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Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
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06 Ago 2020 | 14:49 |
Quanto ao sistema de i-voting, as opiniões dividem-se, mas sempre
com ressalvas. O projeto começou com um grupo de trabalho
constituído por nove elementos, liderado por Rogério Alves,
presidente da Mesa da Assembleia Geral, que entregou um relatório
ao Conselho Diretivo, entretanto já em apreciação. A decisão
final está agora nas mãos dos Sócios e será um tema a abordar na
próxima Assembleia Geral, juntamente com o Orçamento 2020/2021.
Em comunicado, o Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal,
considera que é um passo inovador e de grande mobilização da
massa associativa leonina: “O Conselho Directivo congratula-se com
o teor das conclusões a que o Grupo de Trabalho chegou por
considerar que este sistema de votação torna o voto acessível a
todos, ampliará seguramente a legitimidade e a força das
deliberações tomadas, será um fator de grande mobilização da
massa associativa do Sporting Clube de Portugal e representará um
passo totalmente inovador e pioneiro como é timbre do Sporting
Clube de Portugal”.
No mesmo comunicado, dirigindo-se diretamente aos Sócios, o
Conselho Directivo deixa algumas certezas: “Que do estudo e
análise realizados pelo Grupo de Trabalho não se identificam
normas legais que impeçam a introdução do I-Voting nas
assembleias gerais do Sporting Clube de Portugal; Que a introdução
do I-Voting permite manter inalterado, no essencial, o modelo de
assembleias gerais que tem vindo a ser seguido no Sporting Clube de
Portugal, isto é, o tradicional modelo que prevê períodos para
debate e votação e, bem assim, o direito dos Sócios de formularem
propostas sobre temas incluídos na ordem de trabalhos; Que a
introdução do I-Voting deverá garantir em qualquer caso o
segredo do voto e a autenticidade do meio utilizado e dos
resultados, à semelhança do “voto eletrónico” já utilizado
pelo Sporting Clube de Portugal nas assembleias gerais eleitorais
desde 2013”.
Sob a forma de tentar obter reações a este novo sistema de
votação, o Leonino questionou alguns dos antigos Presidentes da
Mesa de Assembleia Geral.
Eduardo Barroso estranha que “Rogério Alves, que liderou esse
grupo de trabalho, não ter contatado antigos presidentes da Mesa da
Assembleia Geral, para darem a sua opinião”. Contudo, acha
“louvável” a iniciativa desde que “se garanta a seriedade do
processo, a segurança informática, que não possam existir
intromissões, que o voto seja secreto, que não se possa votar uns
pelos outros e que estejam reunidas todas as formas para funcionar
como segurança.
“Acho que nos temos que adaptar às novas tecnologias; agora acho
que, como Sócio há muitos anos (Sócio n.º 231), deveria ter-me
chegado mais informação sobre esse projeto liderado por Rogério
Alves. Sinto que houve pouca publicidade”, sublinhou o conhecido
cirurgião.
Eduardo Barroso concluiu dizendo que não entende qual foi o
critério para que esse grupo de trabalho se tenha formado e a sua
legitimidade. “Tenho sempre algumas dúvidas em algo que seja
liderado por Rogério Alves, pois considero que o mesmo não tem o
consenso e a legitimidade toda que pensa que tem. Era necessário
que esse grupo de trabalho representasse as várias sensibilidades
do Sporting CP, pois temos visto nos últimos tempos os grupos de
trabalho que têm sido criados e que estiveram na origem dos grandes
problemas do Sporting CP”, terminou.
Por sua vez, Dias Ferreira, outro antigo Presidente da Mesa da
Assembleia Geral, considera que “o tema do i-voting é uma
diversão para não discutir outros temas e tenho muitas dúvidas
que seja aprovado na Assembleia Geral”, por considerar que “a
maioria das pessoas estão contra”.
“Não se acha essencial uma segunda volta, mas acha-se essencial
esta matéria do voto eletrónico, é estar a brincar”, vincou
Dias Ferreira, que foi presidente da Mesa da Assembleia Geral entre
2009 e 2011.
Quando questionado se aprovaria esta questão, Dias Ferreira foi
bastante claro: “Enquanto Sócio não aprovaria, pois não
considero uma questão essencial neste momento”, concluindo e
frisando de novo que “é uma modernice para não se discutirem
outros temas mais importantes”.
Também contactado pelo Leonino, Jaime Marta Soares, Presidente da
Mesa da Assembleia Geral entre 2013 e 2018, preferiu, por agora,
não comentar.
O i-voting irá ser votado na próxima Assembleia Geral,
garantindo o Clube que “o I-Voting permitirá uma muito mais
ampla e regular participação dos Sócios na vida do Clube, uma vez
que possibilitará o voto ‘quando quiser e onde estiver'”,
garantindo que “caberá aos Sócios deliberarem e terem a palavra
final sobre o que vier a ser proposto”.
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 |
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 |
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Durante debate no Parlamento, chefe do Governo utilizou uma metáfora com Clube de Alvalade para visar críticos do seu mandato
10 Out 2026 | 09:47 |
Frederico Varandas respondeu à provocação de Luís Montenegro sobre o passado do Sporting e aproveitou para deixar uma indireta ao Porto. No final da vitória dos leões por 3-1 frente ao Braga, o Presidente leonino comentou as palavras do primeiro-ministro durante o debate do Orçamento do Estado.
Montenegro, adepto dos dragões, tinha recorrido à história do Sporting para ilustrar a ideia de que as previsões de défice feitas pela oposição poderiam não se concretizar no imediato. O chefe do Governo aludiu à expressão "para o ano é que vai ser", numa referência ao longo período que os leões passaram sem conquistar o título nacional.
Varandas revelou que recebeu várias mensagens sobre o episódio e explicou que só tomou conhecimento exato das declarações durante a deslocação para o jogo com o Braga. "Realmente recebi muitas mensagens sobre o debate quinzenal. Tanto que, na viagem para cá, tive de ver o que realmente tinha sido dito. Não houve nada. Foi uma graçola. Eu não a teria feito, tendo em conta que há milhões de eleitores Sportinguistas", afirmou.
F. Varandas: "Preferia estar mais 19 anos sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros"
O líder do Sporting não ficou, porém, por aí e aproveitou a ocasião para lançar uma farpa ao rival portista, recorrendo à polémica das escutas relacionadas com o Apito Dourado. "Mas essa do clube que ganhava quase, quase... Só queria dizer que estivemos 18 ou 19 anos sem vencer. Mas posso dizer que preferia estar mais 19 sem vencer a ser presidente de uma coletividade vencedora que tivesse sido apanhado em escutas a corromper árbitros", declarou.
Quanto ao jogo, o Sporting venceu o Braga por 3-1 na 8.ª jornada da Liga, depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, graças a um autogolo de Rui Silva, aos 41 minutos. Na segunda parte, Luis Suárez restabeleceu a igualdade aos 66’, de cabeça, e um autogolo de Bernardo Fontes, aos 70’, consumou a reviravolta leonina. Rodrigo Zalazar fechou o resultado aos 81 minutos, com um remate de fora da área.
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09 Out 2026 | 16:05
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09 Out 2026 | 13:31
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09 Out 2026 | 13:04