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Sporting vai enfrentar ex goleador dos leões na meias-finais da Champions League
17 Mar 2026 | 15:36
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17 Mai 2021 | 11:30 |
No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.
Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.
Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.
Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.
Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.
Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.
Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.
As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.
Jogador do Clube de Alvalade estendeu o seu vínculo com os leões e mostrou-se feliz em continuar a fazer parte do projeto leonino
19 Mar 2026 | 12:04 |
Gonçalo Sousa estendeu a ligação ao Sporting. O líbero expressou contentamento por continuar a fazer parte do projeto de voleibol do Clube de Alvalade. Em declarações aos órgãos de comunicação dos leões, o atleta mostrou gratidão e admitiu que a renovação foi muito positivo para si.
Gonçalo Sousa: "Agradeço este voto"
"Antes de mais, agradecer pela confiança depositada em mim para mais esta renovação e dizer que estou muito feliz. Agradeço este voto do Sporting , de toda a gente que contribuiu para que isto acontecesse, porque me sinto bem cá, gosto muito do Clube, gosto muito do que tem sido feito, principalmente no voleibol, nestes anos em que aqui estou. É bom esta renovação, foi natural. Prometo trabalho", disse, aos meios de comunicação do Clube.
As ambições do líbero de 24 anos são claras. "O objetivo é manter e, se calhar, ganhar um bocadinho mais de estabilidade ainda, podermo-nos afirmar como o maior clube português de voleibol, continuar a participar nas competições em que participámos este ano, sempre com o objetivo de ganhar e para além disso acreditar no trabalho que tem sido feito dia-a-dia, todas as semanas, com este grupo de trabalho, com as pessoas que nos acompanham, porque tem sido um trabalho bem feito e os resultados estão à vista", pode ler-se.
Gonçalo Sousa: "Continuarem a acreditar em nós"
Para concluir, Gonçalo Sousa deixou uma mensagem aos Sportinguistas. "Primeiro, prometer trabalho e a mesma forma de estar que entreguei nestes últimos anos e também pedir para continuarem a acreditar em nós e a comparecer nos pavilhões pelo país fora para nos apoiarem, porque esse apoio é sempre sentido e muito bem vendo", expressou.
Na presente temporada, ao serviço do Sporting, Gonçalo Sousa leva 32 encontros disputados: 21 no Campeonato Nacional, seis na CEV Champions League, quatro na Taça de Portugal e um na Supertaça. Recentemente, Gonçalo Sousa venceu a Taça de Portugal contra o Benfica.
Técnico destaca que equipa já demonstrou, tanto nesta temporada como na anterior, que consegue competir com equipas de grande qualidade europeia
18 Mar 2026 | 03:00 |
Ricardo Costa, treinador da equipa de andebol do Sporting, acredita que a equipa tem todas as condições para se apurar para os quartos de final da Liga dos Campeões, sabe o Leonino, mesmo perante o poderio dos polacos do Wisła Plock.
O técnico destaca que a equipa já demonstrou, tanto nesta temporada como na anterior, que consegue competir com equipas de grande qualidade europeia. O historial recente prova que o Clube de Alvalade tem capacidade de responder a jogos de elevado nível competitivo.
Ao que o nosso Jornal apurou, também os responsáveis do emblema verde e branco confiam que a turma leonina consiga repetir a façanha alcançada na época 2024/25, edição onde os comandados de Ricardo Costa conseguiram chegar aos quartos da prova internacional.
Apesar de ser um plano ambicioso, as exibições permitem acreditar de forma concreta que os leões consigam estar novamente entre as oito melhores equipas da Europa, depois de terem terminado a fase de grupos no sétimo lugar com 14 pontos (Recorde AQUI).
Antes, o andebol do Sporting vira atenções para as competições nacionais e vai enfrentar o Porto. O encontro, diante da turma de Magnus Andersson, está marcado para as 18h00 de sábado, dia 28 de março, na Dragão Arena, em jogo da primeira jornada da segunda fase do Campeonato Nacional
Técnico do Clube de Alvalade teceu declarações sobre adversário que irá encontrar na próxima fase da UEFA Champions League
17 Mar 2026 | 17:24 |
Nuno Dias reagiu ao sorteio da final four da Liga dos Campeões de Futsal e antecipou o duelo da equipa de futsal do Sporting e Cartagena. O técnico verde e branco sublinhou a qualidade do adversário, inevitável nesta fase da competição, mas deixou garantias de confiança no seu grupo.
N. Dias: "Não havia por onde escolher"
"Só sabemos se um sorteio é bom ou mau depois do resultado final, mas parece-me que não havia muito por onde escolher. Qualquer uma das três equipas apresentava muita qualidade e o Cartagena, como bicampeão espanhol, parece-me uma equipa bastante difícil. Como todas as outras, aliás", frisou o técnico, em declarações ao meios de comunicação do clube leonino.
Nuno Dias destacou ainda os argumentos do conjunto espanhol, que considera muito completo e com várias soluções no jogo. "Vamos encontrar uma equipa forte, bicampeã de Espanha e com quatro jogadores que, há bem pouco tempo, foram campeões da Europa por seleções. Uma equipa com muitas soluções, com vários jogadores com qualidade para diferentes posições e que pode variar o seu jogo. Têm um pivô canhoto, dois pivôs destros, vários alas desequilibradores e jogadores com muita experiência", elogiou.
N. Dias: "Vamos preparar-nos muito bem"
Ainda assim, e apesar das dificuldades esperadas, Nuno Dias garante ambição total por um lugar na final. "O Cartagena vai certamente bater-se por um lugar na final, assim como o Sporting. Teremos as nossas chances, vamos preparar-nos muito bem quando chegar o momento e espero, nessa altura, ter os jogadores no melhor momento de forma para a época", disse.
Vale lembrar que o Sporting venceu o Benfica por 7-4, no dia 6 de março, em jogo da segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões. Depois da derrota na Luz por 4-3, os leões estavam obrigados a vencer e conseguiram superar o eterno rival.