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Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
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16 Mar 2020 | 12:40 |
Estes estranhos dias que vivemos de incerteza quanto ao futuro não foram suficientes para travar os ódios pessoais que o Sporting gerou entre muitos dos seus a partir de maio de 2018. De tal forma que nem o facto do Ministério Público pedir a absolvição do cidadão Bruno de Carvalho dos quase 100 crimes de que o tentou acusar chegou para deixarem o homem em paz. Continuar a denegrir a imagem dele parece ser a principal motivação de alguns. Entre esses ‘alguns’ encontra-se, por exemplo, Eduarda Proença de Carvalho, ex-vice presidente da MAG, que em entrevista concedida ao Record consegue dizer que o Sporting “podia ter acabado em 2018”, atirando com essa ‘responsabilidade’ para cima do então Presidente.
1 – O que realmente sucedeu em maio de 2018 (germinou em fevereiro, concretizou-se no mês de junho e prolonga-se até à atualidade) um dia acabará por ser tornado público, de forma detalhada. E nessa história Eduarda Proença de Carvalho é protagonista, juntamente com vários dos seus ‘amigos’ e ‘inimigos’, em mais que um momento. Tal como nesta entrevista, também no período temporal que refiro (os seus ‘amigos’ e ‘alguns’ dos seus ‘inimigos’) leu mal os acontecimentos e suas consequências, tentando moldá-los à sua vontade sem se importar minimamente com os custos que tais acções teriam para o Sporting Clube de Portugal. Se conclui que o “Sporting podia ter acabado” por causa das rescisões de nove jogadores, isso significa que não entende, nem nunca entenderá, a dinâmica e capacidade de regeneração de um clube com tamanha grandeza. O Sporting sobreviveu a 2012. Só isso deveria ter-lhe servido de bitola. A equipa de futebol profissional podia, é verdade, ter ficado muito mais fragilizada, mas para isso seria necessário que outros jogadores ‘aliciados’ por ‘sportinguistas’ irresponsáveis optassem também pela via da rescisão. Não, Eduarda, não estou a atirar para o ar. Estou apenas a dar conta daquilo que me foi garantido por um jogador ‘aliciado’, sentado à minha frente, no gabinete que eu ocupava nas instalações da SAD, numa tarde de agosto de 2018.
2 – O Sporting podia ter acabado em 2018? Não Eduarda Proença de Carvalho. O Relatório e Contas de 2017/18 demonstra o contrário, com um total de 28 milhões de euros abatidos ao passivo corrente e não corrente, parcelas que passaram a totalizar 282 milhões, contra os atuais 304 milhões. Mais que o passado, o que a devia preocupar é o futuro, porque o Sporting arrisca tornar-se irrelevante em termos desportivos dentro de três/quatro anos se a notícia de sábado do Correio da Manhã (“SAD quer antecipar totalidade do contrato da NOS”) vier a confirmar-se antes do final do mandato do atual Conselho Diretivo.
3 – Bem sei que o administrador Salgado Zenha desmentiu a notícia, mas fê-lo apenas em relação ao timing. E porque faço esta leitura? Isto: “É sabido e público que existe mais verba a antecipar do contrato da NOS”, escreve Miguel Braga, responsável pela comunicação do Sporting, num artigo de opinião publicado no site do Clube, em resposta à notícia sobre a intenção desta Administração em antecipar o total do ‘bolo’. Não sei se Miguel Braga tem ação na gestão da SAD ou se apenas deu eco, involuntário, de alguma estratégia financeira que chegou ao conhecimento dele. Porque em rigor não existe “mais verba a antecipar” do contrato em causa. O que existe é um conjunto de oito parcelas a receber, na ordem dos 25 milhões/ano, até 2027/28. Esta administração deve, a bem do futuro da SAD, limitar-se a receber estas quantias, ano a ano, até final do mandato. Se fizer diferente, de forma parcial ou total, colocará em xeque quem estiver à frente da SAD nos últimos cinco anos da vigência do acordo. Sem receitas garantidas, ou muito diminuídas, é impossível elaborar um orçamento minimamente ambicioso. E esta é a única receita garantida da SAD até 27/28. Todas as outras são variáveis e condicionadas à vontade do mercado e dos Sócios e adeptos.
Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Equipamento mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada
14 Jul 2026 | 09:50 |
O Sporting apresentou oficialmente a camisola principal para a temporada 2026/27, revelando um equipamento que presta homenagem aos 120 anos de história do Clube. O novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios.
Nas redes sociais, os adeptos verdes e branco aprovaram o novo kit, mas manifestaram-se quanto ao preço do mesmo: "Levem já a minha carteira de vez" e "Bom, lá se vai o subsídio de férias e de Natal" ou "É lindíssima, vou ter mesmo de comprar" são alguns dos exemplos.
A nova camisola mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada. O verde surge num tom mais escuro, o equipamento estreia o novo símbolo do Sporting e inclui detalhes dourados que assinalam o 120.º aniversário. O conjunto fica completo com calções pretos e meias verdes e brancas às riscas.
O Sporting destacou o simbolismo do novo equipamento e a ligação às raízes do Clube: “Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: A quem nada foi dado e tudo foi conquistado. As tuas listas. As listas que representam quem tu és. Que te representam. Um legado. Listas que não têm fim. A próxima começa agora”, escreveu o Clube na mensagem que acompanhou o lançamento.
O equipamento marca também uma nova fase na história dos leões, sendo o primeiro a exibir o recente símbolo apresentado pelos leões. A camisola será utilizada pela equipa de Rui Borges ao longo da temporada 2026/27 e assinala oficialmente o início das comemorações dos 120 anos.