Futebol
Rui Borges continua com várias dúvidas em novo treino antes do Sporting - Benfica
17 Abr 2026 | 15:23
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Futebol
17 Abr 2026 | 17:08 |
Rui Silva, guarda-redes da equipa leonina, recorreu às suas redes sociais para reagir ao percurso do Sporting na presente edição da UEFA Champions League. A campanha terminou no Emirates Stadium, após empate com o Arsenal (0-0), no jogo da segunda mão dos quartos de final, onde os leões não foram capazes de anular a vantagem conseguida pela equipa londrina na primeira mão (1-0).
"Lutámos até ao fim pela eliminatória, mas infelizmente não conseguimos a qualificação. Saímos orgulhosos do nosso percurso e da forma como representámos o clube na maior elite do futebol europeu. Obrigado, sportinguistas, pelo apoio em cada passo desta caminhada", escreveu o 'camisola 1' numa publicação acompanhada de algumas imagens da noite europeia vivida em Londres.
Os adeptos do Sporting fizeram-se ouvir através de palavras elogiosas e de encorajamento para o que ainda resta da época. “Tão grandes como os maiores da Europa” e “Orgulho em vocês” foram duas das frases mais proferidas pela massa associativa dos leões.
Nesta edição da Champions League, os verdes e brancos conquistaram um honroso lugar entre as oito melhores equipas na Fase da Liga e, um outro lugar entre as oito melhores equipas da Europa na Fase a Eliminar. Notar, também, que os comandados de Rui Borges fizeram do Estádio José Alvalade a sua fortaleza, conquistando, na Fase da Liga, quatro vitórias nas quatro partidas disputadas.
Para o que ainda resta da época, os leões têm ainda duas ambições muito bem traçadas: Conquistar o tricampeonato e marcar presença no Jamor, na final da Taça de Portugal. Para isso, restam ainda 6 partidas do campeonato e o jogo da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, no Estádio do Dragão, onde os comandados de Rui Borges surgem em vantagem na eliminatória (1-0).
Comandados de Rui Borges voltam a entrar em campo no próximo domingo, dia 19 de abril, em partida válida para 30.ª jornada da Liga
17 Abr 2026 | 16:48 |
O Sporting anunciou, esta quinta-feira, que espera uma casa cheia para o dérbi lisboeta. O jogo realiza-se no domingo, dia 19 de abril, com o pontapé de saída marcado para as 18h00. No dérbi eterno, leões e águias vão medir forças no encontro número 30 do campeonato português.
Além dos adeptos verdes e brancos, também os rivais esgotaram o lote de bilhetes disponíveis para a equipa visitante, como anunciado pelo clube da Luz. Desta forma, serão cerca de 52 mil adeptos a marcar a sua presença no jogo grande da jornada 30, que terá um peso importante nas contas do título e também na disputa pelo 2º lugar da Liga, que dará acesso às pré-eliminatórias da Liga dos Campeões em 2026/2027.
No entanto, tal como referido pelo Sporting através dos meios de comunicação dos leões, ainda poderão ficar disponíveis alguns bilhetes para sócios até domingo. Através da funcionalidade da plataforma leonina, “Gameback”, algum detentor de lugar anual poderá colocar à venda o seu bilhete. Situação que o clube de Alvalade incentiva, de modo a rentabilizar todas as cadeiras do Estádio José Alvalade. “(...) coloca o teu lugar Gamebox à venda no Gameback e ajuda a manter Alvalade cheio”, escreveu o clube liderado por Frederico Varandas.
"Este é o Reino do Leão! Os bilhetes para o dérbi da 30.ª jornada encontram-se esgotados!", expressaram também os bicampeões nacionais, através das redes sociais. O jogo do campeonato será ajuizado por João Pinheiro, da AF Braga, árbitro selecionado, recentemente, pela FIFA como um dos homens do apito principais para o Mundial 2026 a decorrer no México, Canadá e Estados Unidos da América.
Recorde-se que os leões, atuais segundos classificados do campeonato português, acumulam, até ao momento, 71 pontos e, logo atrás, surge o Benfica com 69 pontos e mais uma partida disputada. Enquanto o Sporting ainda ambiciona o tricampeonato, a prioridade dos encarnados é garantir o playoff para a Liga dos Campeões. Uma coisa é certa, num dérbi de leões e águias, ambas as equipas irão entrar em campo com vontade máxima para conquistar os três pontos.
Jogo da segunda jornada da fase de grupos da Taça dos Libertadores, marcado pelo domínio da equipa brasileira, teve antigo treinador em destaque
17 Abr 2026 | 16:09 |
O Flamengo de Leonardo Jardim recebeu no Maracanã e goleou o Independiente Medellín, da Colômbia, por 4-1, num encontro que marcou o jogo da segunda jornada da fase de grupos da Taça dos Libertadores, na última madrugada.
Num jogo marcado pelo grande domínio da equipa brasileira, o primeiro golo surgiu logo aos 15 minutos, com Lucas Paquetá a colocar as redes da baliza adversária a abanar. Por outro lado, o melhor que os colombianos conseguiram fazer foi reduzir em cima da hora do intervalo, por intermédio de Yony González. Antes da recolha para os balneários, Bruno Henrique ainda foi a tempo de recuperar a vantagem para o Flamengo. Após cruzamento de Arrascaeta, o avançado não perdoou e cabeceou diretamente para o 2-1.
O segundo tempo da partida arrancou com um golo para o Flamengo, e a combinação partiu, novamente, a partir de Arrascaeta que respondeu ao passe de Bruno Henrique, fazendo o 3-1 para a equipa do Rio de Janeiro. Pouco depois, a turma de Leonardo Jardim teve um golo anulado por fora de jogo de Léo Pereira. Com o jogo controlado, o último golo surgiu já após os 90 minutos, com Pedro a desmarcar-se da melhor forma e a finalizar de pé esquerdo para o resultado de 4-1.
Este resultado conquistado pela equipa do Flamengo cimenta o primeiro lugar da equipa brasileira, que surge com seis pontos no Grupo A, mais dois do que o Estudiantes. O jogo da jornada 3 realiza-se a 30 de abril, às 01:30, justamente contra a equipa argentina dos Estudiantes.
No Brasileirão, o cenário é diferente. Leonardo Jardim encontra-se no segundo lugar, com 20 pontos, atrás de Palmeiras de Abel Ferreira, outro ex-Sporting, que é líder com 26 pontos e mais uma partida disputada. O Flamengo entra em campo para o campeonato brasileiro, dia 19 de abril, às 23h30, no jogo em que recebe o Bahia em casa.
Declarações do capitão dos verdes e brancos após a eliminatória diante do Arsenal continuam a fazer correr muita tinta e voltam a ser tema
17 Abr 2026 | 15:51 |
As declarações de Morten Hjulmand no rescaldo do empate com o Arsenal, que ditou a eliminação do Sporting nos quartos de final da Liga dos Campeões, continuam a dar que falar no universo leonino. O capitão classificou o encontro como "aborrecido" para os espectadores, uma leitura que contrastou com a de Rui Borges na conferência de imprensa.
À margem desse jogo, também o empresário do internacional dinamarquês, Ivan Marko Benes, abordou o futuro do médio em declarações à CMTV. Entretanto, árias vozes ligadas ao Clube comentaram o tema, entre elas Jaime Marta Soares, antigo presidente da Mesa da Assembleia Geral, que deixou críticas ao jogador - mas não só.
"Rui Borges não tem estatuto para o Sporting"
"O Sporting tem mostrado que as coisas estão bem. E tem dedo do treinador, um homem muito humilde, humano, trabalhador e que tem levado água ao seu moinho. Mas não tem estatuto que possa blindar estas atitudes. O que Hjulmand disse foi muito forte e profundo. Pode ser um grande treinador, mas há a questão do estatuto. Nunca pus em causa o profissionalismo, nem honestidade ou competência dele. Mas não tem estatuto para o Sporting. E esta questão do Hjulmand vem confirmar isso, coloca em causa o treinador. É capitão, tem feito coisas como capitão em que já podia ter vindo para a rua com os árbitros, porque às vezes exagera. É um grande capitão e extraordinário jogador, mas não pode ter certas atitudes. Grande parte dos árbitros tem permitido que ele suba e acabe por abusar. O treinador devia dizer-lhe que não é assim. Um capitão deve agir na altura própria, com elegância e trato e respeitando as regras. Por vezes estraga a pintura com as atitudes que toma", afirmou.
"Hjulmand? Não queria ver sair do Sporting. É um jogador extraordinário"
O antigo dirigente abordou ainda a forte possibilidade de saída do médio no final da época, deixando um apelo à estrutura leonina. "Não queria ver sair do Sporting. É um jogador extraordinário. O presidente tem um plano desportivo e passa também pelas finanças do Sporting. Mas deve ser equilibrado para que os bons jogadores e o coração da equipa não vão embora. E muito menos que não seja por valores que não sejam uma recompensa por tudo o que o Sporting fez por ele. Ele também deve ao Sporting, era um jogador desconhecido. Também ninguém conhecia o Gyökeres, chegou cá e foi o Sporting que o valorizou. O Sporting tem de rentabilizar a sua intervenção em todo o processo. Ou é muito bem vendido ou se sai pelo preço que se fala, não percebo. Não deve ser vendido por menos de 70 ou 80 milhões de euros. Financeiramente o Sporting deve conseguir segurar o jogador. Quero acreditar nas pessoas e que o Sporting esteja bem financeiramente, como também a nível desportivo. Saúdo o trabalho que tem vindo a ser feito. Mas não acredito que haja um senão pelo meio, porque espero que as coisas não sejam tão concretas como andam a apregoar em termos financeiros", referiu, lembrando que a cláusula de rescisão do capitão está fixada nos 80 milhões de euros.
Sobre a possibilidade de existir um acordo para facilitar a saída abaixo desse valor, Jaime Marta Soares foi claro: "É um jogador indispensável. Se há um pacto, os sócios devem sabê-lo. São a 'alma mater' da instituição e tem de haver clareza. Não pode haver pactos escondidos nem gatos escondidos com o rabo de fora. Tem de haver honestidade e clareza".
Recorde-se que, tal como o nosso jornal avançou, existe um entendimento entre Hjulmand e a Direção liderada por Frederico Varandas para permitir uma transferência no verão por valores inferiores à cláusula, com a fasquia negocial a apontar para os 40 milhões de euros.
Ainda assim, ao contrário do que aconteceu no passado com Viktor Gyökeres, o antigo presidente da MAG acredita que não haverá nova “novela” em torno do médio dinamarquês. "Temos de aprender com os erros. O Sporting já cometeu alguns erros, desde que havia vários treinadores até à saída mal preparada do Ruben Amorim. Depois houve o caso da saída do Gyö. Há coisas que ninguém entende. Se vier esta situação a seguir [do Hjulmand], é outra que efetivamente não dará para entender. Há que valorizar o ativo. Acordos assim entre as partes são naturais. O treinador também deve definir o planeamento da equipa. As grandes equipas devem ter um grande líder para ir longe. Têm de ter alguém a promover e a levá-las a funcionar. Se há algum negócio de gaveta, é muito mau e é mais uma telenovela que foge da programação", concluiu.