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Sporting recebe grande notícia do CD depois de queixa do Porto sobre Luis Suárez
23 Mar 2026 | 13:51
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Futebol
04 Mai 2020 | 11:33 |
A Liga será retomada no final do mês para, se tudo correr bem, concluir as 10 jornadas em falta. Será, por todas as razões e mais alguma, uma ‘competição’ à parte daquela que conhecemos até ao primeiro fim-de-semana de março. Desde logo porque o fator casa perderá grande parte do seu impacto, dado os jogos decorrem à porta fechada, e no caso das equipas obrigadas a atuar em terreno neutro será de efeito nulo. Por outro lado, os jogadores voltam a competir após uma paragem idêntica à passagem de uma temporada para a outra (11 semanas), mas sem o período de férias normal, nem com a possibilidade de acelerar os níveis de competitividade, de reacção, de velocidade e de resposta anaeróbica nos habituais sete a nove jogos que se disputam numa pré-temporada. Pior: nem conseguem realizar trabalho em conjunto durante o período mínimo de pré-época, que são as cinco semanas. Portanto, tudo o que se seguirá é algo sem precedentes na Europa (mas muito usual no Brasil, por exemplo), razão pela qual poderemos muito bem assistir às 10 jornadas mais incaracterísticas da história recente do nosso futebol. Este período competitivo terá a duração máxima de sete semanas e não deverá ser levado muito a sério por adeptos, mas principalmente por dirigentes, em termos de projecção para a época 20/21. Alguns treinadores poderão parecer geniais, outros poderão ficar com rótulo de perdedores, perante resultados que ocorrerão numa situação excecional. Em relação aos jogadores só os mais distraídos se deixarão enganar, afinal já os vimos a todos durante um grande número de jogos. Quem melhor entender aquilo que se vai passar em junho e julho partirá com vantagem em setembro.
1 – MOLDES DA COMPETICÃO. Faltam cerca de 25 dias para a Liga ser retomada e ainda pouco ou nada se sabe sobre os moldes em que a mesma vai decorrer. As equipas estarão todas a trabalhar já esta semana, sem conhecer as novas ‘regras’. Gostava de acreditar que os dirigentes do nosso futebol sabem pensar, refletir e decidir com bom senso; que até final da semana terão todo o plano traçado, aprovado pelos clubes e divulgado, por forma a dar às respectivas organizações duas semanas para colocarem em marcha adaptações logísticas; que antes de reatar a competição todos saberão, e aceitarão, como se fará caso a mesma tenha de ser novamente interrompida ou dada por terminada prematuramente; que se decidirá nos próximos dias, de forma clara e objetiva, o que fazer a uma equipa que tenha durante a prova um ou mais jogadores a testarem positivo para o COVID-19, e quais as implicações de tal realidade para essa mesma equipa e jogadores infetados; que se decidirá desde já quem pagará todas as despesas extra das equipas obrigadas a jogar fora dos seus estádios, na condição de visitadas (para Marítimo e Santa Clara, por exemplo, estamos a falar de verbas consideráveis). O que ouvi e li até agora leva-me a acreditar que o reatamento da Liga estará mais perto de ser um grande problema, do que uma ótima solução. Diz muito só o facto de o Primeiro Ministro ter estado a cerca de três horas de ‘esquecer-se’ de convocar o presidente da Liga para uma reunião que iria debater o possível regresso da competição. Mas convidou desde o primeiro momento o presidente da FPF, entidade que apenas tem de organizar um jogo (final da Taça de Portugal), e que decidiu de forma inenarrável a atribuição da subida de duas equipas à Segunda Liga.
2 – LIGA NA TV. Há uma espécie de ‘movimento’ que pretende ver alguns jogos das últimas jornadas da Liga em sinal aberto, uma vez que os mesmos decorrerão à porta fechada. Já li que o Governo está a equacionar meter-se ao ‘barulho’, utilizando para isso a RTP (notícia não desmentida). Como bem sabemos, só existe futebol profissional com este nível em Portugal devido a uma empresa tantas vezes contestada pelos adeptos: a Sport TV (detida maioritariamente pelos principais operadores de TV cabo no nosso país, Altice, NOS e Vodafone). São os cerca de 150 milhões de euros/ano que a Sport TV injeta, de forma direta ou indireta, nas SAD’s e SDUQ’s que garantem os orçamentos da Liga (na esmagadora maioria dos casos esse montante significa 80 a 90 por cento, ou até mais, das verbas totais recebidas). Portanto, é fácil perceber que só poderiam existir transmissões em sinal aberto se a RTP (ou um operador privado) comprasse direitos à Sport TV ou à NOS (entidade que explora a Benfica TV). Caso o negócio fosse realizado através da RTP seria sempre o dinheiro dos contribuintes a pagar mais uma despesa. Pela minha parte, dispenso e contesto. Parece-me brincadeira de mau gosto, e medida populista, que o Estado esteja disposto a ‘queimar’ uns milhões para ter futebol em sinal aberto, quando deve preocupar-se é em manter abertas empresas que estão a dias de encerrar portas e empurrar umas centenas de milhares de trabalhadores para o desemprego. Se um operador privado tiver interesse e capacidade financeira para avançar, e se a Sport TV aceitar, tudo bem. Pretender, por exemplo, que a Sport TV ceda de forma gratuita ou mesmo a preço simbólico, alguns jogos, não faz qualquer sentido. Afinal, a Liga regressa para os que clubes possam receber os dois meses que faltam liquidar dos contratos televisivos. Não se pode pedir a uma empresa que pague e de seguida ofereça o produto. Evocar que caso as transmissões continuem somente em canais codificados isso concorrerá para o aumento de ajuntamentos em bares, cafés e restaurantes, para lá do que a lei permite, não colhe. As regras para a reabertura destes espaços comerciais estão definidas e se os seus proprietários as ignorarem, arriscam penalizações. Importa, sim, que a mão da lei seja bem pesada para com os prevaricadores. E que haja maior controlo.
3 – OS LUGARES ANUAIS. A temporada desportiva das modalidades de pavilhão encerrou, quando faltavam ainda disputar as fases finais dos campeonatos de futsal, andebol, voleibol e basquetebol, bem como sete jornadas do hóquei em patins. No caso do Sporting (desconheço se outros clubes têm a mesma oferta), existem algumas centenas de sócios que adquiriram lugares anuais no Pavilhão João Rocha e que ainda não sabem se vão e como vão ser ressarcidos devido à perda que tiveram, relativamente às expetativas criadas quando da aquisição do produto. São as fases finais e/ou de playoff que geram maior interesse, é aí que se concentram os jogos de ‘mais-valia’ numa época. E são precisamente esses que não ocorrerão. Se em relação às Gamebox do futebol a SAD do Sporting já avisou que no final da época transmitirá aos seus detentores a forma de os compensar, em relação ao mesmo produto nas modalidades, cuja temporada desportiva terminou, ainda não se ouviu uma palavra do Conselho Diretivo do Clube. O ‘abalo’ no orçamento do Clube não será significativo, dado o escasso número de bilhetes-época vendido e o valor global envolvido, e é até facilmente absorvido pelo corte de 30 por cento na massa salarial dos atletas das várias modalidades. Já no futebol o caso será bem diferente. Porque em causa estará uma verba próxima ao milhão e meio de euros a ser retirada do próximo orçamento (sem contabilizar os acordos relativos a camarotes e lugares corporate), seja pela restituição do dinheiro (solução que tem de ser equacionada se as medidas restritivas de acesso aos estádios vigorarem no início da Liga 20/21), seja pelo desconto a fazer na compra da Gamebox 20/21. Atribuir ‘vouchers’ para aquisição de outros bens pode ser solução, mas unicamente para os Sócios que o aceitem e nunca por decisão/imposição unilateral. Isto, claro, no caso de quem toma as decisões pretender evitar nova frente de ‘guerra’ com os associados.
Próxima edição da maior prova de clubes da Europa começa a ganhar forma e os leões estão no centro de uma equação que pode mexer com o futebol português
23 Mar 2026 | 18:16 |
A UEFA Champions League de 2026/27 começa a ganhar contornos e o Sporting surge no centro de vários cenários que podem influenciar a presença portuguesa na prova. Com a época ainda em curso, as contas permanecem em aberto e dependem tanto dos resultados internos como das campanhas europeias.
Portugal tem, para já, pelo menos um lugar garantido na fase principal, reservado ao campeão nacional que, se tudo acabasse neste momento, seria o Porto. No entanto, o número total de representantes ainda pode aumentar, dependendo do desempenho coletivo dos clubes nas competições europeias desta temporada.
No caso específico do Sporting, existem diferentes caminhos possíveis para garantir presença direta na fase de liga. O mais direto passa pela conquista do tricampeonato, que assegura automaticamente o acesso sem necessidade de pré-eliminatórias. Outra possibilidade surge através das vagas adicionais atribuídas pela UEFA às federações com melhor desempenho europeu, cenário que continua em aberto e que mantém o clube atento às contas do ranking. Os leões estão no 14.º posto, com o resultado dos 90.000 pontos arrecadados ao longo dos cinco últimos anos.
Há ainda uma hipótese mais ambiciosa: a conquista da própria Liga dos Campeões. Um feito dessa dimensão garantiria automaticamente a presença na edição seguinte, reforçaria o posicionamento do futebol português e seria o momento mais alto da história do Clube de Alvalade.
Recorde-se que, nos quartos de final da prova milionária desta época, o Sporting irá defrontar o Arsenal. A partida da primeira mão será disputada em casa dos leões, a 7 de abril, com a segunda mão em Londres (15) - num reencontro esperado por muitos entre leões e Viktor Gyokeres.
'Camisola 11' dos verdes e brancos saiu em dificuldades ao decorrer do minuto 26 frente ao Alverca, sendo substituído por Georgios Vagiannidis
23 Mar 2026 | 17:10 |
Nuno Santos já conhece o tempo estimado de paragem após a lesão muscular na face posterior da coxa esquerda sofrida na primeira parte do Alverca - Sporting, encontro que marcou a sua primeira titularidade 512 dias depois da grave lesão no joelho direito que o levou à cirurgia: 15 a 20 dias.
O problema não é considerado grave, mas deverá afastar o ala por entre duas a três semanas. Na prática, o jogador de 31 anos falha pelo menos a receção ao Santa Clara, relativa à 28.ª jornada da Liga, e está em dúvida para os dois jogos frente ao Arsenal, a 7 de abril, em Alvalade, e a 14, no Emirates. A presença na primeira mão está descartada, mantendo-se ainda a possibilidade de recuperação a tempo da segunda.
Recorde-se que Nuno Santos saiu em lágrimas após a lesão, sendo confortado pelos colegas antes de se sentar no banco. Na segunda parte, já apresentou um semblante mais tranquilo e, no final, recebeu um cântico especial dos adeptos sportinguistas.
Vale lembrar que, na conferência de imprensa após a partida, Rui Borges também comentou a situação: "É muscular, não tem nada a ver com joelhos, graças a Deus. É natural. Um jogador que esteve 15 meses parado corre estes riscos, infelizmente. Quando volta, o corpo vai chiar em alguns sítios, como eu digo lá cima. Sei que é lesão, vai ser avaliado nos próximos dias, de certeza".
Nuno Santos – avaliado em 5 milhões de euros – chegou ao Sporting em 2020, oriundo do Rio Ave, a troco de 4,15 milhões de euros (dados Transfermarkt). Desde então, o ala de 30 anos contabiliza 202 encontros, 34 golos, 43 assistências e sete títulos conquistados (três Campeonatos Nacionais, uma Supertaça Cândido de Oliveira, uma Taça de Portugal e duas Taças da Liga).
Ponta de lança internacional colombiano foi admoestado por João Pinheiro depois de ter dito que não tinha sofrido grande penalidade
23 Mar 2026 | 15:43 |
Ao contrário de Pedro Henriques, Iturralde González aprova a decisão de João Pinheiro de ter mostrado um cartão amarelo a Luis Suárez após simulação, onde o próprio avançado do Sporting confessou que não era grande penalidade e depois da revisão no VAR.
Iturralde González: "Parece-me muito boa a decisão"
"É uma jogada muito curiosa e explico porquê. Primeiro, é livre indireto e admoestação a Suárez por simular uma falta, parece-me muito boa decisão do árbitro, que é bem auxiliado pelo VAR", pode ler-se, nas suas declarações exclusivas ao jornal Record.
O antigo árbitro internacional explica o porquê do cartão amarelo ser bem mostrado. "Neste tipo de ações, o que o avançado faz é tentar "sacar" um penálti ao deixar a perna no solo, arrastando-a para contactar com o guarda-redes e assim parecer mais penálti. Nesta ação, o avançado o que faz é saltar por cima de André Gomes e atirar-se de seguida. Esta situação é muito rara e é a jogada mais difícil para um árbitro, porque não sabes se o guarda-redes chega primeiro ou se é o avançado que toca primeiro na bola. Mas neste caso, e é o curioso do tema, o avançado salta e depois atira-se. Não veremos muitas mais vezes esta jogada, mas esteve bem o VAR e o árbitro", afirmou.
Iturralde González: "Faltou sensibilidade"
Apesar da sua opinião, outros especialistas não entendem a decisão de João Pinheiro, como é o caso de Jorge Faustino. "Suárez acabou por se desequilibrar sozinho ao desviar-se do guarda-redes (sem simulação: mal no amarelo). Penálti bem revertido", afirma, acrescentando que foi uma "situação onde faltou sensibilidade quando Suárez teve um ato de fairplay".
O Sporting volta a entrar em campo no fim de semana de 4/5 de abril frente ao Santa Clara. O encontro, a contar para a jornada 28 da Liga portuguesa, diante da turma orientada por Petit, jogar-se-á no Estádio José Alvalade ainda com horário por definir.
Sporting recebe grande notícia do CD depois de queixa do Porto sobre Luis Suárez
23 Mar 2026 | 13:51
Tomás da Cunha enaltece exibição de titular do Sporting: "Não se via desde..."
23 Mar 2026 | 12:19
Cartão amarelo a Suárez? Luís Avelãs não hesita sobre avançado do Sporting: "Nem um pouco!"
23 Mar 2026 | 11:45