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Do lado da turma de Alvalade, Augusto Inácio escolheu, para não ceder pontos numa altura decisiva das contas do titulo, o seguinte onze: Peter Schmeichel, César Prates, Beto, Rui Jorge, André Cruz, Aldo Duscher, Luís Vidigal, Pedro Barbosa, Mbo Mpenza, Beto Acosta o autor do golo decisivo e por fim o avançado Edmílson.
Já o malogrado Vítor Oliveira, que à época orientava o emblema da cruz de cristo, escolheu os seguintes jogadores para enfrentarem a formação verde e branca: Marco Aurélio, Paulo Cabral, Lito Vidigal, Wilson, Filgueira, Fernando Mendes, Franklin, Pedro Estrela, Jesús, e no ataque esteve Haruna Doda.
Na primeira parte deste encontro em que era vital a vitória para o conjunto verde e branco, não houve qualquer golo e o resultado permaneceu inalterado ao cabo dos primeiros 45 minutos. O domínio do Sporting foi visível, porém, não materializado, e a equipa do Belenenses, que à época era muito perigosa, estava sempre à espreita.
No segundo tempo, as emoções estiveram à flor da pele e foi com um golo ao minuto 55 que Beto Acosta faturou um belo golo que viria a ser decisivo para o resultado desta partida referente à jornada 28 da Liga portuguesa na edição de 1999/2000.
A formação comandada por Augusto Inácio viria mesmo a sagrar-se campeã nacional, interrompendo um jejum que já durava há 18 anos. A equipa do Sporting já não vencia o campeonato desde a edição de 1981/1982. O Clube de Alvalade terminou a prova com 77 pontos conquistados, mais quatro do que o segundo classificado, o Porto, e oito sobre o Benfica.
Nesta temporada, vários analistas afirmaram que foi no mercado de transferências de janeiro que a formação verde e branca conseguiu levar a melhor sobre os rivais, devido a contratações cirúrgicas como César Prates ou André Cruz, peças que se revelaram fundamentais no xadrez montado na segunda parte da época orientada por Augusto Inácio.
Formação de Alvalade sofre derrota pesada frente ao eterno rival e é eliminada da prova rainha, ficando somente com o campeonato por disputar
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A formação do Benfica bateu a turma verde e branca a 2 de abril de 1983 e avançou, assim, na Taça de Portugal, afastando o Sporting da possibilidade de disputar a final no Estádio do Jamor. O resultado foi categórico, com as águias a aplicarem um 3-0 aos leões, não deixando margem para dúvidas na justiça do resultado.
O treinador sueco Sven Goran Erikson escolheu para este duelo do Dérbi eterno o seguinte onde: Bento, Pietra, Álvaro Magalhães, Alberto Bastos Lopes, Humberto Coelho, Shéu, Carlos Manuel, João Alves, Diamantino, Chalana e no ataque esteve o avançado da antiga jugoslávia Zoran Filipovic.
Já o técnico leonino António Oliveira optou por escolher o seguinte onze num duelo que prometia ser muito complicado: António Fidalgo, Kikas, Zezinho, Fernando Festas, Vanio Kostov, Carlos Xavier, Mário Jorge, Lito, Rui Jordão, Carlos Freire, e no ataque esteve o eterno goleador Manuel Fernandes.
A formação encarnada não deu hipóteses e entrou de rompante logo com um grande golo de Fernando Chalana, ao minuto 25, ao que se seguiu um novo tento apontado por Diamantino Miranda, ao minuto 30, que deixou os comandados de António Oliveira sem resposta. O resultado de 2-0 ficou intacto até ao intervalo.
No início do segundo tempo, a formação leonina tentou reagir e entrou com uma atitude mais desejável, no entanto, o remate apontado por Carlos Manuel deitou por terra todas as esperanças que a Listada verde e branca podia ter de obter alguma coisa positiva dessa partida, que teve a formação encarnada com vencedora incontestável por três golos sem resposta.
O terceiro lugar nesta época apenas valeu o apuramento para a Taça UEFA, a segunda maior competição europeia, o que olhando para a constelação de estrelas que dispunha na altura António Oliveira não deixa de saber a pouco, dada a extrema qualidade do plantel verde e branco, bem como a responsabilidade de um Clube com a história do Sporting.
Clube de Alvalade esteve sempre na frente do marcador e vai disputar a conquista da prova rainha no Jamor, frente ao Porto
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No dia 2 de abril de 2024, o Sporting empatou, a duas bolas, na deslocação ao reduto do Benfica. No jogo válido para a segunda mão da Taça de Portugal, o Clube de Alvalade garantiu um lugar no Jamor, com tentos de Morten Hjulmand (47’) - que está na mira do Manchester United - e Paulinho (55’), enquanto Nicolás Otamendi (52’) e Rafa Silva (64’) fizeram os golos das águias.
Ruben Amorim fez alinhar Franco Israel (GR), Ousmane Diomande (46’), Sebastián Coates (C), Gonçalo Inácio, Ricardo Esgaio (46’), Daniel Bragança (66’), Morten Hjulmand, Nuno Santos (46’), Francisco Trincão, Viktor Gyokeres (47’) e Paulinho (85’). Geny Catamo (46’), St. Juste (46’), Matheus Reis (46’), Hidemasa Morita (66’) e Marcus Edwards (85’) entraram no decorrer da partida.
Anatoliy Trubin (GR), Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi (C), Fredrik Aursnes, Florentino Luís (90’), João Neves, Di María, Rafa Silva, David Neres (85’), Casper Tengstedt (79’) foram opções iniciais de Roger Schmidt. Marcos Leonardo (79’), Tiago Gouveia (85’) e João Mário (90’) deram o seu contributo no segundo tempo.
Após a vitória na primeira mão, por 2-1, no Estádio José Alvalade, o Sporting entrou no reduto do Benfica com alguma confiança. Depois de uma primeira parte sem golos, os comandados de Ruben Amorim começaram a segunda parte com tudo e Morten Hjulmand, com uma bomba de fora da área, inaugurou o marcador aos 46 minutos.
Todavia, a resposta do Benfica não se fez esperar. Aos 52 minutos do dérbi eterno, David Neres cruzou e Nicolás Otamendi, solto ao segundo poste, empatou de novo o dérbi eterno, a uma bola. Porem, os comandados de Ruben Amorim mostraram do que são feitos e não se revelaram intimidados com o tento sofrido.
Aos 54 minutos, Geny Catamo disparou com força e Anatoliy Trubin largou a bola para a frente. Paulinho, no sítio certo, não facilitou e voltou a colocar o Sporting na frente do marcador. Aos 64 minutos, novo golo do Benfica, com Rafa Silva, que, entretanto, abandonou as águias, a fazer o 2-2 no dérbi entre leões e águias.
Até final, o marcador não haveria de sofrer mais alterações, o que significou que o Sporting garantiu um lugar na final da Taça de Portugal, diante do Porto. No encontro decisivo no Jamor, a turma de Ruben Amorim, que jogou reduzida a 10 haveria de ser derrotada pelos dragões, por 2-1, após prolongamento.
Equipa verde e branca vence o conjunto encarnado por 3-1 e não deixa os azuis e brancos destacarem-se na liderança do campeonato
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A 31 de março de 1935, a formação do Sporting derrotou a equipa do Benfica por 3-1 e isolou-se na segunda posição da Liga Portuguesa da edição 1934/1935, aproximando-se do líder desse ano, o conjunto azul e branco do Porto, fazendo renascer ainda as hipóteses de conquista do campeonato.
Já o comandante encarnado Vítor Gonçalves para tentar deter o conjunto verde e branco, delineou o seguinte elenco para alinhar de início: Augusto Amaro, Francisco Gatinho, Gustavo Teixeira, Gaspar Pinto, Francisco Albino, António Lucas, Rogério de Sousa, Alberto Cardoso, Alfredo Valadas, Vítor Silva, e Carlos Torres.
A formação comandada por Filipe dos Santos entrou melhor do que a equipa do Benfica e adiantou-se no marcador logo ao minuto 25 por intermédio de Rui Carneiro na conversão de uma grande penalidade. O resultado não sofreu alterações até ao intervalo.
No segundo tempo a vantagem do conjunto de Alvalade aumentou, graças a golos de Francisco Lopes à passagem pelo minuto 55, ao que se juntou o tento de Miguel Soeiro marcado imediatamente a seguir, ao minuto 57, estabelecendo o resultado nuns expressivos 3-0.
Os leões, apesar de terem vencido os grande rivais, que constitui sempre algo de assinalável, foi insuficiente para assegurar o mais importante, a conquista do campeonato desse ano, que fugiu para a formação do Porto. A turma do Sporting terminou essa edição do campeonato em segundo lugar com 20 pontos conquistados, mais um do que Benfica e menos dois do campeão.