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Futebol
05 Fev 2024 | 07:03 |
O Benfica venceu, no passado domingo, 4 de fevereiro, o Gil Vicente, por 3-0, com golos de Arthur Cabral, João Neves e Rafa Silva. No final do encontro, Vítor Campelos, técnico dos gilistas, referiu que faltou agressividade ofensiva aos seus comandados e chamou a atenção para um bloqueio ilegal no primeiro golo das águias.
“Fomos uma equipa personalizada, que pressionou alto, tivemos posse de bola com qualidade, teríamos de ter sido mais decisivos no último terço, até lá chegámos com relativa facilidade, mas depois embrulhámos muito a bola, devíamos ter procurado mais cruzamentos e remates”, começou por referir Vítor Campelos.
“Acabámos por sofrer dois golos num momento em que somos fortes, bolas paradas. Parece-me que há um bloqueio ao Rúben no primeiro lance, mas, como disse, não podíamos ter sofrido esses golos de bola parada somos fortes nesse momento do jogo”, atirou o técnico do Gil Vicente.
Um outro lance que está a dar que falar é o segundo golo do Benfica. É que, antes de rematar para o fundo das redes, João Neves parece carregar em falta Félix Correia, ex-Sporting. Todavia, Tiago Martins e o VAR acabaram mesmo por validar o tento do Clube da Luz.
Com este resultado, e fruto do adiamento do Famalicão – Sporting, o Benfica assume a liderança da Liga Portugal Betclic, com 51 pontos em 20 encontros (16 vitórias, três empates e uma derrota). Os leões são segundos, com 49 pontos em 19 partidas (16 triunfos, um empate e dois desaires). O Porto ocupa o terceiro lugar, com 45 pontos, enquanto o Braga é quarto, com 40 pontos.
Confira o lance de que Vítor Campelos fala no Benfica – Gil Vicente:
https://twitter.com/vsports_pt/status/1754209465421779102
Jovem extremo tem estado a recuperar de lesão em Inglaterra, mas está muito perto de voltar a Portugal e ingressar os trabalhos dos leões
20 Mar 2026 | 09:29 |
Com Luís Guilherme em risco de parar cerca de um mês devido a uma entorse no pé esquerdo, abre-se espaço para o regresso de Geovany Quenda, que está cada vez mais perto de voltar às opções de Rui Borges. O objetivo é claro: estar disponível para o duelo com o Arsenal, marcado para 7 de abril, em Alvalade.
Quenda está na fase final de uma longa recuperação que começou após a fratura do quinto metatarso do pé direito, sofrida no final de novembro. Ainda jogou no dérbi com o Benfica, mas as queixas agravaram-se e acabou por ser submetido a cirurgia em Londres, já que o seu passe pertence ao Chelsea.
Desde então, o processo tem sido rigoroso e dividido em várias etapas: primeiro recuperar mobilidade, depois estabilizar o pé, seguir para o reforço muscular e, por fim, regressar progressivamente ao trabalho com bola. Todo este percurso foi feito em Cobham, centro de treinos do Chelsea, onde o jogador tem estado sob acompanhamento permanente.
Nos últimos dias, a exigência aumentou. Treina à tarde no relvado com fisioterapeutas, enquanto de manhã aproveita para aprender inglês e adaptar-se à nova realidade que o espera em Inglaterra. Fora do campo, mantém uma rotina controlada, entre recuperação, estudo e preparação pessoal - já com o foco no futuro.
Apesar da evolução positiva, o período não tem sido fácil. Quenda sente a frustração de estar afastado numa fase decisiva da época, especialmente ao ver os jogos do Sporting à distância. Ainda assim, a passagem aos quartos de final da Champions League foi celebrada com entusiasmo, e o desejo é claro: regressar a tempo de ajudar na reta final e sair pela porta grande.
Para o Sporting, o timing pode ser decisivo. Com um mês de abril carregado de jogos grandes, o regresso de Quenda surge como um reforço interno importante, numa altura em que o plantel precisa de frescura e soluções. E para o próprio jogador, há também um olhar já no horizonte: chegar ao Chelsea em 2026/27 na melhor forma possível e pronto para competir desde o primeiro dia.
Dragões mostram-se claramente insatisfeitos quanto ao facto de o jogo atrasado da 26.ª jornada dos leões ainda não estar marcado
20 Mar 2026 | 09:06 |
A questão do calendário está a aquecer e agora também fora das quatro linhas. O Porto decidiu avançar com um pedido formal de esclarecimento à Liga Portugal por causa do adiamento do jogo entre o Sporting e o Tondela, que continua sem data definida.
Do lado dos dragões, há clara insatisfação com o facto de o encontro não ter sido ainda agendado dentro do prazo previsto pelo regulamento - que aponta para a realização no espaço de quatro semanas após a data original. Com o apuramento do Sporting para os quartos de final da Champions League, o calendário ficou ainda mais apertado, mas o Porto entende que isso não justifica o atual impasse.
O clube considera mesmo que a situação pode configurar uma violação do artigo 42.º do regulamento de competições e fala em algo “grave”, sobretudo por se tratar de uma fase decisiva da temporada. Na ótica portista, esta indefinição pode afetar a verdade desportiva, tanto na luta pelo título - onde o Sporting está diretamente envolvido - como na luta pela permanência, no caso do Tondela.
Outro ponto levantado é o uso da regra das 72 horas de descanso. O Porto defende que esta não pode ser aplicada de forma automática ao ponto de criar desigualdade competitiva ou favorecer determinados clubes em momentos críticos da época.
Perante este cenário, os azuis e brancos já fizeram saber que admitem avançar para vias judiciais, caso a solução encontrada pela Liga seja considerada injusta ou contrária ao regulamento. Para já, o problema mantém-se em aberto e promete dar ainda mais que falar nos próximos dias.
Treinador dos verdes e brancos termina contrato apenas em 2027, mas a intenção da estrutura passa por dar um voto de confiança ao técnico
20 Mar 2026 | 08:52 |
O Sporting deu um passo mais firme rumo à continuidade de Rui Borges, com o arranque formal das negociações para a renovação do contrato do treinador na última quinta-feira, dia 19 de março, e já existem novidades sobre esta primeira reunião.
Nas últimas horas, houve um primeiro encontro entre responsáveis da SAD e os representantes do técnico de 44 anos. Ainda não saiu um acordo fechado, mas o mais importante deste momento inicial foi conseguido: alinhar posições e lançar bases sólidas para um entendimento que обе as partes encaram com otimismo.
Em cima da mesa estiveram pontos-chave como a duração do novo vínculo - com duas hipóteses principais a serem discutidas: prolongamento por duas temporadas ou um contrato de um ano com outro de opção - e também uma revisão salarial. Já no que toca à cláusula de rescisão, essa deverá manter-se nos 20 milhões de euros.
Recorde-se que Rui Borges tem contrato até 2027, mas a intenção de prolongar essa ligação é clara. Frederico Varandas já tomou a decisão de avançar, refletindo a confiança total no trabalho desenvolvido desde que o treinador chegou ao Sporting, em dezembro de 2024.
E os argumentos são fortes. Na época de estreia, Rui Borges conduziu a equipa ao bicampeonato e à conquista da Taça de Portugal. Esta temporada, voltou a elevar o nível competitivo, levando o Sporting aos quartos de final da Champions League e mantendo a equipa na luta pelo tricampeonato.
Outro fator decisivo é a ligação ao grupo. O treinador conquistou o balneário, e essa sintonia tem-se refletido na consistência exibicional da equipa - algo que a estrutura vê como essencial para o futuro. Faltam ainda acertar alguns detalhes, mas o processo está bem encaminhado. A expectativa é que as negociações avancem nas próximas semanas e que o acordo possa ficar fechado antes do final da temporada.