Futebol
Fernando Mendes não tem dúvidas: "Sporting não merece ser campeão e não merece estar em 2.º lugar"
30 Abr 2026 | 14:39
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Futebol
23 Nov 2022 | 08:15 |
A contratação de Mateo Tanlongo tem vindo a complicar-se com o passar dos dias. Apesar de o médio argentino já estar certo no Sporting por cinco temporadas, a sua chegada vai-se atrasando.
Depois de o Rosario Central ter exigido 2 milhões de euros ao Sporting e ainda uma percentagem do passe do jogador para o 'libertar' antes de terminar contratado - isto é, antes de 31 de dezembro -, os responsáveis leoninos não dispostos a desembolsar estes valores.
Em declarações ao jornal Record, Ricardo Carloni, presidente interino dos 'canallas', voltou a deixar bem claro que aguarda o atleta na pré-época, deixando ainda uma 'farpa' ao Sporting.
"Tem de voltar ao clube a 5 de dezembro ou serão iniciadas ações na FIFA. Levam imoralmente um jogador livre”, vincou. De lembrar que, numa primeira instância, os leões queriam contratar o jogador a custo zero.
O Sporting acredita que a única verba que tem a pagar será a definida para os direitos de formação – na ordem dos 300 mil euros -, mas gostaria de contar com o jogador antes de janeiro, para o adaptar à realidade leonina.
Esta temporada, Mateo Tanlongo – que tem um contrato de cinco temporadas à espera em Alvalade – soma 29 jogos pela formação principal do Rosario Central, mas ainda não marcou qualquer golo nem fez nenhuma assistência.
Presidente do emblema do norte do país voltou a dedicar várias linhas de uma mensagem publicada na revista dos dragões ao Clube de Alvalade
30 Abr 2026 | 16:25 |
André Villas-Boas voltou a colocar o Sporting no centro das críticas, numa mensagem publicada na revista do Porto, onde abordou vários episódios recentes envolvendo os leões, desde o futebol - como a recente polémica chegada ao Dragão - ao andebol, deixando também recados diretos a Frederico Varandas.
Villas-Boas: "E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez"
"Há quem ande a vender a ideia de que 'se o VAR existisse mais cedo' teriam ganho mais títulos no seu clube de coração. É um lamento recorrente e revelador. Revelador porque, com VAR ou sem VAR, houve uma realidade que esses 'lesados' tiveram de engolir: no seu tempo, o Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus, ganhou a Champions League, venceu a Taça UEFA, ganhou a Liga Europa e foi vencedor da Taça Intercontinental por duas vezes! Foi campeão nacional, bicampeão, tricampeão, tetracampeão, pentacampeão. E esse trauma, pelos vistos, não passa. Dá coceira. Incomoda. E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez: a escolha de uma entrada discreta, pela porta das traseiras, para evitar encarar de frente o peso da História do Porto. Quando a História pesa, alguns preferem não a enfrentar. Nós convivemos com ela todos os dias, porque fomos nós a construí-la com o nosso suor e a exigência que nos distingue, algo que, para esses, será sempre inalcançável, com VAR ou sem VAR".
O presidente portista abordou também o recente caso no andebol, garantindo tranquilidade do lado azul e branco: "O Porto está absolutamente tranquilo e a cooperar com a justiça. Está bem documentado sobre tudo o que aconteceu, o que foi feito e o que não foi. E os intervenientes que optaram pela injúria e pela tentativa de manchar a instituição responderão por isso até às últimas consequências. No Porto, a defesa do clube não é uma reação emocional: é uma posição firme, sustentada e documentada. E quem escolhe atacar a instituição terá de pagar o preço dessas escolhas. Tudo isto chegou ao ponto de mendigarem reuniões urgentes ao mais alto nível político. E, quando o desporto chega a este nível de degradação, convém que o país perceba a dimensão do problema ou o complexo de inferioridade de alguns. O que vimos depois foi o retrato de um tempo estranho: cartilhas lidas no papel por um presidente, para não falhar a narrativa dos seus conselheiros de comunicação, e um aparelho de comunicação permanentemente mobilizado para fabricar perceções, como se o futebol fosse um estúdio e não um jogo".
Villas-Boas: "Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões"
Villas-Boas falou ainda de um alegado condicionamento da opinião pública, apontando o dedo ao universo leonino: "Mas este fenómeno que se tem vindo a registar esta época acontece não só com o Porto, mas também com os árbitros que, inadvertidamente, erram contra o Sporting. Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de 'correção' do jogo. Isto, sim, parece ser o novo “sistema” do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão 'pedagógico', a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha".
Por fim, deixou uma mensagem de apoio ao treinador Francesco Farioli e apelou à união no momento decisivo da época: "A isto soma-se um sem número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jornalista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, 'no Norte', os nossos são intocáveis. Mas foco no essencial. O campeonato está aqui. O último passo está aqui. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E a resposta tem de ser a mesma de sempre: foco, união e trabalho. Sem festa. Sem distrações. Sem ruído, mas com necessidade de toda a vossa força. Conto convosco".
Recorde estas palavras de Varandas para Villas-Boas:
Encontro entre leões e auriverdes concluiu num resultado inesperado para o universo verde e branco, especialmente para o conhecido adepto
30 Abr 2026 | 15:38 |
André Pinotes Batista, conhecido adepto verde e branco, abordou o momento do Sporting consequente do empate diante do Tondela (2-2), somando os leões o quinto jogo consecutivo sem vencer. O também comentador defendeu que o Clube não preparou bem a segunda metade da temporada.
André Pinotes Batista: "O Sporting não se acautelou para estar nas frentes todas e bateu-lhe também algum azar à porta"
"O Sporting não se acautelou para estar nas frentes todas e bateu-lhe também algum azar à porta, que destruiu a equipa física e emocionalmente", começou por dizer o deputado na Assembleia da República, em declarações ao jornal Record.
Pinotes Batista divide as responsabilidades pelo mau momento entre jogadores, treinador e direção, a quem pediu uma reflexão interna. "Quando o Ruben Amorim ficou em quarto, fizemos essa reflexão e voltámos a ganhar. Não há nenhuma razão para não achar que agora não vai ser igual", disse.
André Pinotes Batista: "Continuo a apoiar a renovação de Rui Borges"
O político, de 42 anos, espera que o Sporting aprenda com os erros e que na próxima época tenha maior profundidade no plantel. "A decisão racional teria sido o Sporting abdicar de uma das competições e num clube com a grandeza do Sporting isso não pode acontecer. Portanto, se não podemos optar por desistir de competições, temos de ter mais profundidade de plantel", frisou.
Por último, André Pinotes Batista, que já tinha defendido a renovação de Rui Borges, revelou que provavelmente seria melhor que esta fosse oficializada noutra altura: "Numa lógica de planificação, preferia que fosse no final da época, mas alguém tem de tomar decisões. Ou se exerce o poder ou o poder cai na rua. Acho bem que o poder seja exercido e apoio a renovação de Rui Borges".
Depois da partida a contar para a Libertadores, o antigo jogador e treinador dos leões não se conteve nas críticas relativamente às condições do encontro
30 Abr 2026 | 14:54 |
O Palmeiras, de Abel Ferreira, empatou a um golo na visita ao terreno do Cerro Porteño, do Paraguai, num encontro a contar para a terceira jornada do Grupo F da Taça dos Libertadores. As dimensões do relvado da partida, encurtadas para uma largura mínima de 64 metros, causaram polémica.
Abel Ferreira: “Sabem em que século estamos? Não tenho mais nada a dizer”
“Sabem em que século estamos? Não tenho mais nada a dizer”, disparou o treinador português relativamente ao assunto. “Fizemos um belo jogo, na minha opinião, na primeira parte, frente a uma equipa que encurtou o campo, com marcação individual, o que condicionou muito. Tivemos oportunidades para marcar e não marcámos. Cabe a vocês falarem, a mim, a vocês e a quem organiza, se quiserem. De resto, vou continuar focado no que controlo. Quando me foco no que controlo, sou muito bom. Quando não me foco, não faço o que devo”, acrescentou ainda o ex Sporting, citado pelo Globoesporte.
Ariel Holan, técnico da equipa paraguaia, abordou igualmente a polémica, desvalorizando-a. “O regulamento é claro. A medida do campo foi a mínima exigida. Na Libertadores, há relvados de 100x64 metros. O campo tinha hoje 64 metros de largura e 105 de comprimento. Creio que isto não é determinante para o jogo”, esclareceu.
No que toca ao jogo, Jhon Arias, ao minuto 33, marcou para a equipa do Palmeiras, tendo Carlos Miguel, de grande penalidade, aos 72 minutos, fixado o resultado final. Desta forma, a formação brasileira orientada por Abel Ferreira soma cinco pontos, menos um do que o líder Sporting Cristal. Já o Cerro Porteño, no terceiro posto, soma quatro pontos.
O Palmeiras volta a entrar em campo no próximo sábado, dia 2 de maio, às 22h30 (hora portuguesa), quando recebe o Santos no Allianz Parque. Os comandados de Abel Ferreira somam 32 pontos em 13 partidas e seguem no primeiro posto, perseguidos pelo Flamengo, treinados pelo ex-Sporting, Leonardo Jardim, com 26 pontos conquistados em 12 encontros.