Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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05 Out 2024 | 12:44 |
Peter Schmeichel esteve na SBC Summit. O antigo futebolista do Sporting recordou a sua passagem por Alvalade e, apesar de reconhecer que os primeiros tempos foram complicados, confidenciou que foi muito feliz de Leão ao peito. O ex-futebolista explicou ainda os motivos que ditaram a sua saída, nomeadamente a distância de casa até ao centro de estágios, bem como as saudades de Inglaterra.
"A minha primeira lembrança do Sporting é o caos. Absoluto caos. Querer fazer muita coisa, mas não fazê-la da maneira certa. Lembro-me da frase que foi usada no meu primeiro encontro com o presidente, que é que “queremos ser profissionais”. A forma que acharam para isso foi ter pessoas que eles achavam que eram profissionais. E foi um caos. Foi tão diferente do que eu estava acostumado… E isso durou quatro jogos", começou por dizer.
"Depois, a estrutura do futebol, incluindo treinador, foram todos embora. Luís Duque entrou, tomou o controlo e Augusto Inácio entrou como treinador. E desde aquele momento, foi absolutamente fantástico. E eu diverti-me mesmo, mesmo muito. Fui embora após dois anos e houve muitas razões por isso. Uma delas foi o novo centro de estágios, que era demasiado longe. Demorava uma hora e meia, cada manhã, para chegar lá. Isso foi uma grande coisa para mim. E depois sentia falta de jogar em Inglaterra", referiu, antes de falar sobre o título de campeão pelo Sporting.
"Nas primeiras cinco ou seis semanas, não acreditava que era possível. Mas foi. E por causa do modo que aconteceu, por causa de como certos jogadores, de repente, certos jogadores que nem sequer estavam a treinar connosco ou no clube quando começámos a época, alguns a jogar numa segunda equipa, longe da primeira equipa e voltaram. Jogadores como Vidigal, Duscher, todos esses tipos e, de repente, tínhamos uma equipa fantástica. E é realmente muito divertido ganhar".
"Os Sportinguistas não venciam o campeonato há 18 anos e ser parte da equipa que, finalmente, ganhou, foi absolutamente fantástico. O nosso último jogo foi no Porto, contra o Salgueiros. Foi um jogo à noite, e nós ganhámos, sagramo-nos campeões, e depois, obviamente, voltámos para Lisboa. E voltamos para a cidade, no meio da noite, direto para o estádio, e estava cheio. Eu acho que... Até hoje, não sei quantas pessoas... O estádio estava cheio, eles diziam 40, às vezes 50 mil. Acho que, naquele dia, havia 80 mil. Estava cheio. E essa é uma das maiores lembranças que eu tenho do futebol", concluiu.
Peter Schmeichel lembra "caos" quando chegou ao Sporting:
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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08 Jan 2026 | 16:13
Carlos Barbosa da Cruz aponta medo do VAR em decisão que prejudicou o Sporting
08 Jan 2026 | 15:26
Rui Borges vê-se obrigado a fazer a 15.ª alteração no Sporting esta época
08 Jan 2026 | 14:55