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Divulgado possível novo equipamento do Sporting e adeptos mostram insatisfação: "Que horror"
22 Abr 2026 | 12:37
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07 Dez 2020 | 11:12 |
Creio que uma larga maioria de sportinguistas concordará comigo quando defendo que a grande virtude desta equipa do Sporting passa pela abordagem muito racional como consegue disputar cada jogo. Não é um conjunto precipitado, sabe bem como e onde pode fazer a diferença, como conhece de tal forma as debilidades próprias, ao ponto de as disfarçar quase sempre com muita competência. Passar de 0-1 para 3-1 frente ao Gil Vicente, quando faltavam apenas 7 minutos para os 90 demonstra isso bem, tal como o empate conseguido frente ao FC Porto, a 3 minutos do fim, depois de ter visto revertida a decisão de um penálti a seu favor; nos Açores, a vitória demorou a chegar (81’), mas a equipa não deixou que o relógio condicionasse o seu jogo e o mesmo sucedeu frente ao Moreirense, embora a ‘remontada’ tivesse até surgido mais cedo.
Uma equipa está sempre mais perto de ter sucesso quando é racional e não emocional. Mas na sequência do que sucedeu em Famalicão, temo que a emoção comece a ganhar espaço. Muito objetivamente: o Sporting, ao intervalo, podia estar confortável em cima de um resultado de 3-0. Se Nuno Santos não tivesse falhado o penálti, mas acontece a todos; se Adán não tivesse imaginado de forma errada a trajetória da bola no lance que deu o golo ao Famalicão, mas isso também ocorre com alguma frequência. Estes dois erros são corrigíveis com mais um pouco de trabalho e paciência, por isso importa é trabalhar no sentido de melhorar aquilo que depende de nós. Culpar o árbitro Luís Godinho pelo empate? Ok, dá para descarregar a frustração, mas o que se ganha com isso para os jogos seguintes? Nada. Podemos, devemos, apontar os erros aos árbitros (já agora, também quando eles nos são favoráveis), mas daí a fazer deles os grandes culpados pelos resultados que não nos interessam é dar um passo muito perigoso em dois sentidos: o da desresponsabilização dos jogadores e o de os colocar sob uma carga emocional muito forte (raiva). Se os jogadores do Sporting começam agora a entrar em campo desconfiados em relação ao trabalho do árbitro, isso pode gerar um descontrolo emocional muito grande (lembram-se da quantidade de cartões amarelos vistos por Bruno Fernandes ou Acuña por protestarem decisões dos árbitros? A equipa ganhou algo com isso?). O querer ganhar ‘contra tudo e contra todos’ é muito bonito e cai sempre bem junto dos adeptos, mas nas mais das vezes coloca alguns jogadores a correr mais em vez de correr bem, o que leva a um desgaste inútil e repentino, e isso pode condicionar o jogo da equipa. Cabe a Rúben Amorim impedir que tal suceda, que consiga manter os jogadores focados naquilo que têm feito bem: jogar de forma racional e competente.
Há cerca de um ano, Frederico Varandas, em entrevista à RTP, falou precisamente sobre esta matéria. E concordei com ele. Resumidamente, defendia que o Sporting não podia desculpar possíveis maus resultados só com erros dos árbitros, porque se o fizesse iria estar a deixar passar em claro possíveis erros próprios, dos jogadores. Ora, é precisamente isso que pode suceder doravante, quando o mesmo presidente leonino vem no final deste jogo atribuir toda a responsabilidade da perda de 2 pontos ao árbitro Luís Godinho. Mas será que não existe um assunto sobre o qual Varandas não diga tudo e o seu contrário?
Cabeça fria. É isso que se pede quando o Sporting segue na liderança da Liga. Porque ninguém é campeão só com vitórias. Se cada um fizer o seu papel, as coisas podem correr mesmo muito bem: os jogadores, de forma racional, a resolver os desafios nos relvados; nós, os adeptos, de forma totalmente emocional e nada racional, cá continuaremos a culpar os árbitros, caso eles errem ou não. Combinado?
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.
Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina
09 Mai 2026 | 11:51 |
Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.
O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.
A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.
Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.
O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.
Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável
26 Abr 2026 | 15:35 |
O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.
Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).
No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.
Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.
Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.