Futebol
Tanque do Sporting elogiado pela Europa fora: "Agora também finaliza e marca"
25 Set 2026 | 15:45
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Futebol
10 Fev 2025 | 10:46 |
A história da televisão portuguesa e do futebol cruzaram-se pela primeira vez em 1958, num momento que marcou o início de uma nova era na forma como os adeptos acompanhavam o desporto-rei. A estreia da transmissão televisiva de um jogo de futebol em Portugal aconteceu no dia 9 de fevereiro, um evento histórico que abriu portas para a popularização das transmissões desportivas no país.
O Contexto Histórico
Nos anos 50, a televisão ainda era uma novidade em Portugal, tendo a RTP (Rádio e Televisão de Portugal) iniciado as suas emissões regulares apenas em 1957. Com uma cobertura ainda limitada e um público restrito, a decisão de transmitir um jogo de futebol ao vivo representava um desafio técnico e um avanço significativo na produção televisiva nacional.
O Jogo Histórico
O jogo inaugural das transmissões televisivas em Portugal opôs o Sporting Clube de Portugal e o Áustria Viena, num particular decorrido no Estádio José de Alvalade e que terminou com triunfo dos leões por 4-0. Os golos, apontados por Vadinho, Ivson (2) e David Júlio, foram vistos pelos telespectadores como uma nova forma de vivenciar a emoção do futebol. O impacto foi imediato e a aceitação do público levou à rápida expansão das transmissões de jogos nas décadas seguintes.
O Impacto e o Legado
O primeiro jogo transmitido pela televisão portuguesa representou um marco na evolução do futebol e da comunicação social no país. A partir desse momento, o futebol tornou-se cada vez mais acessível ao público, deixando de ser um exclusivo dos estádios para passar a estar presente nas salas de estar dos portugueses.
Com o avanço da tecnologia e a expansão da televisão, as transmissões desportivas foram-se tornando mais sofisticadas, abrangendo não apenas os jogos nacionais, mas também as competições internacionais. Atualmente, com a evolução digital e a transmissão em alta definição, o futebol continua a ser um dos conteúdos televisivos mais populares em Portugal.
O jogo de 1958 foi apenas o primeiro passo de uma caminhada que transformou para sempre a relação entre os portugueses, o futebol e a televisão, consolidando uma paixão que perdura até aos dias de hoje.
Futebolista acredita que uma utilização mais regular na direita poderá ajudá-lo a aproximar-se do nível que sabe poder atingir pelo Clube de Alvalade
26 Set 2026 | 03:00 |
Luís Guilherme sente-se mais confortável a jogar pela direita, sabe o Leonino. O extremo brasileiro, contratado pelo Sporting com grandes expetativas, entende que é nesse corredor que consegue retirar maior rendimento das suas características.
A posição é atualmente ocupada por Geny Catamo, o que coloca o jogador perante uma concorrência direta por um lugar no onze. Apesar de já estar integrado no grupo e de a adaptação ao futebol português estar a decorrer de forma progressiva, o camisola 31 ainda não conseguiu apresentar de forma consistente todo o potencial que o Sporting reconheceu no momento da sua contratação.
O jogador continua a trabalhar para ganhar espaço nas opções e, ao que o nosso Jornal apurou, o mesmo acredita que uma utilização mais regular na direita poderá ajudá-lo a aproximar-se do nível que sabe poder atingir. O próprio entende que as suas características são melhor aproveitadas no corredor contrário.
Um exemplo recente aconteceu diante do Famalicão, encontro no qual foi lançado pelo corredor esquerdo. A utilização nessa zona não acabou por favorecer o brasileiro, que teve uma prestação pouco feliz e não conseguiu ter a influência desejada no jogo.
Luís Guilherme - que já foi criticado por Luís Guilherme - sabe, contudo, que terá de continuar a trabalhar para conquistar minutos e demonstrar em campo as qualidades que levaram o Sporting a apostar na sua contratação. Desde que chegou aos leões, o jogador soma 26 partidas, com dois golos marcados.
Em primeiro lugar no campeonato e depois de estar envolto na polémica do Clássico, o presidente dos azuis e brancos voltou a criticar os leões
25 Set 2026 | 17:34 |
André Villas-Boas tem sido persistente na narrativa de que Sporting e Benfica formam uma aliança contra o Porto. Após o clássico no Dragão, entre Porto e Benfica, que acabou em grande polémica, este discurso acentuou-se, tendo sido abordado na Portugal Football Summit 2026 pelo presidente dos azuis e brancos.
Mário Figueiredo: "Sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança"
Mário Figueiredo, analisou no Mercado NOW, esta quinta-feira, a estratégia de comunicação de André Villas-Boas - que tem visado o presidente dos leões. “Eu, sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança entre Benfica e Sporting. Mais, não consigo ver Frederico Varandas a almoçar, por exemplo, com Rui Costa ou, vice-versa. O ano passado era o manto verde e, afinal, o que é que o Sporting ganhou? Bola. Agora, há um manto marrom e o que é que eles estão a ganhar os dois? Bola. O Porto é que continua em frente".
“Continua a cavalgar uma onda que lhe dá cinco pontos de vantagem para o Benfica e seis para o Sporting. O Porto é líder, saiu numa posição confortável do clássico e, acima de tudo, continua como gosta. Sete jogos, sete vitórias, imbatível. Continua a respirar saúde e o Presidente entende que este jogo dos bastidores é que lhe interessa”, comentou.
No entanto, considera que esta estratégia tem o intuito de passar um “atestado de incompetência aos adeptos dos dragões. “Quem acha que Sporting e Benfica, neste momento, podem estar juntos para qualquer coisa, estão muito enganados. Não existe essa possibilidade, até porque as duas casas têm passado alguns momentos de confusão e de atrito".
Considera ainda que a conversa do presidente dos azuis e brancos é uma tentativa de “regresso ao passado”: “Interessa ter sempre uns alvos externos que ajudem a motivar a equipa dentro. Ou seja, Sporting e Benfica. Na forma como André Villas-Boas fala, na semana anterior, ao Sporting, não lhe tinha sido assinalado uma grande penalidade a seu favor, aos sete minutos".
Leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores
25 Set 2026 | 17:33 |
O Sporting realizou esta sexta-feira, em Alcochete, o último treino da semana, antes de Rui Borges conceder três dias de descanso. Os leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores devido aos compromissos das seleções.
Com apenas um grupo reduzido às suas ordens, Rui Borges voltou a recorrer a jogadores da equipa B para completar os trabalhos. Entre os elementos do plantel principal estiveram os guarda-redes Kaique, Diego Callai e Francisco Silva, Eduardo Quaresma, Altimira, João Simões, Pedro Lima e Luís Guilherme.
Bidu foi uma das caras novas chamadas pelo treinador leonino. O avançado de 19 anos, que passou pelo Flamengo (Saiba mais AQUI), voltou a integrar uma sessão da equipa principal, depois de já ter sido chamado aos trabalhos no dia anterior.
Além do jovem brasileiro, contou novamente com Lucas Taibo, Rodrigo Dias, Samuel Justo, Paulo Cardoso e Mauro Couto, todos provenientes da formação. A utilização destes jogadores surge num contexto particularmente condicionado, uma vez que 17 elementos do plantel estão atualmente ao serviço das respetivas seleções.
No grupo que continua entregue ao departamento médico permanecem Ibrahima Ba, que recupera de um problema no joelho direito, e os alas esquerdos Moncef Zekri e Nuno Santos, ambos afastados devido a problemas musculares. O Sporting regressa ao trabalho na terça-feira, depois da pausa concedida por Rui Borges.
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25 Set 2026 | 12:43
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25 Set 2026 | 16:45