Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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04 Mai 2023 | 15:32 |
A Roma de José Mourinho e Rui Patrício voltou a perder pontos para a Série A. Na deslocação ao reduto do Monza, a partida escapou ‘pelos dedos’ da equipa dos portugueses que não foram além de um empate (1-1). Após o apito final, o ‘Special One’ acabou por explodir, acabando por criticar o árbitro e deixando uma ‘farpa’ à direção por não lhe ter ‘dado’ um plantel competitivo.
“Não temos o plantel para estarmos onde estamos, há alguns que jogam, mas ainda não têm qualidade para jogar a estes níveis, é difícil para nós. Eles jogaram com orgulho, por isso vou estar com eles até ao último minuto”, afirmou o técnico português.
Em relação ao árbitro, Mourinho não perdoou: “O pior árbitro que encontrei na minha carreira. Não teve grande influência no resultado, mas é pobre: tecnicamente horrível, não é empático, não cria relações com ninguém, dá um vermelho a um jogador que escorrega porque está muito cansado ao minuto 96”.
“Não temos a força que as outras equipas têm para dizer que não queremos determinados árbitros. Deixei de 'trabalhar' nos últimos 20 minutos porque sabia que ia levar um vermelho, acontece sempre com ele. Confesso que fui para o campo com um microfone, mas fiquei calado. Protegi-me porque no sábado quero estar com os meus poucos jogadores em campo contra uma super-equipa como o Inter. Foi também por isso que saí logo no final, não queria ficar a ver”, concluiu.
Com este empate, a Roma perde pontos pelo terceiro jogo consecutivo e está agora na sétima posição da Liga Italiana, fora dos lugares que dão acesso às competições europeias. Apesar disto, a equipa do ex-Sporting joga as meias-finais da Liga Europa frente ao Bayer Leverkusen e, caso vença a competição, pode ter acesso direto à Liga dos Campeões, mesmo falhando o top 4 no campeonato nacional.
Rui Patrício fez 467 jogos de leão ao peito, tendo vencido quatro títulos: duas Supertaças (2008 e 2015), duas Taças de Portugal (2007/08 e 2014/15) e uma Taça da Liga (2017/18).
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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