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Varandas fala de Mamede e faz ligação curiosa com jogo do Sporting: "Coincidência? Não creio"
30 Jan 2026 | 11:38
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30 Jan 2020 | 16:06 |
As claques do Sporting CP continuam a estar legais, mesmo depois do fim do apoio por parte do Clube. Apesar da cessação dos protocolos, a jurista Soraia Quarenta afirma que “as claques não estão ilegais, o apoio é que foi retirado pelo Clube. No entanto, as duas claques continuam a preencher os requisitos legais para o efeito, como por exemplo estarem constituídas como uma associação. Neste momento, o que aconteceu foi que o Clube deixou de as reconhecer como claques, mas a única parte que eles perderam foi esse reconhecimento e o apoio do Clube”.
No passado dia 20 de outubro de 2019, após o jogo de futsal do Sporting CP diante dos Leões de Porto Salvo, a direção liderada por Frederico Varandas tomou a decisão de rescindir unilateralmente os protocolos celebrados com a Juventude Leonina e Directivo Ultras XXI. Na altura, o Clube justificou a decisão com a “escalada de violência” e também com “o incumprimento sistemático, por aqueles Grupos Organizados de Adeptos (GOA), das diversas obrigações que para si resultam dos referidos protocolos”.
Num comunicado emitido pelos leões, podia ler-se que “a única razão de fundo para a celebração dos protocolos é permitir aos GOA as melhores condições para o apoio aos atletas das equipas do Sporting CP; e, faltando esse apoio, falta, naturalmente, a razão de ser da vigência do protocolo”.
Em declarações ao Leonino, as advogadas Rita Garcia Pereira e Soraia Quarenta consideram que, a confirmar-se a decisão do Sporting CP de colocar as quatro claques na denominada “gaiola”, acaba por ser pouco compreensível.
Rita Garcia Pereira defende que “se se rescindiu o protocolo, o Sporting CP deixa de reconhecer as claques em questão como GOA. No entanto, teoricamente, as claques com quem não rescindiu, são aquelas cujo comportamento, o Sporting CP considera adequado. Portanto, se efetivamente avançar com esta decisão, vai mandar todos aqueles que se portam bem juntamente com os restantes”. A advogada remata dizendo que “ao invés de rescindirem os protocolos, se calhar, devíamos começar por só deixar entrar no estádio efetivamente o material permitido, independentemente de qual fosse a claque”.
Soraia Quarenta é, também, da opinião que a posição do Sporting CP acaba por ser paradoxal: “Temos aqui um problema de direito. Se eles deixaram de reconhecer a Juventude Leonina e o Directivo Ultras XXI como claques, então sob que legitimidade os vão colocar junto dos GOA que reconhecem como tal?”
LEI AGRAVA PENALIZAÇÕES PARA CLUBES MAS NÃO RESOLVE VIOLÊNCIA
A nova lei que rege a violência associada ao desporto pouco ou nada resolve. É esta a opinião de alguns juristas da nossa praça. O decreto Lei 113/2019, que estabelece o novo regime jurídico da segurança e combate ao racismo, xenofobia e intolerância nos espetáculos desportivos, aumenta a responsabilidade sobretudo os promotores do espetáculo, no nosso caso, o Sporting Clube de Portugal.
Relativamente às alterações que este novo regime trouxe, Soraia Quarenta mostra-se bastante crítica da mesma e não tem dúvidas em afirmar que “esta nova lei foi muito penalizadora para os adeptos. Só vai incitar mais à violência e à revolta das pessoas que são visadas pela lei. Vai afastar as pessoas dos estádios. Já estamos a vedar, até às próprias famílias, certos setores do estádio. Quando dizemos que aquele setor é só para claques, já estamos a dizer que não podem ir para aquele local em particular”.
Por sua vez, Rita Garcia Pereira acredita que “a alteração da lei visa essencialmente responsabilizar os promotores do espetáculo, ou seja, e no caso concreto, os Clubes, por infrações que ocorram imediatamente antes, durante e depois dos eventos desportivos, como, infelizmente, tem acontecido com o Sporting CP”. Sobre as limitações da mesma, a advogada demonstra como a mesma pode ser, até certo ponto, algo irrisória: “Em tese, um adepto de um clube pode arranjar uma camisola do clube rival e ir provocar desacatos para a bancada adversária. No limite, o responsável acabará por ser o Sporting CP. Nada impede isto”.
Contudo, para lá das limitações desta nova alteração legislativa, Soraia Quarenta e Rita Garcia Pereira reforçam que os clubes também têm aspetos que podem, certamente, melhorar, nomeadamente no caso das próprias revistas aquando da entrada no recinto desportivo.
Empresário assumiu que irá avançar, optando por adiar explicações mais detalhadas sobre os motivos que sustentam essa escolha
04 Fev 2026 | 09:25 |
Bruno Sá, proprietário do restaurante 'Cantinho do Sá', localizado nas proximidades do Estádio José Alvalade, vai apresentar-se como candidato à presidência do Sporting. Desta forma, Frederico Varandas não será assim o único candidato ao próximo ato eleitoral.
A hipótese de existir um opositor foi agora confirmada pelo próprio ao jornal 'A Bola'. O empresário assumiu que irá avançar, optando por adiar explicações mais detalhadas sobre os motivos que sustentam essa escolha e prepara-se para reunir as assinaturas necessárias à formalização da candidatura.
A decisão surge após vários incentivos de figuras ligadas ao Clube que não se identificam com a liderança de Frederico Varandas. Apesar de estar consciente das dificuldades do desafio, o empresário pretende usar a campanha para trazer a debate temas relevantes para muitos adeptos.
Nos próximos dias deverão ficar mais claros os apoios reunidos, estando já praticamente definidas as listas para os diferentes órgãos sociais. O ato eleitoral terá lugar no Pavilhão João Rocha no sábado, dia 14 de março, entre as 09h00 e as 20h00. As candidaturas devem ser apresentadas até às 18h00 do próximo dia 12 de fevereiro.
Até ao momento, o único candidato oficialmente conhecido é Frederico Varandas, que se prepara para se recandidatar a um terceiro mandato. O dirigente, de 46 anos, lidera o Clube de Alvalade desde setembro de 2018, sendo o 43.º Presidente na história dos leões.
Atual dirigente máximo anunciou que vai recandidatar-se nas eleições marcadas para 14 de março e surgem agora alterações na composição para os órgãos sociais
31 Jan 2026 | 10:17 |
Frederico Varandas anunciou que vai recandidatar-se à presidência do Sporting nas eleições marcadas para 14 de março e surgem agora alterações na composição da sua lista para os órgãos sociais do Clube. A maior novidade prende-se com a Mesa da Assembleia Geral.
Pedro Almeida Cabral, que até agora exercia o cargo de vice-presidente deste órgão, vai substituir João Palma na liderança da MAG. A mudança representa uma das poucas alterações, já que a restante estrutura para o Conselho Diretivo deverá manter-se bastante semelhante à atual.
O advogado e atual 'vice' da MAG quem encabeçará a proposta a sufrágio: presente no referido órgão social desde 2018, onde tinha as funções de secretário, um dos sócios fundadores da 'ec legal' (em 2021) acumula mais de 20 anos de experiência no seu ramo.
Concentra a sua atividade em processos de contencioso civil e comercial, mas também em arbitragens. Foi consultor no Gabinete de Política Legislativa e Planeamento do Ministério da Justiça, gestor de projetos SIMPLEX na Secretaria de Estado da Justiça e consultor na Presidência do Conselho de Ministros.
O prazo para a entrega oficial das listas encerra no próximo dia 12 de fevereiro, pelo que ainda podem surgir pequenos ajustes de última hora, mas, até ao momento, esta é a alteração mais significativa conhecida na equipa de Frederico Varandas rumo ao ato eleitoral.
José Pedro Aguiar-Branco lembrou ex-atleta pela sua "carreira desportiva longa e frutuosa" com a camisola de Portugal e do Clube de Alvalade
30 Jan 2026 | 17:25 |
A Assembleia da República aprovou por unanimidade, esta sexta-feira, dia 30 de janeiro, um voto de pesar pela morte de Fernando Mamede. O mesmo apresentado pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, lembrando o ex-atleta pela sua "carreira desportiva longa e frutuosa" com a camisola portuguesa e do Sporting.
“Figura incontornável do atletismo nacional, Mamede foi ídolo de gerações e símbolo de esforço, dedicação, devoção e glória. Ao serviço do seu Clube, conquistou inúmeros títulos nacionais e europeus, contribuindo decisivamente para o prestígio do desporto português. Por esta razão, foi agraciado, em 1989, com o grau de Comendador da Ordem de Mérito”, lembra o parlamento.
Aguiar-Branco recordou a figura histórica dos leões como especialista em provas de fundo, pela participação em três edições dos Jogos Olímpicos, pela medalha de bronze no campeonato do mundo de corta-mato e destaca o recorde mundial de 10 mil metros conseguido em 1984 no ‘meeting’ de Estocolmo.
“Manteve esta marca durante cinco anos, tendo-se consagrado como o último fundista europeu a deter o recorde mundial desta distância”, frisa a nota, prestando “tributo ao seu excecional percurso” e endereçando condolências à família, amigos, ao Sporting e à Federação Portuguesa de Atletismo.
Frederico Varandas, Presidente do Sporting, deslocou-se ao Edifício da Saudade, em Carnide, para marcar presença no velório de Fernando Mamede, afirmando sentir-se um privilegiado por ter privado com uma das maiores figuras do atletismo nacional (Saiba mais AQUI).
Varandas fala de Mamede e faz ligação curiosa com jogo do Sporting: "Coincidência? Não creio"
30 Jan 2026 | 11:38
Tribunal inocenta Varandas e absolve Presidente do Sporting de palavras sobre Pinto da Costa
28 Jan 2026 | 17:52
Presidente da República recorda Fernando Mamede: "Figura incontornável do atletismo"
28 Jan 2026 | 12:28