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Futebol
15 Fev 2020 | 23:27 |
Após o empate a uma bola frente ao Rio Ave FC (LER AQUI), o treinador do Sporting CP considerou que o golo cedo alterou todo o rumo do jogo: “O golo cedo condicionou aquilo que era a nossa estratégia. No entanto, muito mérito do Rio Ave. Apresentaram-se de uma maneira diferente daquilo que estávamos à espera. Demorámos alguns minutos a adaptarmo-nos e, quando o fizemos, equilibrámos o jogo. De qualquer das formas, foi um jogo desinspirado da nossa parte”.
Na análise ao jogo, Silas considerou que, dadas as circunstâncias, o empate acaba por ser positivo, mas não estava satisfeito com a exibição dos seus comandados: “Estarmos a perder, com um jogador a menos, na casa de uma equipa difícil, e acabarmos por conseguir empatar acaba por ser positivo. No entanto, no geral, o nosso jogo não foi positivo e tem que ser muito melhor daquilo que foi. Temos de fazer melhor, honestamente. Temos que jogar mais do que jogámos. Não há desculpa. Foi um dia desinspirado da nossa parte. Foi a nossa pior exibição desde que estou aqui”. Silas frisou ainda que “quando temos bola, temos que fazer mais e melhor. Temos que fazer melhor passe, melhor condução, melhor domínio. Temos que fazer melhor tudo. A falta de inspiração que tivemos hoje não é normal, mas acabou por acontecer”.
Relativamente à reação da equipa depois da expulsão de Sebastián Coates, o comandante do futebol verde e branco elogiou aos seus jogadores: “Com menos um homem, não deixámos de acreditar e fomos felizes, mas foi uma felicidade que procurámos. Mesmo com menos um jogador, não deixámos de acreditar que podíamos chegar ao golo e foi o que aconteceu. Do mal o menos, conseguimos ainda levar um ponto num jogo difícil onde acho que o Rio Ave teve muito mérito”.
Acerca das ausências de Vietto ou Marcos Acuña, por exemplo, o treinador do Sporting CP admitiu que “as ausências condicionam-nos porque estamos sempre a fazer alterações, mas, mesmo assim, os jogadores que jogaram que têm qualidade para jogar no Sporting. Mesmo com ausências, temos de fazer mais do que aquilo que fizemos”.
Por fim, Silas afirmou que “neste momento, estamos em quarto e temos de olhar para cima. Não considero o terceiro lugar positivo e o quarto muito menos, que é onde nós estamos agora”.
Jogador ainda aguarda por se mostrar na equipa orientada por Rui Borges e já começa a ver possibilidades num futuro muito próximo
01 Out 2026 | 17:02 |
Kaique Pereira continua à espera da primeira oportunidade oficial com a camisola do Sporting. Contratado ao Palmeiras no último mercado por quatro milhões de euros, o guarda-redes brasileiro trabalha em Alcochete com o objetivo de ganhar espaço nas opções de Rui Borges.
Segundo revela o jornal O Jogo, a ausência de Rui Silva, atualmente ao serviço da Seleção Nacional, tem permitido a Kaique ter maior protagonismo nos trabalhos da equipa principal e aprofundar a adaptação às ideias do treinador leonino.
O guardião chegou a Alvalade para assumir o papel de principal concorrente do internacional português. Depois de passagens por Farense, em 2024/25, e Nacional, na temporada seguinte, Kaique procura agora dar o passo seguinte e estrear-se oficialmente pelo Sporting.
A gestão feita por Rui Borges na última época deixa aberta a possibilidade de o brasileiro receber oportunidades nas competições a eliminar. João Virgínia, então alternativa a Rui Silva, foi utilizado em vários encontros da Taça de Portugal e da Taça da Liga.
Na prova rainha, Virgínia defendeu diante de Paços de Ferreira, Marinhense, Santa Clara e Aves SAD, antes de Rui Silva regressar à baliza nas meias-finais, frente ao Porto, e na final, diante do Torreense. Também na Taça da Liga houve rotação. O ex-guardião leonino jogou nos quartos de final, contra o Alverca, mas o número 1 voltou a assumir a titularidade nas meias-finais diante do Vitória de Guimarães.
Jogadores do Clube de Alvalade não têm qualquer descanso nesta pausa para compromissos internacionais e Rui Borges vê problema
01 Out 2026 | 16:44 |
Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar vão regressar ao Sporting depois de uma autêntica maratona ao serviço da seleção do Uruguai. Quando voltarem a Lisboa, os dois jogadores terão percorrido cerca de 42.750 quilómetros durante esta pausa internacional, cenário que preocupa Rui Borges antes da deslocação ao terreno do Braga.
A dupla começou a viagem ao deixar Lisboa rumo a Montevideu, num percurso de aproximadamente 9.510 quilómetros. Depois do estágio inicial na capital uruguaia, Maxi e Zalazar viajaram para Sendai, no Japão, somando mais 18.530 quilómetros.
No primeiro encontro da digressão, o Uruguai perdeu por 3-1 frente ao Japão. Maxi Araújo cumpriu 84 minutos e marcou um golo, enquanto Rodrigo Zalazar foi utilizado durante 22. Seguiu-se nova deslocação, desta vez de 1.280 quilómetros até Seul, na Coreia do Sul.
A seleção orientada por Diego Forlán respondeu com um triunfo expressivo por 4-1. O lateral do Sporting jogou os 90 minutos e ainda assistiu De Arrascaeta para um dos golos, enquanto Zalazar somou apenas 13 minutos, acumulando assim muito menos desgaste competitivo do que o companheiro.
A comitiva uruguaia seguiu depois para Mumbai, na Índia, numa viagem de cerca de 5.580 quilómetros. O último encontro desta pausa está marcado para terça-feira, diante da seleção indiana, sendo que Maxi poderá ser alvo de alguma gestão depois da elevada utilização nos primeiros dois jogos.
Concluído o compromisso, os dois jogadores terão ainda pela frente cerca de 7.850 quilómetros até Lisboa. Feitas as contas, Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar completarão aproximadamente 42.750 quilómetros entre viagens pela seleção antes de voltarem às mãos de Rui Borges, com o Sporting a jogar no terreno do Braga a 9 de outubro, para o qual ambos estão em dúvida.
Médio espanhol chegou ao Clube de Alvalade no último mercado de transferências e é o reforço que tem dado mais garantias a Rui Borges
01 Out 2026 | 16:16 |
Sergi Altimira demorou pouco tempo a assumir um papel central no Sporting. Contratado ao Betis por 18,25 milhões de euros, o médio espanhol de 25 anos transformou-se numa das principais garantias de estabilidade de Rui Borges numa equipa profundamente renovada.
Os números oficiais da Liga ajudam a explicar a importância do camisola 6. Altimira lidera isolado o ranking de recuperações de bola, com 59 ações, deixando Pedro Pacheco, do Santa Clara, no segundo lugar, com 50, e Clément Lenglet, do Benfica, em terceiro, com 43.
A capacidade para recuperar a posse, posicionar-se e dar continuidade à construção permitiu ao espanhol assumir uma missão particularmente exigente no Sporting: preencher o espaço deixado por Morten Hjulmand no meio-campo leonino.
A confiança de Rui Borges também fica evidente na utilização. Altimira é o jogador de campo com mais minutos nesta fase da temporada, somando 718, apenas dois abaixo de Rui Silva, que lidera globalmente o plantel com 720 minutos.
O peso do médio aumentou ainda durante a recente pausa para compromissos internacionais. Enquanto grande parte do plantel esteve ao serviço das respetivas seleções, Altimira foi um dos poucos elementos do núcleo principal que permaneceu na Academia Cristiano Ronaldo.
Rui Borges aproveitou esse período para trabalhar mais de perto as dinâmicas do espanhol, tanto na decisão com bola como nos movimentos sem posse. O objetivo passa por torná-lo ainda mais influente na organização coletiva e consolidar os automatismos do novo meio-campo do Sporting.