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Varandas dá estouro em Montenegro; Líder do Sporting mete primeiro-ministro no bolso e arrasa Porto
10 Out 2026 | 09:47
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24 Fev 2020 | 15:13 | Por Redação
A revista feita na passada quinta-feira à entrada para o jogo frente ao Istanbul Başakşehir está dentro da conformidade legal, nomeadamente o facto de os assistentes de recinto desportivo (ARD) terem obrigado os adeptos leoninos a tirarem os seus sapatos. A indicação para uma fiscalização tão minuciosa parte, por norma, do próprio clube, mas os leões também foram alertados pelas autoridades policiais, e possivelmente pela própria UEFA nesse sentido. O mesmo procedimento voltou a acontecer no jogo deste domingo, 23 de fevereiro, diante do Boavista FC, o que gerou descontentamento entre os sócios.
Vasco Santos, antigo responsável de segurança do Sporting CP, explica ao leonino que “o diretor de segurança do clube informa a empresa de segurança privada de qual o tipo de revista que pretende que seja feita, ou seja, se é uma revista mais ou menos extensiva, em que portas deve ser feita, se é aleatória ou a todos os adeptos”. Contudo, o especialista em proteção de pessoas e bens alerta que os responsáveis leoninos poderão ter recebido indicações por parte da polícia ou até mesmo da própria UEFA.
Na passada sexta-feira, 23 de fevereiro, a PSP emitiu um comunicado onde referia que “as medidas de segurança a implementar são decididas em coordenação com o promotor do espetáculo desportivo, conforme o grau de risco determinado para cada evento desportivo, o que sucedeu no jogo em concreto”. No mesmo comunicado, a PSP reafirmava que a revista, que decorreu sob a sua supervisão, decorreu dentro da legalidade.
Revista é arbitrária e existe margem de discricionariedade
Relativamente ao tipo de revista feita na partida diante do Istanbul Başakşehir, Vasco Santos defende que “pode ter havido um pouco de excesso de zelo, embora seja uma prática frequente pedir aos adeptos visitantes que se descalcem porque, por vezes, existe a necessidade de retardar a entrada de adeptos de risco no Estádio”. O antigo diretor de segurança dos leões afirma que “existe sempre uma margem de discricionariedade da PSP e dos assistentes de recintos desportivos sobre que tipo de revista deve ser feita” e recorda ainda que, quando esteve no Clube, eram realizadas campanhas de sensibilização junto das claques para evitar este tipo de situações.
Soraia Quarenta, advogada especialista em direito desportivo, entende que, apesar da legalidade da revista, o “Sporting poderia ter tido outro tipo de cuidados até porque se tratava de um jogo às 18 horas e, consequentemente, era difícil para o público chegar mais cedo ao Estádio”. Consequentemente, a advogada refere também que “o facto desta revista ter sido feita apenas na porta onde entram as claques acaba por ser normal visto que, teoricamente, é onde estão os adeptos de risco. No entanto, a verdade é que a consequência foi a entrada tardia dos próprios adeptos para assistir ao jogo e isso devia ter sido acautelado”.
Boas práticas
Acerca de quais as medidas que serão mais eficazes no combate à violência no desporto, bem como na restrição de material pirotécnico nos estádios, Vasco Santos avança que“em Portugal, basta que se aplique a lei atualmente em vigor. Se começarmos a aplicar as sanções aos clubes e aos adeptos, vai ser um fator dissuasor a este tipo de comportamentos”. O antigo diretor de segurança do Sporting CP defende que “se queremos impedir um adepto com histórico de comportamentos violentos em estádios de futebol, só há uma forma de o fazer: obrigatoriedade de presença na esquadra de residência durante a realização dos jogos”.
Por sua vez, Soraia Quarenta é de opinião contrária e acredita que a nova lei contra a violência no desporto “só vai incitar mais à violência e à revolta das pessoas que são visadas pela lei. Vai afastar as pessoas dos estádios. Já estamos a vedar, até às próprias famílias, certos setores do estádio. Quando dizemos que aquele setor é só para claques, já estamos a dizer que não podem ir para aquele local em particular”. A advogada considera que os clubes têm ainda um longo caminho a percorrer nesta matéria.
Números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com leões a destacar-se pelo montante pago ao Presidente
25 Out 2026 | 17:32 | Por Redação
Frederico Varandas recebeu 776.500 euros brutos na época 2025/26, entre remuneração fixa e variável, superando o valor atribuído a toda a administração do Porto. Os números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com o Sporting a destacar-se pelo montante pago ao Presidente.
O dirigente máximo leonino recebeu 300 mil euros de remuneração fixa e 476 500 euros de componente variável. Face a 2021/22, o valor representa um aumento de 252,2%, equivalente a mais 556 mil euros. Só no último exercício, a remuneração de Varandas cresceu 99,1%, ficando perto do total pago a todos os administradores da Benfica SAD.
No Benfica, o conjunto da administração recebeu 790.975 euros, apenas mais 14.475 euros do que Varandas auferiu individualmente. Rui Costa prescinde de remuneração da sociedade, tal como André Villas Boas no Porto. No Dragão, os encargos com a administração diminuíram 74,9% face a 2022, quando Pinto da Costa liderava o clube. Em 2022/23, o antigo presidente recebeu 1,152 milhões de euros, incluindo 480 mil euros em gratificações.
Já em Braga, a administração recebeu 1.625.697 euros, um aumento de 140,9% face ao exercício anterior. A Comissão Executiva concentrou 1 594 347 euros, contra 596 936 euros no ano precedente. No entanto, o relatório não discrimina os montantes recebidos por cada administrador nem distingue as componentes fixas e variáveis, pelo que não é possível apurar quanto recebeu individualmente António Salvador.
A comparação evidencia diferenças na transparência dos relatórios e nos modelos de remuneração das administrações. O Sporting apresenta informação individualizada sobre salários e prémios, enquanto Benfica e Porto incluem incentivos ligados ao desempenho desportivo e financeiro sem o mesmo nível de detalhe. No caso do Braga, a ausência de discriminação individual impede uma comparação direta entre o vencimento de Salvador e o dos restantes presidentes.
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 | Por Redação
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 | Por Redação
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
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10 Out 2026 | 09:47
Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31