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Lenda do Sporting defende reintegração de Jeremiah St. Juste: "Já deu créditos"
09 Jan 2026 | 12:32
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08 Nov 2024 | 07:24 |
O Legia Varsóvia, de Rúben Vinagre, goleou o Dinamo Minsk, por 4-0, em partida válida para a terceira jornada da Conference League. O jogador emprestado pelo Sporting voltou a estar em destaque com nova assistência ao serviço do emblema polaco, além da titularidade.
Neste triunfo, que colocou o emblema do ala cedido pelos leões na liderança (à condição) da prova, com nove pontos somados, Vinagre acabou por fazer o passe para o terceiro golo, marcado por Luquinhas – que bisou na partida -, à passagem pelos 55 minutos. O jogador português, que não contou para Rúben Amorim, foi posteriormente substituído, aos 73 minutos.
O Légia de Varsóvia deverá exercer a opção de compra por Rúben Vinagre. Os polacos vão investir 2,5 milhões de euros, valor da cláusula de opção de compra que ficou estipulada no início do empréstimo. Os leões vão receber apenas 1,25 milhões, uma vez que o Wolverhampton tem direito a 50% do negócio.
Rúben Vinagre tem passado de empréstimo em empréstimo desde que foi adquirido em definitivo pelo Sporting: foi cedido aos ingleses do Everton durante a época 22/23; depois, em 23/24, esteve até janeiro no Hull City, do Championship, e entre janeiro e junho no Hellas Verona, equipa italiana. Na época 24/25, a solução encontrada foi o Légia de Varsóvia.
A temporada de Rúben Vinagre ao serviço do Légia de Varsóvia tem sido bastante positiva. O lateral esquerdo de 25 anos tem sido uma das principais peças da turma orientada por Gonçalo Feio, contando já com 22 jogos (1.794 minutos) e oito assistências.
Assistência sublime de Rúben Vinagre pelo Légia:
Mais recentes declarações do internacional dinamarquês são tema de conversa no Clube de Alvalade, devido a vários elogios a dragões
09 Jan 2026 | 14:56 |
A afirmação de Victor Froholdt em 2025 continua a merecer reconhecimento além-fronteiras e valeu-lhe a distinção de Futebolista do Ano na Dinamarca. Entre os muitos elogios recebidos, destacam-se os de Morten Hjulmand, capitão do Sporting, que não hesitou em voltar a sublinhar o impacto do médio do Porto tanto no clube como na seleção dinamarquesa.
"Pude ver desde o início, quando o Victor se juntou a nós [na seleção dinamarquesa], que o ritmo era muito alto. Joga rápido. Aquela capacidade de corrida e a energia que traz, tanto para o clube como para a seleção... Isso faz com que nos sintamos seguros por tê-lo, porque sabemos quão grandes são os espaços que ele cobre e como ele preenche o campo. Isso dá muito à equipa", destacou o médio leonino, que foi um dos nomes superados por Froholdt na corrida ao prémio.
Também Pierre-Emile Hojbjerg, internacional dinamarquês e médio do Marselha, deixou palavras de grande admiração pelo jovem centrocampista, elogiando não apenas o rendimento em campo, mas também o perfil humano: "Acho que o Victor tem uma atitude fantástica em campo e fora dele. Trabalha arduamente. Se alguém de 13, 14 ou 15 anos olhar para cima e perguntar: 'Que tipo de abordagem devo ter perante as coisas?', acho que o Victor Froholdt é um excelente exemplo. Trabalha arduamente e é humilde, mas mantém-se firme e entrega-se ao jogo".
Hojbjerg deixou ainda uma nota de apoio pessoal ao companheiro de seleção: "Se ele precisar de um bom conselho ou quiser apoiar-se um pouco num colega, será sempre bem-vindo. Caso contrário, tem permissão para continuar a cavalgar por aí fora".
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Morten Hjulmand – avaliado em 50 milhões de euros – participou em 26 partidas: 16 na Liga Portugal Betclic, seis na Liga dos Campeões, duas na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga outra na Supertaça. Nos 2.342 minutos em que esteve em campo, o capitão dos leões marcou dois golos e fez três assistências.
Equipa leonina sofreu um grande desaire frente a rival e perde pontos importantes na qualificação para a próxima fase de competição europeia
09 Jan 2026 | 14:25 |
Edu Bosch, treinador de hóquei em patins do Sporting, lamentou a derrota por 4-1 frente ao Benfica, jogo da Liga dos Campeões de hóquei em patins, que se realizou no Pavilhão João Rocha, na última quinta-feira, dia 9 de janeiro.
Edu Bosch: “Não foi um grande jogo nosso”
“Acho que entrámos muito bem, mas temos de reconhecer que não foi um grande jogo nosso, sobretudo perdemos na intensidade e quando não se consegue igualar essa intensidade é muito difícil competir. Tentámos, os jogadores tentaram, porque têm coração, sentem a camisola que vestem, mas não chegámos ao que nós somos”, começou por analisar o treinador espanhol.
Bosch definiu a meta que quer cumprir na Liga dos Campeões. “O nosso objetivo é ficar entre os quatro primeiros para poder aceder a uma final-8 no mês de maio, onde vão estar oito grandíssimas equipas”.
Edu Bosch: “Estivemos menos intensos”
"Estamos em crescimento, também se cresce com estas derrotas e temos de aprender e se domingo (empate 2-2 na Luz para o Campeonato) estávamos contentes, temos de aprender. Não se decide nenhum título nesta altura e havemos de chegar a esse momento muito mais fortes. Poderia esconder-me com lesões, extracomunitários, mas hoje estivemos menos intensos do que normalmente somos nós e que estes jogos pedem", acrescentou Edu Bosch.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 11 de janeiro, frente ao CA Feira. O encontro diante da turma da terceira divisão nacional, a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal, jogar-se-á às 17h00, em Santa Maria da Feira.
Futebolista da equipa principal do Clube de Alvalade foi chamado a falar sobre quem admira na sua posição e resposta está a dar que falar
09 Jan 2026 | 14:21 |
Rui Silva, guarda-redes do Sporting, foi convidado do programa Futebol Arte, da Sport TV, onde falou do seu percurso, das referências que o marcaram e da evolução do papel do guarda-redes no futebol moderno. Questionado sobre os nomes que o inspiraram em Alvalade, o internacional português não hesitou em destacar várias figuras marcantes da baliza leonina.
"De grandes guarda-redes que tenho memória no Sporting? Vários... desde Peter Schmeichel, Nélson, Tiago... que agora é meu treinador de guarda-redes e também Rui Patrício que é uma grande referência", começou por realçar o jogador leonino.
Rui Silva abordou ainda a transformação do guarda-redes português ao longo dos anos, sublinhando a crescente exigência técnica da posição: "Cada vez se consegue distinguir mais. No meu tempo, quando iniciei, não se falava tanto em guarda-redes. O meu primeiro treinador nessa área foi com apenas 18 anos e não tive aquela escola necessária. Sabia defender mas não estava identificado com as partes técnicas que são cada vez mais importantes".
Olhando para o futebol internacional, o 'camisola 1' do Sporting apontou Ter Stegen como um modelo a seguir: "É uma referência. Cada vez mais um guarda-redes é um jogador de equipa, muito mais solicitado, antigamente apenas servia para defender. Agora tem de ter uma leitura da profundidade, saber construir... enfim. Na minha opinião Ter Stegen é um dos mais completos. Um grande modelo para todos os guarda-redes".
Rui Silva recordou também as dificuldades sentidas na adaptação ao Betis, após vários anos em contextos competitivos distintos: "Faz sentido quando se fala de guarda-redes de equipa grande. Estive muitos anos no Nacional da Madeira e no Granada, equipas onde tive de me adaptar a uma forma diferente, pois eram os adversários que tinham posse e tinha mais trabalho. Quando cheguei ao Betis foi diferente e no início custou-me bastante. Com uma defesa muito mais subida, a controlar a profundidade, mais leitura...E qualquer deslize é fatal. Ficamos muito tempo sem participar no jogo e quando eles vão à nossa baliza temos de estar lá! É preciso manter o foco e concentração para ser eficaz. Esta posição tem muito a ver com isso: eficácia".