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Daniel Bragança deixou 'recado' a Rui Borges depois de voltar a competir pelo Sporting
05 Jan 2026 | 07:56
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09 Jan 2023 | 06:17 |
Os especialistas não têm dúvidas: ficou uma grande penalidade por assinalar a favor do Sporting na partida frente ao Marítimo.
Depois do desaire leonino, por 1-0, na Madeira, este domingo, dia 8 de janeiro, as decisões do árbitro do encontro, Hélder Malheiro, foram levadas ao escrutínio - e não foram propriamente elogiadas.
Duarte Gomes, ex-árbitro, realçou que a partida não foi "fácil de dirigir", ainda assim, o juiz do encontro acabou por "assinalar 37 faltas e exibir oito cartões amarelos, números pouco recomendáveis a esta nível", escreveu, no jornal A Bola. A verdade é que Hélder Malheiro não se coibiu em 'amarelar' os leões (Saiba mais AQUI).
De resto, o antigo juiz foi claro: "Terá errado na análise de um lance relevante (daqueles de interpretação)", pode ler-se, no que toca à grande penalidade não assinalada sobre Pedro Porro, à passagem pelo minuto 50.
Por essa altura, o internacional caiu após um lance dividido com Léo Pereira e reclamou grande penalidade, mas a equipa de arbitragem mandou jogar.
A opinião de Duarte Gomes é clara: "Léo Pereira tocou no pé de Pedro Porro, além de o carregar pelas costas (com o braço esquerdo). Nenhum dos contactos foi flagrante, daqueles claros e óbvios, mas os dois foram suficientes para derrubar o lateral espanhol. A forma de cair de Porro foi elucidativa: houve mesmo causa/efeito. Ficou por assinar um pontapé de penálti favorável ao Sporting", realçou.
Também Jorge Faustino, antigo árbitro, concordou: "Porro tinha a frente do lance ganha quando Léo Pereira o carregou/empurrou pelas costas. Toque com o pé esquerdo no tornozelo esquerdo de Porro também terá contribuído para queda. Penálti por sancionar", disse, no jornal Record.
Antigo treinador do Sporting não terá aguentado as mais recentes discordâncias com a direção de Old Trafford depois dos últimos desenvolvimentos
05 Jan 2026 | 10:14 |
Ruben Amorim foi despedido do comando técnico do Manchester United nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro, após as declarações polémicas no final da partida diante do Leeds, na última jornada da Premier League, na qual os red devils voltaram a empatar (1-1).
A informação foi inicialmente avançada por Fabrizio Romano, jornalista especializado no mercado de transferências, através das suas contas pessoas. A mesma fonte dá conta que a decisão foi tomada pela direção do emblema de Old Trafford esta segunda-feira de manhã. Entretanto, o próprio United já oficializou a sua saída.
"Ruben Amorim deixou o cargo de Head Coach do Manchester United. Com o Manchester United no 6.º lugar da Premier League, a direção tomou, relutantemente, a decisão de que era o momento certo para fazer mudanças. Isto dará à equipa a melhor oportunidade possível de conseguir terminar o campeonato na posição mais alta possível. O clube gostaria de agradecer ao Ruben a sua contribuição e deseja-lhe o melhor para o futuro", pode ler-se no comunicado.
Vale lembrar que as relações do antigo treinador do Sporting com a estrutura do Manchester United ficaram por um fio depois das suas recentes palavras e, para já, o próprio clube confirmou que Darren Fletcher, atual treinador dos sub-18 e lenda dos red devils, irá assumir o leme da equipa principal já na próxima quarta-feira, pelas 20h15, para o confronto da 21.ª jornada da Premier League, perante o Burnley.
De acordo com o The Athletic, o contrato que une Ruben Amorim e Manchester United não contempla qualquer tipo de cláusula de rescisão. Assim sendo, salvo acordo contrário, os red devils terão de pagar ao ex Sporting a totalidade dos ordenados aos quais este teria direito até junho de 2027.
As palavras de Ruben Amorim que colocaram um ponto final na sua ligação aos red devils foram as seguintes: "Eu sei que vocês [jornalistas] recebem informação seletiva sobre tudo. Eu vim aqui para ser o manager [treinador-gestor com uma influência mais abrangente] do Manchester United, não para ser treinador. Isso é claro. Eu sei que o meu nome não é Conte, Mourinho ou Tuchel, mas sou o manager do Manchester United e assim vou continuar a ser por mais 18 meses ou até quando a direção decidir mudar. Portanto, é esse o meu ponto e vou finalizar isso. Não vou desistir. Vou fazer o meu trabalho até que outra pessoa ocupe o meu lugar".
Declarações do ex técnico do Sporting após novo empate dos red devils, desta vez frente ao Leeds, não terão caído bem junto dos responsáveis de Old Trafford
05 Jan 2026 | 08:43 |
Ruben Amorim poderá estar cada vez mais perto de deixar o comando técnico do Manchester United, na sequência do forte desabafo protagonizado no passado domingo, na conferência de imprensa que se seguiu ao empate (1-1) alcançado em Elland Road, frente ao Leeds.
Segundo revelou esta segunda-feira, 5 de janeiro, a rádio britânica talkSPORT, as declarações do antigo treinador do Sporting terão causado profundo desconforto junto da hierarquia dos red devils, apesar de, ainda em outubro, o co-proprietário do clube, Sir Jim Ratcliffe, ter assegurado publicamente que Amorim dispunha de um horizonte de “três anos” para recolocar o Manchester United no caminho dos títulos.
A mesma fonte adianta que o episódio terá sido o culminar de um clima de tensão crescente entre o técnico e o diretor de futebol, Jason Wilcox, motivado sobretudo por divergências em torno da estratégia de mercado e pela perceção, da parte de Amorim, de que a sua opinião tem sido sistematicamente desvalorizada nos processos de recrutamento.
As fricções terão começado ainda no último verão, quando o ex-treinador do Sporting identificou Ollie Watkins, do Aston Villa, como prioridade absoluta para reforçar o ataque, sublinhando o facto de o avançado já estar plenamente adaptado à Premier League. Contudo, a administração acabou por optar por Benjamin Sesko, contratado ao Leipzig por uma verba a rondar os 75 milhões de euros.
Seguiu-se a insistência em Antoine Semenyo, jogador do Bournemouth, numa altura em que Amorim defendia que os cerca de 65 milhões de libras exigidos pelo clube inglês deveriam ser investidos noutras áreas consideradas mais deficitárias do plantel. O extremo, refira-se, estará agora muito próximo de rumar ao Manchester City.
A este cenário junta-se ainda a indefinição em torno de Kobbie Mainoo. O jovem médio continua integrado no plantel principal apesar de ainda não convencer plenamente o treinador português, algo que Amorim interpreta como mais um sinal de falta de confiança da estrutura no seu critério técnico.
Confira as declarações de Ruben Amorim:
Verdes e brancos disputam a meia-final da competição frente ao Vitória de Guimarães na próxima terça-feira, dia 6 de janeiro, pelas 20h00, em Leiria
05 Jan 2026 | 08:19 |
A gestão da baliza do Sporting tem sido uma das poucas constantes para Rui Borges, mas gera algumas dúvidas com a chegada da Taça da Liga. Rui Silva assumiu-se desde cedo como dono das redes leoninas, enquanto João Virgínia ficou identificado como o guarda-redes das competições internas a eliminar, estatuto que tem honrado sempre que foi chamado.
Essa hierarquia, porém, volta a ser colocada à prova na meia-final da Allianz Cup frente ao Vitória de Guimarães, marcada para terça-feira, às 20h00, em Leiria. Com várias ausências no plantel e a necessidade de gerir esforços num momento decisivo da temporada - ainda que com um regresso previsto -, o treinador dos leões pondera se deve manter a estabilidade com o 'camisola 1' ou dar continuidade à lógica das taças, entregando a baliza a Virgínia.
O 'camisola 12', recorde-se, respondeu de forma positiva quando Rui Silva esteve indisponível em setembro, devido a uma lesão na mão esquerda, somando utilizações seguras na Liga Portugal Betclic - diante de Famalicão e Moreirense - e ainda na Liga dos Campeões, frente ao Kairat Almaty.
Internamente, a decisão está tomada. Externamente, o mistério mantém-se. Rui Borges só deverá revelar a escolha no próprio dia do encontro, na habitual reunião matinal com o grupo de trabalho. A confiança em ambos é total, mas o enquadramento competitivo pode influenciar a opção, sobretudo numa fase em que o Sporting vê o Porto distanciar-se no campeonato e procura sucesso nas provas onde ainda tem títulos por conquistar.
Uma coisa é certa em Alvalade: o guarda-redes escolhido para a meia-final será também o dono da baliza numa eventual final, agendada para o dia 10, no mesmo recinto. Na época passada, ainda antes da chegada de Rui Silva, esse papel coube a Franco Israel, atualmente ao serviço do Torino.
Daniel Bragança deixou 'recado' a Rui Borges depois de voltar a competir pelo Sporting
05 Jan 2026 | 07:56
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05 Jan 2026 | 07:20