Futebol
Matheus Reis destaca importância da Allianz Cup para o Sporting: "Há jogadores..."
05 Jan 2026 | 07:36
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16 Out 2024 | 15:31 |
Paulo Catarro não crê que o episódio de Viktor Gyokeres numa saída à noite seja motivo de escrutínio como tem vindo a ser nos últimos tempos. O comentador desportivo desvaloriza as ações do avançado do Sporting e dos restantes companheiros de equipa.
"Gyokeres e os jogadores do Sporting estavam perfeitamente livres para ir onde quisessem e, aliás, poderiam até fazer coisas muito mais complicadas, se estivessem em casa dele (Gyokeres) ou de um companheiro. Acho que isso acaba por ser quase uma falsa questão", começou por dizer, na CMTV.
"Já ouvi por aí e li em várias publicações de responsáveis médicos e especialistas - que agora há para tudo e em todas as circunstâncias -, que a shisha também faz mal, mas não é por dar ali duas ou três baforadas... Nunca fumei, mas vi vária gente a fazer isto no Qatar, mas acho que não deve ser por isso que Gyokeres fique afetado na sua capacidade futebolística", terminou Paulo Catarro.
Viktor Gyokeres – avaliado em 70 milhões de euros – foi utilizado em 11 encontros (1.005 minutos) esta temporada ao serviço do Sporting, onde apontou 12 golos e fez três assistências. O avançado tem contrato com os leões até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
Inicialmente, o Sporting pagou 20 milhões, mais 4 por objetivos e custos de intermediação pelo ‘camisola 9’. Contas feitas, ao dia de hoje, o ponta de lança já terá custado 27,8 milhões de euros aos cofres leoninos, com a SAD a garantir recentemente 90% da mais-valia de uma futura transferência do internacional pela seleção da Suécia, com os restantes 10% a pertencerem ao Coventry.
Assista às declarações de Paulo Catarro:
Declarações do ex técnico do Sporting após novo empate dos red devils, desta vez frente ao Leeds, não terão caído bem junto dos responsáveis de Old Trafford
05 Jan 2026 | 08:43 |
Ruben Amorim poderá estar cada vez mais perto de deixar o comando técnico do Manchester United, na sequência do forte desabafo protagonizado no passado domingo, na conferência de imprensa que se seguiu ao empate (1-1) alcançado em Elland Road, frente ao Leeds.
Segundo revelou esta segunda-feira, 5 de janeiro, a rádio britânica talkSPORT, as declarações do antigo treinador do Sporting terão causado profundo desconforto junto da hierarquia dos red devils, apesar de, ainda em outubro, o co-proprietário do clube, Sir Jim Ratcliffe, ter assegurado publicamente que Amorim dispunha de um horizonte de “três anos” para recolocar o Manchester United no caminho dos títulos.
A mesma fonte adianta que o episódio terá sido o culminar de um clima de tensão crescente entre o técnico e o diretor de futebol, Jason Wilcox, motivado sobretudo por divergências em torno da estratégia de mercado e pela perceção, da parte de Amorim, de que a sua opinião tem sido sistematicamente desvalorizada nos processos de recrutamento.
As fricções terão começado ainda no último verão, quando o ex-treinador do Sporting identificou Ollie Watkins, do Aston Villa, como prioridade absoluta para reforçar o ataque, sublinhando o facto de o avançado já estar plenamente adaptado à Premier League. Contudo, a administração acabou por optar por Benjamin Sesko, contratado ao Leipzig por uma verba a rondar os 75 milhões de euros.
Seguiu-se a insistência em Antoine Semenyo, jogador do Bournemouth, numa altura em que Amorim defendia que os cerca de 65 milhões de libras exigidos pelo clube inglês deveriam ser investidos noutras áreas consideradas mais deficitárias do plantel. O extremo, refira-se, estará agora muito próximo de rumar ao Manchester City.
A este cenário junta-se ainda a indefinição em torno de Kobbie Mainoo. O jovem médio continua integrado no plantel principal apesar de ainda não convencer plenamente o treinador português, algo que Amorim interpreta como mais um sinal de falta de confiança da estrutura no seu critério técnico.
Confira as declarações de Ruben Amorim:
Verdes e brancos disputam a meia-final da competição frente ao Vitória de Guimarães na próxima terça-feira, dia 6 de janeiro, pelas 20h00, em Leiria
05 Jan 2026 | 08:19 |
A gestão da baliza do Sporting tem sido uma das poucas constantes para Rui Borges, mas gera algumas dúvidas com a chegada da Taça da Liga. Rui Silva assumiu-se desde cedo como dono das redes leoninas, enquanto João Virgínia ficou identificado como o guarda-redes das competições internas a eliminar, estatuto que tem honrado sempre que foi chamado.
Essa hierarquia, porém, volta a ser colocada à prova na meia-final da Allianz Cup frente ao Vitória de Guimarães, marcada para terça-feira, às 20h00, em Leiria. Com várias ausências no plantel e a necessidade de gerir esforços num momento decisivo da temporada - ainda que com um regresso previsto -, o treinador dos leões pondera se deve manter a estabilidade com o 'camisola 1' ou dar continuidade à lógica das taças, entregando a baliza a Virgínia.
O 'camisola 12', recorde-se, respondeu de forma positiva quando Rui Silva esteve indisponível em setembro, devido a uma lesão na mão esquerda, somando utilizações seguras na Liga Portugal Betclic - diante de Famalicão e Moreirense - e ainda na Liga dos Campeões, frente ao Kairat Almaty.
Internamente, a decisão está tomada. Externamente, o mistério mantém-se. Rui Borges só deverá revelar a escolha no próprio dia do encontro, na habitual reunião matinal com o grupo de trabalho. A confiança em ambos é total, mas o enquadramento competitivo pode influenciar a opção, sobretudo numa fase em que o Sporting vê o Porto distanciar-se no campeonato e procura sucesso nas provas onde ainda tem títulos por conquistar.
Uma coisa é certa em Alvalade: o guarda-redes escolhido para a meia-final será também o dono da baliza numa eventual final, agendada para o dia 10, no mesmo recinto. Na época passada, ainda antes da chegada de Rui Silva, esse papel coube a Franco Israel, atualmente ao serviço do Torino.
'Camisola 23' do plantel principal dos verdes e brancos regressou aos relvados, ainda que pela mão da formação secundária dos leões
05 Jan 2026 | 07:56 |
Daniel Bragança foi o principal destaque do Sporting B - Académico de Viseu, que os leões acabaram por perder, por 2-1. Apesar da derrota, o regresso do médio à competição trouxe boas notícias a Rui Borges já depois da partida ter sido disputada.
Segundo revela o jornal Record, o 'camisola 23' do plantel principal dos verdes e brancos não registou qualquer queixa no final do encontro, o que faz com que se aproxime cada vez mais do seu regresso à equipa A. Após o total de 323 dias afastado da competição, Bragança está de volta e ninguém ficou indiferente. Além da presença de vários companheiros do plantel sénior nas bancadas, também João Gião elogiou o jogador.
"O Daniel entrou muito bem, com o nível que tem e com compromisso total com a equipa e o clube, mesmo baixando à equipa B. Como disse, entrou muito bem e com momentos de grande classe", ressalvou o treinador da formação secundária do Sporting.
Vale lembrar que Bragança se encontrava a recuperar de uma lesão no joelho direito desde 15 de fevereiro de 2025 - dia em que sofreu esta mazela, frente ao Arouca. O médio do Sporting iniciou aí um longo processo de reabilitação, que só terminou a 8 de dezembro, quando foi reintegrado no restante grupo de trabalho.
Em 2024/25, com a camisola do Sporting, Daniel Bragança – avaliado em 10 milhões de euros – realizou 29 encontros: 18 na Liga Portugal Betclic, oito na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal e um na Supertaça. Nos 1.590 minutos disputados, marcou quatro golos e fez nove assistências.
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05 Jan 2026 | 07:36
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05 Jan 2026 | 07:20
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05 Jan 2026 | 07:03