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Divulgado possível novo equipamento do Sporting e adeptos mostram insatisfação: "Que horror"
22 Abr 2026 | 12:37
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22 Jun 2020 | 15:52 |
No início de 18/19 o Sporting fechava a 8.ª jornada a dois pontos da liderança, após vencer (3-0) o Boavista. Já tinha realizado quatro jogos fora de Alvalade (Moreirense, Benfica, Sp. Braga e Portimonense), nos quais apenas ganhara o primeiro. Empatara o segundo e perdera os outros dois. O destino de Peseiro estava traçado e foi sentenciado após a derrota frente ao Estoril, na Taça da Liga. Apesar do bom cenário na Liga, Sócios e adeptos não ‘casavam’ com o treinador. Veio Keizer e num ápice instalou-se o estado de euforia. Os mesmos dois pontos de diferença para o FC Porto mantinham-se ao fim de três jornadas, mas o holandês é que era. O futebol praticado agradava, os muitos golos marcados serviam de imagem de marca, até que… Pois é, aquilo que não tem sustentação mais tarde ou mais cedo acaba por ceder. Nos sete jogos seguintes para a Liga, apenas dois triunfos e uma queda para o quarto lugar após o 2-4 com o Benfica em Alvalade. Assim, de um momento para o outro, o líder já distava 11 pontos. No fim, o campeão ficou com 13 pontos de vantagem. As conquistas da Taça da Liga e da Taça de Portugal, ambas conseguidas no desempate por grandes penalidades, serviram para a SAD manter em funções alguém em quem já não acreditava. Com os resultados que se conhecem.
Silas entrou da mesma forma, com três vitórias, e os Sportinguistas já estavam a meio caminho do cume da ‘montanha russa’, onde se encontra a euforia. Uma vez mais, o choque frontal com a realidade iria dar-se a pouca distância, a que separa Lisboa de Tondela e Barcelos. Voltou a depressão. Até ao triunfo de há uns dias sobre o Tondela, uma volta depois. Rúben Amorim passou a ser rapidamente a última ‘Coca-Cola do deserto’ e apenas ganhou ao 18.º (2-0), ao 16.º (1-0) e ao 14.º (2-0), sempre em Alvalade, tendo pelo meio empatado em Guimarães, como o fez, de resto, o Moreirense na última jornada. Não são, portanto, os resultados que justificam todo este cenário montado em cima do novo treinador. Na minha opinião, é mais o discurso dele, no qual ouvimos coisas com sentido e, desta vez, sabemos que o técnico goza de um quadro favorável para fazer o que deve ser feito.
1 – O VALOR PAGO. Antes de Rúben Amorim, Jorge Jesus foi o único treinador que entrou em Alvalade sabendo que podia ser ele a ditar as regras. O valor do contrato era uma autêntica ‘apólice de seguro contra todos os riscos’. Ao contrário do que sucedeu, depois, com Peseiro, Keizer ou Silas, Amorim também garantiu essa mesma ‘apólice de seguro’ no momento em que o Sporting pagou (ou ainda vai pagar…) 10 milhões de euros. Não, um treinador com tamanho peso na coluna das despesas não é descartável, é mesmo a última solução. Por isso, aposto que Rúben não será ignorado, como Keizer, na hora de ir ao mercado. E pelo que já ouvimos da sua própria boca, está perfeitamente consciente daquilo que precisa para atacar o cume da ‘montanha russa’. Ele tentará levar Sócios e adeptos a fazerem ‘a’ voltinha e não ‘mais uma voltinha’. Disso não duvido.
2 – APOSTAS. Porquê? Porque para ele seria muito fácil ‘surfar’ a onda da formação e assentar o discurso nessa praia. Existe uma franja alargada de Sócios e adeptos que compra a ideia sem pestanejar. Título? Para quê? O treinador aposta nos jovens! Pois, como costuma dizer-se, quem nasce para lagartixa nunca chegará a jacaré… Mas Rúben, felizmente, tem fome de ganhar e não se vê num papel de permanente ‘babysitter’. No final do jogo com o Tondela foi muito claro e assertivo no discurso, o qual, traduzido, diz mais ou menos isto: este é um contexto muito favorável para observar o comportamento de vários jovens em acção. Porque o Sporting já não luta pelo título ou lugar de acesso à Champions e porque tem um calendário que só oferece alguma dificuldade de maior em dois dos últimos três jogos. Os miúdos que estão agora a revelar uma capacidade interessante nunca foram colocados perante o quadro de pressão permanente que é aquele que se vive na luta pelo título; não foram testados num quadro que obriga a três jogos por semana e a todo o desgaste emocional que isso provoca. É algo que não se treina. A resposta só se obtém através da experimentação. Para a poder fazer, Rúben sabe que tem de possuir opções válidas e imediatas caso as respostas dos mais jovens não estejam de acordo com as exigências. Mais: um jogador jovem só aprende a lidar com tais dificuldades quando a seu lado tem colegas que passaram pelo mesmo e lhe podem transmitir linhas de orientação. Neste particular, as palavras do treinador muitas vezes são inconsequentes. É entre os pares que se encontram respostas ao que se pergunta. Por isso, a mensagem foi passada pelo treinador: jovens sim, mas devidamente enquadrados por um plantel onde exista um alargado número de profissionais experientes. E nesta ideia eu acredito. Não na historieta de fazer campeã uma equipa de garotos.
3 – FOME DE VENCER. Foi muito ao de leve, mas Rúben Amorim disse duas outras coisas que defendo (até o fiz, no passado, junto de dirigentes e treinadores do clube). A primeira tem a ver com a extensão do grupo de trabalho. Quando se tem equipa B e sub-23 não faz qualquer sentido o grupo principal possuir mais de 22/23 jogadores. As primeiras e segundas opções não podem ser mais de vinte e duas. Isso cria a saudável fome de competição interna, que leva à fome de vencer. Que ganho com uma terceira opção para uma lateral da defesa? O terceiro elemento terá alguma motivação para trabalhar? Mas se na equipa B ou sub-23 o lateral titular souber que tem uma real possibilidade de ser chamado a treinar com os AA, isso não irá aumentar-lhe a vontade de trabalhar bem? Claro que vai. Da mesma forma que discordo daquela ideia patética de que na formação não interessa o resultado mas sim o crescimento do jogador. Ora ainda bem que Rúben falou nisso, referindo que os jogadores do Sporting, nas equipas de formação, já devem sentir essa pressão de ganhar títulos. Pode ser que dito por ele faça as pessoas aceitarem melhor… A partir dos sub-16 tem de começar a ser exigida fome de vencer aos miúdos quando estão em grandes equipas. Caso contrário eles crescem sem saber o que é a exigência e só tomarão conhecimento da mesma demasiado tarde. Em 1996 estive na Academia do Ajax. A equipa de Louis Van Gaal tinha ganho a Liga dos Campeões no ano anterior. Sabem o que vi no corredor de acesso aos balneários da equipa sub-18? Uma fotografia enorme desse mesmo grupo sub-18 com a Taça dos Campeões ganha pelos AA um ano antes. E o título da fotografia era: “Ajax Campeão Europeu 1997/98”. Ou seja, o clube dizia aos então sub-18 que esperava vê-los vencer aquela prova dentro de três anos. Passava-lhes uma mensagem de crença, exigência e ambição. Como deve ser na formação.
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.
Presidente do Clube de Alvalade viverá dias intensos e não quer perder dois dos momentos mais importantes da temporada leonina
09 Mai 2026 | 11:51 |
Frederico Varandas - que prepara mudança drástica - volta a mostrar total envolvimento nas decisões mais importantes do Sporting e já definiu uma verdadeira maratona para acompanhar duas equipas leoninas em momentos decisivos da temporada 2025/2026.
O presidente verde e branco vai deslocar-se até Pesaro, em Itália, para assistir à final da Liga dos Campeões de futsal, onde o Sporting terá pela frente o Palma. O encontro está marcado para domingo, às 17h00, e pode representar mais um troféu europeu para os leões.
A presença de Varandas numa final europeia da modalidade não surpreende, tendo em conta que o líder leonino tem acompanhado regularmente os momentos mais importantes das diferentes equipas do Clube desde que assumiu a presidência.
Mas a viagem não termina em Itália. Depois da final de futsal, Frederico Varandas regressará rapidamente a Portugal para marcar presença, já na segunda-feira, em Vila do Conde, onde a equipa principal de futebol do Sporting enfrenta o Rio Ave.
O encontro da formação orientada por Rui Borges, referente à 33.ª jornada, pode ser determinante nas contas finais do campeonato. Assim, o presidente leonino prepara-se para acompanhar dois momentos cruciais do Clube em menos de 24 horas.
Após uma temporada bem sucedida em muitas maneiras e feitios, Clube de Alvalade varre tudo e todos ao alcançar algo notável
26 Abr 2026 | 15:35 |
O Sporting continua a escrever páginas douradas na sua história e, desta vez, com um feito transversal a várias modalidades. Os leões tornaram-se no primeiro clube a garantir presença nas finais da Taça de Portugal em seis modalidades diferentes na mesma época.
Para já, o emblema verde e branco - que vai receber 20M por um jogador - já levantou dois troféus ligados à prova rainha: no basquetebol, com uma vitória frente ao Porto (86-84), e no voleibol, após um triunfo emocionante diante do Benfica (3-2).
No entanto, o impressionante percurso não fica por aqui. O Sporting ainda vai disputar as finais em futebol, andebol, futsal e hóquei em patins, mantendo viva a ambição de aumentar ainda mais o palmarés numa temporada que já é histórica. Este domingo, dia 26 de abril, há jornada dupla, com decisões no hóquei em patins frente ao Barcelos e no futsal diante do Benfica.
Mais à frente, os leões voltam a entrar em campo para outras decisões importantes. No futebol, a final do Jamor está marcada para dia 24 de maio, frente ao Torreense, enquanto no andebol o objetivo será alcançar o ‘penta’, num duelo novamente diante do Benfica, agendado para 7 de junho.
Até agora, o melhor registo pertencia ao Benfica, que em 2014/15 marcou presença em quatro finais e venceu todas. O Sporting supera agora essa marca, colocando o seu nome no topo e demonstrando uma consistência rara no panorama desportivo português.