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PALHINHA: "PRESIDENTE TEM VIVIDO MOMENTOS COMPLICADOS"

Em entrevista ao jornal Record, médio falou sobre o bom momento dos leões, abordou possível saída no último mercado de transferências e confessou o sonho de ser campeão pelo Sporting CP

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

21 Nov 2020 | 13:28 | Por Redação

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João Palhinha tem sido um dos elementos em destaque no excelente arranque de temporada do Sporting CP. Em entrevista ao jornal Record, o médio formado em Alvalade falou sobre o bom momento dos leões, abordou a possível saída do Clube no último mercado de transferências e confessou o sonho de ser campeão pelo Sporting CP. Bom arranque de temporada e mudanças no meio-campo

  • O míster adapta o jogo às características de cada um, apesar de ter na cabeça a ideia de jogo que quer. Sabe que me tem a mim e ao João Mário, ele mais ofensivo e eu mais defensivo. Posso falar também do Matheus [Nunes] e do ‘Dani’ Bragança. Neste meio-campo todos temos características diferentes uns dos outros. Pede-me que roube o maior número possível de bolas e que esteja preocupado com os equilíbrios, para evitarmos surpresas. Na parte defensiva tenho um papel mais influente do que o meu outro colega do meio, mas isso não significa que sirva exclusivamente para defender. Um jogador quanto mais completo for, melhor, e mais dinheiro ganhará.
  • Estou cada vez mais completo, sim. Tenho muito a evoluir, faz parte do processo de aprendizagem. Todas as semanas o míster pede-nos coisas novas e tenta aperfeiçoar o modelo de jogo que implementou.
  • Aos poucos vão olhando de maneira diferente, com mais respeito, e os resultados têm influência. O respeito ganha-se dentro de campo, independentemente da idade de cada um.
  • Sinto termos todas as condições para surpreender. Obviamente, temos de ir com muita calma e passo a passo. Sabemos que estamos invictos no campeonato, mas algum dia vamos deixar de o ser. Isso é inevitável. E quando isso acontecer as pessoas têm de estar preparados e não meter as coisas num 8 ou 80, mas sim arranjar um meio-termo, com a consciência de que as coisas, correndo como estão a correr, vão a bom porto.
  • Focamo-nos muito em nós, no nosso trabalho. Está tudo no início, não há campeões neste momento. É normal todo o ruído que se tem feito porque estamos a fazer bem o nosso trabalho.
  • Quando se ganham jogos como temos ganho, com esforço e sacrifício, é normal que as pessoas na televisão comentem e que os jornalistas façam capas a valorizar o nosso trabalho. É bom, mas quando houver um jogo em que percamos temos de estar preparados para isso.
“Presidente tem vivido momentos complicados”
  • O Presidente tem vivido momentos complicados, difíceis, no clube. É preciso ter um grande estofo para aguentar tudo isto que tem acontecido, porque o Sporting passou por momentos muitos difíceis, talvez os mais difíceis da história do clube. Quando falei de o público ir ao estádio, acho que temos de remar todos para o mesmo lado, independentemente de gostarmos do Joaquim ou do Manel. Temos todos de estar juntos para as coisas correrem bem. O clube que estiver dividido é difícil as coisas saírem bem e é inevitável que a equipa sinta isso.
Ausência de público nas bancadas
  • Qualquer jogador, profissional ou não, gosta de jogar com público, qualquer que seja a situação, gostando-se daquele ou do outro. Estando sempre a apoiar o clube do nosso coração temos de respeitar tudo e todos. Por isso, quando o público voltar aos estádios sei que isso não será impeditivo para deixarmos de fazer bem o nosso trabalho. Falo por mim, que gosto muito mais de jogar com um estádio cheio do que um vazio, que mais parece que estamos a fazer um treino em estilo de jogo. Espero que não falte muito para que o público volte aos estádios.
Luta pela titularidade no meio-campo
  • São dois jogadores que me surpreenderam. O Matheus e o ‘Dani’ evoluíram muito. Todos os que partilham o meio-campo podem perfeitamente jogar. Se formos bem a ver, temos jogado os quatro, é bom para todos.
Momento de forma de Pedro Gonçalves
  • O Pote está muito bem, não é preciso mexer [risos]. Felizmente as coisas estão-lhe a correr bem. É um jogador que no Famalicão jogava mais no meio-campo e que teve de mudar um bocadinho o chip para o sistema do Rúben, mas adaptou-se muito bem. Esperemos que continue assim.
Chegada de João Mário
  • O ‘Jomi’ tem muita qualidade, toda a gente lhe reconhece isso. Em 2016, quando saiu do Sporting CP foi por valores astronómicos [40 milhões de euros, mais 5 milhões por objetivos, para o Inter]. Só isso demonstra bem o valor dele, que é inquestionável. Sinto-me um privilegiado por poder partilhar o meio-campo com ele.
Aposta na formação
  • Ainda há pouco tempo comentei isso com o míster Emanuel Ferro. Fiquei surpreendido com a juventude, não o esperava. Por privar e treinar com eles, tenho uma noção diferente das coisas do que se tivesse de fora. Todos os miúdos que estão no plantel têm qualidade para lá estar, e vão aparecer mais.
Atuação dos leões no mercado de transferências
  • Temos muito bom balneário, com união. A estrutura arranjou um misto de experiência e juventude. Acho que as pessoas olhavam para a nossa equipa como miúdos e tudo, mas acabamos por ser um misto das duas coisas.
Sonho de ser campeão pelo Sporting CP
  • Tenho esse sonho, mas não é algo com que viva completamente obcecado. Fazendo-se as coisas com calma, trabalho e responsabilidade tem tudo para chegar a bom porto. Temos de estar sempre com a cabeça fria. Se já estivermos a pensar em maio, as coisas não vão correr bem. Queremos fazer o nosso caminho passo a passo.
Começo de época a treinar sozinho
  • Deu-se muito eco a esse momento. O míster Rúben Amorim sempre me disse que contava comigo. Estava a treinar à parte dadas as coisas que estavam prestes a acontecer, e que depois acabaram por não acontecer. Quero aproveitar este momento para dizer que o míster Rúben Amorim ou a estrutura nunca me colocaram a treinar à parte com más condições, nada disso. A única justificação que se pode dar é essa. O míster sempre me disse que, caso não fosse vendido, era mais um jogador para ajudar a equipa.
“Sempre me transpareceram a imagem de que contavam comigo”
  • Sempre me transpareceram a imagem de que contavam comigo, ainda antes da pré-época começar. Por já ter trabalhado com o Rúben em Braga tinha essa confiança com ele para falarmos. Ele é um treinador que tem sempre à vontade para conversar com o jogador. Foi um fator que me agradou e tenho todo o gosto em dizer que é um grande treinador. Aliás, sinto-me lisonjeado por ter a confiança que tenho com ele.
Elogios de Rúben Amorim
  • É sempre bom sermos elogiados, dá-me mais motivação. Eu e o Rúben temos essa confiança. Nesse caso elogiou-me, mas se tiver de me criticar, critica. É um meio-termo que arranjámos e que é muito favorável no processo de crescimento de qualquer jogador.
Sistema de jogo dos leões
  • Falando um pouco do sistema de jogo, é uma tática inovadora para o campeonato português. Se não me engano, antes não havia nenhuma equipa que jogasse assim. E hoje já vemos certas equipas do campeonato a adaptaram-se nesta tática. Não estava à espera de que me adaptasse tão bem e fez-me evoluir. Por vezes estamos habituados a certo tipo de características e rotinas e isso obriga-nos a mudar o ‘chip’. Apesar de ser um jogador de equilíbrios, tenho a liberdade para chegar mais perto das zonas de finalização.
“Ouço muita gente a falar da experiência e dos cursos dos treinadores”
  • Ouço muita gente a falar da experiência e dos cursos dos treinadores... Falo do Rúben, como podia falar do míster Abel [Ferreira] ou de outros treinadores que apanhei, porque as pessoas falaram muito da questão do curso dele e de não ter experiência. E teve a carreira de futebolista que teve, o que equivale a não sei quantos anos de curso tendo em conta as vivências que teve ao longo da carreira. Não quero menosprezar os ensinamentos que se aprendem nos cursos, porque têm sempre a sua importância, mas acho que a real experiência aprende-se dentro de campo. Ele fala connosco de situações de jogo e é essa aprendizagem que nos faz evoluir, se no futuro quisermos ser treinadores.
Futuro após término da carreira
  • Gostaria de seguir a carreira de treinador quando acabasse a de futebolista. Espero ainda estar longe disso, mas são coisas em que pensamos, dado que isto não é para sempre. Temos de ir idealizando um plano B.
“Não é para qualquer um ser capitão do Sporting CP”
  • Se o for, é com grande orgulho e extrema motivação, dados os anos da formação que conto. Tenho contrato com o Sporting há muitos anos. Não é para qualquer um ser capitão do Sporting, é uma grande responsabilidade. Se acontecesse era mais um momento de felicidade que teria na minha carreira. Varia de jogador para jogador. Temos tido sempre bons capitães.
“Estive 15 dias trancado na Academia”
  • Estive 15 dias trancado na Academia e com todo o tipo de condições, não nos faltou nada. Levavam-nos comida ao quarto e treinava, ainda que me tivesse ressentido do vírus. Quando achamos que somos fortes, é a prova de que ninguém é imune e todos os cuidados são poucos. Todos têm de respeitar as regras.
  • O clube soube gerir essa situação muito bem, devido ao planeamento da equipa técnica e da estrutura. Lembro-me de que estávamos na Academia oito ou nove jogadores e outros elementos. Estava um grupo montado. Seguindo as indicações das entidades de saúde, então certamente as coisas vão correr bem.
Possível saída na última janela do mercado de transferências
  • Naquela altura houve coisas que se falaram e que estiveram prestes a acontecer, mas depois acabaram por não acontecer. E se não aconteceu, é porque não tinha de acontecer. Na minha vida sempre pensei assim: se as coisas naquele momento não aconteceram, então é porque há algo melhor para conquistar.
  • Numa entrevista que dei à Sporting TV tive a oportunidade de dizer que se tivesse saído do Sporting em 2018, dado que pouco joguei... Da mesma forma que se tivesse saído quando acabei a 2ª época no Sp. Braga, iria sempre ficar aquele vazio dentro de mim, por o Sporting ter sido um dos meus clubes de formação e ser o clube do meu coração. Ir para o estrangeiro e não ter conquistado o meu espaço ou ter demonstrado o meu valor num dos clubes que me formou seria um pouco… Iria ficar um vazio dentro de mim.
“Campeonato inglês era aquele que mais me agradaria”
  • Dadas as minhas características e pelo reconhecimento que dou a todos as ligas europeias, o campeonato inglês era aquele que mais me agradaria e onde mais me vejo a jogar. Obviamente que tenho esse sonho e objetivo, porque todos reconhecemos o valor da liga inglesa, como de outras, mas não vivo obcecado com isso. Quero é fazer um bom trabalho no Sporting, evoluir como jogador, fazer o máximo de jogos possível pelo clube. Quanto ao resto, é deixar as coisas acontecerem.
 “Neste momento, não é fácil ir à Seleção”
  • As coisas vão acontecendo naturalmente. Espero estar perto! Reconheço que estão grandes jogadores na minha posição, neste momento não é fácil ir à Seleção Nacional. E não só pelo meio-campo, mas também pela defesa, ataque, guarda-redes… Temos muita qualidade. Alimento esse sonho todos os dias e trabalho para isso, é um dos principais objetivos e sonhos da minha carreira. Já tive a oportunidade de representar Portugal nas camadas jovens. Um dos maiores motivos de orgulho que um jogador pode ter é representar o seu país. Espero por isso que um dia possa chegar à Seleção Nacional e que não falte muito.
  • Acho que encaixava bem, poderia dar coisas diferentes à Seleção. O Rúben, William e Danilo têm características diferentes.
  • Não vivo obcecado com isso. Imagino-me muito a ouvir o hino com o estádio cheio de portugueses. É uma das imagens mais bonitas que me podem vir à cabeça.
Regresso a Sacavém
  • As sensações são as melhores. Será um dos jogos mais especiais da minha carreira. Voltar a esta casa, que me acolheu quando tinha 14 anos, tem um grande significado. Estarei sempre agradecido por tudo que aqui vivi. Fiz amizades que ainda levo comigo.
  • Não tinha visto o sorteio, estava a dar uma volta com um amigo. Recebi uma mensagem do meu pai, com a imagem do sorteio. Até lhe perguntei: ‘Estás a gozar ou a falar a sério?’. Pensei que era montagem (risos). Depois ele disse-me que era a sério.
  • O Sporting tem uma dimensão totalmente diferente do Sacavenense, mas respeito terá de haver sempre. Queremos evitar surpresas. No campo são 11 contra 11 e as camisolas não podem pesar. Temos de encarar este jogo como se fosse da Liga dos Campeões.
Chegada ao Sporting CP
  • Nem toda a gente sabe, mas vim aqui com o meu pai a um treino de captações, nos iniciados de 1º ano, e não me aceitaram. Saí daqui a chorar, a dizer que queria desistir. As rejeições nessa altura eram algumas e via o sonho adiar-se. Achava que não havia volta a dar. O meu pai e a minha mãe tiveram um papel muito importante nessas fases, porque me puxaram para cima. No ano a seguir voltei, fiquei e fiz o meu trajeto em crescendo. É uma história bonita que aqui deixei.
  • Foi em 2012, em juniores, na primeira metade da época. Jogámos aqui contra o Sporting CP, cujo treinador era o míster Abel Ferreira, e perdemos por 2-1. Fiz um grande jogo e, no final, o míster Abel veio direto a mim e perguntou-me: ‘Queres vir para o Sporting em janeiro?’. Fiquei, tipo… Lembro-me que o meu coração começou a palpitar muito rápido.
  • Já no passado tinham existido abordagens que não se concretizaram, julguei que fosse mais uma. Mas respondi: ‘Quero, míster’. Depois as coisas aconteceram naturalmente e em janeiro assinei contrato profissional com o Sporting. Para isso ter sido possível tenho de salientar o papel de duas pessoas: o míster Abel Ferreira e o sr. Aurélio Pereira.


Fotografia de Sporting CP




Futebol

Avançado em final de contrato com o Sporting brilha e marca na vitória com o Leixões (2-1)

Resultado permite aos jovens leões alcançar o primeiro lugar da Liga 2, ainda que provisoriamente, e prolongar para três o número de triunfos consecutivos

Sporting B conquistou uma importante vitória na deslocação ao terreno do Leixões, por 2-1; Mauro Couto voltou a marcar
Sporting B conquistou uma importante vitória na deslocação ao terreno do Leixões, por 2-1; Mauro Couto voltou a marcar

31 Out 2026 | 17:39 | Por Redação

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O Sporting B conquistou uma importante vitória na deslocação ao terreno do Leixões, por 2-1, este sábado, em encontro da Liga Portugal 2 Meu Super. O resultado permite aos jovens leões alcançar o primeiro lugar da competição, ainda que provisoriamente, e prolongar para três o número de triunfos consecutivos.


Mauro Couto, que está em final de contrato com os leões, abriu o marcador através de uma grande penalidade aos sete minutos, voltando a demonstrar a importância que tem assumido na equipa orientada por Tiago Fernandes. O avançado chegou aos cinco golos na prova e colocou-se entre os melhores marcadores do segundo escalão. Antes do intervalo, o Sporting dispôs de várias oportunidades para ampliar a vantagem, mas encontrou em Igor Stefanovic um obstáculo difícil de ultrapassar.


A formação leonina entrou novamente determinada após o descanso e chegou ao segundo golo nos primeiros minutos da segunda parte. Rafael Nel (48') finalizou com classe uma jogada trabalhada, picando a bola sobre o guarda-redes sérvio e colocando o resultado em 2-0


O Leixões ainda conseguiu reduzir a diferença por intermédio de Bryan Róchez (77'), que desviou para a baliza após um cruzamento de Nhaga. Com este triunfo, o Sporting B soma a terceira vitória consecutiva e ascende, à condição, à liderança da Liga 2 (21 pontos). O próximo jogo está marcado para domingo, dia 8 de novembro, diante do Tondela, às 18h00, em Alcochete.

O onze inicial do emblema verde e branco foi composto por: Francisco Silva (Guarda-redes), Salvador Blopa, Kauã Oliveira, Lucas Taibo, Rodrigo Dias, Mateo Tanlongo, Samuel Justo, Mauro Couto, Rodrigo Rodrigues, Paulo Cardoso e Rafael Nel.



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Jorge Coroado fala em simulação descarada num lance polémico do Casa Pia - Sporting

Especialista considerou acertada a decisão da equipa de arbitragem, embora tenha entendido que jogador poderia ter sido advertido

Lance protagonizado por Benjamin Pauwels e Sergi Altimira, aos 46 minutos do Casa Pia - Sporting, motivou a análise de Jorge Coroado
Lance protagonizado por Benjamin Pauwels e Sergi Altimira, aos 46 minutos do Casa Pia - Sporting, motivou a análise de Jorge Coroado

31 Out 2026 | 16:07 | Por Redação

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O lance protagonizado por Benjamin Pauwels e Sergi Altimira, aos 46 minutos do Casa Pia - Sporting, motivou a análise dos especialistas em arbitragem. Apesar dos protestos da equipa da casa, Miguel Fonseca mandou seguir e o VAR, liderado por Manuel Mota, não interveio.


J. Coroado: "Exibir cartão amarelo a Pauwels, por simulação, seria a decisão mais acertada"


Jorge Coroado considerou acertada a decisão da equipa de arbitragem, embora tenha entendido que Pauwels poderia ter sido advertido por simulação: "Exibir cartão amarelo a Pauwels, por simulação, seria a decisão mais acertada, porém a indiferença dos árbitros neste item das regras é confrangedora", escreveu no jornal 'O Jogo'.


Também Fortunato Azevedo concordou com a decisão de Miguel Fonseca, defendendo que não existiram motivos para assinalar grande penalidade: "Lance perfeitamente legal, sem motivo para penálti. Houve sim uma tentativa de cavar o mesmo. Altimira estica a perna e joga a bola de forma legal", sustentou.

Desta forma, os dois especialistas citados consideraram que o árbitro ajuizou corretamente o lance, afastando a existência de uma infração passível de castigo máximo a favor da equipa da casa. O encontro terminou com vitória dos leões por 2-0.


O emblema leonino volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 3 de novembro, frente ao Shakhtar Donetsk. O encontro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, diante da turma ucraniana, jogar-se-á às 17h45, em Stamford Bridge.


Futebol

Iván Fresneda dá que falar; Defesa do Sporting bate recorde na carreira

Registo ganha particular importância numa fase em que leões procuram manter consistência exibicional e recuperar terreno na luta pela Liga

Iván Fresneda está a atravessar uma fase positiva e alcançou um registo inédito na carreira; Fotografia de Sporting
Iván Fresneda está a atravessar uma fase positiva e alcançou um registo inédito na carreira; Fotografia de Sporting

31 Out 2026 | 15:03 | Por Redação

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Iván Fresneda está a atravessar uma fase positiva ao serviço do Sporting e alcançou um registo inédito na carreira. O lateral direito espanhol foi decisivo na vitória por 2-0 frente ao Casa Pia, ao servir os autores dos dois golos, e passou a somar quatro assistências na temporada 2026/27.


Aos 22 anos, o defesa já superou o melhor registo que tinha conseguido numa só época. Em 2025/26, o ala tinha terminado a campanha com dois passes para golo, marca que duplicou ainda antes de novembro, confirmando a influência crescente no processo ofensivo da equipa orientada por Rui Borges.


O desempenho diante do Casa Pia também prolongou uma sequência positiva a nível individual. Este foi o segundo encontro consecutivo na Liga em que o espanhol participou diretamente num golo dos leões, depois de ter assistido Luis Suárez na partida anterior, frente ao Académico de Viseu, apesar do desaire.


A outra assistência da época tinha surgido no empate diante do Arouca. Desde então, Fresneda continuou a ganhar protagonismo e voltou a demonstrar capacidade para contribuir no último terço, desta vez com dois passes decisivos no mesmo encontro.

O registo ganha particular importância numa fase em que o Sporting procura manter a consistência exibicional e recuperar terreno na luta pelo campeonato. Com quatro assistências, Iván Fresneda não só estabeleceu um novo máximo pessoal, como reforçou o lugar de intocável no onze.



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