Futebol
Alisson Santos ainda agora deixou o Sporting e já faz das suas no Nápoles
05 Fev 2026 | 10:42
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
05 Fev 2026 | 13:05 |
Dias antes da visita do Clássico, em jogo da 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic (segunda-feira, 20h45), dois adeptos conhecidos, expressaram as suas perspetivas em relação à partida. Por um lado, Marco Chagas, antigo ciclista ligado ao Sporting, não deixa que a recente sorte "o cegue", por outro, Fernando Rocha, humorista e aficionado dos dragões, acredita no "2-0 do Porto".
Marco Chagas: "Sou do Sporting, mas não deixo que a camisola me cegue"
"As coisas têm sido favoráveis para o Sporting, mas em termos de exibições, nem tanto. Sou do Sporting, mas não deixo que a camisola me cegue. As coisas têm saído bem, mais pelo querer do que pela exibição em si. O último jogo é exemplo disso, o Sporting não jogou bem, conseguimos ganhar no último tempo com a pontinha de sorte, que o vencedor acaba sempre por precisar", frisou a lenda do ciclismo português, em de declarações ao jornal Record.
"O jogo de segunda decide o título de campeão. Apesar de não podermos descartar totalmente o Benfica, a partida pode decidir o tricampeonato. Se o Sporting perder, o título está dado. Em caso de empate, fica muito por decidir e em aberto para as próximas jornadas", afirmou Marco Chagas.
Fernando Rocha: "Acredito no 2-0 para o Porto"
Contudo, Fernando Rocha está confiante na vitória caseira. "Nestas coisas, não consigo separar-me da parte pragmática da emocional, a minha opinião está condicionada pelo meu gosto clubístico. Acredito no 2-0 para o Porto", admitiu o humorista que deixou uma mensagem a Farioli, aos jogadores e à equipa técnica: "Não se deixem influenciar pelo que as notícias têm dito nos últimos dias, que a crise está instalada no clube: bloqueiem e protejam-se."
Concluindo, o humorista realçou a boa fase que se tem vivido no Porto, sem tirar mérito à formação de Alcochete. "O Sporting está a passar por uma fase muito positiva. É como a ondulação do mar, as ondas nem sempre estão no seu pico e a maré tem estado virada para o Sporting nos últimos tempos", também em declarações ao jornal Record.
Em análise do mesmo, relativamente à conferência de imprensa focada no jogo frente ao AFS, técnico leonino foi alvo de críticas face às suas declarações
05 Fev 2026 | 12:39 |
Com base na conferência de imprensa da passada quarta-feira, esta relativa ao jogo frente ao AFS para os quartos-de-final da Taça de Portugal, Rui Borges disse que "a sorte dá trabalho", ao abordar as últimas quatro vitórias do Sporting nos momentos finais de cada jogo. Contudo, apesar de Hugo Vasconcelos dar razão ao técnico leonino, o jornalista não deixa de parte que, por isso mesmo, o Clube "anda a viver sobre o arame".
"Este Sporting anda a viver sobre o arame"
"A sorte dá muito trabalho, e não se deve tirar o mérito à capacidade do leão de vencer jogos com golos na compensação. Mas não deixa de ser sorte. «Acabamos por ser felizes em marcar, mas a felicidade é tanta no início como no último minuto», disse também o treinador... e aí já não consigo concordar. Na verdade, este Sporting anda a viver sobre o arame — tem mostrado um equilíbrio tremendo para não cair, mas está muito menos seguro do que se tivesse os dois pés assentes na terra", destacou.
"Que a equipa de Rui Borges tenha conseguido chegar aos triunfos aos 90' ou depois disso é um ótimo sinal — dá conta da resiliência, da convicção, da força psicológica da equipa. Mas o que o treinador tem de questionar é: porque é que isso tem sido necessário?; porque é que o Sporting, nos últimos quatro jogos, chegou aos 89' sem estar a vencer?", sublinhou o jornalista.
"Em Arouca e frente ao Nacional a produção ofensiva terá ficado aquém das expetativas"
"E se contra PSG e Athletic Bilbao, atendendo à força dos adversários, não é difícil compreendê-lo (embora a qualidade, ou falta dela, da exibição na primeira parte no País Basco não deixe de ser preocupante), já em Arouca ou diante do Nacional a produção ofensiva do leão terá ficado bem aquém das expectativas, considerando as diferenças na classificação da Liga", disse Hugo Vasconcelos.
"Por isso, sim, tem havido mérito mas também sorte na forma como o Sporting tem conseguido ganhar ao cair do pano. Mas mais que isso: esse mérito, e essa sorte, não devem servir para esconder o que está menos bem", concluiu assim o jornalista, ao dizer que os leões não se devem debruçar tanto sobre a sorte.
Quase um mês depois do seu despedimento como treinador do Manchester United, surpreendendo as expetativas, timoneiro português opta por outra opção
05 Fev 2026 | 12:21 |
Praticamente um mês depois desde que Ruben Amorim foi demitido do comando técnico da equipa principal do Manchester United, na sequência de uma primeira metade de temporada aquém das expetativas, o antigo treinador do Sporting - que tem mais duas renovações na calha - surpreende ao fazer um 'voto de silêncio'.
Em Inglaterra, havia a expetativa de que o treinador português pudesse vir a público explicar, ao certo, o que aconteceu para que a relação entre ambas as partes se tivesse deteriorado de forma tão súbita, mas até ao momento, este nunca chegou a abordar o assunto. Nem o irá fazer, pelo menos, no futuro próximo, de acordo com informações veiculadas, esta quarta-feira, pelo jornal britânico Daily Mail.
A publicação cita uma "fonte bem colocada em Portugal" para garantir que o ribatejano não irá quebrar o silêncio, pelo menos, até ao final da presente época de 2025/26, com o propósito claro de não perturbar o trabalho que o sucessor no cargo, Michael Carrick, tem vindo de desenvolver, em Old Trafford.
As duas primeiras semanas do antigo internacional inglês no banco de suplentes dos red devils não podia ter corrido de melhor maneira, uma vez que somou por vitórias as três partidas já disputadas, perante Manchester City (em Old Trafford, por 2-0), Arsenal (no Emirates Stadium, por 2-3) e, mais recentemente, Fulham (em Old Trafford, por 3-2).
Como resultado, a equipa ascendeu à quarta posição da Premier League (a última que vale uma vaga na próxima edição da Liga dos Campeões), com 41 pontos conquistados ao cabo de 24 jornadas. À sua frente, encontram-se, apenas, o Arsenal (com 53 pontos), o Manchester City (com 47) e o Aston Villa (com 46).
Com o Clássico bastante próximo, que é exigente no que toca à conquista do tricampeonato, camisola 8 do Clube tem objetivo em mente
05 Fev 2026 | 11:44 |
Pote voltou a ser decisivo no último domingo, ao abrir caminho à vitória do Sporting frente ao Nacional (2-1). O golo apontado em Alvalade teve um significado especial, já que representou o 100.º tento da carreira sénior do camisola 8, sete deles apontados ao serviço do Famalicão, antes da chegada aos leões.
Com a confiança reforçada, o extremo já tem a mira apontada ao Clássico da 21.ª jornada da Liga, frente ao Porto, agendado para a próxima segunda-feira. O Sporting - que sofre reviravolta no que toca ao regresso de Ioannidis - desloca-se ao Dragão com a possibilidade de reduzir a diferença pontual para o líder do campeonato, atualmente fixada em quatro pontos, num encontro que poderá ter impacto direto na luta pelo primeiro lugar.
O encontro de domingo marcou também o regresso de Pote às opções iniciais, depois de uma paragem prolongada devido a lesão. O internacional português não era titular desde 5 de dezembro do ano passado, no empate frente ao Benfica, na Luz, jogo em que também marcou, então o 99.º golo da sua conta pessoal. Frente ao Nacional, confirmou a importância no momento em que voltou ao onze.
Rui Borges tem sublinhado publicamente o peso do camisola 8 do Clube no coletivo. Após o regresso do jogador à competição, o treinador foi claro na análise: "O Pote é claramente diferenciado, a música é outra [risos]. O Pote faz crescer toda a gente, ou fez crescer, neste caso".
Vale a pena recordar que antes do Clássico, o Sporting entra em campo nesta quinta-feira, dia 5 de fevereiro, frente ao AFS. O encontro, a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á às 20h45, em Alvalade.