Futebol
Rui Borges mantém dúvida estratégica no Sporting antes da Taça da Liga
05 Jan 2026 | 08:19
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03 Mar 2020 | 22:04 |
O Sporting CP foi, esta noite, derrotado pelo FC Famalicão, por 3-1. Aos quatro minutos, Uros Racic inaugurou o marcador. Pouco depois, aos oito, Diogo Gonçalves fez o 2-0. Ainda na primeira parte, Sebastián Coates fez o 2-1. No entanto, na segunda parte, Diogo Gonçalves voltou a fazer o gosto ao pé e fechou as contas. Esta foi a 15.º derrotada da época e deixa o Sporting CP a quatro pontos do terceiro lugar, que é ocupado pelo SC Braga, com 43. Tal como já havia acontecido na partida diante do Rio Ave FC, em que os vilacondenses marcaram logo no arranque do jogo, o mesmo voltou a acontecer em Vila Nova de Famalicão. Aos quatro minutos, Diogo Gonçalves tentou o cruzamento, mas Marcos Acuña cortou a bola, que sobrou para Uros Racic. De primeira, o sérvio disparou para o fundo das redes. Estava feito 1-0, quando o FC Famalicão nada tinha feito para tal. https://twitter.com/vsports_pt/status/1234936024968650753 No entanto, o cenário haveria de piorar. Aos oito minutos, numa transição rápida, Diogo Gonçalves, no corredor esquerdo, recebeu completamente solto e fez o 2-0. Se, no primeiro golo, há grande mérito de Racic, neste segundo golo, o posicionamento defensivo da equipa verde e branca deixa muito a desejar. Nota, também, para a assistência de Fábio Martins, que colocou Diogo Gonçalves na cara de Luís Maximiano. https://twitter.com/vsports_pt/status/1234935612303724544 A péssima entrada do conjunto de Jorge Silas valeu mais um recorde negativo: há 40 anos que Sporting CP não sofria dois golos nos primeiros nove minutos. Para encontrarmos tal cenário, temos de recuar até 1980, numa partida frente ao SC Braga, que haveria de terminar empatada a duas bolas. Aos 17 minutos, o primeiro rugido do leão. Pela esquerda, Jovane Cabral cruzou para Šporar, que, num primeiro momento, falhou o desvio. Na sequência do lance, Jovane voltaria a cruzar, mas desta vez para Luciano Vietto, que rematou com perigo, mas a defesa famalicense impediu o golo verde e branco. A bola sobrou, novamente, para Šporar, mas o esloveno, em posição complicada, rematou às malhas laterais. Por esta altura, o Sporting CP parecia estar melhor no jogo e corrida atrás do prejuízo. Aos 32 minutos, depois de uma boa jogada coletiva da turma de Alvalade, Luciano Vietto tentou a sua sorte e o remate não saiu longe da baliza do FC Famalicão. Era mais um sinal que refletia as melhorias leoninas. Em cima do intervalo, de bola parada, os leões chegariam mesmo ao 2-1. Marcos Acuña bateu o livre e Sebastián Coates subiu ao segundo andar e cabeceou para o fundo das redes. Vaná Alves ficou pregado ao chão. Foi o 15.º golo do uruguaio com a listada verde e branca – o quinto esta temporada – igualando o máximo que alguma vez conseguiu numa época com o leão rampante ao peito. Desta forma, o Sporting CP recolheu aos balneários a perder, por 2-1, mas com o ascendente emocional do seu lado. https://twitter.com/vsports_pt/status/1234944501837418496 Na segunda parte, o primeiro sinal de perigo veio dos pés de Jovane Cabral. Aos 50 minutos, o extremo formado em Alcochete rematou por cima da baliza famalicense. Os leões voltaram a estar perto do golo em cima da hora de jogo. No corredor direito, Acuña cruzou com conta, peso e medida, mas o argentino, na cara de Vaná, não acertou na baliza. Uma perdida flagrante. Vietto podia e devia ter feito mais. Este lance simbolizava, também, o jogo nada bem conseguido por parte do jogador de 26 anos. Apesar do domínio leonino, a verdade é que o FC Famalicão estava a conseguir controlar as manobras ofensivas do Sporting CP. Por conseguinte, em mais uma transição rápida (já não era a primeira!), aos 66 minutos, a turma de João Pedro Sousa chegou aos 3-1. Vietto falhou o passe, Pedro Gonçalves foi por ali fora e assistiu Diogo Gonçalves, que rematou cruzado. Luís Maximiano pouco ou nada podia fazer. Mais uma vez, a transição defensiva da equipa (ainda) de Jorge Silas foi, no mínimo, mal conseguida. Dentro do último quarto de hora, o treinador português realizou a primeira substituição. Eduardo Henrique deu o lugar a Francisco Geraldes. Logo de seguida, seria a vez de Rafael Camacho substituir Valentin Rosier, que não saiu nada satisfeito. Até ao final, já com Pedro Mendes dentro das quatro linhas, os leões foram à procura, pelo menos, do empate, mas sem sucesso. Pelo meio, tempo para Luís Maximiano fazer ainda uma excelente intervenção. Todavia, o resultado final foi mesmo o 3-1. Assim sendo, o Sporting CP somou mais uma derrota – a 15.ª esta temporada, oitava para a Liga NOS – e continua no quarto lugar, com 39 pontos, e fica ainda mais longe do terceiro lugar, que é ocupado pelo SC Braga, com 43. O conjunto leonino volta a entrar em campo no próximo domingo, 8 de março, pelas 17h30, no Estádio José de Alvalade, frente ao Desportivo das Aves.
Fotografia de Sporting CP
Leões realizaram a derradeira sessão de trabalhos de preparação para a meia-final da Taça da Liga nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro
05 Jan 2026 | 11:00 |
Más notícias: Zeno Debast não fez parte do último treino do Sporting nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro, em preparação para a meia-final da Taça da Liga, frente ao Vitória de Guimarães. Rui Borges mantém o mesmo número de ausências.
Nos primeiros 15 minutos abertos à comunicação social, todos estavam à espera da reintegração do internacional belga nos trabalhos dos verdes e brancos, mas tal acabou por não se concretizar e o mesmo continua a recuperar de lesão afastado da restante equipa.
Ainda assim, há um ponto positivo a tirar do treino do Sporting: Luis Guilherme foi apresentado como reforço dos verdes e brancos no último domingo e hoje já esteve a trabalhar às ordens de Rui Borges, podendo ser opção para o embate diante dos vitorianos.
Nesta altura, os leões têm vários jogadores indisponíveis. Gonçalo Inácio, expulso de forma polémica frente ao Gil Vicente, está suspenso, numa altura em que há seis jogadores com problemas físicos (Pedro Gonçalves, Geovany Quenda, Daniel Bragança, Nuno Santos, Ricardo Mangas, Zeno Debast e Salvador Blopa), além de Geny Catamo e Ousmane Diomande que se encontram ao serviço das respetivas seleções na CAN.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 6 de janeiro, frente ao Vitória de Guimarães. O encontro, a contar para a meia-final da Taça da Liga, diante da turma liderada por Luís Pinto, jogar-se-á às 20h00, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
Antigo treinador do Sporting não terá aguentado as mais recentes discordâncias com a direção de Old Trafford depois dos últimos desenvolvimentos
05 Jan 2026 | 10:14 |
Ruben Amorim foi despedido do comando técnico do Manchester United nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro, após as declarações polémicas no final da partida diante do Leeds, na última jornada da Premier League, na qual os red devils voltaram a empatar (1-1).
A informação foi inicialmente avançada por Fabrizio Romano, jornalista especializado no mercado de transferências, através das suas contas pessoas. A mesma fonte dá conta que a decisão foi tomada pela direção do emblema de Old Trafford esta segunda-feira de manhã. Entretanto, o próprio United já oficializou a sua saída.
"Ruben Amorim deixou o cargo de Head Coach do Manchester United. Com o Manchester United no 6.º lugar da Premier League, a direção tomou, relutantemente, a decisão de que era o momento certo para fazer mudanças. Isto dará à equipa a melhor oportunidade possível de conseguir terminar o campeonato na posição mais alta possível. O clube gostaria de agradecer ao Ruben a sua contribuição e deseja-lhe o melhor para o futuro", pode ler-se no comunicado.
Vale lembrar que as relações do antigo treinador do Sporting com a estrutura do Manchester United ficaram por um fio depois das suas recentes palavras e, para já, o próprio clube confirmou que Darren Fletcher, atual treinador dos sub-18 e lenda dos red devils, irá assumir o leme da equipa principal já na próxima quarta-feira, pelas 20h15, para o confronto da 21.ª jornada da Premier League, perante o Burnley.
De acordo com o The Athletic, o contrato que une Ruben Amorim e Manchester United não contempla qualquer tipo de cláusula de rescisão. Assim sendo, salvo acordo contrário, os red devils terão de pagar ao ex Sporting a totalidade dos ordenados aos quais este teria direito até junho de 2027.
As palavras de Ruben Amorim que colocaram um ponto final na sua ligação aos red devils foram as seguintes: "Eu sei que vocês [jornalistas] recebem informação seletiva sobre tudo. Eu vim aqui para ser o manager [treinador-gestor com uma influência mais abrangente] do Manchester United, não para ser treinador. Isso é claro. Eu sei que o meu nome não é Conte, Mourinho ou Tuchel, mas sou o manager do Manchester United e assim vou continuar a ser por mais 18 meses ou até quando a direção decidir mudar. Portanto, é esse o meu ponto e vou finalizar isso. Não vou desistir. Vou fazer o meu trabalho até que outra pessoa ocupe o meu lugar".
Declarações do ex técnico do Sporting após novo empate dos red devils, desta vez frente ao Leeds, não terão caído bem junto dos responsáveis de Old Trafford
05 Jan 2026 | 08:43 |
Ruben Amorim poderá estar cada vez mais perto de deixar o comando técnico do Manchester United, na sequência do forte desabafo protagonizado no passado domingo, na conferência de imprensa que se seguiu ao empate (1-1) alcançado em Elland Road, frente ao Leeds.
Segundo revelou esta segunda-feira, 5 de janeiro, a rádio britânica talkSPORT, as declarações do antigo treinador do Sporting terão causado profundo desconforto junto da hierarquia dos red devils, apesar de, ainda em outubro, o co-proprietário do clube, Sir Jim Ratcliffe, ter assegurado publicamente que Amorim dispunha de um horizonte de “três anos” para recolocar o Manchester United no caminho dos títulos.
A mesma fonte adianta que o episódio terá sido o culminar de um clima de tensão crescente entre o técnico e o diretor de futebol, Jason Wilcox, motivado sobretudo por divergências em torno da estratégia de mercado e pela perceção, da parte de Amorim, de que a sua opinião tem sido sistematicamente desvalorizada nos processos de recrutamento.
As fricções terão começado ainda no último verão, quando o ex-treinador do Sporting identificou Ollie Watkins, do Aston Villa, como prioridade absoluta para reforçar o ataque, sublinhando o facto de o avançado já estar plenamente adaptado à Premier League. Contudo, a administração acabou por optar por Benjamin Sesko, contratado ao Leipzig por uma verba a rondar os 75 milhões de euros.
Seguiu-se a insistência em Antoine Semenyo, jogador do Bournemouth, numa altura em que Amorim defendia que os cerca de 65 milhões de libras exigidos pelo clube inglês deveriam ser investidos noutras áreas consideradas mais deficitárias do plantel. O extremo, refira-se, estará agora muito próximo de rumar ao Manchester City.
A este cenário junta-se ainda a indefinição em torno de Kobbie Mainoo. O jovem médio continua integrado no plantel principal apesar de ainda não convencer plenamente o treinador português, algo que Amorim interpreta como mais um sinal de falta de confiança da estrutura no seu critério técnico.
Confira as declarações de Ruben Amorim:
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05 Jan 2026 | 07:36