pela qual muitos o identificam) já respondeu de forma certeira, pelo que vou citá-lo: “Claro que há lugar para esta gente. Lugar cativo. Vitalício. O futebol português é, em grande medida, esta gente. Sem essa gente não sei sequer se haveria futebol português.” Não leio o “esta gente”, como algo negativo. Claro que o futebol português existiria, mas o FC Porto teria atingido tamanho êxito sem Pinto da Costa?, o Benfica teria conseguido reerguer-se desta forma sem Luís Filipe Vieira?, o Sp. Braga teria ganho tal dimensão sem António Salvador? E falo apenas destes nomes por serem aqueles a quem, de uma forma geral, os adeptos atribuem mais ações polémicas ao longo dos anos.
Não me agrada que nas redes sociais os adeptos do meu Clube, o Sporting, estejam de forma constante, e antes dos jogos, a considerar que a equipa vai ser ‘roubada’ pelo árbitro que foi nomeado (seja ele qual for). Mas, apesar de na época corrente o Sporting não ter nem mais nem menos queixas que os principais adversários, compreendo tal ‘estado de alma’, porque o mesmo foi forjado ao longo de décadas em que o normal era, realmente, ver o Sporting ser travado pelos árbitros. Essa mancha levará muitos anos a lavar, se é que alguma vez irá mesmo deixar de se ver no tecido associativo leonino.
Claro que também compreendo a frustração dos adeptos portistas. Afinal, foram tantos anos de ajuda extra que agora torna-se ‘estranho’ ver a regra do erro, à qual estavam imunes, aplicar-se-lhes de forma igual. Nisto do erro, gosto de ver a democracia em pleno: é igual para todos. Não gostava era quando essa ‘lei’ só se aplicava no caso das camisolas serem listadas a verde e branco.
Há poucos anos, acreditei, de forma ingénua é verdade, que o VAR contribuísse decisivamente para atenuar este clima de desconfiança permanente. Para mim era evidente: o árbitro não viu, ou não quis ver, mas o VAR corrigirá o erro através da visualização do lance a partir de vários ângulos. Hoje sinto-me frustrado e iludido. Afinal, parece que para desempenhar o papel de VAR são nomeados alguns dos mais incompetentes. Em vez de melhorar, tudo piorou. Porque se alguns adeptos ainda aceitavam o erro, por ser humano, agora fica muito difícil aceitar que o VAR não veja o mesmo que eu (neste caso, qualquer adepto). Olhemos ao Sp. Braga-Sporting: aceito que Artur Soares Dias não tenha percebido a gravidade da entrada de sola por parte de Fransérgio sobre a perna de Palhinha, por isso só deu amarelo. Já não aceito que o VAR não o alertasse para ver as imagens, porque era falta mais grave que isso. Agora vejamos o Moreirense-FC Porto: acredito que Hugo Miguel, do local onde se encontrava, não tivesse julgado como falta a ação de Abdu Conté sobre Francisco Conceição na área dos da casa, mas não aceito a incompetência do VAR ao não ver o óbvio, a falta para grande penalidade.
Este tipo de lances quando implicam com o resultado final geram frustração. E por vezes, infelizmente, a frustração gera agressão. Quase sempre verbal, menos mal, mas por vezes também física. Mesmo que a vítima nada tenha a ver com a história. É o lado irracional do futebol, que existe e existirá sempre, não se iludam.
Nós, sportinguistas, também já vimos este ano um momento dessa frustração. Foi em Famalicão e deu origem ao ‘onde vai um, vão todos’. Lá está, jogadores, treinadores e dirigentes entenderam que um erro do árbitro tinha custado a vitória e reagiram mal na zona dos balneários.
Durante algum tempo a Sport TV teve como política, a pedido da Liga, não mostrar cenas em que os jogadores ou treinadores estivessem pegados uns com os outros. Era para não dar uma imagem negativa do futebol português. Ou a forma hipócrita como os portugueses muito gostam de ‘esconder o sol com a peneira’. Ora, essa mesma Sport TV instituiu um programa logo após os jogos em que um personagem com curso de árbitro faz de VAR. Portanto, o canal que mais devia defender o futebol da Liga, é o mesmo que ajuda ao ‘desporto nacional’: julgar o árbitro. Compreendo a decisão. Afinal, o espaço televisivo para o futebol já é mais ocupado com questões de arbitragem do que qualquer outro assunto. Logo, a Sport TV limitou-se a fazer o jogo da concorrência, tentando ser, de alguma forma, mais educadora que acusadora. Mas a questão de fundo mantém-se: canais de TV e jornais continuam a amplificar de forma brutal os erros de arbitragem e querem ignorar que isso contribui de forma decisiva para formatar a opinião pública de que ‘a culpa é do árbitro?’. Na terça-feira, um jornal desportivo publicou uma frase de um adepto do FC Porto em que ele só diz isto: “Hugo Miguel é um vendido, foi comprado para roubar o FC Porto!’. Ora, o jornalista pode ouvir os adeptos que quiser, mas também tem de saber filtrar aquilo que é dito. Esta frase na boca de um dirigente seria de uma gravidade tal que teria de ser publicada para que daí pudessem resultar consequências para o autor. Na boca de um adepto é apenas uma idiotice dita num momento de frustração e mesmo que Hugo Miguel o tente processar o juiz vai decidir, como outros já o fizeram, que é ‘linguagem tida como normal no mundo particular do futebol’. Mas a verdade é que frases destas ajudam imenso a formar a opinião de outros adeptos.
Percebam: a ‘culpa’ não está nas televisões e jornais que fazem autênticas ‘autópsias’ ao trabalho dos árbitros. Não está no comportamento dos dirigentes, treinadores ou jogadores que são colocados em causa na sequência desses mesmos julgamentos errados por parte dos árbitros e VAR’s. Não lhes peçam que comam e calem. Tudo começa nos erros inadmissíveis que se sucedem nos jogos ou depois dos mesmos. De TODAS as equipas. Portanto, os presidentes da Liga e FPF em vez de andarem constantemente com discursos da treta a distribuir culpas e responsabilidades, que sejam honestos ao ponto de olhar para dentro das suas instituições, que identifiquem quem são os incompetentes nas áreas da arbitragem e disciplina e os substituam. Se não o conseguirem ou não o quiserem fazer, pelo menos tenham a decência de se calar, porque para conversas hipócritas já todos os adeptos deram.
Quanto aos árbitros: meus caros, percebam de uma vez por todas que se vocês não se ajudarem, ninguém o fará por vós.
Técnico do Clube de Alvalade realizou habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo a contar para a final da Taça de Portugal
23 Mai 2026 | 14:11 |
Rui Borges, técnico do Sporting, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Torreense, que se encontra agendado para as 17h15 deste domingo, dia 24 de maio. O treinador mostrou-se confiante para a final da Taça de Portugal.
Seria justo terminar esta época com um troféu?
"A justiça é relativa. Acho que o grupo é merecedor de estar nesta final, de lutar pelo troféu e vencê-lo, mas temos de fazer muito para vencê-lo, temos de demonstrar em campo. Teremos pela frente um adversário que vai dar a vida. Temos de estar preparados para a dificuldade, tudo bem que é contra um adversário da segunda divisão, mas que ainda esta semana deixou em dificuldades uma equipa da primeira liga. A nossa época foi fantástica, em termos de qualidade, das competições em que estivemos inseridos. É certo que não fomos tricampeões, que era o que queríamos. Mas queremos conquistar o segundo troféu mais importante do nosso calendário desportivo".
Ioannidis fora da final
"O Fotis não estará para o jogo. Eu poderia dizer que está se calhar 100% recuperado, mas ainda não integrou o treino totalmente connosco e por tudo o que foi a paragem, creio que o melhor foi não ativar a utilização dele. Acredito, e tenho toda a certeza, que arrancará a época a 100% e isso também será importante para ele e para nós também. Mercado? Fala-se muito, o único que podemos falar é do Zalazar. De resto, é a vossa parte. O mercado é todos os dias e faz parte do futebol. Temos de estar cientes do que se passa. Tudo aqui é feito com rigor, com muita comunicação, e estamos perfeitamente identificados com aquilo que queremos para a próxima época e o clube está a ser fantástico".
Possibilidades de Trincão e Maxi saírem no próximo mercado...
"Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita não fosse, que o Quenda não fosse. Fico feliz por vê-los ligados aos grandes clubes, não só o Hjulmand como o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol. Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting. Estou muito focado no jogo de amanhã. Depois, descansar, que preciso, e depois analisaremos o mercado. Os jogadores têm cláusulas e é muito dentro dessas perspetivas".
Possível saída de Hjulmand e a decisão sobre quem será o titular na baliza na final da Taça.
"Poderia dizer que já decidi ou não decidi. Eles ainda não sabem, portanto seria ingrato da minha parte estar aqui a dizer quem jogava. Em relação ao Morten, é um jogador que tem contrato com o clube, estava a chatear-me para se apresentar dois dias antes, até porque a seleção também joga nesta reta final. Ficarei muito feliz se ele continuar, mas se não ficar é o futebol. Gosto muito dele, é o nosso líder, deu sempre a cara pelo grupo e isso é muito importante. Precisamos cada vez mais de líderes assim."
Se estivesse na posição de Luís Tralhão, priorizava a subida de divisão ou a Taça?
"De alguma forma, valoriza também o trabalho do Sporting não só com o Rui Borges mas nos últimos anos, na valorização do futebol português e do jogador português. Trabalharemos para dar sequência. Fico feliz, mas triste porque gostaria de ter mais gente. O Pote merecia, o Edu também é um jogador que tem de estar em avaliação para o futuro da Seleção. O Mangas também apareceu muito bem numa primeira fase da época. Mas fico feliz com a valorização do futebol português e sobretudo dos jogadores do Sporting. Em relação ao Torreense, eu metia os melhores jogadores. Têm 3-4 dias para respirar. Acredito que no início da época se mostrassem uma folha aos jogadores do Torreense entre disputar o acesso ao playoff ou a final da Taça de Portugal, eles assinavam [a final da Taça] com toda a certeza. Acho que querem disputar o jogo no seu máximo. Independentemente de quem jogar amanhã no Torreense, tenho a certeza que terá uma motivação fora do normal. É uma equipa que não perdeu nos últimos sete jogos, com cinco 'clean sheets'. Temos de estar muito concentrados e focados nos nossos comportamentos individuais e coletivos".
Conquista da Taça de Portugal de forma consecutiva que escapa desde 2007 e 2008
"Muito honestamente, não tenho estado focado nesse aspeto. Eles são jogadores profissionais e sabem o que é andar nisto. Todos os outros jogadores têm contrato com o Sporting e nenhum deles deve estar muito nostálgico porque têm contrato com o Sporting. Sinto-os felizes e motivados para acrescentar mais uma conquista para o Sporting. Acho que a felicidade deles e a parte da motivação deles está no auge e não preciso de estar muito preocupado nesse sentido, com a parte nostálgica do jogo. Querem saber sim se o míster vai colocá-los a jogar porque estão ansiosos para jogar. Acho que tudo o que fizemos esta época foi muito bom. Não conseguimos ser campeões, é certo. Disse-lhes que não chegava sermos iguais à época passada para sermos campeões novamente, até porque fomos praticamente idênticos à época passada, e não fomos campeões. Mas isso não apaga o que fizeram. A equipa demonstrou qualidade durante toda a época, de forma consistente, e em todas as competições também. Temos de mostrar dentro de campo que merecemos terminar a época com um troféu".
O que mais impressionou na análise à equipa do Torreense?
"A controlar: as bolas paradas; têm dois centrais que são muito fortes no jogo aéreo. Contra-ataque e ataque rápido: têm jogadores muito rápidos e temos de estar muito preparados para essas transições. Temos de estar muito equilibrados, a nossa linha defensiva e intermédia. A equipa tem de ser muito competitiva. Ainda agora dei o exemplo de estarem sem perder há sete jogos e com cinco clean sheets. Vamos ter dificuldades e teremos de estar no nosso melhor para vencer o Torreense. Tivemos dificuldades com o Paços no primeiro jogo da Taça de Portugal e o Paços desceu à Liga 3. O Torreense recentemente colocou dificuldades ao Casa Pia e até terminou com mais remates à baliza do que o Casa Pia. Temos de estar atentos."
Respeito pelo Torreense é uma forma de afastar a pressão?
"É sermos sérios e não entrarmos em facilitismos. A pressão neste clube é diária, é a pressão de querer ganhar. É uma pressão positiva. Favoritismos? Para estar numa final, uma equipa tem de ser os seus méritos. Passei por todos os escalões. Sei bem o que significa estar numa final do Jamor e as dificuldades que as equipas colocam às equipas ditas favoritas. Não olho para o Torreense como uma equipa que está num escalão inferior, até porque está a lutar para subir à 1.ª Liga. Para mim, é respeito máximo. E é só não deixar entrar em facilitismos, até porque é uma festa muito bonita e que assim seja por muitos anos. Ainda não ganhámos nada."
João Virgínia pode estar de saída e isso é mais um fator que o leva a ter dúvidas na baliza?
"O Virgínia tem contrato com o Sporting. Vocês colocam mais de meia equipa de fora do Sporting e a outra metade dentro! Esqueçam isso. É apenas mais uma decisão minha, como muitas outras que tive ao longo da época. Difícil era eu estar em casa e a ver na televisão. Estou feliz por disputar mais uma final e com a maior das seriedades. Muito sério na abordagem ao jogo, no que representa. O favoritismo eu percebo da vossa parte. Mas é só olhar para o nosso campeonato e o primeiro jogo da Taça de Portugal. Perdemos pontos contra equipas que desceram. Se voltarem atrás, os jogos que mais me stressam são os da Taça de Portugal porque sei o quão difícil é defrontar equipas de escalões inferiores e ganhar esses jogos".
Final inserida no meio do playoff de subida faz sentido?
"Para mim, o Torreense chega nas mesmas condições. Quando querem estar entre os melhores... É o que é. É o futebol. Se perguntassem ao míster Tralhão e mostrassem, com o calendário definido, que iam disputar o playoff de subida mas que também iam a uma final da Taça de Portugal, acho que ele assinava na hora. Não tenho dúvidas algumas. Não é por aí que o Torreense vai deixar de ser menos competitivo na final da Taça de Portugal ou no segundo jogo do playoff. As equipas que querem andar entre os melhores têm de saber lidar com isso, como nós também temos quando estamos na Liga dos Campeões".
Saber ao intervalo se entra ou não diretamente na Champions...
"Não. Acredito que hoje em dia é difícil em termos de comunicação conseguirmos abafar ou não. Mas acredito que a equipa não estará preocupada com o acesso direto, mas sim focados no jogo que vamos disputar. O foco deles é terminar a época com um troféu que é nosso. No final sim, a informação poderá passar de forma mais limpa".
Um abraço 'coletivo'
"Deixar aqui um abraço a todas as pessoas das Modalidades. São muitas conquistas. A mim, enquanto treinador de futebol da primeira equipa masculina, deixa-me muito feliz. Muitos parabéns a todas elas. Deixar também um abraço a duas equipas que fazem parte do meu trajeto: a Académica pela subida - é um clube que merece estar no patamar mais alto do futebol; e ao Académico de Viseu, o primeiro que me abriu as portas ao futebol, pela subida à 1.ª Liga. Feliz pelas suas gentes, humildes".
Presente na antevisão à final da Taça de Portugal frente ao Torreense, disputado amanhã, 24 de maio, treinador leonino abordou hipóteses no mercado
23 Mai 2026 | 14:10 |
Presente na conferência de imprensa de antevisão à final da Taça de Portugal frente ao Torreense, Rui Borges foi questionado acerca das possibilidades em torno das saídas de Francisco Trincão e Maxi Araújo neste mercado de verão. Em resposta, o treinador do Sporting admitiu que "para saírem uns, têm de entrar outros".
Rui Borges: "Sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros"
"Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita não fosse, que o Quenda não fosse. Fico feliz por vê-los ligados aos grandes clubes, não só o Hjulmand como o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol", declarou.
Mesmo destacando o seu amor pelos jogadores, Rui Borges permanece "frio": "Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting".
Rui Borges: "Ficarei muito feliz se Hjulmand continuar, mas se não ficar é o futebol"
Inevitavelmente, o treinador do Sporting foi interpolado com o futuro de Morten Hjulmand: "É um jogador que tem contrato com o Clube, estava a chatear-me para se apresentar dois dias antes, até porque a seleção também joga nesta reta final."
"Ficarei muito feliz se ele continuar, mas se não ficar é o futebol. Gosto muito dele, é o nosso líder, deu sempre a cara pelo grupo e isso é muito importante. Precisamos cada vez mais de líderes assim", concluiu. Confira o ponto de situação em torno de Hjulmand, relativamente ao jogo da final.
Antigo jogador do Clube Alvalade tem vindo a atrair vários pretendentes à sua contratação, sendo o ainda treinador do Benfica um dos interessados
23 Mai 2026 | 14:00 |
Pedro Porro volta a estar no radar de um gigante europeu e poderá reencontrar José Mourinho no Real Madrid. O lateral-direito espanhol, que brilhou ao serviço do Sporting antes de rumar ao Tottenham, é um dos nomes apontados ao reforço da defesa dos merengues para a próxima temporada, numa altura em que Dani Carvajal está de saída do clube espanhol.
Segundo o jornal 'Sport', José Mourinho já estará a preparar o plantel do Real Madrid para 2026/27, apesar de ainda não ter sido oficializado como sucessor de Álvaro Arbeloa. O treinador considera prioritário reforçar a lateral direita e Pedro Porro surge como uma solução muito apreciada pela capacidade ofensiva e experiência acumulada nos últimos anos.
A mesma publicação refere que Diogo Dalot também integra a lista de opções do técnico português, sendo visto como uma alternativa mais defensiva para o lado direito daquela posição. Ainda assim, o antigo jogador do Sporting - que atenta á situação de Hjulmand - continua a reunir muitos admiradores em Madrid, sobretudo pela evolução demonstrada desde a saída de Alvalade.
Já o diário 'As' acrescenta que a situação delicada do Tottenham poderá facilitar uma eventual transferência. Com os spurs a atravessarem uma temporada complicada e perante a possibilidade de descida de divisão, Pedro Porro poderá acabar por sair por um valor inferior ao inicialmente esperado pelos londrinos.
O internacional espanhol, recorde-se, deixou marca no Sporting durante as duas épocas em que representou os leões, sendo peça fundamental sob comando de Ruben Amorim. Desde então, consolidou-se na Premier League e continua a despertar interesse dos maiores clubes europeus, podendo agora dar o salto para o Santiago Bernabéu pela mão de José Mourinho.
Rui Borges confirma baixa do Sporting para a final da Taça: "Não estará para o jogo"
23 Mai 2026 | 13:17
Real Madrid, Morita e lesão; Tudo o que disse Hjulmand antes do Sporting - Torreense
23 Mai 2026 | 13:02
Jorge Jesus está mais longe do Fenerbahçe e pode acabar... em Portugal
23 Mai 2026 | 11:16