“NÃO IREMOS PROVOCAR ELEIÇÕES ANTECIPADAS”
Nuno Sousa, que este sábado, 23 de maio, anunciou a sua candidatura à presidência do Sporting CP, esteve esta tarde no Instagram do Sporting 160 para se dar a conhecer aos adeptos leoninos
Duarte Pereira da Silva
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23 de Maio 2020, 18:04
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Nuno Sousa, membro do movimento “Sou Sporting” que este sábado, 23 de maio, anunciou que será candidato à presidência dos leões nas eleições de 2022 (LER AQUI), esteve esta tarde no Instagram do Sporting 160 onde afirmou que a sua candidatura não irá provocar eleições antecipadas e mostrou-se ainda contra a venda da maioria da SAD.

O subdiretor da direção de operações da EDP Comercial começou por explicar o porquê de ter escolhido este momento para anunciar a sua candidatura justificando que as recentes demissões no Conselho Diretivo e o caso de Rúben Amorim foram a gota de água.

Questionado sobre se irá esperar até 2022 ou, contrariamente, se irá provocar eleições antecipadas, Nuno Sousa afirmou que “não iremos provocar eleições antecipadas”, embora acredite que a atual direção já não reúne condições para liderar o Clube. Contudo, o agora candidato relembrou que os Sócios do Sporting CP podem convocar uma Assembleia Geral para destituir os atuais órgãos sociais.

Quanto a outros temas que interessam aos adeptos verdes e brancos, nomeadamente a venda da maioria da SAD, Nuno Sousa mostrou-se totalmente contra essa possibilidade alegando que uma solução desse género não iria resolver em nada o problema do Sporting CP até porque as regras do fair play financeiro não permitem, ao dia de hoje, grandes injeções de capital nos clubes.

Sobre as ligações a Bruno de Carvalho, o agora candidato a Presidente do Sporting CP afirmou que votou duas vezes no ex-líder leonino e esteve ligado a Bruno de Carvalho na campanha para as eleições que se realizaram 2014.

Para lá de outros temas abordados, como por exemplo a atuação do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Rogério Alves, Nuno Sousa falou ainda sobre as alegadas ligações a Tânia Laranjo que este sábado circularam nas redes sociais. O subdiretor da direção de operações da EDP Comercial esclareceu que a mesma é fruto de relações familiares e que, embora não concorde com as posições defendidas pela jornalista da CM TV, respeita-a.

Pode ouvir a entrevista completa AQUI.

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