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Negócio fechado! 'Reforço' mais esperado a chegar ao Sporting; Varandas faz acordo bombástico
25 Jul 2026 | 13:58
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31 Mar 2021 | 10:30 |
A palavra ‘caso’ só deveria ser associada a Nuno Mendes na condição de lhe adicionarmos ‘de estudo’ ou ‘sério’. Ao estilo: Nuno Mendes é um caso de estudo depois de ter-se estreado na Seleção Nacional com apenas 18 anos; Nuno Mendes vai ser um caso sério na reabertura do mercado. E outras frases poderiam e deveriam ser construídas em torno da exceção que de facto já é Nuno Mendes no panorama futebolístico mundial. Uma daquelas exceções que, costumo dizer, pode valer transferência igual ou superior a 50 milhões. Um daqueles casos raros na formação que surge de quando em vez. Aliás, na minha opinião, nos últimos 40 anos o Sporting até teve um número elevado de jogadores desses. Se os pudéssemos colocar todos no mercado atual, com idades entre os 18 e os 21 anos, diria que nesse patamar tivemos Futre, Figo, Simão, Ronaldo, Quaresma, Nani e, agora, Nuno Mendes. Mais ou menos dois por década. Houve outros muito bons, claro, mas de nível bem abaixo desse valor, como Moutinho, Rui Patrício, Adrien, William, João Mário, Gelson ou agora Palhinha.
Mas como o Sporting tem uma inexplicável tendência para fazer nascer as suas próprias polémicas, como se necessitasse de constantes ‘guerras’ internas para ‘respirar’, eis que esta semana o responsável pela comunicação do Clube achou por bem criar o ‘caso’ Nuno Mendes a partir de uma narrativa populista, muito ao jeito do que gostam de fazer os homens da política. Acontece que na política a comunicação populista resulta no ataque a adversários para agregar os da mesma cor; neste caso concreto do Sporting, o objetivo passa pela tentativa deglorificar a visão de um líder longe de reunir consenso, por oposição a um anterior, correndo desde logo o risco de reativar recentes posições que se extremaram ao ponto de o último Relatório e Contas ter sido chumbado por cerca de 70 por cento dos Sócio presentes em AG. Enfim...
As palavras de Miguel Braga foram estas: “Quando este CD chegou ao Sporting, o Nuno Mendes não tinha contrato. Não tinha sequer contrato de formação assinado. É tão grave que o Benfica, por exemplo, podia ter visto o Nuno jogar e ter dito ‘oh Nuno Mendes, vem aqui assinar um contrato”.
À primeira parte desta declaração respondeu Virgílio Lopes, diretor da Academia entre 2013 e final de junho de 2018: “Não é verdade que, em 2018, o Nuno Mendes não tivesse um contrato de formação assinado com o Sporting. Aliás, não só tinha contrato de formação como já havia um princípio de acordo para assinar um contrato profissional, como, de resto, acontecia com todos os jovens com quem assinávamos contratos de formação. (...) Ao contrário do que sucede agora, o Sporting não comunicava a assinatura de contratos de formação porque essa prática traz mais desvantagens do que benefícios”.
Quem fala verdade? Nem me interessa, porque a questão dos contratos de formação é irrelevante no caso de jogadores de nível altíssimo, razão pela qual vou eu respondeu à segunda parte da declaração de Miguel Braga, a populista, porque recorre ao ‘papão’ Benfica para dizer de forma subliminar que a administração liderada por Bruno de Carvalho colocou em risco a continuidade de Nuno Mendes no Sporting. Logo a administração que investiu milhões para recuperar percentagens de passes de jogadores formados na Academia e sobre os quais a SAD já só detinha uma parte; logo a administração que mais se esforçou por reter valor, tendo acabado por comprar ‘guerras’ com jogadores da formação que queriam sair a qualquer custo...
O contrato de formação, é bom que se saiba, pode ser denunciado unilateralmente pelo jogador a qualquer momento. Pode ser assinado quando o jovem aspirante a futebolista completa os 14 anos de idade, com uma duração máxima de três épocas desportivas mais uma (opção) e terá caducidade garantida aos 19 anos, mesmo que só o assine aos 16 ou 17. Nuno Mendes podia ter assinado, aos 14 anos, um contrato de formação válido com o Sporting por três épocas mais uma e rescindi-lo de forma unilateral logo ao fim de uma temporada ou duas. Portanto, o Benfica (ou, já agora, o FC Porto) mesmo com o jogador sob contrato de formação, podia dizer-lhe ‘ohNuno Mendes vem aqui assinar um contrato’. E se ele quisesse podia fazê-lo. Teria o Benfica de pagar algo ao Sporting? Sim, uma verba ridiculamente baixa se ele assinasse novo contrato de formação com o Benfica e durante duas épocas não fizesse contrato profissional. Portanto, Miguel Braga, recorrer ao ‘papão’ Benfica para tentar passar a ideia da capital importância de um contrato de formação é só... parvo.
Os contratos profissionais, que podem ser assinados após o jogador completar 16 anos, sim, são decisivos para amarrar valores seguros. Porque aí já se colocam cláusulas de rescisão aceites em tribunal, embora em vários casos possam ser consideradas abusivas, se não existir uma proporção razoável entre salário e a própria cláusula. Mas esses contratos não são dados a todos os jogadores só porque completam 16 anos. Existe uma triagem. Ou deve existir. É a direção técnica da Academia quem identifica o valor e comunica ao diretor responsável os jogadores com os quais devem ser realizados tais contratos, com validade máxima de 5 épocas. Claro que um clube pode ‘profissionalizar’ todos os seus jogadores a partir dos 16 anos, são opções. E custos. Sabendo-se que, por exemplo, de um plantel de 30 jogadores sub-17, provavelmente chegarão a ter nível de equipa A dois a três por época (na melhor das hipóteses), em termos médios.
Um exemplo prático: Gonçalo Inácio teve o primeirocontrato profissional assinado a 13 de janeiro de 2018, aos 16 anos e 5 meses. Eduardo Quaresma, que completou os 16 anos mês e meio depois, não foi ‘escolhido’ para ser logo profissional. No caso de Nuno Mendes, ou já agora Tiago Tomás, ambos podiam ter passado a profissionais ainda com Bruno de Carvalho, é verdade. Nuno Mendes completou os 16 anos quatro dias antes de o anterior CD ter sido destituído; e Tiago Tomás fez os 16 anos 7 dias antes da AG de 23 de junho. Só que estes processos não se ligam apenas com a data de nascimento de cada jogador. Ou pelo menos não devia ser esse o critério.
Mas atentemos, por fim, noutra frase de Miguel Braga sobre o mesmo assunto: “A aposta na formação é sinalizarmos e vermos quem são os Nuno Mendes em potência, fecharmos contratos com esses jogadores e trabalharmos com eles até atingirem a maioridade para darem o salto para a equipa principal”.
Uma vez mais, aproveitar a onda Nuno Mendes, assumindo que apostar na formação é identificar os outros que poderão ter valia semelhante. Frase mais demagógica dificilmente existirá no que respeita ao sector da formação. Porquê? Porque Nuno Mendes está num grupo de exceção e não num patamar alcançável com relativa frequência (aquele onde se encontra Palhinha, por exemplo, que sucede a Adrien, William, Moutinho ou Miguel Veloso). Por alguma razão Miguel Braga não diz que apostar na formação é identificar jogadores como Alexandre Lami. Quem é Alexandre Lami? É um médio ofensivo/extremo que fez 19 anos no passado mês de janeiro e joga no Tires, clube da 1ª divisão da AF Lisboa. E agora perguntam: o que tem uma coisa a ver com outra? Simplesmente isto: em Março de 2019 a administração que, segundo Miguel Braga, tem como visão e missão identificar os ‘Nunos Mendes’ da formação assinou contrato profissional com 12 jogadores, a saber: Diogo Almeida (17 anos), Alexandre Lami (17 anos), Rodrigo Rego (17 anos), Eduardo Quaresma (17 anos), Nuno Mendes (16 anos), João Daniel (16 anos), Gonçalo Batalha (17 anos), Tiago Ferreira (17 anos), Daniel Rodrigues (17 anos), Joelson Fernandes (16 anos), Tiago Tomás (16 anos) e Skoglund (16 anos). Portanto, o mesmo parecer que validou o contrato profissional de Nuno Mendes, Tiago Tomás, Eduardo Quaresma ou Joelson, também validou o de Alexandre Lami. E acredito sinceramente que quem o fez via ali valor ‘Sporting’. Só que por alguma razão no final dessa mesma época o jogador foi para o Alverca. E um ano depois para o Tires.
Não haverá área mais complexa no futebol do que a da formação. Porque jogadores com 14/15 anos podem parecer craques e aos 19/20 são banais (o Fábio Paim, por exemplo). Outros são banais aos 14/15 anos e dispensados do clube onde estão para surgirem aos 17/18 como fenómenos num emblema diferente (João Félix, por exemplo); outros ainda parecem ser material de equipa A, chegam lá e falham, mas depois de dois ou três anos a ‘rodar’ regressam e mostram que afinal tinham mesmo valor (Adrien ou Palhinha, por exemplo). É por isso que utilizar a formação, seja em que caso for, como arma de arremesso contra alguém ou como medalha é pouco avisado.
A verdade é que Miguel Braga criou um ‘soundbite’político com a questão Nuno Mendes e não duvido que para milhares de adeptos pouco avisados a narrativa foi recebida e validada. Porque é cada vez mais fácil manipular as massas. Então com o Sporting à beira de ser campeão...
Leões asseguram que continuarão a utilizar canais oficiais do emblema verde e branco para manter toda a informação atualizada e disponível
28 Ago 2026 | 16:00 |
O Sporting emitiu um esclarecimento sobre os constrangimentos que têm afetado as comunicações com os Sócios, nomeadamente através de SMS e email. O Clube garante que a situação resulta de problemas relacionados com serviços externos e não de falhas diretamente imputáveis à estrutura leonina.
Em comunicado divulgado nos canais oficiais, os leões explicam que alguns dos seus sites não têm conseguido enviar a informação de forma atempada e adequada. Entre as plataformas afetadas estão os serviços Tickets, Sporting Num Minuto, Gamebox e Seating.
O Sporting revela ainda que está a acompanhar a situação de perto e mantém contactos permanentes com as entidades responsáveis pelos serviços em causa. O objetivo passa por normalizar os canais de comunicação afetados o mais rapidamente possível.
Perante estes constrangimentos, os leões asseguram aos Sócios que continuarão a utilizar os seus canais oficiais para manter toda a informação atualizada e disponível. A intenção é garantir que os associados continuam a ter acesso às comunicações relevantes enquanto o problema não fica resolvido.
No final da nota informativa, o Sporting agradece a compreensão dos Sócios e reforça a ligação com a sua massa associativa. "O Sporting agradece a compreensão e a devoção de todos os Sócios", pode ler-se no comunicado divulgado. Além do mais, os leões estão prestes a anunciar um novo reforço.
Apesar das críticas, Bernardo Topa garante que continuará a apoiar leões e deixou um apelo à Direção liderada por Frederico Varandas
30 Jul 2026 | 12:51 |
Bernardo Topa, adepto do Sporting que perdeu a visão de um olho durante os festejos do bicampeonato em 2025, voltou a pronunciar-se publicamente sobre o caso e deixou críticas à forma como o Clube lidou com a situação, considerando que o apoio prometido pelos responsáveis leoninos acabou por não se concretizar.
Numa mensagem publicada nas redes sociais, recordou o momento em que foi atingido e revelou que a situação teve um forte impacto na sua vida pessoal e profissional. O adepto afirmou que, naquela noite, saiu de casa apenas para festejar a conquista do Sporting, mas acabou por ficar marcado por um episódio traumático, após ter sido atingido por um disparo da Polícia de Intervenção.
O Sportinguista lembrou ainda que recebeu a visita de Frederico Varandas e do diretor de comunicação Gonçalo Vilela Santos no hospital, onde terá sido transmitida a ideia de que o Clube iria acompanhar o processo. Contudo, mais de um ano depois, Bernardo Topa afirma sentir que esse apoio não passou de ações pontuais, como a oferta de artigos da loja oficial e um convite para a tribuna, considerando que ficou aquém do que esperava.
"Não tive qualquer tipo de apoio ou acompanhamento da situação que acreditei ter", escreveu o adepto, que garante ter suportado sozinho várias despesas relacionadas com consultas, cirurgias, reconstrução estética e próteses. Bernardo Topa diz sentir-se "esquecido" pelo Clube e defende que todos os sócios devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua posição ou visibilidade.
Apesar das críticas, o adepto garante que continuará a apoiar o Sporting e deixou um apelo à direção liderada por Frederico Varandas para que situações semelhantes sejam acompanhadas de outra forma no futuro. O processo relacionado com o incidente, segundo o próprio, continua em fase de inquérito.
Veja a publicação:
Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, fez um balanço da reunião e destacou o envolvimento dos Sócios
26 Jul 2026 | 10:25 |
A Assembleia Geral do Sporting terminou com a aprovação dos quatro pontos levados a votação pelos associados. No final da sessão, Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da Assembleia Geral, fez um balanço da reunião e destacou o envolvimento dos Sócios.
"Foi um dia de Sporting cheio de participação e de espírito Leonino que culminou, já fora da AG, com a vitória do Sporting no seu jogo de apresentação. Além de a AG ter enchido de orgulho os Sócios, que assim participaram na vida do Clube, tivemos também a coincidência de termos alcançado a vitória no Troféu Cinco Violinos".
Ao todo, participaram na votação 2.408 sócios, correspondentes a 14.208 votos, sendo que o orçamento de rendimentos, gastos e investimentos para o exercício de 2026/27 foi aprovado com 2.118 votos a favor, 265 contra e 25 votos brancos ou nulos.
As contas consolidadas relativas ao exercício económico de 2024/25 também receberam luz verde, ao recolherem 2.219 votos favoráveis, 157 contra e 32 votos brancos ou nulos. Na mesma sessão, os sócios aprovaram ainda a aquisição do espaço correspondente ao Holmes Place Alvalade, no Estádio José Alvalade, por 8,7 milhões de euros, com 2.270 votos a favor, 125 contra e 13 votos brancos ou nulos.
O quarto e último ponto da ordem de trabalhos incidiu sobre a criação de uma nova categoria de sócio, definindo os respetivos direitos e deveres. A proposta foi aprovada com 1.591 votos favoráveis, 778 contra e 39 votos brancos ou nulos, encerrando uma AG em que todas as medidas apresentadas obtiveram aprovação.
Pedro Almeida Cabral considerou que a votação demonstra a confiança dos associados na atual liderança do Clube: "Não nos compete a nós fazer ponderações políticas sobre o estado do Clube e sobre o grau de adesão dos Sócios às propostas. Ainda assim, posso dizer que me parece evidente que estes resultados demonstram uma confiança acentuada no mandato desta Direção. Demonstra que o Clube está unido", afirmou. Antes da reunião magna, Frederico Varandas falou do mercado.
Negócio fechado! 'Reforço' mais esperado a chegar ao Sporting; Varandas faz acordo bombástico
25 Jul 2026 | 13:58