The Daily Ronaldo
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16 Fev 2026 | 12:47
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The Daily Ronaldo
22 Nov 2025 | 14:35 |
Emerson Royal, lateral internacional brasileiro, que atua no Flamengo, relembrou a sua temporada passada, onde atuou no Milan, onde foi colega de Rafael Leão, referindo que o seu nome era até mais comentado do que o de Cristiano Ronaldo, ainda que pelos piores motivos.
E. Royal: "Sempre que dizia ou fazia alguma coisa falavam mais de mim do que de Cristiano Ronaldo, mas de forma negativa"
"Quando cheguei a Itália tive uma sensação um pouco estranha. Sempre que dizia ou fazia alguma coisa falavam mais de mim do que de Cristiano Ronaldo, mas de forma negativa. Sentia que tinha de fazer sempre o dobro para ser aceite e, mesmo assim, não o era. Sou uma pessoa que não se deixa afetar facilmente porque conheço o meu valor, mas não é agradável chegar e sentir a onda de ódio sem ainda ter entrado em campo e jogado nem que seja um minuto. Tenho família e amigos. São eles que sofrem mais. Não foi uma situação agradável. Ninguém gostaria de ouvir certas coisas enquanto tenta fazer o melhor no seu trabalho, seja ele qual for", começou por dizer, em entrevista à Gazetta dello Sport.
E. Royal: "Em Itália, a imprensa tem um peso enorme e eu não fazia a menor ideia disso"
O lateral de 26 anos admitiu ter ficado afetado com o que se dizia na imprensa italiana: "Sempre senti a confiança do clube e dos colegas e, de facto, no Milan conquistei um lugar no onze. O problema era outro. Em Itália, a imprensa tem um peso enorme e eu não fazia a menor ideia disso. O que se diz lá fora é muito forte e influencia a priori", acrescentou.
Emerson Royal conta que pediu depois para sair: "Não poderia continuar com aquela sensação. No Tottenham, aconteceu-me a mesma coisa, mas consegui mudar a opinião deles: chegas, as pessoas falam, depois não querem mais que saias. É sempre uma questão de tempo e adaptação. Inicialmente, pensei em fazer o mesmo no Milan, ficar para mostrar quem realmente sou".
O internacional brasileiro explica que o problema físico: "Depois da lesão e dos meses em que estive parado, a sensação amplificou-se ainda mais. E quando percebi que minha relação com o ambiente já estava desgastada, percebi que ficar não seria a escolha certa", concluiu. Também Cristiano Ronaldo tem sido alvo de forte contestação.
Ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que avançado português se adaptasse a uma nova dinâmica tática
17 Fev 2026 | 16:30 |
A relação conturbada entre Cristiano Ronaldo e Erik ten Hag no Manchester United continua a dar que falar. A rutura consumou-se em 2022, com a rescisão de contrato antes de rumar ao Al Nassr, mas os bastidores desse divórcio continuam a ser revelados. O ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que o avançado se adaptasse a uma nova dinâmica tática.
Em declarações no programa “The Good, The Bad and The Football”, Steve McClaren, então adjunto de Ten Hag, explicou que o treinador foi claro quanto às funções pretendidas para o jogador: "Havia muitas batalhas no campo de treino. Tudo o que ele quer que faças é isto, isto e isto. Ronnie, este é o teu trabalho".
S. McClaren sobre C. Ronaldo: "Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”
A situação agravou-se quando o português começou a perder espaço no onze: “Tudo o que ele quer que faças é ser o primeiro a pressionar, fazer uma corrida, talvez duas, e depois voltar para o meio. Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”.
Apesar da tensão, Ten Hag manteve-se firme nas suas convicções: “Era um impasse, e quem iria vencer? Erik manteve-se firme. A maioria dos treinadores acomodaria a situação. Mas ele não”, frisou, evidenciando que a coerência do treinador acabou por prevalecer.
Também Benni McCarthy, antigo avançado e membro da equipa técnica, admitiu que o clube poderia ter tirado maior partido do português: “Cristiano é uma grande personalidade. Ele queria um treinador que o compreendesse. Ten Hag tinha a sua filosofia e não o via como parte dela. E foi aí que os problemas começaram” (Recorde AQUI).
Antes de fechar transferência, ex dirigente de clube francês decidiu confirmar impressões junto do Capitão da Seleção Nacional
17 Fev 2026 | 11:44 |
Antes de chegar ao PSG, foi no Mónaco que Luís Campos consolidou a reputação como diretor desportivo mais influente do futebol europeu. Contratado em 2013 por Vadim Vasilyev, então diretor-geral do clube, o português foi decisivo na mudança de paradigma no principado, especialmente quando as restrições do fair-play financeiro obrigaram o Mónaco a abandonar a política de estrelas e a apostar forte na deteção e valorização de jovens talentos.
A nova estratégia implicava também um treinador alinhado com a visão do projeto e foi aí que surgiu o nome de Leonardo Jardim. Após a redução a três ou quatro nomes, a escolha recaiu no então treinador do Sporting, que vinha de uma época marcante em Portugal ao orientar uma equipa jovem até ao segundo lugar da Liga.
V. Vasilyev: “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”
Antes de fechar a decisão, Vadim Vasilyev decidiu confirmar impressões junto de uma voz particularmente autorizada: Cristiano Ronaldo (que foi elogiado por uma estrela da NBA): “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”, revelou o dirigente ao L’Équipe.
O técnico madeirense aceitou o desafio mesmo após vendas milionárias, sem apontar o dedo à estrutura, consolidando um “triângulo” de confiança entre treinador, diretor desportivo e administração. O sucesso culminaria no título francês de 2017, com uma equipa construída de raiz por Luís Campos e liderada por Leonardo Jardim. O telefonema a Cristiano Ronaldo ajudou a selar uma das decisões mais marcantes do projeto monegasco.
Lembrar que Leonardo Jardim orientou o Sporting na temporada desportiva de 2013/2014, atingindo o segundo posto do Campeonato Nacional. Pelo emblema verde e branco, o técnico somou 23 vitórias, oito empates e quatro derrotas em 35 jogos disputados. Rumou ao Mónaco por 3 milhões de euros.
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16 Fev 2026 | 17:17 |
Benni McCarthy, antigo jogador do Porto, recordou os tempos no Manchester United, onde foi adjunto de Erik ten Hag durante duas temporadas e trabalhou com Cristiano Ronaldo. O atual selecionador do Quénia pensa que tinha todo o direito de ensinar algo a Cristiano Ronaldo.
B. McCarthy: "Estou na terra há mais tempo do que ele"
"Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo, ainda podia ensinar-lhe algo que ele não sabia, porque eu estou nesta terra há mais tempo do que ele e já o fiz antes dele, então havia algo que ele poderia aprender comigo. Então, por que devo sentir wow?', disse, em entrevista à Creamer TV.
O sul-africano ainda voltou a reforçar este tema com toda a convicção. "Admirá-lo porque é o Ronaldo e estar aqui para aprender. Não, estou aqui para retribuir, e essa era a minha mentalidade, e é por isso que sinto que tive sucesso", concluiu.
De lembrar que, em outubro, Benni McCarthy disse que a saída de CR7 nos "red devils", em 2022/2023, não foi digna. "A forma como saiu não foi digna de um jogador tão extraordinário e de classe mundial como ele", disse, na altura, a um site de apostas.
Na sua segunda passagem por Old Trafford, Cristiano Ronaldo - avaliado em 12 milhões de euros - realizou 54 partidas oficiais. Nesse período, o ponta de lança marcou 27 golos e somou cinco assistências, sem conquistar nenhum título.
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