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Depois das dúvidas, Presidente da MAG explica 'confusão' nas eleições do Sporting
15 Mar 2026 | 10:36
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21 Mar 2020 | 11:56 |
O que é uma pandemia para nós, Sportinguistas, que ao longo dos anos tantas infecções dos mais variados tipos temos sofrido. Nos últimos 50 anos, precisamente os anos de Sócio que completo a 26 de Maio do corrente ano, já vivi muitas alegrias, sem dúvida, mas daquelas que me enchem verdadeiramente o coração. Destaco o Campeonato de 1981/82, aos pulos com o meu pai no Camarote 80, a Taça com todos os meus amigos e seus pais a almoçar no Restaurante Mónaco, na Marginal, os Campeonatos de 99/2000, 2001/2002, a época em que Peseiro tudo podia ter ganho, a célebre meia-final em Alkmaar, em que um avião voltou para trás, mas mesmo assim fomos a tempo de ver o golo de Miguel Garcia e saudar o querido Jorge Perestrelo, que nesse dia deu pela última vez voz à alma que lhe saía de dentro a cada golo que tinha a possibilidade de relatar. Realço, também, o campeonato que nos roubaram com a mão do Ronny e o profissional de excelência que foi o mister Paulo Bento quando sem ovos nos fazia discutir títulos e jogos mesmo com um futebol enfadonho. Com JJ (que admiro pessoalmente) tivemos a uns poucos centímetros de sermos felizes, não fosse o pé mal metido de Bryan Ruiz naquele jogo com o eterno rival. Depois, veio Alcochete, do qual assumo ser pelo menos amigo de dois dos acusados e onde tenho a certeza, e quer queiram quer não, que a "autoria moral" só tem um responsável, mas esse foi ilibado e contra isso não há nada a fazer. Continuo sem compreender a promoção de Ricardo Gonçalves e a ausência de referência ao pobre coitado do Sr. Geraldes que, uma vez numa AG, pediu a uns senhores para me fazerem a folha. Azar dele, que pediu às pessoas erradas. E claro, Alcochete deixou muitas marcas, mas as feridas de Alcochete não podem nem devem ser desculpa para tudo, porque estamos cansados de ter desculpas e de não ter resultados. Há jogadores que vestiram a nossa camisola verde e branca que não têm sequer qualidade para jogar numa distrital e a responsabilidade não pode morrer solteira. E se morrer, estará aí a pedra no sapato que já nos habituámos a ter, mas que dispensamos. Eu não fui Brunista, nem sou Varandista, sou sim um Sócio com quase 50 anos de filiação que está cansado de ver tanta infecção e poucos antídotos para as mesmas. Penso que o UNIVERSO SPORTING tem muitas pessoas válidas, que deviam ajudar o Clube, não só agora neste surto pandémico, mas sempre. No entanto, para ajudar é preciso que se ouçam opiniões, é preciso que se expliquem situações, é preciso que, em Alvalade ou no João Rocha, se cante Sporting SEMPRE. Porque um dia esta Direção irá sair, outra irá chegar, mas nenhuma terá tanta importância para nós como têm aqueles que dentro e fora de campo vestem a nossa camisola. Somos realmente um caso de estudo, mas nem o mais estudioso conseguia explicar que tipo de amor é este em que nunca nada está bem. Não vou ser louco como o que me pôs em tribunal e que desistiu, porque sabia que ia perder, e dizer que isto é uma pandemia, mas afirmo, contudo, que aquelas lutas até ao fim do campeonato com o louco estão a ter e ainda terão muita sequela na nossa caminhada. Se isto desculpa alguns atos de gestão totalmente amadores, sobretudo no que ao futebol profissional diz respeito, NÃO, claro que não. Se pagar 10 milhões por um treinador é uma perfeita loucura? É, mas no futebol o que hoje é verdade amanhã é mentira, e nesse aspecto, só há uma coisa que não muda. Seja o maior canalha, seja o maior iluminado, no Sporting vamos ter sempre os outros que estão do lado contrário . Só queria uma coisa enquanto não passa a pandemia: As contas auditadas à Gestão anterior do Sporting, para que se prove que há negócios inexplicáveis e que nos prejudicaram, e que reflitamos para dentro e não para fora. Para bater no nosso Clube há sempre armas apontadas e prontas a disparar, umas vezes porque fazem por isso, outras porque já é um hábito quase criado desde o tempo das unhas do Bigodes. O primeiro Presidente que conheci foi o senhor João Rocha, defensor intransigente do nosso Clube, desde aí já conheci muitos outros, mas, sinceramente, preferia não saber os nomes, era sinal de que tudo estava bem, e não está, mas vai ficar. Sei que vai ficar porque, acima de qualquer dirigente que nos representa, estarão sempre os Sócios do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL. Sportinguistas FIQUEM EM CASA!!!
Texto assinado por Ricardo Cazal-Ribeiro:
Sócio do Sporting Clube de Portugal, número 3925-0, neto de um Ex Presidente do Sporting Clube de Portugal, Francisco do Cazal-Ribeiro, que empregou muitos atletas que representavam o Clube na GazCidla e que foi o primeiro dirigente português a ter um cargo na UEFA. Pai de duas filhas: Victoria e Joana Cazal-Ribeiro, que são sócias do Sporting desde que nasceram.
Presidente do Clube de Alvalade começou esta quarta-feira, 18 de março, o seu terceiro mandato à frente dos leões (2026-2030). Confira o discurso
18 Mar 2026 | 18:58 |
Frederico Varandas tomou posse esta quarta-feira, dia 18 de março, para um terceiro mandato à frente do Sporting (2026-2030) com um discurso marcado por balanço, ambição e mensagens fortes sobre o futuro do Clube, realizado no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade.
Logo no arranque, o Presidente reeleito deixou um agradecimento especial a João Palma: "Agradecer ao Dr. João Palma toda a lealdade e coragem nestes dois mandatos. Não apenas eu, mas sobretudo o Sporting Clube de Portugal está-lhe grato para o resto da vida".
Frederico Varandas: "Algo tem de mudar nas eleições de 2030"
Varandas abordou também o processo eleitoral, apontando críticas ao sistema de voto por correspondência: "Temos de refletir quando temos 4 mil pessoas que votaram por correio, mas viram os seus votos inválidos pela complexidade e pelas exigências burocráticas do voto por correspondência. Algo tem de mudar nas eleições de 2030".
O líder leonino destacou a mensagem clara dos associados nas urnas e reforçou o caminho iniciado em 2018: "Os Sócios do Sporting falaram e disseram de sua justiça, de uma forma clara e inequívoca o que querem: querem que o Sporting continue a percorrer o caminho que demos início em setembro de 2018".
Frederico Varandas: "Hoje o Sporting vive das melhores fases da sua existência"
Numa análise ao momento atual, Frederico Varandas sublinhou o sucesso recente: "Hoje o Sporting, a par da época dos Cinco Violinos, vive das melhores fases da sua existência. Mais do que os inúmeros títulos conquistados nestes sete anos, o Sporting voltou a ter uma cultura e mentalidade de vitória".
"Desde 2018 o Sporting é o Clube em Portugal que mais venceu no futebol e nas modalidades. (…) Hoje os sócios do Sporting vivem do presente. Um presente de orgulho e glória. Os Sócios do Sporting são bicampeões nacionais e estamos nas oito melhores equipas da Europa", vincou.
O futuro também foi traçado com um objetivo claro: a modernização do estádio. "Neste terceiro mandato temos um grande objetivo pela frente: terminar uma obra que será emblemática e marcante na história do nosso Clube. Acabar a renovação do nosso estádio e integrar o Alvaláxia no nosso ecossistema, fazendo do Estádio José Alvalade um dos melhores e mais modernos da Europa".
Varandas deixou ainda uma promessa de princípios, mais do que de resultados: "Neste novo mandato, não prometemos nem venceremos sempre. (…) Há uma coisa que posso prometer aos Sócios do Sporting: é que na derrota ou na vitória atuaremos sempre com ética, integridade e dignidade".
Frederico Varandas: "Responderemos com força sempre que formos atacados com mentiras"
Num tom mais assertivo, o Presidente do Sporting avisou também que o Clube não ficará em silêncio perante ataques: "Responderemos com força sempre que formos atacados com mentiras, com calúnias e denunciaremos todas as práticas lamentáveis que hoje ainda existem no futebol português. Continuemos a caminhar, continuemos a crescer, continuemos a vencer. A missão continua. Com a mesma força, coragem e honra. Viva o Sporting!".
Clube anuncia começo de 'nova' era, após categórica vitória por parte do ainda Presidente leonino no ato eleitoral frente a Bruno Sá
16 Mar 2026 | 16:46 |
Eleito no sábado com 89,47 por cento dos votos dos sócios, contra os 6,28 por cento de Bruno Sá, Frederico Varandas garantiu o terceiro mandato como presidente do Sporting, preparando-se para liderar os destinos do emblema de Alvalade por mais quatro anos.
Desse mesmo modo, o Clube anunciou que a cerimónia da tomada de posse dos Órgãos Sociais eleitos para o quadriénio 2026-2030 está agendada para esta quarta-feira, dia 18 de março, às 18h00, no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade.
Frederico Varandas vai então liderar os destinos do Sporting durante 12 anos, de 2018 a 2030, só ficando atrás de João Rocha (que já ultrapassou como líder mais titulado), que presidiu os destinos do Clube de 1973 a 1986, ou seja, durante 13 anos.
De referir que o dia de sufrágio acabou por revelar uma forte mobilização dos Sportinguistas (Recorde AQUI). O ambiente foi marcado por grande entusiasmo entre os associados e o processo decorreu de forma tranquila. O resultado representa também a maior percentagem obtida por Frederico Varandas em eleições do Sporting.
Em 2018, quando foi eleito pela primeira vez após o turbulento período que se seguiu à crise que envolveu Bruno de Carvalho e à invasão à Academia Cristiano Ronaldo, venceu com 42,32% dos votos. Já em 2022 tinha reforçado a liderança ao alcançar 85,9%, superando então Nuno Sousa e Ricardo Oliveira.
Antigo ‘team manager’ do emblema verde e branco lembra que primeiros tempos de pilar dos leões não foram algo complicados
16 Mar 2026 | 16:34 |
Miguel Salema Garção, Sócio e antigo dirigente do Sporting, não se mostra surpreendido com a vitória categórica de Frederico Varandas no ato eleitoral de sábado. E nem a distância entre os dois candidatos - 89,47% contra 6,28 % - constitui uma surpresa para o gestor, que enalteceu o crescimento do atual dirigente máximo nos últimos anos
Miguel Salema Garção: "Era, obviamente, uma vitória esperada por parte de Frederico Varandas e seus pares"
"Era, obviamente, uma vitória esperada por parte de Frederico Varandas e seus pares. O incumbente tinha um capital adquirido nos dois anteriores mandatos em contraponto com o outro candidato, que, aliás, mostrou coragem e espírito de iniciativa ao ter ido a votos em circunstâncias bastante difíceis", considerou, em declarações ao jornal Record, antes de pormenorizar em que consistia o capital do Presidente reeleito.
"Refiro-me ao histórico de troféus conquistados nas várias modalidades, em que se destaca o futebol profissional e a notoriedade daí adjacente", ilustrou Salema Garção, avaliando, de seguida, a longevidade de Frederico Varandas no cargo.
Miguel Salema Garção: "É verdade que pode começar a falar-se de longevidade associada a Frederico Varandas"
"O início do primeiro mandato de Frederico Varandas foi conturbado. Não se imaginaria, nessa altura, que pudesse ter o caminho que veio a percorrer. Creio que há um ciclo antes da covid e outra pós-covid, ou, se preferirmos, antes de Amorim e depois de Amorim".
Ao concluir, o antigo dirigente evitou comparações com o presidente que hoje dá nome à 'casa das modalidades' do Clube: "O presidente João Rocha marcou a história e várias gerações do do Sporting. Os tempos eram outros. Basta, por exemplo, assinalar que, nesses tempos, não havia o contexto digital. Hoje, há. Com o mandato que agora se inicia, é verdade que pode começar a falar-se de longevidade associada a Frederico Varandas."