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Exclusivo Leonino - Abel, Jardim e Conceição associados ao Sporting: Saiba o que fez Varandas
29 Set 2026 | 13:19
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04 Mai 2020 | 12:33 |
A Liga será retomada no final do mês para, se tudo correr bem, concluir as 10 jornadas em falta. Será, por todas as razões e mais alguma, uma ‘competição’ à parte daquela que conhecemos até ao primeiro fim-de-semana de março. Desde logo porque o fator casa perderá grande parte do seu impacto, dado os jogos decorrem à porta fechada, e no caso das equipas obrigadas a atuar em terreno neutro será de efeito nulo. Por outro lado, os jogadores voltam a competir após uma paragem idêntica à passagem de uma temporada para a outra (11 semanas), mas sem o período de férias normal, nem com a possibilidade de acelerar os níveis de competitividade, de reacção, de velocidade e de resposta anaeróbica nos habituais sete a nove jogos que se disputam numa pré-temporada. Pior: nem conseguem realizar trabalho em conjunto durante o período mínimo de pré-época, que são as cinco semanas. Portanto, tudo o que se seguirá é algo sem precedentes na Europa (mas muito usual no Brasil, por exemplo), razão pela qual poderemos muito bem assistir às 10 jornadas mais incaracterísticas da história recente do nosso futebol. Este período competitivo terá a duração máxima de sete semanas e não deverá ser levado muito a sério por adeptos, mas principalmente por dirigentes, em termos de projecção para a época 20/21. Alguns treinadores poderão parecer geniais, outros poderão ficar com rótulo de perdedores, perante resultados que ocorrerão numa situação excecional. Em relação aos jogadores só os mais distraídos se deixarão enganar, afinal já os vimos a todos durante um grande número de jogos. Quem melhor entender aquilo que se vai passar em junho e julho partirá com vantagem em setembro.
1 – MOLDES DA COMPETICÃO. Faltam cerca de 25 dias para a Liga ser retomada e ainda pouco ou nada se sabe sobre os moldes em que a mesma vai decorrer. As equipas estarão todas a trabalhar já esta semana, sem conhecer as novas ‘regras’. Gostava de acreditar que os dirigentes do nosso futebol sabem pensar, refletir e decidir com bom senso; que até final da semana terão todo o plano traçado, aprovado pelos clubes e divulgado, por forma a dar às respectivas organizações duas semanas para colocarem em marcha adaptações logísticas; que antes de reatar a competição todos saberão, e aceitarão, como se fará caso a mesma tenha de ser novamente interrompida ou dada por terminada prematuramente; que se decidirá nos próximos dias, de forma clara e objetiva, o que fazer a uma equipa que tenha durante a prova um ou mais jogadores a testarem positivo para o COVID-19, e quais as implicações de tal realidade para essa mesma equipa e jogadores infetados; que se decidirá desde já quem pagará todas as despesas extra das equipas obrigadas a jogar fora dos seus estádios, na condição de visitadas (para Marítimo e Santa Clara, por exemplo, estamos a falar de verbas consideráveis). O que ouvi e li até agora leva-me a acreditar que o reatamento da Liga estará mais perto de ser um grande problema, do que uma ótima solução. Diz muito só o facto de o Primeiro Ministro ter estado a cerca de três horas de ‘esquecer-se’ de convocar o presidente da Liga para uma reunião que iria debater o possível regresso da competição. Mas convidou desde o primeiro momento o presidente da FPF, entidade que apenas tem de organizar um jogo (final da Taça de Portugal), e que decidiu de forma inenarrável a atribuição da subida de duas equipas à Segunda Liga.
2 – LIGA NA TV. Há uma espécie de ‘movimento’ que pretende ver alguns jogos das últimas jornadas da Liga em sinal aberto, uma vez que os mesmos decorrerão à porta fechada. Já li que o Governo está a equacionar meter-se ao ‘barulho’, utilizando para isso a RTP (notícia não desmentida). Como bem sabemos, só existe futebol profissional com este nível em Portugal devido a uma empresa tantas vezes contestada pelos adeptos: a Sport TV (detida maioritariamente pelos principais operadores de TV cabo no nosso país, Altice, NOS e Vodafone). São os cerca de 150 milhões de euros/ano que a Sport TV injeta, de forma direta ou indireta, nas SAD’s e SDUQ’s que garantem os orçamentos da Liga (na esmagadora maioria dos casos esse montante significa 80 a 90 por cento, ou até mais, das verbas totais recebidas). Portanto, é fácil perceber que só poderiam existir transmissões em sinal aberto se a RTP (ou um operador privado) comprasse direitos à Sport TV ou à NOS (entidade que explora a Benfica TV). Caso o negócio fosse realizado através da RTP seria sempre o dinheiro dos contribuintes a pagar mais uma despesa. Pela minha parte, dispenso e contesto. Parece-me brincadeira de mau gosto, e medida populista, que o Estado esteja disposto a ‘queimar’ uns milhões para ter futebol em sinal aberto, quando deve preocupar-se é em manter abertas empresas que estão a dias de encerrar portas e empurrar umas centenas de milhares de trabalhadores para o desemprego. Se um operador privado tiver interesse e capacidade financeira para avançar, e se a Sport TV aceitar, tudo bem. Pretender, por exemplo, que a Sport TV ceda de forma gratuita ou mesmo a preço simbólico, alguns jogos, não faz qualquer sentido. Afinal, a Liga regressa para os que clubes possam receber os dois meses que faltam liquidar dos contratos televisivos. Não se pode pedir a uma empresa que pague e de seguida ofereça o produto. Evocar que caso as transmissões continuem somente em canais codificados isso concorrerá para o aumento de ajuntamentos em bares, cafés e restaurantes, para lá do que a lei permite, não colhe. As regras para a reabertura destes espaços comerciais estão definidas e se os seus proprietários as ignorarem, arriscam penalizações. Importa, sim, que a mão da lei seja bem pesada para com os prevaricadores. E que haja maior controlo.
3 – OS LUGARES ANUAIS. A temporada desportiva das modalidades de pavilhão encerrou, quando faltavam ainda disputar as fases finais dos campeonatos de futsal, andebol, voleibol e basquetebol, bem como sete jornadas do hóquei em patins. No caso do Sporting (desconheço se outros clubes têm a mesma oferta), existem algumas centenas de sócios que adquiriram lugares anuais no Pavilhão João Rocha e que ainda não sabem se vão e como vão ser ressarcidos devido à perda que tiveram, relativamente às expetativas criadas quando da aquisição do produto. São as fases finais e/ou de playoff que geram maior interesse, é aí que se concentram os jogos de ‘mais-valia’ numa época. E são precisamente esses que não ocorrerão. Se em relação às Gamebox do futebol a SAD do Sporting já avisou que no final da época transmitirá aos seus detentores a forma de os compensar, em relação ao mesmo produto nas modalidades, cuja temporada desportiva terminou, ainda não se ouviu uma palavra do Conselho Diretivo do Clube. O ‘abalo’ no orçamento do Clube não será significativo, dado o escasso número de bilhetes-época vendido e o valor global envolvido, e é até facilmente absorvido pelo corte de 30 por cento na massa salarial dos atletas das várias modalidades. Já no futebol o caso será bem diferente. Porque em causa estará uma verba próxima ao milhão e meio de euros a ser retirada do próximo orçamento (sem contabilizar os acordos relativos a camarotes e lugares corporate), seja pela restituição do dinheiro (solução que tem de ser equacionada se as medidas restritivas de acesso aos estádios vigorarem no início da Liga 20/21), seja pelo desconto a fazer na compra da Gamebox 20/21. Atribuir ‘vouchers’ para aquisição de outros bens pode ser solução, mas unicamente para os Sócios que o aceitem e nunca por decisão/imposição unilateral. Isto, claro, no caso de quem toma as decisões pretender evitar nova frente de ‘guerra’ com os associados.
Médio português prepara-se para fazer parte das opções de Rui Borges depois de ter estado afastado vários meses a recuperar de lesão
30 Set 2026 | 11:07 |
João Simões está novamente integrado nos trabalhos do Sporting depois de vários meses afastado devido a uma lesão no quinto metatarso do pé direito. O médio recordou o período complicado que atravessou e destacou Nuno Santos como uma das pessoas mais importantes durante todo o processo de recuperação.
João Simões: "Nuno Santos foi o jogador que mais me ajudou"
“Foi um abre-olhos. O futebol nem sempre é para frente. Às vezes temos de cair. Tive muita sorte. Na primeira lesão, tinha o Nuno Santos e o Daniel Bragança. Foram uma ajuda muito grande. Fizeram ver-me as coisas de mais leve. Nesta segunda, com o Nuno ainda mais”, começou por contar João Simões, em entrevista à Sporting TV.
O jovem médio deixou depois palavras particularmente fortes para o companheiro. “Sinto a dor pelo Nuno ainda não estar disponível. Foi o jogador que mais me ajudou. Deu-me muito apoio. Quando eu tinha dores, ele dizia-me ‘miúdo, tens de continuar a lutar’. Ele é uma das pessoas mais importantes do plantel”.
Depois de uma fase que classificou como “muito difícil”, João Simões olha agora para o regresso com outra disposição. “Agora é voltar a ser feliz, aproveitar com a equipa e voltar a jogar em Alvalade. Já passou. Faz parte da vida e da carreira”, afirmou, destacando igualmente o apoio recebido de Rui Borges e da restante equipa técnica durante a ausência.
“Aprendo muito com a equipa técnica. Durante as duas lesões, apoiaram-me e tranquilizaram-me. Em todos os treinos tentam ajudar-me. O míster ajuda-me muito. Todas as decisões que ele toma é para o bem da equipa. Sou muito grato por todos os momentos e jogos que fiz. Tive de crescer em muitos aspetos. Ainda hoje tenho de crescer. Vou tentar ganhar a forma física”, acrescentou.
João Simões: "Estamos longe do nosso melhor"
João Simões acompanhou de fora os últimos resultados do Sporting e acredita que a resposta aos empates recentes pode surgir já na deslocação a Braga. “Temos jogadores muito jovens, com grande margem de progressão. Há que ter um pouco de paciência. Perdemos 10 ou 11 jogadores e vêm outros novos. Mas estamos a mostrar que temos muita qualidade. Empatámos um jogo ou outro em que desligámos um pouco".
O médio foi ainda mais claro sobre o próximo desafio dos leões. “Temos de dar a resposta em Braga. Aí é que se vê as grandes equipas. Quando as coisas não estão a correr bem, temos de assumir a responsabilidade que temos. Estamos longe do nosso melhor, mas procuramos lá chegar”, sublinhou.
Único médio que transita da última temporada, João Simões assume também um papel de integração dos reforços. “Tento passar o ADN que me foi passado como atleta da formação. Tento passar e ajudá-los. Posso acrescentar pela energia, parte física do jogo. Tenho muito para dar, sou jovem, aproveito para crescer com os colegas novos. Tento ir buscar um pouco de cada um".
O regresso será ainda acompanhado por uma nova responsabilidade: a camisola 8 do Sporting, anteriormente utilizada por nomes como Bruno Fernandes, Matheus Nunes e Pote. “Há muita responsabilidade pelos jogadores que usaram a camisola 8. Já é uma responsabilidade jogar no Sporting. Gosto muito do número e vou ter de mostrar que a mereço”, rematou.
Emblema culé já tinha observado o jogador dos verdes e brancos anteriormente, mas voltou a mostrar interesse nas suas qualidades
30 Set 2026 | 10:18 |
Iván Fresneda continua a afirmar-se como uma das peças mais valorizadas do Sporting. O lateral-direito de 22 anos chegou recentemente à seleção principal de Espanha e voltou também a despertar a atenção do Barcelona no mercado.
Segundo o jornal O Jogo, o campeão espanhol tem o 'camisola 22' referenciado, embora ainda não tenha realizado qualquer movimentação concreta nesse sentido. O emblema catalão acompanha a evolução do jogador leonino e mantém-no debaixo de olho numa perspetiva de futuro.
O Barcelona conta atualmente com Jules Koundé e Eric García para o lado direito da defesa, mas continua atento ao mercado caso decida reforçar a posição. Fresneda já tinha sido seguido pelos catalães em 2023/24, antes de trocar o Valladolid pelo Sporting.
Depois de um início complicado em Alvalade, o espanhol acabou por ganhar espaço com Rui Borges. O treinador segurou-o no plantel no mercado de inverno de 2025 e apostou na sua evolução, decisão que permitiu ao lateral assumir a titularidade no corredor direito.
As boas exibições levaram também outros clubes a aproximarem-se. A Roma chegou a realizar abordagens no último verão, mas o Sporting recusou abrir mão do jogador e pretende agora renovar o contrato, atualmente válido até 2028 e protegido por uma cláusula de 80 milhões de euros.
O crescimento do lateral valeu-lhe igualmente a primeira convocatória para a seleção principal de Espanha. Depois de ter ficado fora da ficha no encontro com Inglaterra, Fresneda foi opção no banco frente à Croácia, mas ainda não se estreou pelos AA.
Verdes e brancos estão com o planeamento mais apertado que o expectável, o que pode obrigar a nova contratação no próximo mercado de transferências
30 Set 2026 | 09:43 |
O Sporting voltou a colocar a contratação de um extremo-esquerdo entre as prioridades para o futuro próximo. A SAD procura um jogador jovem, com margem de evolução, e admite mesmo antecipar o investimento para o mercado de janeiro, caso entenda que Rui Borges necessita de mais uma solução ofensiva.
Segundo o jornal Record, a intenção inicial passa por garantir esse reforço, no máximo, até ao próximo verão. Ainda assim, o calendário e algumas particularidades do plantel podem levar os responsáveis leoninos a agir mais cedo.
Um dos fatores prende-se com Nestory Irankunda. O internacional australiano deverá disputar a Taça das Nações Asiáticas no início de 2027 e poderá ficar afastado das opções do Sporting durante quase um mês, numa fase exigente da temporada.
Nesse período, os leões terão compromissos de peso, incluindo os duelos com Barcelona e Manchester City na Liga dos Campeões, além de quatro partidas do campeonato. A ausência prolongada de Irankunda pode, por isso, deixar Rui Borges com menos alternativas para as alas.
Jesse Derry também pesa nas contas. O jovem inglês ainda não conseguiu afirmar-se na equipa principal e soma apenas três utilizações como suplente. A ascensão de Flávio Gonçalves retirou-lhe espaço e o empréstimo termina no verão, altura em que deverá regressar a Inglaterra.
Em sentido contrário, Flávio Gonçalves mantém a confiança total da estrutura leonina. O extremo formado em Alcochete prepara-se para renovar até 2030, com cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, depois de se ter afirmado como uma das principais opções de Rui Borges.
A polivalência do 'camisola 58' também conta, uma vez que pode atuar pela esquerda ou aparecer em zonas interiores, como alternativa a Rodrigo Zalazar. Luís Guilherme é outra possibilidade para o corredor, embora o brasileiro se sinta mais confortável pelo lado direito.
É neste contexto que o Sporting volta a olhar para o mercado. Depois de ter seguido Yeremay durante várias janelas, sem conseguir aproximar-se dos valores exigidos pelo Deportivo, os leões procuram agora um perfil diferente: um jovem com potencial para crescer sem necessidade de assumir imediatamente um papel de protagonista.
Exclusivo Leonino - Abel, Jardim e Conceição associados ao Sporting: Saiba o que fez Varandas
29 Set 2026 | 13:19
Varandas apertado sobre Rui Borges no Sporting: “Só quando estiver a nove, 12, 15 ou 20?”
29 Set 2026 | 15:13
Sporting é segundo mais castigado da Liga, mas há uma estatística em que está mesmo no topo
29 Set 2026 | 10:59