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REALIDADE ALTERNATIVA

Fazemos, todos os dias, um esforço enorme para acreditarmos que o que vai acontecendo no (e com) Sporting é ‘imaginário’, mas quando ‘acordamos’ chocamos de frente com a realidade

Leonino - Onde o Sporting é notícia
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Enfrentar a realidade, reconhecer os problemas e procurar soluções para os resolver é sempre o melhor caminho. Diria até que o único caminho. Mas, de uma forma ou de outra, este Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal e este Conselho de Administração da SAD preferem refugiar-se numa redoma de realidade alternativa, tentando adiar o confronto com o Princípio de Peter. Pois, mas permitam que transmita uma ‘novidade’ a Frederico Varandas, Francisco Zenha, Miguel Cal e João Sampaio: os senhores já atingiram o patamar de Princípio de Peter e, como todas as pessoas cheias de soberba, nunca o irão aceitar e/ou reconhecer. Daí as contínuas fugas para a frente, sempre auxiliadas pela mentira que alguma Comunicação Social vai ignorando de forma olímpica.

1 – Diz Francisco Zenha em entrevista publicada no ‘Expresso’, este fim-de-semana: “Coincidência, a partir desse momento [alteração do protocolo com as claques] a atitude das claques muda drasticamente. Usa-se a desculpa dos resultados desportivos, mas nessa altura estávamos em 1º lugar no campeonato”. Deixe-me dizer-lhe, Francisco Zenha, que é o senhor quem usa como ‘desculpa’ a falta de memória de Sócios e adeptos. Porque na realidade (não na alternativa em que os senhores vivem) o Sporting esteve em 1º lugar apenas por uma jornada, no final da 3.ª, após vencer em Portimão, aproveitando a derrota do Benfica frente ao FC Porto, na Luz. Logo, o único jogo realizado na condição de líder da Liga deu-se na jornada 4. Sabe do que estamos a falar? Eu recordo-lhe: derrota do Sporting em Alvalade frente ao Rio Ave (com consequente perda da liderança), no dia 31 de agosto, precisamente cinco dias após a venda de Bas Dost ao desbarato, sem que naquele momento outro ponta-de-lança tenha sido adquirido (e faltavam dois dias para o fecho do mercado). A contestação começou em Portimão, mesmo vencendo. Porquê? Volto a lembrar-lhe: Bas Dost nem foi para esse jogo pois já tinha sido negociado de forma ridícula com o Eintracht Frankfurt. Percebe agora a ’mudança drástica’ no comportamento de milhares de Sócios e adeptos?


2 – Empatar em Vila do Conde está longe de ser um escândalo. Já vi acontecerem resultados muito piores frente ao Rio Ave. Até em Alvalade… Mas empatar após um jogo de nível zero é que se torna (mais) preocupante. Pior fica o cenário quando constato que Silas saiu do Belenenses, mas o Belenenses não saiu de Silas, ou seja, o treinador do Sporting Clube de Portugal enfrenta os jornalistas após um jogo desastrado e consegue deixar esta pérola: “os jogadores do Sporting têm qualidade para jogar também no Rio Ave e no Sp. Braga”. Nós sabemos Silas, por isso o Palhinha está a dar vitórias ao Sp. Braga, da mesma forma que o Gelson Dala vai ajudando o Rio Ave a vencer. E esse é que é o problema: estão a aumentar a capacidade de concorrentes diretos ao 3.º lugar em vez de conferirem maior poder ao plantel do Sporting.


3 – Agora gostava eu de estar a viver uma realidade alternativa, na qual a equipa de Hóquei em Patins ainda lutava pela revalidação do Título Europeu. Mas infelizmente a modalidade pela qual me apaixonei na década de 1970, ao seguir os jogos do Sporting no Pavilhão da Académica da Amadora (não tínhamos pavilhão), falhou o objetivo, imitando o resultado do Futsal. A dupla de sucesso Gilberto Borges/Paulo Freitas já nos proporcionou momentos de imensa felicidade. Acredito que em breve vão voltar a fazer-nos felizes. Não há motivo para ‘tocar o alarme’ porque o Hóquei (como o Futsal) está nas mãos das pessoas certas.

 


P.S. Já estava muita gente a tentar desviar atenções do resultado de Vila do Conde para o (mau) comportamento dos adeptos no final do jogo. Battaglia até parecia ter sido agredido. Só parecia, porque o próprio desmentiu aqueles que não têm vergonha em embarcar sem pensar na propaganda que hoje, infelizmente, pessoas no Sporting sabem espalhar sem escrúpulos.


Clube

MOVIMENTO HOJE E SEMPRE SPORTING PEDE ALTERAÇÕES AOS ESTATUTOS E MUDANÇA NO MÉTODO DE VOTO

Adeptos do Clube de Alvalade enviaram documento a João Palma, Presidente da Mesa da Assembleia Geral dos leões

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André Dias Ferreira, José Pedro Dionísio e Afonso Pinto Coelho, dando voz ao Movimento Sporting com Votos nos Núcleos, pedem alterações ao método de voto no Clube de Alvalade. Os Sócios dos verdes e brancos enviaram as mudanças a realizar, num documento direcionado a João Palma, Presidente da Mesa da Assembleia Geral dos leões.

"Um grupo de mais de uma centena de sócios, denominado “Sporting com voto nos núcleos” considera que os núcleos são espaços de “Sportinguismo”, que podem e devem ser utilizados para reforçar a democracia interna do clube, através da sua utilização como plataformas eleitorais numa lógica de proximidade com os sócios do Sporting", pode ler-se.


"O grupo, que junta sócios muito diversificados em termos de anos de filiação, pretende um aproximar dos sócios de todo o país ao Clube, fazendo jus à designação de “Clube de Portugal”, correspondendo à dinâmica nacional, bem visível nas recentes comemorações do título nacional de futebol", prosseguem.


"Nesta fase, ao abrigo dos números 2 a 4 do artigo 47º dos Estatutos do Sporting Clube de Portugal, a proposta pretende uma descentralização em 7 locais de votos: um por cada grande região do Continente (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve), Madeira e Açores, em sistema de mobilidade, como o realizado nas recentes eleições europeias", continuam.

"Os signatários pretendem a introdução na ordem de trabalhos da próxima reunião da Assembleia Geral do Clube, que deverá ser realizada até final de junho, de um ponto de discussão e votação da proposta de alteração ao regulamento da Assembleia Geral, conforme documento enviado hoje às 11h15m, via correio eletrónico, ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral do Sporting Clube de Portugal, Dr. João Palma", terminam.



Clube

OBRAS EM ALVALADE A TODA A VELOCIDADE: MUDANÇAS RÁPIDAS TÊM DADO O QUE FALAR ENTRE ADEPTOS DO SPORTING

Direção verde e branca continua com alterações no reduto dos leões, com o intuito de modernizar o espaço

Mudanças em Alvalade têm dado que falar
Mudanças em Alvalade têm dado que falar

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Como já antecipado pelo diário desportivo Record, o Sporting está mesmo com o pé no acelerador no que concerne às obras em Alvalade: após ter procedido à desmontagem do ecrã gigante do topo Sul do reduto principal dos leões, a estrutura verde e branca já está mesmo a intervencionar o que foi edificado na bancada Norte.

É importante ressaltar que o objetivo deste projeto, ‘Alvalade 2.0’, é desmantelar os objetos que remontam à fundação do Estádio, ou seja, agosto de 2003, colocando novos, mais funcionais e modernos. Desde que Frederico Varandas tomou posse no Sporting, em 2018, a Direção tem vindo a tomar largos passos em direção à melhoria das infraestruturas do Clube, ação que tem sido do agrado da comunidade leonina.

Vale lembrar que este projeto incidiu, para além dos dois ecrãs gigantes, sobre os anéis anteriores, as casas de banho e os elevadores. Será ainda inaugurado, na próxima época, um novo espaço – o ‘SCP Business Hub’, que servirá para receber diversos eventos e para ‘cowork’ fora dos dias de jogo.

De igual modo, o fosso de Alvalade vai ser alvo de alterações, sendo que o Sporting vai mesmo dar início às obras com o intuito de fechar o mesmo. Devido à dimensão da obra, a conclusão da mesma só será possível perspetivar durante a época de 2025/26, que também corresponde à última do mandato dos atuais órgãos sociais. Importa ainda ressalvar que os leões já renovaram toda a zona das bilheteiras em redor do Estádio.

No confronto da Seleção frente aos finlandeses, no dia 4 de junho, as obras nas bancadas já estavam à vista: segundo imagens divulgadas pelos vários meios de comunicação, os camarotes do Estádio estavam a ser intervencionados ao mesmo tempo que ocorreu o combate, tanto que nem sequer receberam público na partida amigável. Assim, o objetivo desta intervenção assenta na modernização e melhoria das condições dos camarotes.

Recorde aqui este grande momento no Estádio José Alvalade:



Modalidades

BICAMPEÕES

Sporting é a primeira equipa portuguesa de hóquei em patins a vencer a Liga Europeia pela terceira vez

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No sábado, o único dérbi que me prendia a atenção e me dava alguma ansiedade era o da noite. O Sporting-Benfica de hóquei em patins a contar para a meia-final da Liga Europeia. De tal forma que ‘passei’ pelo dérbi de futebol com uma tranquilidade que nem foi alterada quando o resultado estava em 3-0 ou 4-1. Sim, a possibilidade de terminar a Liga de futebol sem derrotas era aliciante. Mas Rúben Amorim estava mais interessado, e bem, em perceber num jogo de elevado grau de dificuldade como se comportava a dupla Daniel Bragança/Matheus Nunes. Porque na próxima época, sem o descanso europeu a meio da semana e sem a certeza de poder contar com João Mário, talvez esses jogadores sejam chamados mais vezes ao onze... ou não, depende da leitura que o treinador fez ao desempenho deles, não podendo a mesma ser elaborada à margem do facto de o Benfica ter promovido naquele sector do terreno uma luta de 3 para 2, com a colocação de Pizzi sempre perto de Weigl e Taarabt, o que se alterou de certa forma aos 53’ com a troca do marroquino por Gabriel. Mas deixemos o futebol e vamos lá ao que interessa.

Na década de 1970 era fácil ter enorme paixão pelo hóquei em patins. Não sei, para dizer a verdade, se gostava mais que o meu pai me levasse ao hóquei ou ao futebol. Ver o Chana passar por trás da baliza, fazer a picadinha e conseguir o golo com um pequeno toque ‘aéreo’ ao primeiro poste era o momento especial pelo qual sempre esperava. E raro era o jogo em que o craque me dececionava por não o concretizar. Dizia-me o meu pai que o Livramento é que era o verdadeiro génio da ‘coisa’. Mas eu só tinha olhos para os golos do Chana e para as defesas do Ramalhete. E, claro, lá estive aos 9 anos na meia-final de 76/77 contra o Voltregá, como não faltei à primeira mão da final com o Villanueva do fantástico Carlos Trullols (entre ele e o Ramalhete é melhor não discutir qual era melhor, eram os dois autênticos muros à frente da baliza). O Sporting era indiscutivelmente a melhor equipa da Europa. De tal forma que a Seleção de Portugal foi campeã europeia nessa altura com o cinco leonino.


Quando o Sporting deixou de ter equipa sénior de hóquei em patins, a meio da década de 1990 chamei muitos nomes a muita gente. Para mim, era impensável terminar com a segunda modalidade que mais troféus internacionais dera ao Clube, entre eles o de campeão europeu. Mas ser sportinguista também é isto, ter de assistir a episódios vergonhosos e seguir o caminho com a convicção de que os dias de sol serão mais que os de chuva. E a verdade é que o sol voltou a brilhar pelo trabalho insistente de Gilberto Borges, peça-chave para o regresso da modalidade a partir de 2010 (na 3ª divisão), embora, de forma oficial, o hóquei em patins só voltasse à gestão do Clube em 2014. E logo nesse ano foi contratado Ângelo Girão e seria conquistada a Taça CERS. Foi o primeiro passo.


Em 17/18, ao fim de 30 anos de seca, o hóquei voltou a vencer o título português. Um ano depois, em 2019, nova marca cairia, o Sporting vencia a Liga Europeia 42 anos depois do ‘cinco mágico’ (Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Livramento e Chana) o ter conseguido pela primeira vez.

Depois disto, restava a afirmação definitiva: ser a primeira equipa portuguesa a revalidar o título e ser a única equipa portuguesa com três triunfos na principal competição, ultrapassando os dois de FC Porto e Benfica.


Foi com isto tudo na cabeça que assisti ao emocionante jogo com o Benfica, acreditando sempre na vitória apesar de andarmos de desvantagem em desvantagem... até à vantagem final nos penáltis.

Bom presságio: em 2019 (lá estive, agora no Pavilhão João Rocha, com mais 42 anos do que o miúdo de 9 em 1977) também passámos pelo Benfica na meia-final antes de enfrentarmos o FC Porto no jogo final. Pela televisão e não ao vivo, não foi a mesma coisa. Mas no final a alegria por ver o Sporting bicampeão (mais Gilberto Borges [diretor da secção], João Alves [secretário técnico], Paulo Freitas [treinador] e os jogadores Girão, Platero, Toni Pérez, Zé Diogo, Romero, Pedro Gil e Ferrant-Font, nomes que se repetem nos dois títulos) valeu por tudo.

As últimas semanas foram em tons de verde e branco. No final desta, o futebol feminino pode ser campeão nacional, se vencer o Benfica na última jornada A equipa de basquetebol começará a discutir o título frente ao FC Porto e a de futsal, se tudo correr sem surpresas, também estará na final do playoff. Esta mesma equipa de hóquei em patins segue em vantagem sobre o Óquei de Barcelos para atingir a final. Vamos acreditar. Em breve teremos mais dias de sol para sorrir.


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