Futebol
Bernardo Ribeiro prevê que Sporting vá ter problemas com um dos titulares: "Já se espera uma novela"
21 Mar 2026 | 11:42
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15 Dez 2024 | 11:11 |
Manuel Moura dos Santos, conhecido adepto do Sporting, aproveitou o seu espaço de opinião no jornal 'O Jogo', para escrever um artigo em que reflete sobre os primeiros jogos de João Pereira ao leme da equipa verde e branca, admitindo que o "ataque planeado está condenado ao fracasso".
"A exibição com o Moreirense, em que o Sporting deixou que um resultado favorável se tornasse num desfavorável, cometendo erros infantis, sem conseguir dar a volta ao jogo nos 60 minutos que faltavam jogar, deixou a ideia de que algo de muito estranho se estava a passar. A sorte não quis nada com a equipa que ainda que não jogando bem acertou duas vezes na trave da baliza adversária", começou por escrever.
"A perda de influência de Gyokeres é notória. As lesões não ajudam, mas o que não ajuda mesmo nada é a teimosia de João Pereira em insistir no ataque planeado. Quando as equipas se fecham muito na defesa, esse tipo de estratégia está condenada ao fracasso. A posse de bola só por si vale pouco, sendo preferível colocá-la na frente para ser disputada por jogadores com boa capacidade para o fazer como Gyokeres e Harder. Não entendo a pouca utilização do jogador dinamarquês que poderia ser muito útil nesse tipo de jogo. A insistência em cruzamentos para um Gyokeres sempre muito só, e sabendo-se que o jogo de cabeça na área adversária do jogador sueco é precisamente a parte mais fraca das suas características como avançado, não dá para entender. Resumindo, mais uma derrota", acrescentou.
"O jogo da Liga dos Campeões com Club Brugge, foi mais do mesmo. Vantagem no marcador e incapacidade para segurar o resultado. Ainda que os azares continuem, com a lesão de Gonçalo Inácio e substituição forçada de Eduardo Quaresma, o Sporting tinha a obrigação de fazer mais. Aguentámos o empate e a poucos minutos do final do jogo abrimos uma enorme autoestrada na nossa defesa para os belgas fazerem o golo da vitória. Mais uma vez, fizemos um jogo muito fraco, insistindo em cruzamentos para a área adversária, onde na maioria das vezes praticamente só havia jogadores belgas", admitiu.
"Recebemos o Boavista e vencemos. O ataque esteve em bom nível marcando três golos. A defesa, revelando uma intranquilidade a que não estamos habituados, sofreu dois golos. O Sporting esteve melhor do que nos jogos anteriores, ainda que sem deslumbrar. Esta intranquilidade que a equipa revelou tem de ser ultrapassada. A equipa circulou melhor a bola, com mais rapidez na variação do centro do jogo, criando muitos problemas à defesa do Boavista. Foi melhor, mas ainda não chega", rematou Manuel Moura dos Santos.
Treinador abordou questão dos lesionados e adiantou que Fotis Ioannidis vai continuar de fora dos convocados nas próximas semanas
21 Mar 2026 | 13:16 |
Rui Borges abordou a questão dos lesionados do Sporting e adiantou que Fotis Ioannidis vai continuar de fora dos convocados nas próximas semanas. A situação obriga o treinador a encontrar soluções para equilibrar o desgaste dos jogadores com as exigências do calendário. Além do mais, admitiu que Ousmane Diomande teve uma quebra de rendimento por causa do Ramadão.
R. Borges: "Ioannidis não está e não acredito que esteja nas próximas semanas"
"Ioannidis não está e não acredito que esteja nas próximas semanas". O técnico destacou a importância de Luís Suárez e o esforço que o jogador tem dado ao longo da temporada: “Tem sido um jogador bastante sacrificado no sentido de dar tudo à equipa. Nota-se em alguns momentos que tem sido estrondoso, mas não é uma máquina. Já teve quebras e é natural”, afirmou Borges.
Sobre a questão dos centrais, o treinador admitiu que é uma das posições mais difíceis de equilibrar devido à qualidade e diferenças individuais dos jogadores. “Se calhar é a posição mais difícil de gerir, a dos centrais. Tenho quatro centrais fabulosos, diferentes e que merecem jogar. E dá dores de cabeça”, disse.
Rui Borges explicou como tem distribuído minutos entre os jogadores, destacando o desempenho de Eduardo Quaresma, Ousmane Diomande e Gonçalo Inácio. “O Eduardo Quaresma tem respondido bem e tem tido minutos. Se calhar o treinador com quem tem tido mais minutos até sou eu. O Diomande teve esta quebra no Ramadão, até pela estrutura física e atlética dele, é normal que a energia não tenha estado lá. O Inácio tem feito uma época fantástica”.
Por fim, o treinador deixou claro que qualquer um dos defesas poderá ser titular nos próximos jogos, dependendo da avaliação física e estratégica. “É a posição mais difícil de escolher e qualquer um poderá ser titular”, concluiu o timoneiro dos leões.
Técnico do emblema verde e branco também se pronunciou sobre polémica que se criou em torno do jogo adiado com o Tondela
21 Mar 2026 | 12:59 |
Rui Borges comentou as recentes especulações sobre a renovação do seu contrato no Sporting e manteve-se tranquilo quanto ao futuro. O treinador referiu ainda que não existiu nenhuma reunião, mas não descarta um possível encontro no futuro, deixando tudo em aberto.
R. Borges: "O que tiver de acontecer, será a seu tempo”
“As notícias fazem parte, é o vosso trabalho. Em relação à renovação estou super tranquilo, sei bem o que é a nossa interação com a estrutura, a confiança mútua. Tenho contrato com o Sporting. Não houve reunião nenhuma. O que tiver de acontecer, será a seu tempo”, afirmou o treinador.
O técnico também se pronunciou sobre a polémica em torno do jogo adiado com o Tondela: “É ruído, faz parte mas era um direito que tínhamos. Estamos sempre a dizer que o inglês é o melhor, mas vejam a quantidade de jogos adiados na última jornada. Às vezes criticamos o nosso e enaltecemos os outros, mas estamos ao mesmo nível”, disse.
Questionado sobre se a equipa poderia sair prejudicada pela decisão, o treinador deixou claro que não há arrependimentos: “Nenhum. Era um direito que tínhamos e acionámos. Não vou entrar muito por aí. É um direito regulamentar, optámos por isso e ainda bem que o fizemos, caso contrário não teríamos conseguido dar a resposta física e mental que demos no jogo com o Bodo”, explicou.
Rui Borges valorizou a preparação que o adiamento permitiu, sobretudo para o confronto europeu: “Estávamos mais frescos e demos uma resposta absolutamente fantástica durante 120 minutos. Zero arrependimento. Vamos ter de meter esse jogo em algum sítio. O resto é tudo ruído”.
Na antevisão ao encontro diante do Alverca, técnico do Clube de Alvalade atualizou a situação de um dos indisponíveis do plantel
21 Mar 2026 | 12:43 |
Na antevisão ao Alverca - Sporting, Rui Borges começou por atualizar a situação de Luís Guilherme, afastado dos relvados devido a uma lesão no tornozelo. O técnico deu mais detalhes sobre o problema físico e diz que o jogador ficará de fora entre quatro a seis semanas.
R. Borges: "A paragem é de entre quatro a seis semanas"
“Em relação ao Luis Guilherme, a paragem é de entre quatro a seis semanas. Mais do que isso não posso dizer porque não sou médico”, explicou o treinador, reconhecendo que a equipa terá de encontrar soluções para contornar esta ausência.
O técnico abordou também o desgaste físico e emocional sentido após o jogo frente ao Bodo/Glimt, sublinhando que este tipo de exigência faz parte da grandeza do Sporting: “Isso faz parte. É disputar os jogos. Não há outro remédio, temos jogos de três em três ou quatro em quatro dias. Claro que houve um desgaste emocional e físico fora do normal e não fugimos a isso, mas temos de saber lidar com isso, arranjar estratégias de lutar contra esse desgaste”, afirmou.
Rui Borges confirmou que poderá haver alterações na equipa para o confronto com o Alverca, tendo em conta a recuperação dos jogadores: “Sim, é possível que haja mudanças. Vamos ver como sentimos a equipa. Em relação à esquerda temos o Nuno e o Mangas de volta, portanto temos duas soluções que nos dão garantias.”
O treinador mostrou ainda atenção à preparação física e mental da equipa, destacando que o próximo jogo será exigente: “Por todo o desgaste que foi o jogo com o Bodo, será difícil. A equipa do Alverca também tem crescido em 2026. Será um jogo difícil, é preciso perceber como estamos em termos físicos e na parte mental, que também conta muito.”
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