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Giorgi Kochorashvili para substituir Morita? O que diz a estatística sobre o reforço do Sporting
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Jorge Jesus pode estar prestes a dar o passo mais importante da sua carreira. O ex Sporting, atualmente no Al Hilal, surge como forte candidato a assumir o cargo de selecionador do Brasil, um desafio que, segundo o jornalista Rui Dias, pode ser o ponto alto da sua trajetória. “Está na iminência de abraçar o desafio de uma vida, não na rotina dos clubes, no profissionalismo puro e duro, avaliado a cada instante, mas no cenário curto, grandioso e esmagador de uma equipa nacional”, escreve Rui Dias no jornal Record.
O percurso de Jesus no Brasil já deixou marcas profundas. Na sua passagem pelo Flamengo, conquistou títulos e redefiniu o futebol do clube, quebrando preconceitos e deixando um legado que, segundo Rui Dias, mudou o jogo no país. “JJ tem o amparo de títulos relevantes num dos maiores clubes do mundo; de ter aberto mercado aos treinadores portugueses no Brasil e construído uma aura profética entre os adeptos.” Agora, pode levar essa revolução ao mais alto nível, mas com uma grande responsabilidade: manter viva a essência do futebol brasileiro.
O jornalista alerta para os desafios que o antigo técnico dos leões enfrentará caso assuma o escrete, especialmente a necessidade de respeitar a tradição do futebol arte. “A seleção brasileira é a reserva espiritual do futebol e, como tal, tem de ser respeitada.” Para Rui Dias, o técnico português deve encontrar um equilíbrio entre pragmatismo e espetáculo: “O papel do novo responsável é conjugar génio e pragmatismo; sustentar o caminho das vitórias com o estímulo ao espetáculo; valorizar magia, adorno e demais excentricidades, sem estar condicionado ao medo.”
Apesar do enorme prestígio conquistado no Brasil, Jesus pode enfrentar resistência dentro e fora de campo. A sua recente desavença com Neymar, no Al Hilal, não foi suficiente para afastar o interesse da Confederação Brasileira de Futebol, mas pode ser um fator a considerar. Além disso, a sua saída antecipada do clube saudita significaria abdicar do sonho de disputar o Mundial de Clubes. Ainda assim, Rui Dias acredita que Jesus tem nas mãos a possibilidade de concluir a transformação que começou no futebol brasileiro: “JJ deixou a meio uma revolução conceptual, ideológica e metodológica no Brasil. Tem agora a possibilidade de completá-la.”
Se a escolha da CBF recair sobre Jorge Jesus, o futebol brasileiro poderá estar à beira de uma nova era. O técnico português terá a missão de devolver à canarinha o brilho que a tornou lendária, “Se quiser só salvar a pele, pode aumentar a lenda manuseando argumentos importados, vencer será suficiente para a glória e ser considerado herói.”, afirma Rui Dias. O jornalista assume que não é necessário apenas ganhar, mas também respeitar e preservar a estética e a história do futebol brasileiro.
Histórico treinador da liga portuguesa concedeu, recentemente, uma extensa entrevista, em que falou da possibilidade de treinar os verdes e brancos
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Manuel Cajuda é um dos nomes grandes do futebol português. O experiente treinador, atual presidente do Olhanense, orientou 15 clubes diferentes em Portugal, para além de uma carreira no estrangeiro. Concedeu, recentemente, uma extensa entrevista ao jornal A Bola, e falou, entre outros temas, da possibilidade que teve para treinar o Sporting.
Apesar de ter passado por Braga e Guimarães, o treinador nunca orientou um dos três grandes. Na entrevista que concedeu, começou por partilhar que teve oportunidades nos três clubes, incluindo no Sporting, que acabou por recusar.
"Tive (a porta aberta) nos três. Eu nunca gostei de falar muito sobre isso, porque eu não treinei um dos grandes por culpa minha, não por culpa deles. Não vejam aqui qualquer antipatia em relação aos grandes", começou por explicar Manuel Cajuda.
Explicou, depois, o porquê de ter recusado os convites: "Eu tenho cabeça para pensar e quando me fizeram os convites — não sei se pensei errado — entendi que não era o lugar que eu queria (...) Porque achei que não era bom para mim. Tal como achei em relação ao Benfica e ao Sporting. Não vejam nisso vaidade e de alguém que tem na mania que é importante. Não. Ficamos claros de uma vez: tive convites e não fui por ser burro. Assim fica mais fácil perceberem", atirou o treinador português.
Sobre o convite dos leões, contou um pouco mais: "No Sporting foi em 2009, estava eu no Dubai. Se gostava? Claro que sim, mas não fui. Tal como não fui selecionador por coisas que ninguém entende… mas que eu entendo", rematou Manuel Cajuda, na entrevista que concedeu ao jornal A Bola. Por último, falou também do posto de selecionador nacional.
Treinador verde e branco já se terá decidido em praticamente todas as posições do campo, mas há uma específica que ainda pode mudar
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Rui Borges parece ter uma ideia em mente para a partida do Sporting frente ao Rio Ave, a contar para a primeira mão das meias finais da Taça de Portugal: não facilitar. O jogo disputa-se esta quinta feira, dia 3 de abril, em Alvalade, e o treinador verde e branco já terá praticamente toda a equipa decidida, com uma exceção: Conrad Harder,
Antes disso, a política de não facilitar na Taça, por parte de Rui Borges, vai começar a ficar bem patente pela escolha na baliza: não há ofertas a Franco Israel e deve ser mesmo Rui Silva, o titular do Sporting, a assumir as redes verdes e brancas.
No eixo defensivo, não se preveem mudanças em relação á última partida frente ao Estrela da Amadora. Rui Borges não vai deixar cair o 3x4x3, e Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande e Eduardo Quaresma devem ser os escolhidos para ocupar as três posições de defesas centrais. St. Juste será opção a partir do banco.
No meio do terreno surgem as maiores mudanças - em primeira instância, devido a dois reforços que já eram anunciados. Maxi Araújo volta de castigo e assume o ala esquerda, no lugar que foi ocupado por Matheus Reis na última partida. Morten Hjulmand faz o mesmo com Eduardo Felicíssimo no miolo do terreno. Zeno Debast e Ivan Fresneda devem manter a titularidade.
Na frente de ataque, surgem as maiores dúvidas. Conrad Harder é o melhor marcador do Sporting na Taça de Portugal, e vem demonstrando boa forma - a acrescentar a esse facto, os problemas físicos que Gyokeres já apresentou esta época, e a possibilidade de o poupar antes de um jogo difícil e importante frente ao Braga, deixam em aberto a possibilidade do avançado dinamarquês atuar na frente de ataque, entre Geovany Quenda e Francisco Trincão.
Com a reta final da temporada a aproximar-se, o técnico verde e branco vê-se obrigado a tomar algumas decisões difíceis, que podem magoar os jogadores
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A equipa do Sporting vai tendo cada vez mais jogadores disponíveis, mas nem por isso acabam as dores de cabeça para Rui Borges. Recentemente, foi obrigado a dar notícias menos boas a Franco Israel, guarda redes dos leões que tem sido suplente desde a chegada de Rui Silva a Alvalade.
A verdade é que Franco Israel, apesar de ter noção do seu lugar como opção secundária para Rui Borges, tinha alguma esperança de ser ele o escolhido para defender a baliza do Sporting na próxima partida, frente ao Rio Ave, em Alvalade.
Por sentir que se encontra num bom momento de forma, de devido a tratar-se da Taça de Portugal, competição onde, por vezes, os técnicos promovem alguma rotação nos planteis, o uruguaio tinha alguma esperança de ser o escolhido de Rui Borges para ser o guardião do Sporting.
No entanto, deverá ser Rui Silva a voltar a assumir a titularidade nos leões. O treinador verde e branco, Rui Borges, só comunica ao grupo o onze titular no dia do jogo, como habitual, mas os sinais dados ao longo da semana nas sessões de treinos apontaram sempre para a titularidade do português, em detrimento de Franco Israel, que deve voltar a ser remetido para o banco de suplentes.
A lógica de Rui Borges para o Sporting - Rio Ave é simples: mexer o menos possível numa equipa que finalmente está a ganhar rotinas. O treinador verde e branco vê a Taça de Portugal como um dos grandes objetivos da temporada, e a aposta é forte para atingir a final no Jamor.