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Pilar do Sporting satisfeito com exibição dos leões: "Fomos claramente superiores"
31 Jul 2025 | 23:12
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22 Dez 2020 | 16:37 |
Também esta terça-feira, além de Marius Niculae (LER AQUI), o jornal desportivo Record também lançou uma entrevista com André Cruz, ex-jogador leonino, sobre o mesmo tema: o Natal passado como líder isolado. Mais uma vez, o Leonino leva até si os pontos fulcrais desta conversa.
A necessidade de o Sporting CP ser campeão
"Não tenho seguido o campeonato português porque a minha vida profissional tem sido muito ocupada e não tenho conseguido, mas tenho visto a classificação, e vi que o Sporting continua a manter-se em primeiro. Fico muito contente, acho que já passou da hora até. Sporting CP precisa de ser campeão. O Sporting não pode estar tanto tempo sem vencer um título. Não é algo normal o Sporting ficar tantos anos sem ganhar um campeonato nacional. Digo sempre que o Sporting vai voltar a ganhar, só não sei quando. O Sporting CP é um Clube muito grande e com certeza vai voltar a ganhar".
"Não acho que seja uma grande vantagem estar em primeiro lugar no Natal. Sempre fui uma pessoa com os pés no chão, nunca comemorei nada que não tivesse realmente conquistado. Só comemorava quando vencia os títulos. Claro que é sempre importante estar na frente, dá uma grande confiança e moral, mas ainda há muitos jogos. É importante estar na frente porque dependemos apenas de nós, não temos nos preocupar com mais ninguém, só temos de focar-nos em vencer os jogos. Se ganharmos, vamos ser campeões. Quando estamos atrás, é preciso torcer para que a outra equipa perca”.
Conselhos aos jogadores e ao treinador leonino
"É preciso entrar em todos os jogos para vencer, focados em ser campeões. Pensar sempre na vitória, encarar cada jogo com uma final. A vantagem sobre os rivais é muito curta e não podes ter um tropeção. Isso pode criar alguma instabilidade, essa pressão, mas o Sporting depende só de si e isso é fantástico. Fico muito feliz que o Sporting CP esteja a conseguir manter-se na frente e ainda vou ficar mais quando ganhar o campeonato”.
"Os meus livres eram uma questão de treino, muito treino. Acredito muito na qualidade de um jogador, e acreditava na qualidade que tinha. Eu chutava bem na bola. Mas o mais importante era o treino, a repetição. Não basta ter talento. É preciso treinar e treinar muito. Por todos os clubes onde passei marquei golos de livre. No Sporting CP, na Bélgica no Standard, em Itália no Nápoles e no Milan. Treinava muito. Eu recordo-me que marcava golos especialmente quando tinha pela frente um guarda-redes de grande classe. Em Portugal defrontei o Vitor Baía, na Bélgica o Michel Preud'homme, em Itália o Buffon".
A “dimensão” do título em 2000
"Quando conquistámos o título depois de 18 anos, não tive noção da dimensão que ele tinha. Só quando vi os jornais e as imagens na televisão no dia seguinte, é que percebi o que é que tínhamos alcançado. Comecei a perceber a importância que o título tinha para o Sporting naquela altura".
A equipa de 2001/2002
"Nós tínhamos uma equipa incrível, muito experiente, com jogadores excelentes. E depois tínhamos algo muito importante para uma equipa que quer lutar pelo título, tínhamos vários jogadores que decidiam jogos. Naquela época o Jardel marcou 42 golos só no campeonato. Quando tens alguém que faz 42 golos, tens uma defesa que sofre pouco, és campeão. Apesar dos muitos golos que o Mário fez, havia eu, que resolvi alguns jogos, tínhamos o Beto que ia lá de vez em quando e fazia um golo de cabeça. Tínhamos o João Pinto, que marcava muitos golos também, tínhamos o Pedro Barbosa e o Niculae. Tínhamos os meninos, o Quaresma e o Hugo Viana. Não fazia golo o Jardel, fazia o João Pinto ou o Pedro Barbosa, ou o Paulo Bento também marcava. É muito importante teres jogadores que são capazes de decidir, são capazes de marcar golos. Naquele ano nós tínhamos vários jogadores assim. Tínhamos uma defesa forte, não erramos só nós os quatro lá atrás, tínhamos o Paulo Bento e o Rui Bento à nossa frente, que davam segurança e no fim fomos campeões. Os jogadores do Sporting CP têm que ter a mentalidade de vencer, como nós tínhamos, com muito trabalho conseguimos resultados".
Técnico esteve na conferência de imprensa no Estádio Algarve para responder às questões, após a derrota dos leões frente ao Benfica (1-0)
01 Ago 2025 | 00:21 |
Rui Borges esteve na conferência de imprensa no Estádio Algarve para responder às perguntas dos jornalistas, após a derrota do Sporting frente ao Benfica (1-0) na Supertaça Cândido de Oliveira. O técnico diz que o desaire é injusto e analisa o reforço Luis Suárez. Apesar de reconhecer qualidade ao jogador, diz que "falta alguma agilidade" ao sucessor de Viktor Gyokeres.
Rui Borges: "De todos os jogos que fizemos com o Benfica, foi o que fomos melhores durante os 90 minutos"
"Fomos claramente superiores. De todos os jogos que fizemos com o Benfica, foi o que fomos melhores durante os 90 minutos. O jogo esteve repartido em alguns minutos da segunda parte e o adversário aproveitou uma perda de bola nossa. Foram felizes nesse remate à baliza", começou por dizer.
Rui Borges sobre Luis Suárez: "Nota-se que o Suárez está ligado à equipa, mas também que lhe falta alguma agilidade, o que é normal"
O treinador analisou a prestação da dupla Conrad Harder-Luis Suárez: "Harder e Suárez estiveram muito bem. Nota-se bem a qualidade individual do Suárez. O Harder está num processo de crescimento. Responderam os dois muito bem. Nota-se que o Suárez está ligado à equipa, mas também que lhe falta alguma agilidade, o que é normal. Pelo pouco tempo que teve, foi muito bom".
Rui Borges está confiante de que a equipa vai dar a volta por cima: "Não belisca nada. Somos melhores e continuamos a ser os melhores. Hoje demonstrámos isso. O adversário foi feliz e tem mérito. Se continuarmos assim, vamos ser muito felizes ao longo da época."
Sobre a saída de Viktor Gyokeres, o timoneiro dos leões evita falar do tema e aponta ao futuro: "O Sporting só está refém de si próprio e estou confiante para o futuro até pela resposta dada na pré-época. Hoje deram uma resposta absurda, fantástica a nível individual e coletiva. Deixou-me muito optimista e confiante. Demonstraram porque é que são Bicampeões".
Relativamente ao mercado, o treinador diz estar feliz com o atual plantel, mas que tem alvos na mira: "Sabemos o que temos identificado e estamos a trabalhar sobre isso. Vamos no nosso caminho, tudo a seu tempo. Feliz pelo plantel que tenho e pela resposta que deram hoje. Estou feliz pelo que foram capazes de fazer e merecíamos sair daqui com o troféu", concluiu.
Após desaire na Supertaça Cândido de Oliveira frente aos encarnados (1-0), esta quinta-feira, dia 31 de julho, jogador apontou falhas aos companheiros
31 Jul 2025 | 23:59 |
Após o desaire do Sporting na Supertaça Cândido de Oliveira frente ao Benfica (1-0), esta quinta-feira, dia 31 de julho, Gonçalo Inácio deixou críticas aos companheiros de equipa, nomeadamente à "atitude" dos mesmos, e sublinhou que o grupo não ficou magoado com Viktor Gyokeres.
Gonçalo Inácio: "A questão não é tática, é de atitude"
"Estamos a gerir bem as mudanças. A questão não é tática, é de atitude. Estamos confortáveis com estas novas ideias e comprometidos com o trabalho que está a ser feito”, começou por dizer o defesa do emblema verde e branco à SportTV, falando em "falta de eficácia".
Gonçalo Inácio: "Faltou a eficácia, trabalhámos muito durante o jogo, mas não criámos oportunidades de golo suficientes"
"Queríamos a vitória, lutámos até ao fim. Faltou a eficácia, trabalhámos muito durante o jogo, mas não criámos oportunidades de golo suficientes", disse o internacional português de 24 anos de idade que virou o seu foco para o novo companheiro na frente de ataque e para o internacional sueco.
"Viktor Gyokeres? O Luis Suárez chegou há poucos dias, há que treinar as dinâmicas. Não fiquei magoado pela forma como o Gyokeres saiu. Esclarecemos tudo e estamos bem", disse o internacional português de 23 anos de idade que dirigiu-se à massa associativa dos leões.
"Aos adeptos deixo a mensagem para que continuem assim, seguimos todos juntos", concluiu. O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima sexta-feira, dia 8 de agosto, frente ao Casa Pia. O encontro diante da turma liderada por João Pereira, a contar para a primeira jornada da Liga Portugal Betclic, jogar-se-á às 20h15, no Estádio Municipal de Rio Maior.
Médio encarnado foi com tudo para cima do capitão do Clube de Alvalade, numa clara jogada para cartão vermelho; Fábio Veríssimo mandou jogar
31 Jul 2025 | 23:40 |
Morten Hjulmand sobre uma entrada duríssima por parte de Leandro Barreiro durante o Sporting - Benfica, esta quinta-feira, dia 31 de julho, em jogo da Supertaça. O médio encarnado protagonizou um lance bárbaro, merecedor de cartão vermelho, sobre o capitão verde e branco.
No entanto, Fábio Veríssimo e o VAR nada assinalaram. De recordar que, antes do duelo, o Benfica não hesitou em apontar e recordar erros de Fábio Veríssimo nos passados ‘dérbis’ , que terão beneficiado o seu rival, destacando até um dos confrontos da última temporada.
Apesar das queixas do Benfica, recorde-se que o árbitro de 42 anos guarda um historial polémico frente ao Sporting. O português arbitrou cinco jogos dos leões em 2024/2025, sendo que a primeira polémica surge frente ao Famalicão, com os verdes e brancos e reclamarem um penálti não assinalado, por falta de Mihaj sobre Gyokeres.
Já frente ao AVS, o Sporting também teve razões de queixa. Um lance entre Diomande e Lucas Piázon, que resultou numa grande penalidade a favor dos avenses, também foi bastante contestado pelo lado Sportinguista, que não considerou falta do central. O marcador dessa partida acabaria empatado (2-2).
Quanto ao encontro da Supertaça, Vangelis Pavlidis estreou-se a marcar frente ao Clube de Alvalade com o golo que carimbou a conquista da prova. As águias têm agora 10 conquistas na prova contra nove do emblema verde e branco, que venceu a competição pela última vez em 2021 frente ao Braga (2-1).
Veja o lance em causa: