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Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35
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16 Mar 2023 | 15:46 | Por Redação
Depois dos números apresentados pela Direção do Sporting terem sido analisados pelo Leonino (Saiba mais AQUI) relativamente à média de assistências em Alvalade, agora foi a vez do nosso Jornal analisar a relação entre as receitas de bilhética dos leões nas últimas temporadas e as fracas afluências ao reduto verde e branco.
Observámos os dados disponíveis no Relatório & Contas do Clube desde a temporada 2015/16 até à presente época e as conclusões não podiam ser mais surpreendentes.
Os valores apresentados pelos leões ao nível de bilhética contrastam com o número de adeptos a assistir aos jogos no reduto leonino. Na temporada 21/22, por exemplo, apesar de ter sido a terceira, em média, com menos público das últimas sete épocas em análise (excluindo 2020/21, devido à pandemia), os verdes e brancos tiveram a segunda melhor receita de bilhética dos últimos anos. Quer isto dizer que, com menos adeptos em Alvalade, o Sporting consegue igualar as temporadas com mais Sportinguistas nas bancadas.
Além do mais, o preço médio por adepto é o mais alto dos últimos anos e quase o dobro do que era praticado na época 2015/16. Mas vamos às contas:
2015/16 (Sem Champions)
Bilhética: 14.198M€
Bilhética Gamebox: 4.535M€
Média de assistência: 36.907
Total de assistência: 885.788
Média de receita por adepto: 16€
Temporada sem Champions. Leões faturaram apenas 14.198 milhões de euros em bilhética e 4.535 milhões em Gameboxes.
Tiveram uma média de 36.907 espetadores e um total de assistência de 885.788 Sportinguistas nas bancadas de Alvalade.
2016/17 (Com Champions)
Bilhética: 16.017M€ (+12,8%)
Bilhética Gamebox: 5.628M€ (+24,1%)
Média de assistência: 39.696
Total de assistência: 913.015
Média de receita por adepto: 17,5€
Ano mais positivo relativamente ao anterior. Em época de Champions, a bilhética aumentou 12,8%, bem como o preço das Gamebox (24,1%).
A média de assistências em Alvalade subiu dos 36.907 para 38.696 e o total de assistências também sofreu uma alteração positiva: de 885.788 para os 913.015.
A média de preço por adepto também aumentou ligeiramente dos 16€ para 17,5€.
2017/18 (Com Champions)
Bilhética: 17.654M€ (+10,2%)
Bilhética Gamebox: 6.067M€ (+7,8%)
Média de assistência: 40.275 mil
Total de assistência: 1.087.445M
Média de receita por adepto: 16,2€
Temporada novamente com Liga dos Campeões e ainda melhor resultado do que a anterior. Bilhética sofre um crescimento de 10,2%, bem como a bilhética de Gamebox (7,8%).
A média de assistências também sobe de 39.696 para os 40.275 (o melhor dos últimos anos), com as assistências em Alvalade a ultrapassarem o milhão de espetadores (1.087.445).
A média de preço por adepto baixou dos 17,5€ para os 16,2€.
2018/19 (Sem Champions)
Bilhética: 14.895M (-15,6%)
Bilhética Gamebox: 5.416M€ (-10,73%)
Média de assistência: 31.831
Total de assistência: 795.775
Média de receita por adepto: 18,7€
Temporada realizada sem prova milionária e os números ressentiram-se. Total de bilhética desceu 15,6% face a 2017/18, bem como a Gamebox (-10,73%).
A média de assistências caiu consideravelmente dos 40.275 para os 31.831. O total de adeptos em Alvalade sofreu uma queda abrupta de 1.087.445M para os 795.775 espectadores.
No entanto, a média de receita por adepto subiu de 16,2€ para os 18,7€.
2019/20 (Sem Champions) – COVID-19 a partir de março
Bilhética: 12.511M (-16%)
Bilhética Gamebox: 4.414M€ (-8,5%)
Média de assistência: 28.934
Total de assistência: 491.878
Média de preço por adepto: 25,4€
Os dados da época 19/20 são condicionados devido à pandemia de COVID-19, que impediu os recintos desportivos de ter adeptos durante parte da temporada. Por exemplo, os últimos cinco jogos do Sporting em casa foram disputados sem público.
Com a crise pandémica e sem Liga dos Campeões, como é natural, os números sofreram uma queda. Bilhética caiu 16% e Gamebox 8,5%.
A média de assistências também apresentou os números mais baixos dos últimos anos, caindo de 31.831 para 28.934 espectadores. O total de assistências, como não podia deixar de ser, sofreu uma autêntica ‘razia’, caindo dos 795.775 para 491.878 adeptos.
Assim, a média de receita por adepto subiu consideravelmente dos 18,7€ para os 25,4€.
2020/21 – COVID-19
Época disputada sem público nos estádios
2021/22 (Com Champions) e lotação completa a partir de outubro
Bilhética: 17.175M€
Bilhética Gamebox: 3.861M€ (-12,52%)
Média de assistência: 29.847
Total de assistência: 567.100
Média de receita por adepto: 30,3€
De novo, temporada mais uma vez condicionada pela pandemia. Só a partir de meados de outubro é que houve fim das restrições a estádios de futebol. Jogos contra Porto ou Ajax, por exemplo, não tiveram ‘casa cheia’. No entanto, em ano de Liga dos Campeões, foi a mais profícua do reinado de Frederico Varandas.
A bilhética foi a mais alta de todas as temporadas com o atual Presidente verde e branco ao leme dos destinos do Clube com 17,175 milhões faturados. Curiosamente, a bilhética com Gamebox desceu 12,5%.
A média de espectadores em Alvalade subiu de forma ténue de 28.934 para 29.847, bem como o total de assistências de 491.878 para 567.100 Sportinguistas.
No entanto, a média de receita por adepto rondou os 30,3€, quase o dobro de, por exemplo, 2015/16 (16€).
Primeiro semestre 2022/23 (Com Champions)
Bilhética: 9.163M€ (a caminho da melhor época)
Bilhética Gamebox: 3.157M€
Média de assistência: 29.543
Total de assistência: 561.317
Época ainda em andamento. Relativamente ao primeiro semestre de 22/23, os valores são bastante positivos. Embora o segundo semestre vá fazer baixar algumas variáveis - uma vez que os leões foram eliminados da Liga dos Campeões - mas, segundo o Relatório & Contas, os indicadores de bilhética mostram um aumento de 12,3% comparativamente com o período homólogo - 8.157)
Ranking bilhética:
1.º lugar: 2017/18: 17.654 milhões (Com Champions)
2.º lugar: 2021/22: 17.175 milhões (Com Champions e restrições até outubro)
3.º lugar: 2016/17: 16.017 milhões (Com Champions)
4.º lugar: 2018/19: 14.895 milhões (Sem Champions)
5.ª lugar: 2015/16: 14.198 milhões (Sem Champions)
6.º lugar: 2019/20: 12.511 milhões (Sem Champions e Covid-19 a partir de março)
Variação de receita por adepto:
1.º lugar: 2021/22: 30,3€ (Com Champions e restrições até outubro)
2.º lugar: 2019/20: 25,4€ (Sem Champions e Covid-19 a partir de março)
3.º lugar: 2018/19: 18,7€ (Sem Champions)
4.º lugar: 2016/17: 17,5€ (Com Champions)
5.ª lugar: 2017/18: 16,2€ (Com Champions)
6.º lugar: 2015/16: 16€ (Sem Champions)
Segundo os dados apresentados, podemos perceber que o decréscimo de adeptos em Alvalade não acompanhou proporcionalmente a queda de receita. A melhor época de Frederico Varandas (21/22), em que os leões faturaram 17.175 milhões de bilhética e tiveram pouco mais de meio milhão de adeptos (567.100) em Alvalade só é superada pela temporada 2017/18, em que houve mais de um milhão de espetadores no reino do Leão (1.087.445M).
Apesar das fracas assistências, ou seja, menos adeptos, os leões continuam a faturar e os anos em que o Sporting participa na Liga dos Campeões são sempre mais ‘rentáveis’. Tirando as épocas 19/20 e 20/21 - por razões sanitárias - a verdade é que, com menos espetadores, verdes e brancos têm conseguido fazer mais. Há menos gente em Alvalade, mas os pratos da balança mantêm-se equilibrados.
Os indicadores apresentados neste primeiro semestre de 22/23 mostram valores interessantes, podendo mesmo ser um dos mais altos em termos de bilhética nos últimos anos para o Clube de Alvalade.
Outro dado que salta mais à vista é o da receita média por adepto. Os valores têm sofrido um crescimento brutal época após época. Desde 18/19 que o número dispara em flecha, chegando, na temporada transata, ao valor de 30,3€ por Sportinguista. Há pouco mais de sete anos, o número não ultrapassava os 16€. Ou seja, como o preço dos bilhetes não foi duplicou na realidade, o que aconteceu foi menos preços vendidos a desconto e menos ofertas de bilhetes.
Líder do Porto fez questão de voltar a 'picar' o Presidente do Clube de Alvalade no mais recente editorial da revista ‘Dragões', publicada esta terça-feira
27 Out 2026 | 15:25 | Por Redação
André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro. O presidente do Porto recuperou a recente troca de palavras entre o líder do Sporting e Luís Montenegro e deixou várias críticas ao dirigente leonino, incluindo uma referência à remuneração aprovada pelos acionistas da SAD.
Villas-Boas: "Varandas regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva"
“Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado”, começou por escrever André Villas-Boas.
O presidente dos dragões prosseguiu, recuperando a polémica que começou com uma intervenção do primeiro-ministro. “À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político”.
Villas-Boas aproveitou ainda para ironizar com os valores recebidos pelo Presidente do Sporting. “Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades”, acrescentou.
No mesmo editorial, o líder máximo do Porto abordou ainda outros temas relacionados com o futebol português, incluindo arbitragem e decisões do Conselho de Arbitragem. Villas-Boas recuperou também o polémico lance de alegada mão de Issa Doumbia no Braga - Sporting, considerando que existia motivo para grande penalidade contra os leões e criticando as explicações posteriores sobre o episódio.
Assembleia Geral da SAD dos verdes e brancos terminou pela madrugada com todas as propostas a receberem luz verde por “larguíssima maioria”
27 Out 2026 | 10:08 | Por Redação
Terminou já pela madrugada a Assembleia Geral da SAD do Sporting, que arrancou às 18h00 de segunda-feira e decorreu no Business Hub do Estádio José Alvalade. A reunião juntou 33 acionistas e, depois de várias horas de discussão, todos os 12 pontos que constavam da ordem de trabalhos acabaram aprovados, depois de algumas explicações.
Bernardo Ayala, presidente da Mesa da Assembleia Geral e responsável pela condução dos trabalhos, revelou que todas as propostas receberam luz verde por “larguíssima maioria”. Entre os assuntos em discussão encontravam-se as contas da sociedade, a política de remunerações dos órgãos sociais e a possibilidade de nova emissão de dívida.
Um dos pontos de maior destaque prende-se precisamente com a nova política remuneratória, que representa um aumento de quase 19% para Frederico Varandas e restantes administradores relativamente ao período homólogo. O Presidente do Sporting passa de 300 para 354 mil euros fixos no exercício de 2026/27, podendo chegar aos 534 mil euros com a componente variável, quando anteriormente o limite máximo estava fixado nos 450 mil.
Também recebeu aprovação a autorização para a SAD poder avançar para o mercado com uma ou mais emissões obrigacionistas até um montante máximo global de 150 milhões de euros. A autorização ficará válida durante cinco anos, até 26 de outubro de 2031, dando à administração mais uma ferramenta financeira para a estratégia de investimento e renovação delineada pelos responsáveis verdes e brancos.
Sem contestação relevante passou igualmente o relatório e contas relativo a 2025/26, temporada na qual a SAD do Sporting apresentou um lucro próximo dos 35 milhões de euros. Tratou-se do quinto exercício anual consecutivo com resultados positivos, num ponto que abriu a reunião magna e que acabou aprovado com apenas quatro votos contra e quatro abstenções.
Eis o comunicado do Sporting:
"A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – FUTEBOL, SAD (adiante designada por Sociedade) informa, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 17.º do Regulamento (UE) n.º 596/2014, do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril, que a Assembleia Geral da Sociedade de 26 de Outubro de 2026 tomou as seguintes deliberações:
1. Deliberar sobre o relatório de gestão e as contas relativos ao exercício findo em 30 de Junho de 2026. A proposta apresentada no ponto 1 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.732 votos a favor, 4 votos contra e 4 abstenções;
2. Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados relativos ao exercício findo em 30 de Junho de 2026. A proposta apresentada no ponto 2 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido1.777.731 votos a favor, 4 votos contra e 5 abstenções;
3. Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da Sociedade. A proposta apresentada no ponto 3 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.713 votos a favor, 17 votos contra e 10 abstenções;
4. Apreciar, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 26º-G, n.º 4 do Código dos Valores Mobiliários, o relatório sobre remunerações elaborado pelo Conselho de Administração, respeitante ao exercício 2025/2026. A proposta apresentada no ponto 4 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.668 votos a favor, 60 votos contra e 13 abstenções;
5. Apreciar e aprovar a proposta de remuneração variável a atribuir aos membros executivos do Conselho de Administração da Sociedade elaborada pela Comissão de Acionistas relativa ao exercício de 2025/2026. A proposta apresentada no ponto 5 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.639 votos a favor, 80 votos contra e 22 abstenções.
6. Apreciar e aprovar a proposta da Comissão de Acionistas referente à remuneração devida dos titulares dos órgãos sociais da Sociedade até que a nova Comissão de Acionistas, que vier a ser eleita ao abrigo do ponto 10 da presente Ordem de Trabalhos, delibere e proponha à Assembleia Geral da Sociedade uma nova política de remuneração dos titulares dos órgãos sociais da mesma. A proposta apresentada no ponto 6 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.664 votos a favor, 71 votos contra e 6 abstenções.
7. Deliberar sobre a eleição dos membros da Mesa da Assembleia Geral para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 7 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.714 votos a favor, 5 votos contra e 1 abstenção.
8. Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho de Administração para o quadriénio 2026/2030. . A proposta apresentada no ponto 8 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.672 votos a favor, 9 votos contra e 41 abstenções.
9. Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho Fiscal para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 9 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.684 votos a favor, 6 votos contra e 1 abstenção.
10. Deliberar sobre a eleição da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 10 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.687 votos a favor, 33 votos contra e 1 abstenção.
11. Deliberar sobre a eleição da Comissão de Acionistas, prevista no artigo 18.º dos Estatutos da Sociedade, para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 11 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.625 votos a favor, 30 votos contra e 24 abstenções.
12. Deliberar sobre a autorização a conceder ao Conselho de Administração, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 8º dos Estatutos, para proceder à emissão de um ou mais empréstimos obrigacionistas, até ao montante nominal máximo global de € 150.000.000 (cento e cinquenta milhões de euros), com uma maturidade não superior a 10 (dez) anos, através de (i) ofertas públicas de subscrição e/ou (ii) ofertas públicas de troca tendo por objeto as obrigações representativas dos empréstimos obrigacionistas “Sporting SAD 2024-2027” e “Sporting SAD 2024-2028” ou de outros empréstimos obrigacionistas que venham a ser emitidos ao abrigo da presente autorização, podendo o Conselho de Administração definir os demais termos e condições de cada emissão, incluindo, designadamente, taxa de juro, preço de subscrição ou troca, período de oferta, datas de emissão e reembolso, admissão à negociação e demais condições aplicáveis. A presente autorização será válida pelo prazo de 5 (cinco) anos a contar da data da presente deliberação, devendo as referidas emissões ocorrer até 26 de Outubro de 2031. A proposta apresentada no ponto 12 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.670 votos a favor, 20 votos contra e 31 abstenções".
Números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com leões a destacar-se pelo montante pago ao Presidente
25 Out 2026 | 17:32 | Por Redação
Frederico Varandas recebeu 776.500 euros brutos na época 2025/26, entre remuneração fixa e variável, superando o valor atribuído a toda a administração do Porto. Os números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com o Sporting a destacar-se pelo montante pago ao Presidente.
O dirigente máximo leonino recebeu 300 mil euros de remuneração fixa e 476 500 euros de componente variável. Face a 2021/22, o valor representa um aumento de 252,2%, equivalente a mais 556 mil euros. Só no último exercício, a remuneração de Varandas cresceu 99,1%, ficando perto do total pago a todos os administradores da Benfica SAD.
No Benfica, o conjunto da administração recebeu 790.975 euros, apenas mais 14.475 euros do que Varandas auferiu individualmente. Rui Costa prescinde de remuneração da sociedade, tal como André Villas Boas no Porto. No Dragão, os encargos com a administração diminuíram 74,9% face a 2022, quando Pinto da Costa liderava o clube. Em 2022/23, o antigo presidente recebeu 1,152 milhões de euros, incluindo 480 mil euros em gratificações.
Já em Braga, a administração recebeu 1.625.697 euros, um aumento de 140,9% face ao exercício anterior. A Comissão Executiva concentrou 1 594 347 euros, contra 596 936 euros no ano precedente. No entanto, o relatório não discrimina os montantes recebidos por cada administrador nem distingue as componentes fixas e variáveis, pelo que não é possível apurar quanto recebeu individualmente António Salvador.
A comparação evidencia diferenças na transparência dos relatórios e nos modelos de remuneração das administrações. O Sporting apresenta informação individualizada sobre salários e prémios, enquanto Benfica e Porto incluem incentivos ligados ao desempenho desportivo e financeiro sem o mesmo nível de detalhe. No caso do Braga, a ausência de discriminação individual impede uma comparação direta entre o vencimento de Salvador e o dos restantes presidentes.
Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35
Varandas esteve com Obama e conta que achou que podia ficar apenas 6 meses no Sporting
11 Out 2026 | 10:43
Varandas dá estouro em Montenegro; Líder do Sporting mete primeiro-ministro no bolso e arrasa Porto
10 Out 2026 | 09:47