Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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01 Fev 2020 | 08:55 |
No último dia do mercado de transferências, o Sporting CP inscreveu Francisco Geraldes, passando agora o jogador português a ser mais uma opção para a zona intermediária do conjunto de Silas (AQUI). Esta é a terceira vez que o médio verde e branco regressa à ‘estação’ de Alvalade em janeiro. Na primeira metade da temporada, Geraldes esteve emprestado ao AEK onde, após o despedimento precoce de Miguel Cardoso, deixou de ser opção e pouco ou nada jogou pelo clube helénico. A última partida oficial do médio data já de 5 de outubro de 2019, tendo atuado apenas 16 minutos. Será desta? “É preciso que o deixem jogar”, sugere Sofia Oliveira, jornalista do Canal 11, quando questionada sobre se será desta que Francisco Geraldes vingará no Sporting CP. A analista de futebol não tem qualquer dúvida em afirmar que “é melhor médio do que todos os outros que estão no plantel do Sporting CP”. Luís Martins, que ocupou diversos cargos no Clube de Alvalade, entre os quais coordenador de formação e treinador da equipa B, segue essa opinião e afirma mesmo que “o Francisco é um jogador incrível, tanto a defender como a atacar. Nas ocasiões em que trabalhei com ele, nomeadamente na equipa B, quando ele voltou do Moreirense, sempre foi de uma entrega total e estava a jogar a um nível muito bom”. Relativamente à posição do terreno onde poderá render mais, Sofia Oliveira é da opinião que Francisco Geraldes “faz mais falta em zonas mais recuadas do meio campo porque não há ninguém que dê uma construção limpa nessa zona. Num 4-4-2 com duplo pivô, por exemplo, colocaria o Francisco a jogar ao lado do Wendel. O Sporting CP tem muitas dificuldades na zona de construção e criação”. Luís Martins concorda que a posição onde o médio pode render mais é a de número ‘8’, mas “os jogadores do meio-campo acabam por conseguir atuar em diversas posições e o Francisco, pela sua inteligência, também consegue fazê-lo e com bastante competência”. Apesar de considerar que Francisco Geraldes tem bastantes qualidades, a jornalista do canal 11 ressalva que “ele não é um substituto do Bruno Fernandes. É um jogador com características muito mais associativas e de integração coletiva”. Por sua vez, Luís Martins defende que “são jogadores diferentes, mas posso dizer, por exemplo, que, quando o Francisco chegou ao Sporting CP depois da época no Rio Ave, estava com um rendimento igual ou superior ao Bruno Fernandes. A questão é que não lhe foi passada confiança necessária e não lhe foram dadas as oportunidades”. Geraldes é apenas mais um A verdade é que Francisco Geraldes é apenas um caso entre muitos outros na realidade verde e branca. Sofia Oliveira defende que “é um problema enraizado no Sporting CP desde há muito tempo. Não se limita ao que está a acontecer agora. Se formos ver os casos de sucesso da formação, só encontramos jogadores em que o talento era por demais evidente. A meu ver, o Sporting CP, na sua história, tem demonstrado uma dificuldade enorme em gerir os seus ativos e em potenciar os jogadores da formação. A gestão que o Sporting CP fez da carreira do Geraldes pode até dizer-se que foi uma gestão danosa”. O treinador da equipa B dos leões entre 2016 e 2018 considera que “no caso concreto do Francisco, a situação acabou por ser mal gerida e, naturalmente, que ele também sente quando é verdadeiramente aposta. Na pré-época com o José Peseiro foi-lhe dito que seria emprestado e, posteriormente, quando ele fez uma coisas engraçadas, queriam que ele ficasse, mas já tinha tudo acertado para sair”. Sobre o panorama geral, Luís Martins entende que “o Sporting CP não tem tratado os jogadores da formação da melhor forma e são inúmeros os exemplos que comprovam isso (Domingos Duarte , Demiral , Tiago Djalo, Matheus Pereira , Rafael Barbosa, Daniel Braganca , Felix Correia e que eventualmente se vai verificar com o Joelson Fernandes). O processo de formação, entre outras coisas, necessita de instalações, recursos humanos e um programa”. https://www.facebook.com/SPORTTVPortugal/videos/10155879930371748/UzpfSTEwMDAwMDMyOTU1MTQ0MjoxOTM5NDYzMTc5NDA3OTgy/ De empréstimo em empréstimo O cenário de regressar a Alvalade a meio da época não é nada de novo na carreira do jogador de 24 anos. Em 2018/2019, foi cedido pelos leões ao Eintracht Frankfurt (Alemanha) onde nunca foi sequer utilizado. No regresso, para lá da promoção da Gamebox de inverno, Francisco Geraldes somou pouco mais de 20 minutos pela equipa principal e realizou um jogo completo pela equipa de sub-23. Em 2017/2018, naquela que foi a última época em que as coisas lhe correram de feição, Geraldes esteve emprestado ao Rio Ave e foi peça-chave na equipa de Miguel Cardoso. Nessa temporada, fez 38 jogos e marcou quatro golos. No ano anterior, ao serviço do Moreirense, conquistou a Taça da Liga e foi, até janeiro, titular indiscutível do conjunto orientado por Augusto Inácio, tendo realizado 20 jogos e feito o gosto ao pé em duas ocasiões. Os responsáveis verdes e brancos haveriam de fazer Geraldes regressar à “casa mãe” com o intuito de o mesmo ser opção na equipa principal, mas tal acabou por não acontecer. Mais uma vez, o médio formado em Alvalade acabou por não ser opção e, por mais insólito que possa parecer, foi mais vezes utilizado na equipa B do que no plantel principal. Agora está de volta a Alvalade. Cabe ao Francisco, o nosso Chico, comprovar que entra na última ‘estação’ com o objetivo único de ir para a carruagem da frente liderar a locomotiva.
Fotografia de Brazil Photo Press
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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08 Jan 2026 | 16:13
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08 Jan 2026 | 15:26
Rui Borges vê-se obrigado a fazer a 15.ª alteração no Sporting esta época
08 Jan 2026 | 14:55