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08 Jan 2026 | 16:13
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03 Jun 2020 | 18:17 |
A equipa principal de futebol do Sporting CP defronta, esta quinta-feira, 4 de junho, pelas 21h15, o Vitória SC. Na antevisão à partida, Rúben Amorim começou por falar sobre o estado anímico da equipa depois de quase dois meses sem competição: “Foram três meses atípicos, mas deu-me tempo para ver como funciona o clube, deu-nos tempo para trabalhar a parte específica com os jogadores da formação que precisam de adaptação. Foi bom. Quando marcaram a data do recomeço permitiu-nos trabalhar com o foco no objetivo e com um prazo estabelecido. E mais do que treinos, esta equipa precisa de jogos para ver como é que está”, começou por dizer. Relativamente o tempo de paragem das competições e ao pouco tempo do técnico em Alvalade, o técnico leonino afirmou que foi positivo para perceber como o Clube funciona: “Tivemos algumas vantagens para eu perceber como é que o clube funciona. E todo o treinador precisa desse tempo. Agora, foi um período longo, mas não foi uma pré-época. Foi cansativo, porque treinámos muito e com elevada intensidade. Tivemos mais tempo para trabalhar o coletivo, porque começámos a treinar há duas semanas com o grupo todo e isso dá-nos alguma vantagem”. Questionado sobre as diferenças do plantel de há três meses e do plantel agora já rotinado com as suas ideias, afirmou que “acima de tudo a equipa precisou de limpar a cabeça e nesse aspeto foi bom. A equipa vem evoluindo com o tempo. No entanto, não tenho um ponto de comparação, porque trabalhámos apenas com o grupo e não ouve competição. Os jogadores já sabiam as jogadas que os colegas iam fazer. Por isso, estou entusiasmado, mais do que com pressão, estou entusiasmado para ver os jogos e depois refletir a partir daí”. O míster dos leões falou, também, dos jovens da formação leonina e foi muito claro, afirmando que a qualquer momento podem ter a sua oportunidade: “Eles estão no plantel do Sporting e por isso estão aptos. São opções como todos os outros. No fundo, quem tiver mais fome e vontade de jogar no sporting, vai jogar. Todos terão oportunidade de mostra serviço, caso sejam chamados”. O futebol regressou, se bem que com algumas mudanças no paradigma, e o líder do plantel principal verde e branco não deixou de comentar as alterações: “O futebol não vai mudar. Desde o primeiro treino que não houve qualquer receio por parte dos atletas. Os jogadores fizeram isto a vida inteira e isto não vai mudar o seu comportamento. O pior já passou e temos de levar isso dessa forma. Eles são muito controlados, temos um corpo clínico pronto para tudo e quando a bola rola eles sentem-se bem e por isso vai ser um bom jogo. Vai ser tudo igual ao que era. Aquilo que pode mudar é a imagem do jogo, sem público e sem adeptos nas bancadas”. Sobre o jogo de quinta-feira frente ao Vitória SC, o técnico leonino teceu elogios à equipa comandada por Ivo Vieira: “É uma equipa com grandes jogadores e um grande treinador e que vem dum grande momento de forma. E isso pode mudar alguma coisa, porque na altura em que o futebol parou o Vitória SC estava num grande momento de forma. Espero um jogo muito complicado, com jogadores livres e felizes por voltar a competir. Acho que é um grande teste para a nossa equipa. Não por facilidade, mas porque nos vais testar ao mais alto nível. Vai ser um excelente jogo para recomeçar o campeonato”. Foram dadas ainda indicações de Wendel não está disponível para o encontro devido a lesão. O brasileiro tem um traumatismo no joelho direito. Também Luiz Phellype e Joelson Fernandes vão estar ausentes por lesão. O jogo entre Sporting CP e Vitória SC realiza-se esta quinta-feira, 4 de junho, pelas 21h15, no Estádio D. Afonso Henriques. Os leões ocupam, atualmente, o 4.º lugar da Liga NOS, com 39 pontos, a quatro do SC Braga, que está no terceiro lugar.
Fotografia de Sporting CP.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
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A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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