Modalidades
Guarda-redes do Sporting dispara míssil do meio da rua e marca golaço ao Braga
25 Out 2026 | 11:38
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17 Mai 2021 | 12:30 | Por Redação
No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.
Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.
Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.
Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.
Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.
Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.
Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.
As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.
Equipa leonina voltou a deixar uma demonstração de força no campeonato nacional e houve um nome que chamou particularmente a atenção
26 Out 2026 | 11:14 | Por Redação
O Sporting voltou a mostrar a sua força no Campeonato Nacional de andebol, ao vencer o Póvoa por expressivos 43-21, este domingo, no Pavilhão João Rocha. Na partida referente à 10.ª jornada, os tricampeões nacionais dominaram do início ao fim e alcançaram mais um triunfo convincente.
Martim Costa, lateral que vai deixar os leões no final do seu atual ciclo para rumar ao Flensburg, da Alemanha, na temporada 2027/28, apontou dois golos. O internacional português continua, assim, a contribuir para a caminhada da equipa de Ricardo Costa, apesar de já ser conhecido o destino que irá abraçar no futuro.
A formação leonina praticamente resolveu a partida na primeira parte, chegando ao intervalo com uma vantagem de 10 golos (22-12). A superioridade verde e branca ficou bem patente nos primeiros 30 minutos, permitindo à equipa entrar para o segundo tempo com o encontro bem encaminhado.
Na segunda metade, Ricardo Costa aproveitou a margem confortável para gerir o plantel e dar minutos a outros jogadores. O Póvoa conseguiu equilibrar parte deste período, mas o Sporting voltou a acelerar na reta final e terminou com uma diferença de 22 golos, fixando o resultado em 43-21.
Com este triunfo, os leões mantêm-se na liderança partilhada do campeonato com o Porto. Ambas as equipas somam nove vitórias em nove jogos e 27 pontos, sem terem perdido qualquer ponto na competição. Curiosamente, os dragões são os próximos adversários na competição.
Resultado ditou assim um desfecho muito negativo para equipa verde e branca, num dos encontros mais aguardados da competição
25 Out 2026 | 14:37 | Por Redação
A equipa feminina de rugby do Sporting perdeu no dérbi eterno frente ao rival Benfica, por 17-8, em duelo deste domingo, 25 de outubro, no Campo n.º 2 do Estádio Universitário de Lisboa, em jogo da terceira jornada do Campeonato Nacional.
As leoas não conseguiram levar a melhor sobre o rival lisboeta, num encontro em que as encarnadas venceram por nove pontos de diferença. O resultado ditou um desfecho negativo para a formação verde e branca num dos dérbis mais aguardados da competição.
Do lado do Benfica, o treinador José Lima destacou a capacidade da sua equipa para reagir na segunda parte: "Vitória importante neste dérbi, muito difícil, contra o Sporting. Tivemos uma equipa dura e com muita vontade pela frente. Acabámos por conseguir dar a volta na segunda parte, isso foi muito importante. E voltámos às vitórias, que isso é, sem dúvida, o mais importante", afirmou.
Também Facínia Espírito Santo, do Benfica, analisou a exibição encarnada: "O jogo, para nós, foi satisfatório no final. Na primeira parte, esperávamos entrar com mais cabeça, mas, na segunda parte, conseguimos estabilizar e pôr em prática o que nós trabalhámos ao longo da semana e conseguimos ganhar este jogo", explicou.
O Sporting vira agora atenções para os próximos desafios do Campeonato Nacional. De recordar que as leoas atravessam uma fase de renovação, com aposta em jogadoras jovens. No início do mês, a equipa perdeu a Supertaça (Recorde AQUI).
Leões estiveram em desvantagem, conseguiram dar a volta ao marcador e só garantiram triunfo no encontro nos instantes finais
25 Out 2026 | 11:55 | Por Redação
O Sporting voltou às vitórias na Liga Betclic de basquetebol, mas teve de suar até ao fim para levar a melhor sobre a Ovarense. No Pavilhão João Rocha, os leões venceram por 71-70, num encontro da quarta jornada em que estiveram em desvantagem, conseguiram dar a volta ao marcador e só garantiram o triunfo nos instantes finais.
A equipa de Ovar entrou melhor e aproveitou as dificuldades dos verdes e brancos. Com uma abordagem agressiva no ataque ao cesto e Leon Ayers III em evidência, a Ovarense ganhou vantagem no primeiro período, que terminou com um parcial de 24-16.
A resposta leonina surgiu no segundo período. Com maior intensidade e agressividade dos dois lados do campo, a formação de Alvalade conseguiu recuperar terreno e chegou ao intervalo já na frente do marcador (38-36). Ainda assim, a vantagem esteve longe de dar tranquilidade aos anfitriões.
A segunda parte foi marcada por várias mudanças na liderança e por uma luta intensa até aos últimos momentos. Quando o desfecho parecia poder cair para qualquer um dos lados, Gabe Kalscheur - reforço que veio da segunda divisão - colocou o Sporting em vantagem. A Ovarense não conseguiu aproveitar as oportunidades que teve e, já na fase decisiva dos lances livres, os leões seguraram o triunfo por apenas um ponto.
Diogo Ventura foi o melhor marcador do Sporting, com 15 pontos. Francisco Amarante destacou-se nos ressaltos, com 10. Com esta vitória, o Sporting sobe provisoriamente ao terceiro lugar, com seis pontos. O próximo encontro está marcado para quinta-feira, dia 29 de outubro, às 15h00, no reduto dos azeris do Gence, em jogo da quarta jornada da FIBA Europe Cup.
Guarda-redes do Sporting dispara míssil do meio da rua e marca golaço ao Braga
25 Out 2026 | 11:38
Exclusivo Leonino - Dor de cabeça para Varandas; Lateral pode sair do Sporting nos próximos meses
24 Out 2026 | 12:33
Lenda do Sporting está internado em Lisboa e com prognóstico reservado
24 Out 2026 | 16:29