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Varandas vê aumento aprovado no Sporting: Presidente ultrapassa o meio milhão e pode contrair dívida
27 Out 2026 | 09:16
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07 Dez 2020 | 11:12 | Por Redação
Creio que uma larga maioria de sportinguistas concordará comigo quando defendo que a grande virtude desta equipa do Sporting passa pela abordagem muito racional como consegue disputar cada jogo. Não é um conjunto precipitado, sabe bem como e onde pode fazer a diferença, como conhece de tal forma as debilidades próprias, ao ponto de as disfarçar quase sempre com muita competência. Passar de 0-1 para 3-1 frente ao Gil Vicente, quando faltavam apenas 7 minutos para os 90 demonstra isso bem, tal como o empate conseguido frente ao FC Porto, a 3 minutos do fim, depois de ter visto revertida a decisão de um penálti a seu favor; nos Açores, a vitória demorou a chegar (81’), mas a equipa não deixou que o relógio condicionasse o seu jogo e o mesmo sucedeu frente ao Moreirense, embora a ‘remontada’ tivesse até surgido mais cedo.
Uma equipa está sempre mais perto de ter sucesso quando é racional e não emocional. Mas na sequência do que sucedeu em Famalicão, temo que a emoção comece a ganhar espaço. Muito objetivamente: o Sporting, ao intervalo, podia estar confortável em cima de um resultado de 3-0. Se Nuno Santos não tivesse falhado o penálti, mas acontece a todos; se Adán não tivesse imaginado de forma errada a trajetória da bola no lance que deu o golo ao Famalicão, mas isso também ocorre com alguma frequência. Estes dois erros são corrigíveis com mais um pouco de trabalho e paciência, por isso importa é trabalhar no sentido de melhorar aquilo que depende de nós. Culpar o árbitro Luís Godinho pelo empate? Ok, dá para descarregar a frustração, mas o que se ganha com isso para os jogos seguintes? Nada. Podemos, devemos, apontar os erros aos árbitros (já agora, também quando eles nos são favoráveis), mas daí a fazer deles os grandes culpados pelos resultados que não nos interessam é dar um passo muito perigoso em dois sentidos: o da desresponsabilização dos jogadores e o de os colocar sob uma carga emocional muito forte (raiva). Se os jogadores do Sporting começam agora a entrar em campo desconfiados em relação ao trabalho do árbitro, isso pode gerar um descontrolo emocional muito grande (lembram-se da quantidade de cartões amarelos vistos por Bruno Fernandes ou Acuña por protestarem decisões dos árbitros? A equipa ganhou algo com isso?). O querer ganhar ‘contra tudo e contra todos’ é muito bonito e cai sempre bem junto dos adeptos, mas nas mais das vezes coloca alguns jogadores a correr mais em vez de correr bem, o que leva a um desgaste inútil e repentino, e isso pode condicionar o jogo da equipa. Cabe a Rúben Amorim impedir que tal suceda, que consiga manter os jogadores focados naquilo que têm feito bem: jogar de forma racional e competente.
Há cerca de um ano, Frederico Varandas, em entrevista à RTP, falou precisamente sobre esta matéria. E concordei com ele. Resumidamente, defendia que o Sporting não podia desculpar possíveis maus resultados só com erros dos árbitros, porque se o fizesse iria estar a deixar passar em claro possíveis erros próprios, dos jogadores. Ora, é precisamente isso que pode suceder doravante, quando o mesmo presidente leonino vem no final deste jogo atribuir toda a responsabilidade da perda de 2 pontos ao árbitro Luís Godinho. Mas será que não existe um assunto sobre o qual Varandas não diga tudo e o seu contrário?
Cabeça fria. É isso que se pede quando o Sporting segue na liderança da Liga. Porque ninguém é campeão só com vitórias. Se cada um fizer o seu papel, as coisas podem correr mesmo muito bem: os jogadores, de forma racional, a resolver os desafios nos relvados; nós, os adeptos, de forma totalmente emocional e nada racional, cá continuaremos a culpar os árbitros, caso eles errem ou não. Combinado?
Na mensagem de despedida, leões enaltecem anos de esforço e dedicação, apresentando as mais sentidas condolências aos familiares e amigos
01 Nov 2026 | 12:56 | Por Redação
O Sporting está de luto pela morte de Péricles Pinto, antigo atleta do Clube, que faleceu este sábado, aos 89 anos. Numa nota oficial, os leões lamentaram a perda e recordaram o percurso de um dos nomes que representou a equipa de atletismo ao longo de várias décadas.
Com a aprovação de Moniz Pereira, Péricles Pinto vestiu as cores verdes e brancas em quatro períodos distintos, desde o final da década de 50 até aos anos 70. Durante esse percurso, conquistou dois tri-Campeonatos de Portugal, primeiro entre 1970 e 1972 e, mais tarde, de 1975 a 1977.
O antigo atleta também fez parte da equipa leonina que participou na primeira edição da Taça dos Campeões Europeus de Atletismo, em 1975. Especialista nas diferentes vertentes do salto, teve igualmente a oportunidade de representar Portugal por duas vezes na Taça da Europa.
A ligação de Péricles Pinto ao emblema verde e branco foi reconhecida em 1981, quando recebeu o Prémio Stromp na categoria Dedicação. A distinção destacou o compromisso e o contributo prestado ao Clube de Alvalade ao longo dos anos.
Na mensagem de despedida, o Sporting enalteceu os anos de esforço e dedicação do antigo atleta e apresentou as mais sentidas condolências aos familiares e amigos. O Clube manifestou, assim, o seu pesar pelo desaparecimento de uma figura que fez parte da história do atletismo leonino.
Emblema verde e branco está no centro de uma discussão que está relacionada com os vencimentos dos responsáveis da SAD leonina
01 Nov 2026 | 10:16 | Por Redação
A composição da Comissão de Acionistas da Sporting SAD está a levantar dúvidas quanto à independência de alguns dos seus elementos. Bernardo Ayala, presidente da Mesa da Assembleia Geral, e Ferreira Pinto, responsável pelo Conselho Fiscal, integram o organismo que apresenta propostas relativas aos vencimentos dos órgãos sociais, incluindo valores que abrangem as funções que ambos desempenham.
Os dois dirigentes fazem parte desta comissão desde 2019 e passaram a receber remuneração pelos respetivos cargos a partir de 2023/24. Bernardo Ayala recebeu 9 mil euros ao longo deste período, correspondentes a 3 mil euros por época. Para 2026/27, está previsto que aufira 3.600 euros.
No caso de Ferreira Pinto, o montante acumulado ascende a 21 mil euros, resultante de pagamentos anuais de 7 mil euros. A previsão para a temporada em curso aponta para um valor de 8.500 euros. Os números estão no centro das questões levantadas sobre a participação dos dois responsáveis na estrutura que propõe as remunerações dos órgãos sociais.
Ao jornal 'Correio da Manha', o Clube de Alvalade rejeitou qualquer conflito de interesses e defendeu que os procedimentos respeitam as boas práticas. Na justificação apresentada, salientou que a comissão não decide os salários: limita-se a formular propostas, cuja aprovação compete aos acionistas.
O peso do Sporting nas decisões da SAD é, ainda assim, um dos pontos relevantes desta discussão. O Clube detém 88% do capital da sociedade, o que lhe garante uma posição maioritária nas votações. A comissão foi eleita para o mandato entre 2026 e 2030, mas a política de remunerações terá de voltar a ser apreciada e apresentada na próxima Assembleia Geral anual.
Líder do Porto fez questão de voltar a 'picar' o Presidente do Clube de Alvalade no mais recente editorial da revista ‘Dragões', publicada esta terça-feira
27 Out 2026 | 15:25 | Por Redação
André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro. O presidente do Porto recuperou a recente troca de palavras entre o líder do Sporting e Luís Montenegro e deixou várias críticas ao dirigente leonino, incluindo uma referência à remuneração aprovada pelos acionistas da SAD.
Villas-Boas: "Varandas regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva"
“Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado”, começou por escrever André Villas-Boas.
O presidente dos dragões prosseguiu, recuperando a polémica que começou com uma intervenção do primeiro-ministro. “À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político”.
Villas-Boas aproveitou ainda para ironizar com os valores recebidos pelo Presidente do Sporting. “Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades”, acrescentou.
No mesmo editorial, o líder máximo do Porto abordou ainda outros temas relacionados com o futebol português, incluindo arbitragem e decisões do Conselho de Arbitragem. Villas-Boas recuperou também o polémico lance de alegada mão de Issa Doumbia no Braga - Sporting, considerando que existia motivo para grande penalidade contra os leões e criticando as explicações posteriores sobre o episódio.
Varandas vê aumento aprovado no Sporting: Presidente ultrapassa o meio milhão e pode contrair dívida
27 Out 2026 | 09:16
Sporting dá que falar! Varandas ganha mais do que todos administradores do Porto juntos
25 Out 2026 | 17:32
Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35