Futebol
Silas Andersen volta a jogar pela Dinamarca, mas ex Sporting é o grande protagonista com um bis
29 Set 2026 | 10:51
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10 Abr 2020 | 17:33 |
Raphinha, atualmente no Rennes, abandonou o Sporting CP no verão passado rumo ao clube francês por 21 milhões de euros. Em entrevista ao Record, o brasileiro falou sobre o período em que vestiu de verde e branco e confessou que não esperava ser transferido na época em causa.
“Eu trabalho sempre para evoluir, de forma a ir para os melhores campeonatos. Confesso que não esperava sair esta época, não era algo que estivesse na minha cabeça, na cabeça dos meus pais ou na do meu empresário... foi uma coisa que aconteceu”, admitiu Raphinha. O extremo referiu também que “toda a gente estava à espera da venda do Bruno Fernandes, o que, feliz ou infelizmente, não aconteceu. O Sporting precisava de vender um jogador para se manter financeiramente, pois estava numa situação complicada, e eu era a segunda opção de venda. Foi um negócio rápido que ninguém esperava, nem eu, mas aconteceu para o bem do Sporting. Eu hoje estou muito feliz aqui no Rennes”.
Questionado sobre a possibilidade de a sua saída ter contribuído para o mau desempenho dos leões na presente época, Raphinha não acredita que esse tenha sido o motivo: “Não. Todos os clubes do Mundo passam por um momento de dificuldade e, infelizmente, o Sporting está a passar por esse momento. Mas acredito que isso não tem nada a ver com a minha saída ou a de qualquer outro jogador, pois a instituição Sporting é maior que qualquer futebolista. Eu tenho a certeza que vão dar a volta por cima, e ainda irão proporcionar muitas alegrias aos adeptos”.
O agora jogador do Rennes mostrou-se também surpreendido com o despedimento de Marcel Keizer ainda numa fase muito precoce da temporada: “Confesso que me surpreendeu bastante, pois não esperava a saída dele naquele momento. Foi um treinador que chegou e fez o que fez… Os resultados mostram tudo, vencemos dois títulos, e por isso a sua saída é surpreendente. Eu não esperava, mas acredito que o Marcel Keizer soube o que era melhor para a sua carreira e o Sporting também seguiu o melhor caminho”.
Sobre Bruno Fernandes, o brasileiro desfaz-se em elogios para com o internacional português: “Quando os jogadores vão para um clube, formam uma família. Temos muitos amigos, mas o Bruno, para mim, era um irmão. Ele sempre me deu muitos conselhos e eu sempre torci pela felicidade dele. Quando ele recebeu a proposta do Manchester, conversámos bastante e ele disse-me que estava feliz... Para mim é isso que importa, que ele se sinta bem. Eu tinha a certeza que ia responder da melhor maneira possível, e foi o que aconteceu. Para o Bruno, qualquer clube seria certo, dado que é uma pessoa muito empenhada, muito dedicada e tem muita qualidade. Achava que o Bruno encaixava que nem uma luva em qualquer clube e isso aconteceu”.
Quanto a Wendel, Raphinha diz que o brasileiro era como um irmão: “Ele foi um dos meus melhores amigos, é um irmão que estava sempre junto comigo. Depois, tem muita qualidade e pode chegar… só depende dele para saber onde pode chegar, mas tem qualidade para jogar nos melhores campeonatos e em clubes de topo. ele tem muita qualidade mesmo e só depende dele. O Wendel tem de saber onde quer chegar, pois tem muito potencial e, sem dúvida, a capacidade para se tornar uma referência, não só do Sporting CP, mas de qualquer outro clube”.
O brasileiro recordou o melhor momento de leão ao peito: “No ano passado conquistei os meus dois primeiros títulos como profissional. Em relação aos companheiros de equipa, todos me marcaram, não só no Sporting, mas todos aqueles que fui conhecendo ao longo da minha carreira”. Pelo contrário, Raphinha considerou que o pior momento enquanto esteve na turma de Alvalade foi a lesão que sofreu: “Aquela lesão travou a minha evolução no Sporting CP, mas, felizmente, depois consegui voltar bem e joguei o resto do campeonato. O melhor momento tenho de dividir em dois: primeira a Taça da Liga e depois a conquista da Taça de Portugal que coroou a nossa época”.
Por fim, Raphinha não fecha a porta a um eventual regresso: “Tudo pode acontecer, mas sou um jogador novo e ainda tenho muito para dar no futebol. No entanto, nada é impossível, quem sabe um dia possa voltar? Mas é muito cedo para pensar nisso”.
Futebolista que passou pelo Clube de Alvalade foi a solução encontrada pelo seu país, depois de resultados muito aquém do desejado
29 Set 2026 | 14:28 |
Bryan Ruiz, antigo médio do Sporting, foi nomeado selecionador interino da Costa Rica. O antigo internacional de 41 anos assume o cargo depois do despedimento do argentino Fernando Batista e terá já uma missão imediata na Liga das Nações da CONCACAF.
“O ex-jogador da seleção nacional e diretor técnico Bryan Ruiz assumirá interinamente o comando da equipa para enfrentar os jogos restantes da Costa Rica na Liga das Nações”, informou a Federação Costa-riquenha de Futebol, em comunicado.
Bryan Ruiz vai estrear-se no banco já esta quinta-feira, frente à Nicarágua, na terceira e penúltima jornada do Grupo A da Liga A. A Costa Rica chega ao encontro numa posição delicada, ocupando o quinto lugar, que dá acesso ao play-off de manutenção.
A seleção costa-riquenha ainda não pontuou nesta pausa internacional. Perdeu na receção a Curaçau, por 4-3, depois de ter desperdiçado uma vantagem de três golos, e voltou a sair derrotada frente ao Haiti, por 2-0, numa partida disputada na Jamaica.
Fernando Batista deixa o cargo depois de um período sem vitórias. O técnico argentino registou um empate e cinco derrotas em sete meses, deixando a Costa Rica praticamente afastada dos quartos de final da Liga das Nações e mais distante do apuramento direto para a Gold Cup de 2027.
Bryan Ruiz conhece profundamente a realidade da seleção. É o terceiro jogador com mais internacionalizações pela Costa Rica, somando 147 encontros e 29 golos entre 2005 e 2022. Representou o país em três Campeonatos do Mundo, uma Copa América e seis edições da Gold Cup, além de ter conquistado a Taça Centro-americana em 2014.
A carreira de jogador passou também pelo Sporting, entre 2015 e 2018. De leão ao peito, Bryan Ruiz conquistou uma Taça da Liga e uma Supertaça Cândido de Oliveira, depois de passagens por clubes como Gent, Twente, PSV Eindhoven, Fulham e Santos.
Jogador dos verdes e brancos pretende atingir uma meta muito específica nesta temporada desportiva e não está satisfeito com arranque de época
29 Set 2026 | 13:54 |
Issa Doumbia estabeleceu uma meta ambiciosa para a primeira temporada ao serviço do Sporting. O médio italiano quer ultrapassar os 10 golos que marcou pelo Venezia em 2025/26 e Rui Borges já começou a trabalhar numa solução que lhe permita aparecer mais vezes em zonas de finalização.
Segundo o jornal A Bola, o internacional italiano pretende tornar-se mais decisivo em Alvalade e recuperar uma das características que mais o destacou na última temporada em Itália. A estrutura leonina e a equipa técnica acreditam igualmente que o jogador de 22 anos pode oferecer mais perto da baliza adversária.
A ideia passa por retirar algumas responsabilidades defensivas a Doumbia - que está a ganhar espaço na seleção - e dar-lhe maior liberdade para atacar. Em vez de receber constantemente a bola de frente para o jogo e com a preocupação de proteger o equilíbrio da equipa, o Sporting pretende colocá-lo em zonas mais adiantadas, onde possa virar-se para a baliza e explorar a capacidade de chegada e remate.
Esse plano já começou a ser testado no empate frente ao Arouca. Rui Borges aproximou a equipa de um 4x3x3, com Sergi Altimira a funcionar como elemento mais recuado do meio-campo e Doumbia e Rodrigo Zalazar a surgirem como interiores com maior projeção ofensiva.
O médio terminou a última temporada no Venezia com 10 golos e seis assistências. Em Alvalade, ainda não conseguiu marcar, apesar de já ter sido utilizado nos oito encontros oficiais da época, registo que apenas divide com Altimira entre os reforços contratados no último mercado.
Jogador voltou a ser titular pelo seu país, mas depois de ter vivido sonho no primeiro jogo, agora cometeu uma grande penalidade na derrota da Austrália (4-2)
29 Set 2026 | 13:39 |
Nestory Irankunda voltou a merecer a confiança do selecionador da Austrália e foi titular no segundo particular consecutivo frente ao Brasil. Depois de ter sido protagonista no empate do primeiro encontro, com um golaço de livre direto, o extremo do Sporting voltou a começar de início, mas desta vez os ‘socceroos’ perderam por 4-2 e o jogador cometeu uma grande penalidade.
O jogador leonino manteve-se, assim, entre as principais opções da formação australiana, num encontro em que Alessandro Circati também alinhou desde o apito inicial. O Brasil apresentou várias mudanças no onze, mas entrou forte e chegou à vantagem logo aos dois minutos, através de Vanderson.
A Austrália conseguiu reagir e chegou mesmo à reviravolta ainda na primeira parte. Circati empatou aos 30 minutos e, pouco depois, participou também na jogada do 2-1, apontado por Metcalfe com um remate de fora da área.
Raphinha, ex jogador do Sporting, restabeleceu a igualdade já nos descontos da primeira parte, através de grande penalidade. No segundo tempo, o Brasil assumiu maior controlo do encontro e voltou a passar para a frente aos 70 minutos, com Bruno Guimarães a fazer o 3-2 após assistência de Endrick.
Irankunda permaneceu ligado ao encontro até à reta final e acabou por estar envolvido no lance que fechou o marcador. O extremo do Sporting chegou atrasado ao duelo com Vinicius Júnior dentro da área e cometeu a grande penalidade que o próprio jogador do Real Madrid aproveitou para estabelecer o 4-2.
Confira o lance da penalidade:
Silas Andersen volta a jogar pela Dinamarca, mas ex Sporting é o grande protagonista com um bis
29 Set 2026 | 10:51
Rui Borges recebe reforço muito esperado no Sporting e não é Ibrahima Ba
29 Set 2026 | 12:40
Sporting recusou deixá-lo sair por milhões e agora vai aumentar-lhe o salário em quase 50%
29 Set 2026 | 10:38