Futebol
Altimira abre o jogo sobre a chegada ao Sporting e revela quem deu 'ajuda'
01 Jul 2026 | 09:50
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Futebol
10 Out 2023 | 19:49 |
Em 2030, com a realização do Mundial, Portugal encarará uma nova e desafiante prova: a de responder à evolução do futebol como espetáculo. Segundo Nuno Correia da Silva, há uma série de exigências às quais os estádios selecionados- nos quais o Estádio José Alvalade se inclui- terão de conseguir responder.
O antigo representante da Holdimo na administração leonina começa por relembrar as últimas competições europeias que se disputaram em território luso: ''No Europeu de 2004, construíram-se novos estádios em abundância, resultando em instalações mais dignas, confortáveis e seguras. Foi um marco que permitiu ao futebol português virar uma nova página, é certo que sim, mas, na Copa do Mundo vai ser diferente.''
Admite depois que, na próxima Copa do Mundo, as mudanças terão de ser outras: "Em 2030, com o Mundial, enfrentaremos uma nova provação, a de saber responder à tendência do futebol enquanto espetáculo. Hoje, e cada vez mais, o futebol é muito mais que 90 minutos de jogo. Ir ao estádio é, e deverá continuar a ser, uma experiência, um facto de reunião de amigos ou família, mas sempre um momento de partilha e de festejo".
Conclui o seu raciocínio da seguinte forma: ''O resultado do jogo continua a ter um impacto significativo no estado de espírito dos adeptos, mas o futebol deve ser uma celebração que vai além das quatro linhas do campo. Em 2030, precisamos de estádios renovados que ofereçam uma gama diversificada de serviços, uma abordagem holística focada no bem-estar das pessoas e na dimensão familiar. Isso inclui restaurantes de diferentes estilos, espaços comerciais, áreas de entretenimento, cinemas, ginásios e tudo o que proporciona experiências agradáveis e dias plenos.''
Por fim, dá exemplos de diversos estádios onde essas mudanças já foram realizadas como, por exemplo, o Westfalenstadion, do Borussia de Dortmund, que promove uma ligação estreita entre o clube e os adeptos, e que é conhecido por nunca ter ninguém sentado, tal é a 'paixão' pelo jogo.
Confira aqui este momento épico no Estádio José Alvalade:
Mercado de verão de 2026 está a revelar-se especialmente rentável para o Clube de Alvalade, que ainda não vendeu qualquer pilar da turma de Rui Borges
01 Jul 2026 | 10:43 |
O mercado de verão de 2026 está a revelar-se especialmente rentável para o Sporting. Entre vendas já concretizadas, encaixes provenientes de antigos jogadores e verbas geradas pelo Mecanismo de Solidariedade da FIFA, a SAD liderada por Frederico Varandas já assegurou cerca de 88 milhões de euros.
Contas feitas, a maior fatia desse montante resulta das transferências de Geovany Quenda, por 50 milhões de euros, e de Alisson Santos, que rendeu 16,5 milhões aos cofres leoninos. São duas operações que já estavam previstas pela estrutura e que permitiram reforçar significativamente a capacidade financeira do Clube.
Além das vendas diretas, o Sporting continua a beneficiar da valorização de antigos jogadores - como de Afonso Moreira e, muito em breve, Mateus Fernandes. As cláusulas negociadas em transferências anteriores, bem como o Mecanismo de Solidariedade da FIFA, têm garantido novos encaixes sempre que futebolistas formados em Alcochete protagonizam mudanças de clube.
Esta estratégia permite aos leões aumentar as receitas sem afetar de forma significativa o plantel de Rui Borges, que já recebeu vários reforços neste mercado. Ao mesmo tempo, a administração mantém margem financeira para atacar novos alvos, caso surjam oportunidades nas próximas semanas.
De resto, a administração do Sporting continua concentrada nos principais processos de saída. Morten Hjulmand permanece fortemente associado ao Atlético Madrid, enquanto Pedro Gonçalves, Francisco Trincão e Maxi Araújo continuam a despertar interesse de clubes das principais ligas europeias. Daniel Bragança entra no último ano de contrato e Giorgi Kochorashvili também surge entre os jogadores que podem deixar Alvalade.
Jogador formado em Alvalade está muito perto de protagonizar uma das maiores transferências deste mercado de verão, transferindo-se do West Ham para o Tottenham
01 Jul 2026 | 10:31 |
Mateus Fernandes está muito perto de protagonizar uma das maiores transferências deste mercado de verão. O médio formado no Sporting deverá trocar o West Ham pelo Tottenham, num negócio que também irá render vários milhões de euros aos cofres leoninos.
Segundo o jornalista David Ornstein, do The Athletic, os spurs chegaram a acordo para contratar o internacional português por 98 milhões de euros fixos. A concretizar-se, será a transferência mais cara da história do clube londrino, ultrapassando os 65 milhões de euros investidos em Xavi Simons na temporada passada.
Além do impacto em Inglaterra, o negócio terá reflexos diretos em Alvalade. Graças ao mecanismo de solidariedade da FIFA, o Sporting deverá encaixar cerca de 3,43 milhões de euros, uma vez que Mateus Fernandes cumpriu grande parte da formação na Academia Cristiano Ronaldo.
O médio, de 21 anos, representou o Sporting durante oito temporadas e chegou a realizar a pré-temporada de 2023/24 com a equipa principal, então orientada por Ruben Amorim. Nesse verão foi vendido ao Southampton por 15 milhões de euros, aos quais poderiam juntar-se mais cinco milhões mediante objetivos.
Depois de se destacar em Inglaterra, Mateus Fernandes transferiu-se para o West Ham, que agora prepara uma venda milionária para o Tottenham. O negócio permitirá ao Sporting voltar a beneficiar financeiramente da valorização de um jogador formado em Alcochete, reforçando os cofres da SAD liderada por Frederico Varandas.
Verdes e brancos regressam esta quarta-feira, dia 1 de julho, aos trabalhos na Academia Cristiano e próximo passo do mercado é resolver excedentários
01 Jul 2026 | 10:16 |
O Sporting mudou a estratégia neste mercado de verão e decidiu antecipar a maioria dos reforços para Rui Borges. Ao contrário das últimas épocas, a SAD liderada por Frederico Varandas entrou cedo em ação e garantiu cinco contratações ainda antes do arranque oficial da pré-temporada.
Rodrigo Zalazar, Issa Doumbia, Sergi Altimira, Silas Andersen e Pedro Lima já foram assegurados pela estrutura leonina, composta por Frederico Varandas, Rui Borges, Bernardo Palmeiro e Flávio Costa. O próximo objetivo passa pela contratação de um extremo para o corredor esquerdo, com Yeremay Hernández a manter-se como o principal alvo, apesar das elevadas exigências do Deportivo da Corunha.
No total, o Sporting já investiu 79,75 milhões de euros neste mercado, mas continua com margem financeira para novas operações. Em sentido inverso, os leões encaixaram verbas importantes com as vendas de Alisson Santos para o Nápoles, Rodrigo Ribeiro para o Augsburgo e Diogo Travassos para o Braga.
Além das entradas, a administração leonina continua concentrada nos principais processos de saída. Morten Hjulmand permanece fortemente associado ao Atlético Madrid, enquanto Pedro Gonçalves, Francisco Trincão e Maxi Araújo continuam a despertar interesse de clubes das principais ligas europeias. Daniel Bragança entra no último ano de contrato e Giorgi Kochorashvili também surge entre os jogadores que podem deixar Alvalade.
Com o grupo já reunido na Academia Cristiano Ronaldo para o arranque da nova temporada, a prioridade imediata passa por resolver a colocação de vários excedentários. Biel, Souleymane Faye, Alexandre Brito, Sotiris Alexandropoulos, Koba Koindredi, Mateo Tanlongo e Rafael Pontelo estão entre os atletas que poderão abandonar o Sporting, enquanto novas entradas dependerão da concretização de vendas durante as próximas semanas.