Modalidades
Oficial! Camisola 11 do Sporting sai por empréstimo; Varandas despacha jogador de 26 anos
23 Jul 2026 | 13:21
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Modalidades
17 Mai 2021 | 12:30 |
No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.
Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.
Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.
Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.
Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.
Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.
Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.
As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.
Leões ficaram a conhecer o que os espera na principal prova europeia e o sorteio reservou um calendário que promete testar a equipa desde o primeiro momento
25 Jul 2026 | 11:29 |
O Sporting ficou a conhecer o percurso que terá de cumprir na fase de grupos da WSE Champions League de hóquei em patins. A equipa de Alvalade arranca a participação na principal competição europeia no dia 26 de novembro, com uma receção ao Barcelos.
Depois da estreia no Pavilhão João Rocha, os comandados verdes e brancos deslocam-se ao terreno do Braga, antes de enfrentarem um dos desafios mais exigentes desta primeira fase: a visita ao reduto do Porto, na terceira jornada, num clássico que poderá ter peso importante nas contas do apuramento.
A reta intermédia da fase de grupos será disputada em casa, com o Sporting a receber o Igualada e o Liceo - de onde veio Nil Cervera - , dois adversários espanhóis tradicionalmente competitivos no panorama europeu. Os leões acreditam que o fator casa poderá ser determinante para somar pontos fundamentais na luta por um lugar na fase decisiva da competição.
O calendário reserva ainda um momento de enorme expectativa para encerrar esta primeira fase. Na sexta e última jornada, o Sporting desloca-se ao Pavilhão da Luz para medir forças com o Benfica, naquele que promete ser um dérbi de alta intensidade e que poderá decidir o futuro europeu das duas equipas.
A WSE Champions League 2026/27 contará com seis jornadas nesta fase inicial, antes da realização da final-eight, agendada para maio de 2027. O objetivo dos leões passa por garantir um dos lugares na fase decisiva e voltar a lutar pelo título europeu.
Chegada do atleta surge por indicação do treinador do emblema verde e branca, que conhece bem as capacidades do seu ex pupilo
24 Jul 2026 | 13:22 |
É negócio fechado. Javian Davis vai ser reforço para o plantel de basquetebol do Sporting. O poste norte-americano, de 26 anos, chegou a acordo com os leões e vai assinar um vínculo de uma época, dando continuidade à sua experiência em Portugal, depois de passagens por Imortal e Porto.
A contratação surge por indicação de Bernardo Pires, novo treinador dos leões, que conhece bem as capacidades do jogador após ter trabalhado com o mesmo no conjunto algarvio. Apesar da passagem polémica pelo Dragão, onde acabou afastado por motivos disciplinares no final da última época, o Clube de Alvalade acredita que o atleta pode recuperar a melhor versão.
No Imortal, o atleta destacou-se pelas suas exibições e tornou-se uma das referências da equipa, desempenho que convenceu a estrutura leonina a avançar para a sua contratação. O objetivo passa por voltar a contar com um jogador dominante na zona interior.
Em 2025/26, Javian Davis participou em 35 jogos pelo Porto, com uma média de 13,6 pontos por jogo, 0,8 assistências e 5,9 ressaltos. Quanto a saídas do plantel, Miguel Correia vai rumar ao Braga e Stephan Swenson saiu para o Oostende.
Relativamente a entradas no Clube, os leões garantiram mais um reforço recentemente. Trevor Baskin, extremo de 24 anos de idade, vai representar os leões na próxima temporada, naquela que será uma nova etapa da carreira do jogador norte-americano que representa o Nurnberg Falcons.
Desempenho positivo convenceu equipa técnica, que decidiu integrar jogador de 22 anos no plantel principal para a nova época desportiva
23 Jul 2026 | 15:08 |
É oficial. O Sporting anunciou o regresso de Rúben Teixeira ao plantel de futsal para a temporada 2026/27. O ala, de 22 anos, volta a Alvalade depois de ter representado o Leões de Porto Salvo por empréstimo, período em que somou experiência e se afirmou como uma das figuras da equipa.
Contratado pelos leões em 2023/24, o ala realizou mais de 60 jogos e marcou mais de 20 golos ao serviço do emblema da Linha. O desempenho positivo convenceu a equipa técnica liderada por Nuno Dias, que decidiu integrar o jogador no plantel principal para a nova época.
R. Teixeira: "Sou um ala que gosta muito do jogo de 1 contra 1, de descobrir espaços e de rematar com os dois pés”
Em declarações aos meios de comunicação oficiais, não escondeu a satisfação por cumprir um dos objetivos da carreira: “O sentimento é de muito orgulho. Trabalhei muitos anos para um dia chegar a este nível, à equipa principal do Sporting, e, por isso, estou muito feliz. Sou um ala que gosta muito do jogo de 1 contra 1, de descobrir espaços e de rematar com os dois pés”.
Rúben Teixeira acredita que a cedência foi essencial para a sua evolução: “Sinto-me muito mais preparado do que quando cheguei aos Leões de Porto Salvo, há três épocas. Quando temos muito tempo de jogo em equipas como os Leões, que lutam pelos primeiros lugares, estamos mais perto do sucesso e de voltar, no caso, ao Sporting e de fazer um bom trabalho”, destacou.
O jovem já pensa na estreia no Pavilhão João Rocha, admitindo que a ansiedade será inevitável: “Não vou mentir que no primeiro jogo hei-de estar nervoso, mas com o desenrolar da temporada será mais fácil. Vou dar tudo para os poder orgulhar e para ajudar o Sporting a reconquistar o que não foi conquistado esta época”.