Futebol
Rui Borges confirma baixa do Sporting para a final da Taça: "Não estará para o jogo"
23 Mai 2026 | 13:17
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Futebol
12 Mai 2021 | 12:30 |
Esta semana, nas redes sociais, li inúmeras piadas ao facto de o Sporting estar perto de festejar a conquista da Liga 19 anos depois. Como era o país em 2002, por confronto ao que é hoje. Ri-me com quase todas essas piadas, especialmente ‘postadas’ por portistas e benfiquistas. Ao longo dos 53 anos que levo de vida, lembro-me doSporting contratar o ‘Tazanov’, grande ponta-de-lança búlgaro quando os Leões estavam 9 pontos atrás do Benfica (isto nos anos 80), lembro-me do início do ‘para o ano é que é’, e nunca esqueci, já na década de 90, que o Sporting ‘só dura até ao Natal’. Que me lembre, nunca reagi mal a essas picardias. Fazem parte da rivalidade que só existe no futebol, dada a força brutal na modalidade.
Claro que a cada ano passado sem vencer o campeonato surgia sempre uma tristeza. Mas, lá está, ‘para o ano é que é’. E a militância renovava-se. Em rigor, apesar de ter consciência de títulos anteriores, os que posso dizer que ‘vivi’ em pleno foram os de 1979/80 (Fernando Mendes e Rodrigues Dias), 1981/82 (Malcolm Allison), 1999/2000 (Materazzi, Augusto Inácio), 2001/02 (Boloni), e agora 2020/21 (Rúben Amorim). Cinco campeonatos. Gerações anteriores à minha festejaram mais, os nascidos na década de 1980 viveram menos alegrias e para os ‘milenials’ esta foi a primeira vez. Mas nada disto nos impediu de crescer em número de Sócios e adeptos. Porque um sportinguista é-o de forma incondicional e quase sempre por ‘herança’, não por escolha feita na sequência de títulos.
Ontem, o que mais chamava à atenção nas inúmeras imagens televisivas, antes e depois do jogo, era a média etária de milhares de sportinguistas que saíram às ruas. Só se espantou quem não é dos nossos. Os que lá estão a cada semana (antes da pandemia, claro), no Estádio e no Pavilhão, sabem bem dessa realidade há muito tempo. A nossa força está precisamente no facto de não sermos Sporting apenas porque ganhamos. Não fosse assim e os maiores períodos de seca (17 e 18 campeonatos sem ganhar) teriam sido fatais.
Por tudo isto, esta vitória é merecida por todas as gerações de sportinguistas. As gerações mais novas nunca tinham visto, mas mesmo as outras já estavam ‘esquecidas’ do que era ver o SPORTING CAMPEÃO. Os primeiros não hesitaram em ser Sporting mesmo sem títulos e os outros nunca viraram as costas ao Clube.
Evidente que depois deste título renovamos sempre o desejo de ter nova festa muito em breve, de preferência já no próximo ano, não esquecendo, contudo, que jogamos um campeonato que conta com outros dois competidores de nível altíssimo. Numa coisa creio que todos estaremos de acordo: um Clube de tamanha dimensão não pode voltar a jogar 17 ou 18 campeonatos consecutivos sem os ganhar. É festejar no presente, claro, sem deixar de pensar no futuro e como conquistá-lo.
Na hora da vitória, o normal é distribuir os méritos por todos. Não concordo, porque o mérito deste título do Sporting é quase todo, sem qualquer dúvida, de Rúben Amorim. No futebol, há poucos treinadores que fazem as equipas e equipas que fazem muitos treinadores. Rúben, pelo que se viu em Braga, e agora no Sporting, é claramente um treinador que faz equipas. Logo, a larga fatia do mérito é dele.
P.S. Um elemento do Corpo de Intervenção a pontapear um adepto do Sporting pelas costas, quando este apelava a outros adeptos para terem calma, é também uma imagem forte do dia de ontem. E é igualmente uma boa imagem de um país que cheira a estrume, porque esse odor emana de quem o governa. A concentração de adeptos em redor do Estádio estava anunciada de forma pública há vários dias. Se as autoridades entendiam que a luta para travar a pandemia aconselhava a que não houvesse tal concentração, então não a autorizassem, fizessem um cerco ao Estádio. Permitir juntar ali uma multidão e depois, a meio, tentar dispersá-la com gás pimenta e bastonadas, é simplesmente vergonhoso. Ou não. Mas ainda não me consegui habituar à ideia de que em Portugal já nada é vergonhoso porque... quem manda habituou-se a não ter vergonha há muito tempo.
P.S. 2. Ao longo da madrugada ouvi duas pérolas, do mesmo comentador, na SIC Notícias: ‘O Sporting, em vez de ir buscar uma palete de jogadores, socorreu-se dos que tinha em casa’. A sério? Adán, Feddal, Porro, Antunes, João Mário, Nuno Santos, Pedro Gonçalves, Paulinho, Bruno Tabata, Matheus Reis e João Pereira foram contratados este ano, não estavam ‘em casa’. Segunda pérola: ‘O Sporting apostou numa equipa muito jovem e ganhou’. Adán (33 anos), Coates (30), Feddal (31), Palhinha (25), João Mário (28), Nuno Santos (25) e Paulinho (28 anos), como bem sabemos, são jovens promissores em início de carreira... Não custa nada fazer o trabalho de casa para evitar dizer tais disparates.
Técnico do Clube de Alvalade realizou habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo a contar para a final da Taça de Portugal
23 Mai 2026 | 14:11 |
Rui Borges, técnico do Sporting, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Torreense, que se encontra agendado para as 17h15 deste domingo, dia 24 de maio. O treinador mostrou-se confiante para a final da Taça de Portugal.
Seria justo terminar esta época com um troféu?
"A justiça é relativa. Acho que o grupo é merecedor de estar nesta final, de lutar pelo troféu e vencê-lo, mas temos de fazer muito para vencê-lo, temos de demonstrar em campo. Teremos pela frente um adversário que vai dar a vida. Temos de estar preparados para a dificuldade, tudo bem que é contra um adversário da segunda divisão, mas que ainda esta semana deixou em dificuldades uma equipa da primeira liga. A nossa época foi fantástica, em termos de qualidade, das competições em que estivemos inseridos. É certo que não fomos tricampeões, que era o que queríamos. Mas queremos conquistar o segundo troféu mais importante do nosso calendário desportivo".
Ioannidis fora da final
"O Fotis não estará para o jogo. Eu poderia dizer que está se calhar 100% recuperado, mas ainda não integrou o treino totalmente connosco e por tudo o que foi a paragem, creio que o melhor foi não ativar a utilização dele. Acredito, e tenho toda a certeza, que arrancará a época a 100% e isso também será importante para ele e para nós também. Mercado? Fala-se muito, o único que podemos falar é do Zalazar. De resto, é a vossa parte. O mercado é todos os dias e faz parte do futebol. Temos de estar cientes do que se passa. Tudo aqui é feito com rigor, com muita comunicação, e estamos perfeitamente identificados com aquilo que queremos para a próxima época e o clube está a ser fantástico".
Possibilidades de Trincão e Maxi saírem no próximo mercado...
"Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita não fosse, que o Quenda não fosse. Fico feliz por vê-los ligados aos grandes clubes, não só o Hjulmand como o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol. Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting. Estou muito focado no jogo de amanhã. Depois, descansar, que preciso, e depois analisaremos o mercado. Os jogadores têm cláusulas e é muito dentro dessas perspetivas".
Possível saída de Hjulmand e a decisão sobre quem será o titular na baliza na final da Taça.
"Poderia dizer que já decidi ou não decidi. Eles ainda não sabem, portanto seria ingrato da minha parte estar aqui a dizer quem jogava. Em relação ao Morten, é um jogador que tem contrato com o clube, estava a chatear-me para se apresentar dois dias antes, até porque a seleção também joga nesta reta final. Ficarei muito feliz se ele continuar, mas se não ficar é o futebol. Gosto muito dele, é o nosso líder, deu sempre a cara pelo grupo e isso é muito importante. Precisamos cada vez mais de líderes assim."
Se estivesse na posição de Luís Tralhão, priorizava a subida de divisão ou a Taça?
"De alguma forma, valoriza também o trabalho do Sporting não só com o Rui Borges mas nos últimos anos, na valorização do futebol português e do jogador português. Trabalharemos para dar sequência. Fico feliz, mas triste porque gostaria de ter mais gente. O Pote merecia, o Edu também é um jogador que tem de estar em avaliação para o futuro da Seleção. O Mangas também apareceu muito bem numa primeira fase da época. Mas fico feliz com a valorização do futebol português e sobretudo dos jogadores do Sporting. Em relação ao Torreense, eu metia os melhores jogadores. Têm 3-4 dias para respirar. Acredito que no início da época se mostrassem uma folha aos jogadores do Torreense entre disputar o acesso ao playoff ou a final da Taça de Portugal, eles assinavam [a final da Taça] com toda a certeza. Acho que querem disputar o jogo no seu máximo. Independentemente de quem jogar amanhã no Torreense, tenho a certeza que terá uma motivação fora do normal. É uma equipa que não perdeu nos últimos sete jogos, com cinco 'clean sheets'. Temos de estar muito concentrados e focados nos nossos comportamentos individuais e coletivos".
Conquista da Taça de Portugal de forma consecutiva que escapa desde 2007 e 2008
"Muito honestamente, não tenho estado focado nesse aspeto. Eles são jogadores profissionais e sabem o que é andar nisto. Todos os outros jogadores têm contrato com o Sporting e nenhum deles deve estar muito nostálgico porque têm contrato com o Sporting. Sinto-os felizes e motivados para acrescentar mais uma conquista para o Sporting. Acho que a felicidade deles e a parte da motivação deles está no auge e não preciso de estar muito preocupado nesse sentido, com a parte nostálgica do jogo. Querem saber sim se o míster vai colocá-los a jogar porque estão ansiosos para jogar. Acho que tudo o que fizemos esta época foi muito bom. Não conseguimos ser campeões, é certo. Disse-lhes que não chegava sermos iguais à época passada para sermos campeões novamente, até porque fomos praticamente idênticos à época passada, e não fomos campeões. Mas isso não apaga o que fizeram. A equipa demonstrou qualidade durante toda a época, de forma consistente, e em todas as competições também. Temos de mostrar dentro de campo que merecemos terminar a época com um troféu".
O que mais impressionou na análise à equipa do Torreense?
"A controlar: as bolas paradas; têm dois centrais que são muito fortes no jogo aéreo. Contra-ataque e ataque rápido: têm jogadores muito rápidos e temos de estar muito preparados para essas transições. Temos de estar muito equilibrados, a nossa linha defensiva e intermédia. A equipa tem de ser muito competitiva. Ainda agora dei o exemplo de estarem sem perder há sete jogos e com cinco clean sheets. Vamos ter dificuldades e teremos de estar no nosso melhor para vencer o Torreense. Tivemos dificuldades com o Paços no primeiro jogo da Taça de Portugal e o Paços desceu à Liga 3. O Torreense recentemente colocou dificuldades ao Casa Pia e até terminou com mais remates à baliza do que o Casa Pia. Temos de estar atentos."
Respeito pelo Torreense é uma forma de afastar a pressão?
"É sermos sérios e não entrarmos em facilitismos. A pressão neste clube é diária, é a pressão de querer ganhar. É uma pressão positiva. Favoritismos? Para estar numa final, uma equipa tem de ser os seus méritos. Passei por todos os escalões. Sei bem o que significa estar numa final do Jamor e as dificuldades que as equipas colocam às equipas ditas favoritas. Não olho para o Torreense como uma equipa que está num escalão inferior, até porque está a lutar para subir à 1.ª Liga. Para mim, é respeito máximo. E é só não deixar entrar em facilitismos, até porque é uma festa muito bonita e que assim seja por muitos anos. Ainda não ganhámos nada."
João Virgínia pode estar de saída e isso é mais um fator que o leva a ter dúvidas na baliza?
"O Virgínia tem contrato com o Sporting. Vocês colocam mais de meia equipa de fora do Sporting e a outra metade dentro! Esqueçam isso. É apenas mais uma decisão minha, como muitas outras que tive ao longo da época. Difícil era eu estar em casa e a ver na televisão. Estou feliz por disputar mais uma final e com a maior das seriedades. Muito sério na abordagem ao jogo, no que representa. O favoritismo eu percebo da vossa parte. Mas é só olhar para o nosso campeonato e o primeiro jogo da Taça de Portugal. Perdemos pontos contra equipas que desceram. Se voltarem atrás, os jogos que mais me stressam são os da Taça de Portugal porque sei o quão difícil é defrontar equipas de escalões inferiores e ganhar esses jogos".
Final inserida no meio do playoff de subida faz sentido?
"Para mim, o Torreense chega nas mesmas condições. Quando querem estar entre os melhores... É o que é. É o futebol. Se perguntassem ao míster Tralhão e mostrassem, com o calendário definido, que iam disputar o playoff de subida mas que também iam a uma final da Taça de Portugal, acho que ele assinava na hora. Não tenho dúvidas algumas. Não é por aí que o Torreense vai deixar de ser menos competitivo na final da Taça de Portugal ou no segundo jogo do playoff. As equipas que querem andar entre os melhores têm de saber lidar com isso, como nós também temos quando estamos na Liga dos Campeões".
Saber ao intervalo se entra ou não diretamente na Champions...
"Não. Acredito que hoje em dia é difícil em termos de comunicação conseguirmos abafar ou não. Mas acredito que a equipa não estará preocupada com o acesso direto, mas sim focados no jogo que vamos disputar. O foco deles é terminar a época com um troféu que é nosso. No final sim, a informação poderá passar de forma mais limpa".
Um abraço 'coletivo'
"Deixar aqui um abraço a todas as pessoas das Modalidades. São muitas conquistas. A mim, enquanto treinador de futebol da primeira equipa masculina, deixa-me muito feliz. Muitos parabéns a todas elas. Deixar também um abraço a duas equipas que fazem parte do meu trajeto: a Académica pela subida - é um clube que merece estar no patamar mais alto do futebol; e ao Académico de Viseu, o primeiro que me abriu as portas ao futebol, pela subida à 1.ª Liga. Feliz pelas suas gentes, humildes".
Presente na antevisão à final da Taça de Portugal frente ao Torreense, disputado amanhã, 24 de maio, treinador leonino abordou hipóteses no mercado
23 Mai 2026 | 14:10 |
Presente na conferência de imprensa de antevisão à final da Taça de Portugal frente ao Torreense, Rui Borges foi questionado acerca das possibilidades em torno das saídas de Francisco Trincão e Maxi Araújo neste mercado de verão. Em resposta, o treinador do Sporting admitiu que "para saírem uns, têm de entrar outros".
Rui Borges: "Sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros"
"Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita não fosse, que o Quenda não fosse. Fico feliz por vê-los ligados aos grandes clubes, não só o Hjulmand como o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol", declarou.
Mesmo destacando o seu amor pelos jogadores, Rui Borges permanece "frio": "Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting".
Rui Borges: "Ficarei muito feliz se Hjulmand continuar, mas se não ficar é o futebol"
Inevitavelmente, o treinador do Sporting foi interpolado com o futuro de Morten Hjulmand: "É um jogador que tem contrato com o Clube, estava a chatear-me para se apresentar dois dias antes, até porque a seleção também joga nesta reta final."
"Ficarei muito feliz se ele continuar, mas se não ficar é o futebol. Gosto muito dele, é o nosso líder, deu sempre a cara pelo grupo e isso é muito importante. Precisamos cada vez mais de líderes assim", concluiu. Confira o ponto de situação em torno de Hjulmand, relativamente ao jogo da final.
Antigo jogador do Clube Alvalade tem vindo a atrair vários pretendentes à sua contratação, sendo o ainda treinador do Benfica um dos interessados
23 Mai 2026 | 14:00 |
Pedro Porro volta a estar no radar de um gigante europeu e poderá reencontrar José Mourinho no Real Madrid. O lateral-direito espanhol, que brilhou ao serviço do Sporting antes de rumar ao Tottenham, é um dos nomes apontados ao reforço da defesa dos merengues para a próxima temporada, numa altura em que Dani Carvajal está de saída do clube espanhol.
Segundo o jornal 'Sport', José Mourinho já estará a preparar o plantel do Real Madrid para 2026/27, apesar de ainda não ter sido oficializado como sucessor de Álvaro Arbeloa. O treinador considera prioritário reforçar a lateral direita e Pedro Porro surge como uma solução muito apreciada pela capacidade ofensiva e experiência acumulada nos últimos anos.
A mesma publicação refere que Diogo Dalot também integra a lista de opções do técnico português, sendo visto como uma alternativa mais defensiva para o lado direito daquela posição. Ainda assim, o antigo jogador do Sporting - que atenta á situação de Hjulmand - continua a reunir muitos admiradores em Madrid, sobretudo pela evolução demonstrada desde a saída de Alvalade.
Já o diário 'As' acrescenta que a situação delicada do Tottenham poderá facilitar uma eventual transferência. Com os spurs a atravessarem uma temporada complicada e perante a possibilidade de descida de divisão, Pedro Porro poderá acabar por sair por um valor inferior ao inicialmente esperado pelos londrinos.
O internacional espanhol, recorde-se, deixou marca no Sporting durante as duas épocas em que representou os leões, sendo peça fundamental sob comando de Ruben Amorim. Desde então, consolidou-se na Premier League e continua a despertar interesse dos maiores clubes europeus, podendo agora dar o salto para o Santiago Bernabéu pela mão de José Mourinho.
Rui Borges confirma baixa do Sporting para a final da Taça: "Não estará para o jogo"
23 Mai 2026 | 13:17
Real Madrid, Morita e lesão; Tudo o que disse Hjulmand antes do Sporting - Torreense
23 Mai 2026 | 13:02
Jorge Jesus está mais longe do Fenerbahçe e pode acabar... em Portugal
23 Mai 2026 | 11:16