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Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
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19 Jun 2024 | 09:14 |
Um grupo de Sócios enviou um requerimento ao Sporting no qual pedia que, na ordem de trabalhos da próxima Assembleia Geral dos leões, fosse incluído na ordem de trabalhos um ponto relativo à alteração do regulamento, de modo a eliminar o voto eletrónico e promover o regresso ao papel. João Palma, Presidente da MAG verde e branca, explicou os motivos que o levam a indeferir o pedido.
"Desde logo porque o requerimento não tem cabimento ao abrigo da disposição estatutária que os requerentes invocaram para o apresentar, os números 2 a 4 do artigo 47.º dos estatutos. Estas são as razões formais. Depois porque a matéria que eles pretendem ver discutida, a questão da alteração ao regulamento da Assembleia Geral, é reservada pelos estatutos à própria Mesa da AG. Só a AG tem competência para proceder a alterações ao regulamento da AG e tem de ser a Mesa a elaborar, apresentar e submeter esse documento à aprovação dos sócios", começou por dizer, em declarações ao jornal Record.
"Sinto-me legitimado para pronunciar-me sobre o mérito das propostas, digamos assim, porque são matérias que dizem respeito ao funcionamento da Mesa. Uma delas é acabar com o voto eletrónico presencial, que tem dado provas de bom funcionamento e já existe desde antes de 2018; não há nenhuma razão para o alterar. Além disso, há o sentimento dos próprios sócios. Na AG de outubro, a proposta do Conselho Diretivo relativa ao iVoting foi votada por 3.771 sócios: 69,80% dos votantes, correspondentes a 71,65% dos votos, foram a favor do iVoting, ou seja, do alargamento do voto eletrónico, presencial e remoto, com o qual este grupo de sócios pretende agora terminar. Apesar de a proposta não ter sido aprovada, porque exigia uma maioria qualificada (75%) de votos e votantes, não faz nenhum sentido que se tente aqui voltar atrás, quando os sócios foram maioritariamente noutro sentido, da modernização do clube, que é aquilo que os órgãos sociais, e nomeadamente a Mesa da AG, pretendem fazer. No fundo, era andar para trás", acrescentou, atirando, de seguida, para a questão dos Núcleos.
"Um dos problemas que se coloca é exatamente esse. Nós queremos unir o Sporting, que tem um passado com imensas vicissitudes, sobretudo com muitos conflitos internos. Neste momento, fruto do trabalho de consolidação financeira do Conselho Diretivo e de vitórias, queremos contribuir para que os Sportinguistas se sintam cada vez mais unidos e envolvidos neste projeto. Se esta proposta fosse aceite, levaria a escolher alguns núcleos, necessariamente preterindo outros e, portanto, ajudaria a criar clivagens dentro do universo Sportinguista e dos próprios núcleos, que é tudo aquilo que nós queremos evitar, por bom-senso. Depois, há a questão prática. É impossível fazer umas eleições com mesas de voto nos núcleos. A AG tem um presidente, um vice-presidente e três secretários, somos cinco membros efetivos. Como é que os membros da Mesa, que têm de estar presentes no ato eleitoral, poderiam desdobrar-se por tantos locais? Era impossível. Se o que se quer é dar mais segurança ao voto, temos reparado, até em clubes congéneres, em situações verdadeiramente caricatas, de transporte de urnas fora de horas e sabe-se lá por quem… Era criar balbúrdia onde a balbúrdia não existe", defendeu.
A terminar, João Palma ainda respondeu se, durante o atual mandato, o Sporting pensa em colocação em prática o voto eletrónico remoto: "A minha opinião, como sócio do Sporting e presidente da Mesa, é que o voto eletrónico presencial e remoto, à distância, a partir de qualquer local onde se encontre um Sportinguista, seria um salto muito importante na democratização do clube, porque permitiria que todos os sócios pudessem participar ativamente na vida do clube, sobretudo nas assembleias gerais eleitorais, e isso seria uma conquista muito importante. Agora, o voto eletrónico, que eu efetivamente defendo e gostaria de ver implementado, não é uma iniciativa da Mesa da AG nem do seu presidente. Foi, já em outubro, uma iniciativa do Conselho Diretivo, e o próprio dr. Frederico Varandas, logo no momento dessa AG, anunciou que voltaria ao tema, até em função da maioria expressiva que votou a favor. Portanto, é uma iniciativa do CD, não só quanto à sua apresentação como quanto à oportunidade".
Ex candidato à presidência também chama a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium
23 Set 2026 | 16:51 |
O Relatório & Contas da Sporting SAD relativo à temporada 2025/26 continua a gerar reações e Bruno Sá deixou um alerta sobre o modelo financeiro apresentado pelo Clube de Alvalade. Apesar dos resultados positivos alcançados no último exercício, o ex candidato à presidência considera que existem encargos futuros que merecem atenção.
Entre os pontos destacados está um empréstimo cujo pagamento só terá início em 2029, coincidindo com o último ano do atual mandato. O empresário aponta este calendário como um dos aspetos que mais o preocupa nas contas apresentadas pela administração, liderada por Frederico Varandas, que viu o seu vencimento ser aumentado.
Bruno Sá chama também a atenção para a questão da lotação do Estádio José Alvalade e para a crescente aposta nas áreas premium, referindo que existem mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta destinada ao segmento premium continua a aumentar.
Outro dos alertas deixados prende-se com a dependência das receitas provenientes das transferências de jogadores. Na sua leitura das contas, o modelo atual obriga o Sporting a realizar mais de 100 milhões de euros em vendas de futebolistas todos os anos para garantir a sustentabilidade financeira.
B. Sá: “Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura"
“Hoje há lucro. Em 2029 chega a fatura. Li o Relatório e Contas da SAD 2025/26 e as contas revelam um modelo que me preocupa. Temos um empréstimo que só começa a ser pago por volta de 2029, no último ano deste mandato. Temos mais de 15,8 mil sócios à espera de lugar, enquanto a oferta premium não para de crescer. E temos um modelo que obriga a vender mais de 100M€ em jogadores todos os anos. Nos slides deixo três propostas para um Sporting que ganha sem hipotecar o futuro”, escreveu Bruno Sá.
Outro dado que merece destaque no Relatório & Contas apresentado prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva
23 Set 2026 | 12:53 |
Os gastos com o pessoal da Sporting SAD ultrapassaram, pela primeira vez, a barreira dos 100 milhões de euros numa temporada. De acordo com o Relatório & Contas referente ao exercício de 2025/26, a rubrica atingiu os 101,9 milhões de euros, mais 14,2 milhões do que na época anterior, o que representa um crescimento de 16%.
A maior fatia deste aumento está relacionada com as remunerações, que chegaram aos 77,806 milhões de euros, mais 13,509 milhões face aos 64,297 milhões registados em 2024/25. No documento, a SAD explica que esta subida resulta de várias renovações contratuais de jogadores e equipas técnicas, mas também do investimento no reforço e na capacitação da estrutura interna, de forma a responder aos desafios presentes e futuros.
Outro dado que merece destaque prende-se com os prémios de desempenho e de performance desportiva. Apesar de o Sporting não ter conquistado qualquer título em 2025/26, a SAD gastou mais de 1 milhão de euros nesta componente do que na temporada anterior, que terminou com a conquista do campeonato e da Taça de Portugal. A diferença está relacionada, em grande medida, com a histórica prestação dos leões na Liga dos Campeões, competição que proporcionou receitas recorde de 80,307 milhões de euros, cerca de 31 milhões acima do valor alcançado em 2024/25.
A evolução dos gastos com o pessoal mostra uma tendência de crescimento nos últimos exercícios. Em 2024/25, o valor tinha ficado nos 87,7 milhões de euros, depois dos 90,3 milhões registados em 2023/24. Antes disso, a SAD tinha gasto 76,457 milhões em 2022/23 e 67,087 milhões em 2021/22. A subida agora registada coloca, pela primeira vez, esta rubrica acima dos 100 milhões de euros.
O aumento dos custos surge, ainda assim, num exercício em que a Sporting SAD apresentou um resultado líquido positivo de 34,7 milhões de euros. As contas de 2025/26 revelam também um novo máximo nos rendimentos operacionais sem transações de jogadores, que chegaram aos 187,7 milhões de euros, refletindo o crescimento das receitas provenientes da atividade do clube, com particular peso da participação na Liga dos Campeões. Também o salário de Frederico Varandas foi aumentado.
Revelado o Relatório e Contas da SAD da temporada 2025/26, é possível analisar crescimento substancial do vencimento do dirigente máximo
23 Set 2026 | 09:51 |
Através de uma mensagem publicada no Relatório & Contas da SAD, o Presidente Frederico Varandas qualificou a temporada 2025/26 como “um período de crescimento, afirmação e de passos estruturais” para aquilo que deseja consolidar no futuro na estrutura do Sporting.
Com destaque para o plano estratégico Future is Coming 24-34, o mesmo sublinhou que “ao longo da época alcançámos marcos decisivos e realizámos investimentos estratégicos que permitiram consolidar o nosso projeto e reforçar a capacidade de antecipar e capitalizar as oportunidades que sabemos ter pela frente”.
A nível desportivo, Varandas - que vindo a ser pressionado neste início de época - acredita que o Sporting conseguiu afirmar a sua “presença no panorama nacional”. Com os resultados alcançados pelos verdes e brancos, o presidente acredita que “demonstrámos, competição após competição, a ambição, a consistência e a qualidade que definem o Sporting.”
“Reforçámos a nossa aposta na formação e a nossa estratégia de valorização de atletas. Acima de tudo, lutámos sempre unidos, até ao final, pela conquista de títulos, e mantivemo-nos fiéis ao ADN que nos distingue”, destacando, em retrospetiva, a luta pelo tricampeonato.
Neste documento, a SAD esclarece que Frederico Varandas teve uma remuneração total de 776.500 euros (300 mil fixos, mais 476,5 mil variáveis), resultando num aumento substancial relativamente aos 390 mil (dos quais 90 mil variáveis) registados em 2024/25, ainda que a Comissão de Acionistas tenha depois proposto um aumento do valor em função do rendimento desportivo e financeiro para os 386.500 euros.
Sporting despede-se de Jorge Palma ao som de “A gente vai continuar” (vídeo)
22 Set 2026 | 16:54
Bruno Sá ataca Villas Boas e diz que rival do Sporting “vai acabar por se despistar”
29 Ago 2026 | 17:35
Sporting admite constrangimentos e aponta responsáveis por falhas nas comunicações
28 Ago 2026 | 16:00