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Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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13 Abr 2024 | 12:43 |
O Sporting venceu o Gil Vicente (4-0) na deslocação ao Estádio Cidade de Barcelos, em disputa válida para a 29ª jornada da Liga Portugal Betclic. Duarte Gomes analisa alguns dos momentos chave da arbitragem da partida da última sexta-feira, 12 abril, em que o Sporting disferiu uma goleada à equipa da casa e aumentou a vantagem na liderança do campeonato, estando agora a sete pontos de distância do Benfica, segundo classificado.
O árbitro retirado escreveu, no diário desportivo ‘A Bola’, as suas considerações acerca da arbitragem de Manuel Oliveira, árbitro responsável no Gil Vicente - Sporting, e André Narciso, videoárbitro. Duarte Gomes deu à arbitragem uma classificação geral de sete pontos. “O portuense fez globalmente um bom trabalho, num jogo em que o comportamento dos intervenientes foi sempre correto. Para isso terá contribuído o avolumar do resultado antes do final da etapa inicial”, começou por dizer.
No centro de muitos dos lances mais controversos da partida, há um elemento comum: Zé Carlos, defesa de 25 anos que alinha pelo Gil Vicente. Acerca da primeira jogada polémica protagonizada pelo português, Duarte Gomes afirma: “Golo de Diomande, na sequência de cruzamento da direita. À frente do central costa-marfinense estavam Gyokeres e Zé Carlos. Os dois jogadores tentaram disputar o lance, entrando em contacto físico que as imagens não esclareceram na totalidade. Naturalmente que é justo aceitar como boa a decisão da equipa de arbitragem”, admitiu.
Daí em diante, contudo, os lances em que Zé Carlos se envolveu e que foram analisados por Duarte Gomes são um pouco menos ambíguos, e merecem a atenção do antigo árbitro. “15' Zé Carlos pareceu usar "braço a mais" para ganhar lance a Trincão. O árbitro entendeu que o contacto foi legal, mas a "basculação" e carga exercidas deixaram transparecer que se equivocou. O lance aconteceu fora da área gilista”, rematou, em crítica aberta à decisão de arbitragem, neste caso injusta para o Sporting.
Já o Sporting vencia 2-0 quando, aos 20 minutos, Duarte Gomes admite ter sucedido aquele que foi “provavelmente o momento de análise mais difícil do jogo”, uma vez mais envolvendo o defesa gilense: “Zé Carlos cruzou da direita bola que foi desviada pelo braço de Esgaio, que estava no interior da sua área. O lateral fez movimento de proteção natural para tentar intercetar o cruzamento, mas ao fazê-lo poderá ter deixado o braço direito com volumetria evitável. Na dúvida, aceitamos como boa a interpretação de que o contacto foi legal. Em situações deste género, o VAR não pode intervir.”
O seguinte lance protagonizado pelo jogador da equipa da casa, até agora treinada por Carlos Cunha, e onde Tozé Marreco – anteriormente a cargo do Tondela – tomará as rédeas, já a partir da próxima segunda-feira, 15 de abril, foi de menos difícil análise. “Zé Carlos derrubou Daniel Bragança momentos antes da bola sair pela linha de baliza adversária. O portuense entendeu que o corte foi na bola, mas equivocou-se”, chutou Duarte Gomes, admitindo que o Sporting foi aqui novamente prejudicado.
Em relação aos restantes lances relevantes em termos de arbitragem, Duarte Gomes aplaudiu a prestação dos intervenientes no Sporting – Gil Vicente pela sensatez e sentido de justiça. Com a vitória no reduto gilense, o Sporting consolida a primeira posição na Liga Portugal Betclic. De momento, soma já 74 pontos em 28 jogos disputados. A formação de Rúben Amorim volta a entrar em campo na próxima terça-feira, 16 de abril, em deslocação ao reduto do Famalicão, para repor o jogo que havia sido adiado.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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