Futebol
Técnico do Benfica provocou o Sporting e mister respondeu: "Muito honestamente..."
23 Out 2026 | 16:35
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24 Ago 2020 | 18:26 |
Antes da Lei Bosman (1995) era habitual os grandes clubes de Portugal elaborarem listas de dispensas em cada final de temporada. Por um lado, nem custos de aquisição nem salários eram muito elevados, logo era fácil o acordo clube-jogador para se colocar termo à relação; por outro, raramente se transferiam futebolistas para o estrangeiro dada a limitação que iria desaparecer a meio da década de 1990. Era um tempo em que imperava o amadorismo, mas, repito, como os custos associados às operações não eram muito significativos, era assim que se procedia.
Lembrei-me deste tempo de amadorismo quando ontem fui confrontado com a ‘lista de dispensas’ do Sporting, escarrapachada em todos os jornais desportivos, por força de uma exclusão de partes face aos convocados para seguirem para o estágio em Lagos. Há uma semana tinha dado uma pequena achega a este tema e em dado momento escrevi: “ Os possíveis interessados sabem agora estar a negociar excedentes, pelo que podem comprar em baixa, não pagando sequer verbas equivalentes às gastas pelo Sporting, ou podem negociar empréstimos vantajosos, sem obrigação de compra e até exigir alguma repartição de salários.”
Escrevi isto mas no fundo queria acreditar que a administração da SAD sabia mais, conseguia e iria fazer melhor. Sim, foi ingenuidade minha. De repente o quadro fica ainda pior e as consequências são evidentes: o Alavés só quer Battaglia por empréstimo, não estando sequer interessado em pagar uma taxa de cedência que se veja. Fica com a opção de comprar em junho de 2021 um médio de 29 anos (a um mês de fazer 30) por 5 milhões. Sabem quando tal opção será exercida por esse valor? Nunca. Por outro lado, há ainda que encontrar solução para Eduardo, que custou 3 milhões; para Camacho, que custou 5,6 milhões; para Rosier, que custou 5,26 milhões (mais o valor – 1,5 milhões - que o Sporting recusou em proposta concreta para vender o passe de Mama Baldé); para Ilori que custou 2,4 milhões. Só aqui, em contas sérias e não naquelas de brincar que o garoto Bernardo faz nos editoriais do Jornal Sporting, estão 17,76 milhões de euros! Estes jogadores foram contratados pela SAD hoje gerida por três cachopos que, com o dinheiro que não é deles, fazem experiências de investimentos , as quais só haviam testado há poucos anos, no Monopólio e no Football Manager.
Aceitando a ‘exigência´ de um treinador que vive a sua primeira experiência de montar um plantel, a SAD permite que Acuña e Palhinha sejam colocados a treinar à parte do grupo, porque Amorim só queria ter nesta fase os jogadores com que contará para a temporada 20/21, diz a explicação oficial. Lá está, o Sporting está a negociar a venda dos passes destes dois futebolistas mostrando o jogo aos possíveis interessados: quanto pagam por estes que não queremos? Isso seria apenas ridículo, não se tratasse de mais uma evidente demonstração do que é uma gestão danosa.
Cabe aqui perguntar qual o nível de responsabilidade atribuído a quem, no departamento de scouting, validou as aquisições de Rosier, Camacho, Eduardo e Ilori? Porque não falamos de aquisições ‘custo zero’. Estamos, sim, perante operações onerosas, algumas das quais ainda nem sequer liquidadas na sua totalidade. Podem dizer-me que num passado recente erros destes ou de tamanho ainda superior também foram cometidos. É verdade, mas quem estava à frente do scouting em 16/17 deixou de ser levado em conta daí em diante, precisamente por ter validado, entre outros, Alan Ruiz ou Spalvis. Vão dizer-me que a responsabilidade destas aquisições de Varandas foi de Raúl José, elemento que por acaso deixou de trabalhar para o Sporting? Ou foi de quem estava, e continua a estar, à frente do departamento?
Quem atira dinheiro para o ‘lixo’ desta forma não tem qualquer moral para se queixar da falta de recursos financeiros para dotar a equipa de melhores jogadores. Os recursos existem sempre, em maior ou menor quantidade, têm é de ser geridos com rigor, palavra desconhecida a quem administra atualmente a SAD. É muito fácil atirar areia para os olhos de Sócios e adeptos escrevendo que entre Setembro de 2018 e o dia de hoje o plantel do Sporting custa menos 18 milhões por ano. Claro. Saíram Nani, Gudelj, Bas Dost, Bruno Fernandes, Raphinha e Mathieu, entre outros. Por isso o Sporting passou de vencedor de duas taças para 4º classificado. Se o garoto Bernardo experimentar fazer as contas depois das saídas de Acuña e Battaglia até aumenta esse valor para mais de 20 milhões. Seria um Sporting campeão do ajustamento salarial não se desse o caso de continuar a custar cerca de 50 milhões, sem que se vislumbrem valores futebolísticos que justifiquem tamanha folha de pagamento. E o problema é que o propósito do Sporting é ser campeão nacional, não o campeão da redução orçamental. Quer dizer, o propósito para os Sócios e adeptos é o de ser campeão, porque para a administração o objectivo é ‘fazer melhor que na época passada”, e isso até deve ser fácil uma vez que a equipa nunca perdeu tantas vezes como em 19/20, e somar menos de 60 pontos é tarefa quase impossível.
Treinador dos verdes e brancos não pretende apostar no jogador esta temporada desportiva a 100%, apenas em partidas de menor risco
24 Out 2026 | 03:00 |
Salvador Blopa não deverá assumir, para já, um papel regular nas opções de Rui Borges para a equipa principal do Sporting, sabe o Leonino. O treinador dos verdes e brancos aprecia o potencial do ala, mas considera que o jogador ainda precisa de tempo antes de poder entrar de forma consistente na rotação.
A realidade é que a utilização de Blopa na temporada passada esteve muito relacionada com os vários problemas físicos que afetaram o plantel leonino. As lesões abriram espaço para o jovem somar oportunidades que, num cenário de maior disponibilidade do grupo principal, dificilmente teriam surgido com a mesma frequência.
Ainda assim, ao que o nosso Jornal apurou, Rui Borges não fecha, ainda assim, completamente a porta ao jogador. Blopa poderá ser chamado num ou noutro encontro das Taças, sobretudo em momentos nos quais a equipa técnica pretenda gerir os elementos mais utilizados e abrir espaço a jovens da formação para mostrarem serviço.
A ideia, porém, passa por não acelerar etapas. O treinador do Sporting entende que o ala ainda não reúne todas as condições para ser considerado uma alternativa regular na equipa principal, pelo que a evolução deverá continuar a ser feita de forma progressiva e sem colocar sobre o jogador uma responsabilidade excessiva.
Blopa continuará, assim, a trabalhar para convencer Rui Borges e aproveitar as oportunidades que possam surgir ao longo da temporada. Até lá, o jogador continuará a somar minutos ao serviço da equipa B e também dos juniores, onde tem ajudado na UEFA Youth League.
Leões continuam a preparar a receção aos viriatos, mas há novidades em Alcochete que podem mexer com os planos do treinador
23 Out 2026 | 17:31 |
O Sporting continua a afinar os últimos detalhes para a receção ao Académico de Viseu, agendada para este domingo, 25 de outubro, às 20h30, no Estádio José Alvalade. Rui Borges orientou mais uma sessão de trabalho na Academia Cristiano Ronaldo, em Alcochete, mas o cenário no boletim clínico mantém algumas dúvidas na preparação dos leões para o encontro.
Zeno Debast, Rodrigo Zalazar e Nuno Santos continuam entregues à Unidade de Performance, pelo que ainda não integraram os trabalhos com o restante plantel. A situação dos três jogadores está a ser acompanhada pela estrutura leonina, numa altura em que a equipa técnica procura preparar da melhor forma o duelo com o emblema viseense.
Entre os casos em avaliação, o de Debast - com 30 jogos falhados num ano - poderá conhecer novidades em breve. O defesa central belga será submetido a um derradeiro teste físico no sábado, que permitirá perceber se reúne condições para integrar a lista de convocados de Rui Borges para a partida em Alvalade.
Os verdes e brancos voltam a treinar no sábado, naquele que será o último ensaio antes do confronto com o Académico de Viseu. A sessão deverá servir para o treinador afinar a estratégia e avaliar as opções disponíveis para o encontro da nona jornada.
Depois do treino, Rui Borges fará a habitual antevisão da partida, marcada para as 13h15. Será nesse momento que o técnico leonino poderá prestar novos esclarecimentos sobre a preparação da equipa e a condição física dos jogadores, antes de o Sporting entrar em campo no domingo, perante os seus adeptos.
Treinador de 49 anos reconhece a qualidade dos leões, mas acredita que a sua equipa pode complicar a vida do Clube de Alvalade
23 Out 2026 | 17:15 |
O Sporting recebe o Académico de Viseu este domingo, 25 de outubro, às 20h30, em jogo da 9ª jornada da Liga Portugal, mas o adversário dos leões não esconde a ambição de sair de Alvalade com pontos. Bruno Pinheiro, treinador da formação viseense, reconheceu as dificuldades da deslocação, mas deixou claro que acredita numa surpresa frente à equipa orientada por Rui Borges.
B. Pinheiro: "Vamos ter alguma dificuldade na fase inicial do jogo"
"O que acredito que vai acontecer é uma entrada forte do Sporting, muito forte mesmo. Uma equipa que vai tentar que o Académico não consiga ter bola e creio que vamos ter alguma dificuldade na fase inicial do jogo", admitiu, em conferência de imprensa de antevisão.
O treinador, que "roubou" pontos ao Benfica na primeira jornada, não poupou elogios à qualidade individual e coletiva dos verdes e brancos. "A qualidade do Sporting está lá, a todos os níveis. Jogadores muito talentosos tecnicamente, muito rápidos, fortes no contacto físico, a grande maioria deles, portanto, é um adversário que em termos individuais é fortíssimo", destacou.
B. Pinheiro: "O futebol é rico nas surpresas"
Apesar de reconhecer o favoritismo do Sporting, Bruno Pinheiro acredita que a sua equipa tem argumentos para discutir o resultado. "O futebol é rico nas surpresas... Iremos tentar, de acordo com as nossas armas e com a análise que fizemos do adversário, apresentar uma equipa que irá criar dificuldades ao adversário e, obviamente, o grande objetivo é trazer de lá pontos", garantiu.
Para o Académico de Viseu ter hipóteses de surpreender, o treinador considera fundamental conseguir manter a posse de bola sempre que possível. "A melhor forma de defender é jogando com bola", explicou. O Académico soma 14 pontos e ocupa o sétimo lugar, enquanto os leões seguem no terceiro posto, com 18 pontos, numa partida arbitrada por Miguel Nogueira.
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23 Out 2026 | 16:35
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23 Out 2026 | 16:07
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23 Out 2026 | 14:49