Futebol
Oficial! Lateral que esteve 6 anos no Sporting regressa a Lisboa e tem novo clube
21 Out 2026 | 10:53
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07 Ago 2025 | 14:21 | Por Redação
Rui Borges, técnico verde e branco, falou com os jornalistas em conferência de imprensa de antevisão do Casa Pia - Sporting, esta quinta-feira, dia 7 de agosto. O encontro está marcado para a próxima sexta-feira, às 20h15, em Rio Maior. Leia aqui tudo o que disse o treinador dos leões.
Morte de Jorge Costa
"Quero enviar as condolências e um abraço de conforto à família do mister Jorge Costa, a toda a família portista. Tem sido um ano difícil para o futebol português".
Motivação do Casa Pia
"É um Casa Pia que manteve uma base muito grande da época passada, tem os princípios bem definidas. Só perderam cinco vezes, em casa, na época passada. Tirou pontos a Benfica e Sporting de Braga, por exemplo. É uma equipa que fez a melhor época de sempre, por isso, está motivada, bastante equilibrada. Não faz muitos golos, mas também não sofre muitos. É bastante competitiva e organizada, à imagem do treinador. Jogam em casa, contra os campeões nacionais, por isso, temos de ter noção que vai ser um jogo bastante difícil, tal como na época passada. Não podemos entrar a pensar que, por sermos campeões nacionais, é um jogo em que, mais tarde ou mais cedo, faremos o golo e sairemos com os três pontos. Queremos muito os três pontos, mas temos de levar na cabeça em como vamos defrontar uma equipa que nos vai causar problemas".
Comparação com palavras de Amorim
"Isso da fome... Se perguntar a todos os treinadores, vão dizer que querem jogadores com fome. Fala-se muito disso, eu também, não fujo a isso. Em relação ao facto de o Sporting ter sido bicampeão com dobradinha... Eles têm de ter a noção de que é passado. Apesar de não termos conseguido sair vitoriosos da Supertaça, deram uma demonstração daquilo que querem para a época. Foram capazes, demonstraram que não se cansam de vencer, que têm uma capacidade de correr atrás de vitórias. Isso, para mim, foi claro. Estou super tranquilo, acredito muito na capacidade do grupo".
Importância de vencer o primeiro jogo
"É importantíssimo, até para dar essa confiança ao grupo, para começarmos com uma fase positiva, de motivação e confiança, até para quem chega. Agora, também temos noção de que vamos defrontar uma equipa que está super motivada por defrontar o Sporting, que joga em casa, que fez um belíssimo campeonato. Já demonstrámos que somos capazes de ganhar, temos de arranjar forma de essa fome existir a toda a hora. Não podemos estar contentes com o que ganhámos. É passado, vai estar lá no museu, quando passarmos lá, mas o que importa é o presente. Estamos em igualdade com todos os outros, e vamos ter de fazer o dobro daquilo que fizemos na época passada para ganhar, porque, cada vez mais, vai ser difícil ganhar".
Número de centrais
"As soluções existem e temos de dar resposta. A época vai ser longa, com muitos jogos, muitas competições, felizmente, e temos de estar preparados, com mais e melhores soluções. É nessa perspectiva que temos vindo a acrescentar. Eu cresci a ver o Matheus Reis a lateral... Há jogadores que dão várias soluções. O Eduardo Quaresma é um central. Tem feito, em vários momentos, de central e lateral. É um miúdo que tem muitas condições e que dá soluções diferentes a Fresneda e Vagiannidis, por exemplo, como do resto dos centrais. Estou feliz com as soluções que temos, não me mete confusão nenhuma".
Reforços aptos
"O Mangas já estava em jogos oficiais, na Rússia. O Vagiannidis também, nas competições europeias, pelo que estão fisicamente preparados. Claro que têm de entrar no conhecimento coletivo do que é o Sporting, mas são dois jogadores que estão disponíveis para jogo, a 100%. O Luis Suárez não tinha jogo. Chegou ao jogo com o Benfica sem jogo nenhum, por isso... Entrou muito bem, tal como o Kochorashvili. Veio de um ano muito difícil e muito desgastante a nível físico, tivemos de ter algum cuidado, numa fase inicial, por todos os problemas físicos que teve, na anterior equipa, mas têm dado uma resposta muito boa. Terão de esperar pela oportunidade do mister".
Lesões de Daniel Bragança e Nuno Santos
"Estão a evoluir dentro dos prazos e da gravidade das leões. É uma luta difícil de ambos, mas deixa-me feliz, porque são lutadores natos e demonstram uma alegria enorme dentro dos problemas que têm dito. São dois guerreiros enormes, deixa-me feliz vê-los com vontade de regressar o mais rapidamente possível".
Antigo guarda-redes leonino relembrou momento de pânico nas instalações do emblema verde e branco no final da época 2017/18
21 Out 2026 | 12:50 | Por Redação
Rui Patrício fez uma viagem pela carreira, com destaque natural para os anos passados ao serviço do Sporting. Um dos momentos mais marcantes foi a invasão à Academia de Alcochete, na altura em que era o capitão da equipa. Apesar do acontecimento aterrorizante, o antigo guardião não quis detalhar muito sobre o episódio.
R. Patrício: "O que aconteceu depois fica guardado"
"Eu só tenho de agradecer ao Sporting. Por tudo o que fez por mim, pela pessoa que eu sou. Isso é o mais importante. O que aconteceu depois, e como aconteceu, fica guardado para quem esteve lá, para quem sabe o que se passou", falou, em entrevista ao videocast ´90+3´, do jornal A BOLA.
Mesmo com a sua saída conturbada, o ex internacional português revela que sofre com os jogos do Clube. "Adoro ver os jogos do Sporting. Sofro muito mais agora do que sofria, porque precisava de um equilíbrio levezinho em campo. Sem dúvida que um dos meus maiores orgulhos foi ter representado o Sporting tantos anos. Sou sportinguista e vou sempre defender o clube com unhas e dentes", divulgou.
R. Patrício: "É um orgulho para mim"
Rui Patrício - que foi ultrapassado por Gonçalo Inácio - assumiu que um dos maiores orgulhos da carreira foi ter chegado a capitão do emblema leonino. "Para um sportinguista como eu, no clube desde os 12 anos, é o ponto alto para qualquer miúdo que cresce ali, que aprender a amar aquele clube. Ser capitão, ganhar títulos, ser o segundo jogador com mais jogos… é um orgulho para mim", referiu.
O antigo ´camisola 1´ do Sporting rescindiu contrato com os leões, após a invasão à Academia e acabou por assinar pelo Wolverhampton, clube inglês onde esteve ao longo de três temporadas (2018/2019, 2019/2020 e 2020/2021).
Avançado colombiano tem sido uma das grandes figuras leoninas esta temporada e prepara-se para mais um desafio europeu em Alvalade
21 Out 2026 | 12:39 | Por Redação
Luis Suárez continua a demonstrar que a fome de golos não tem fim e prepara-se para mais uma noite europeia ao serviço do Sporting. O avançado colombiano atravessa um momento de grande eficácia e promete ser uma das principais figuras dos leões no duelo frente ao LASK Linz, esta quarta-feira, em Alvalade.
O internacional colombiano soma nove golos em 10 jogos disputados esta temporada com a camisola verde e branca, números que comprovam a influência que tem tido na equipa. Além disso, no encontro diante do Lens, o camisola leonino alcançou um feito histórico, tornando-se no melhor marcador de sempre do Clube na Liga dos Campeões.
Mesmo assim, o "cafetero" não parece satisfeito com aquilo que já conquistou e tem agora uma nova meta pela frente. O avançado pretende melhorar o seu recorde pessoal de golos e terá mais seis oportunidades na competição milionária para continuar a fazer história ao serviço do Sporting.
A primeira dessas possibilidades surge já esta quarta-feira, diante do LASK Linz. Seguem-se os compromissos frente ao Shakhtar Donetsk, a 3 de novembro, e ao Manchester United, a 25 de novembro. Mais tarde, os leões defrontam a Roma, a 8 de dezembro, antes dos duelos com o Barcelona, a 20 de janeiro, e o Manchester City, a 27 de janeiro.
Com nove golos em 10 partidas e um registo histórico já alcançado na Liga dos Campeões, Luis Suárez tem motivos para acreditar que pode continuar a elevar a fasquia. Resta agora perceber se o colombiano vai aproveitar o encontro com o LASK Linz para dar mais um passo rumo a uma nova marca pessoal.
Diretor desportivo destacou qualidades do futebolista e considera que leões perderam um jogador com características difíceis de encontrar no plantel
21 Out 2026 | 11:52 | Por Redação
Diogo Boa Alma deixou rasgados elogios a Hidemasa Morita, antigo médio do Sporting que levou para o Santa Clara. O diretor desportivo destacou as qualidades do futebolista do Hull City e considera que os leões perderam um jogador com características difíceis de encontrar no atual plantel.
"É a cultura tática e a inteligência futebolística que ele tem. É um jogador que vê coisas que os outros não veem. Antes de receber a bola, nós dizemos que faz o scan. Vai mapeando, gira muito o pescoço. Quem estiver atento ao Morita e o veja sem bola, ele está sempre a girar o pescoço para saber o que é que está nas costas. Quando vai receber a bola, ele sabe de onde vem a pressão, por isso sabe para que lado ele tem de receber para fugir a essa pressão", explicou ao Bola na Rede.
D. Boa Alma: "É um jogador que dá sobretudo o que eu noto que falta no Sporting agora, e nenhum jogador é capaz de fazer o que ele fazia: a temporização"
O responsável destacou ainda uma característica que faz falta ao meio-campo leonino: a capacidade de controlar os ritmos do encontro: "É um jogador que dá sobretudo o que eu noto que falta no Sporting agora, e nenhum jogador é capaz de fazer o que ele fazia: a temporização. Ele conseguia pedir bola, atrair a pressão e soltar no momento certo. A maior parte dos médios aceleram o jogo constantemente e muitas vezes não é o momento de acelerar. É o momento de ficar com a bola, esperar para que se arranje o espaço, pelo sair de um jogador na pressão. É aí que vai abrir o espaço para a bola entrar e para começar a jogada. Se nós fizermos tudo a 100 acaba por não dar tempo do adversário se desposicionar".
Na perspetiva de Boa Alma, Morita sabia interpretar os diferentes momentos do jogo e encontrar soluções tanto com bola como nas tarefas defensivas: "O Morita é muito inteligente neste aspeto. Sabe exatamente quando é que tem de acelerar, quando é que tem de prender um pouco mais a bola para atrair o adversário e abrir o espaço para a bola entrar depois, movimenta-se constantemente, dá sempre uma solução, uma linha de passe à sua equipa, defensivamente é muito forte".
O dirigente recordou também a capacidade do internacional japonês para aparecer em zonas de finalização: "Mas depois também tem capacidade, e viu-se sobretudo com o Ruben Amorim, que lhe dava muito mais liberdade ofensiva, para aparecer muitas vezes também na área para finalizar. É um médio completo. Acho que a inteligência dele e o conhecimento do jogo são aquilo que mais destaca", concluiu.
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21 Out 2026 | 10:53
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